SOCINE 2021 – Chamada de Trabalhos/Call for Papers /Convocatoria de Ponencias
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XXIV Encontro Socine – 2021
Prezadas pessoas associadas,
Gostaríamos de iniciar o ano informando alguns pontos importantes sobre a atuação da Socine em 2021. Primeiro, que realizaremos o XXIV Encontro anual da Socine entre os dias 26 e 29 de outubro, de forma virtual, com apoio da ESPM. Por decisão conjunta da Diretoria e comissões organizadoras, o Encontro que aconteceria na UNILA ficou postergado para 2022, para ser realizado de forma presencial. A comissão da ESPM-Rio, cujo evento estava programado para acontecer posteriormente, aceitou organizar o Encontro remoto deste ano. Dessa forma, o XXIV Encontro será sediado virtualmente pela ESPM e o XXV Encontro será realizado na Unila em 2022. Com a mudança de instituições, um novo tema para o XXIV Encontro deve ser anunciado.
Gostaríamos de comunicar também que a Diretoria, junto aos Conselhos, decidiu congelar o valor da anuidade para o ano de 2021. Assim, excepcionalmente, os valores não passarão pelo reajuste anual regular. A decisão foi tomada levando em consideração o contexto de pandemia e crise no país. Os sócios podem pagar a anuidade na Área do Associado em nosso site. O valor é de R$196,00 (profissionais) e R$98,00 (estudantes e profissionais sem vínculo).
Está disponível o calendário 2021, que pode eventualmente sofrer alterações (caso haja ajustes, eles serão comunicados assim que possível).
Carta de apoio à Cinemateca Brasileira
CARTA DE APOIO À CINEMATECA BRASILEIRA
A SOCINE se soma às manifestações em defesa da Cinemateca Brasileira, órgão público federal cujo acervo é reconhecido como fundamental para a salvaguarda do patrimônio audiovisual do país, englobando não apenas filmes e fitas, mas também um amplo e valioso acervo documental constituído por livros, roteiros, cartazes, fotografias de cena, reportagens e manuscritos, entre outras fontes fundamentais para estudos. A Cinemateca em risco coloca também em risco a pesquisa e o ensino sobre o cinema e televisão no Brasil.
A crise que assola a instituição há alguns anos ganhou tons dramáticos desde dezembro de 2019, com o rompimento pelo governo do contrato de gestão então vigente com uma organização social, sem a apresentação de nenhuma alternativa para manter a Cinemateca em funcionamento. Essa atitude irresponsável e inconsequente revela o desprezo e o despreparo do atual governo em relação a algo tão precioso quanto à preservação da memória audiovisual brasileira, colocando a Cinemateca em risco ao não garantir condições para que a instituição cumprisse sua missão de preservar e dar acesso ao acervo. A recente demissão de todo o seu corpo técnico, após meses sem receber salários em plena pandemia, é a expressão mais cruel dessa situação.
A sociedade civil tem se mobilizado em defesa da Cinemateca e é nosso dever reafirmar a importância da instituição para os profissionais do meio audiovisual e para todos os pesquisadores do campo do cinema e audiovisual, que encontram na SOCINE sua principal associação. O número expressivo de filmes, programas de televisão, experimentos audiovisuais, eventos, livros, artigos, teses e dissertações que usam os materiais do acervo é o exemplo mais contundente da sua relevância. Incentivar a valorização desse acervo como fonte de saber e documento histórico é indicar a necessidade de sua preservação para as novas gerações. O ataque à Cinemateca é não só um ataque à memória, mas também às possibilidades futuras para projetos nas áreas da ciência, da educação, da arte e da cultura brasileiras.
A SOCINE vem a público exigir que o governo garanta, de forma transparente e na urgência que a situação obriga, os meios para que a Cinemateca Brasileira volte a ter condições de funcionamento, com o devido orçamento e a recomposição de seu corpo técnico, de forma que a tragédia que vem sendo anunciada não se concretize.
Cancelamento XXIV Encontro SOCINE
A Diretoria da SOCINE comunica a decisão de cancelar o Encontro anual de 2020, que seria realizado entre os dias 6 e 9 outubro na Unila, em Foz do Iguaçu. A decisão foi tomada como deliberação coletiva da qual participaram as professoras e professores da Unila integrantes da comissão local de organização do evento e os membros dos conselhos da associação.
A não-realização do encontro anual é um fato inédito na história da SOCINE e resulta da ausência de condições decorrente da pandemia do coronavírus, que se reflete de forma bastante objetiva na ausência de garantias de que será possível realizar eventos com grande número de pessoas reunidas em outubro, e especialmente na dificuldade da comissão local em trabalhar na produção do congresso no momento.
O trabalho da comissão local, que havia sido iniciado ainda em 2019, tem sido fortemente afetado pelas dificuldades que se colocam no presente, a saber:
- Incertezas quanto ao transporte aéreo e terrestre, uma vez que a rodoviária de Foz do Iguaçu está fechada sem previsão de reabertura e os vôos para a cidade foram reduzidos a três por semana, saindo unicamente de Guarulhos. A alteração na malha aérea já teve impactos sobre os valores das passagens e, além disso, não se sabe se os voos regulares estarão restabelecidos integralmente em outubro, nem a que custo. Além de potencialmente restringir a participação dos associados no encontro, esse quadro também inviabiliza o planejamento com os palestrantes convidados.
- Incertezas quanto à hospedagem: embora conte com uma ampla rede hoteleira, existe o prognóstico de que até 1500 leitos turísticos de Foz do Iguaçu sejam utilizados pela prefeitura do município como locais de isolamento e eventualmente de tratamento de pessoas infectadas pelo coronavírus.
- Dificuldade de contato com fornecedores locais para orçamento de itens indispensáveis à realização do encontro, como aluguel de equipamentos audiovisuais, gráfica, coffee break, entre outros. Além de dificultar o dimensionamento dos custos, a paralisação desses serviços na cidade também significa insegurança quanto ao seu fornecimento em outubro.
- Dificuldades de planejamento das universidades brasileiras: no momento não se sabe com clareza como ficarão os calendários acadêmicos e, no caso da Unila, diante da necessária reorganização do calendário quando for viável retomar as aulas presenciais, não é possível oferecer garantia de estrutura física e financeira para realização do encontro, uma vez que os esforços estarão voltados à retomada das atividades regulares e ao atendimento aos alunos. Como este é um cenário que se apresenta em muitas instituições, provavelmente afetará professores e estudantes de pós-graduação também de outras universidades, não apenas da Unila.
- Incertezas quanto ao repasse de recursos para realização do encontro pelas agências de fomento nacionais e estadual.
- Questões relativas ao controle de fronteiras na região: apesar de o evento ser realizado no lado brasileiro, a cidade de Foz do Iguaçu funciona como região de constante trânsito entre os três países. As fronteiras estão fechadas sem previsão de reabertura e é possível que este fato limite a produção e realização do encontro.
A todas essas questões, soma-se outra não menos importante: as dificuldades em prever também quais serão as consequências econômicas e psíquicas da atual crise num futuro próximo e a que será necessário dedicar energia, tempo e recursos financeiros prioritariamente.
Com essa decisão, o encontro da Socine na Unila fica transferido para outubro de 2021; o da ESPM-Rio para 2022; o da UFMS para 2023 e o da UFPA para 2024, respeitando o planejamento das universidades-sede que já estava feito a partir das candidaturas apresentadas.
Sabemos que muitos sócios efetuaram o pagamento da anuidade e submeteram seus trabalhos. Quanto a essas questões, os encaminhamentos serão os seguintes: os resumos expandidos já submetidos poderão ser utilizados em 2021, caso o sócio assim deseje. Se preferir, poderá submeter outra proposta.
Em relação aos pagamentos, aproveitamos para relembrar que a anuidade é independente da taxa de participação no evento. Ou seja, a taxa que é cobrada regularmente entre os meses de fevereiro e abril é a anuidade, que garante a filiação à SOCINE, mesmo que o associado eventualmente não participe do encontro em determinado ano.
Entretanto, como política de flexibilização e incentivo à manutenção da filiação à SOCINE de pessoas que eventualmente não podem frequentar todos os encontros ou que estão em situação de dificuldade financeira momentânea, foi oferecida desde 2019 a possibilidade de pagamento de meia anuidade aos sócios que não pretendessem submeter propostas ao encontro, ou seja, que já soubessem de antemão que não iriam ao congresso.
Como esse ano não haverá congresso, os associados terão algumas opções:
- Para quem já efetuou o pagamento da anuidade no valor integral:
- Manter o pagamento da anuidade de 2020
- Requerer o direito ao pagamento da meia anuidade em decorrência da não-realização do congresso. Nesse caso, o valor pago a mais não será devolvido, mas ficará vinculado ao cadastro do associado como crédito a ser utilizado em 2021.
- Para quem ainda não pagou a anuidade:
- Pagar integralmente a anuidade
- Pagar meia anuidade já que não haverá encontro
Em relação às possibilidades oferecidas, gostaríamos de relembrar, conforme exposto em comunicado anterior, que todas as despesas fixas e eventuais da SOCINE ao longo do ano, sem exceção, são custeadas com valores pagos pelos sócios na forma da anuidade e da taxa de inscrição no encontro.
Assim, oferecendo essas opções de escolha que ficam a critério das possibilidades de cada um no momento, temos a certeza de estarmos agindo de modo transparente e protetivo com os sócios, porém sem descuidar das necessidades de sobrevivência da SOCINE enquanto entidade.
Por fim, gostaríamos de enfatizar que o cancelamento do Encontro anual da SOCINE em 2020 não é a notícia que gostaríamos de ter que anunciar, mas é a decisão que julgamos mais prudente diante de tudo que se apresenta. Esperamos poder encontrar todas, todos e todes em condições mais auspiciosas em 2021 na Unila, com a mesma energia festiva que vinha se desenhando desde que a cidade de Foz do Iguaçu foi anunciada como sede do nosso próximo congresso. Aproveitamos para agradecer publicamente ao esforço empenhado até o momento pela comissão organizadora do Encontro da Unila.
Diretoria SOCINE
Chamada de Trabalhos/Call for Papers /Convocatoria de Trabajos – SOCINE 2020
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Livros para lançamento no XXIII Encontro
Caras e caros participantes do XXIII Encontro SOCINE – Preservação e Memória Hoje, segue abaixo a lista dos livros a serem lançados durante o Encontro em Porto Alegre.
LANÇAMENTO DE LIVROS
Foyer do Teatro Unisinos
9/10, às 18h30
A Livraria Baleia é a responsável pelo lançamento de livros e periódicos no XXIII Encontro da Socine.
Capitaneada por Nanni Rios, a Baleia dedica suas estantes principalmente à literatura de autoria feminista e às temáticas de gênero, sexualidade e direitos humanos. Para quem quiser visitar a livraria, ela fica na Rua Cel. Fernando Machado, 85, centro de Porto Alegre.
XXIII ENCONTRO SOCINE – LIVROS PARA LANÇAMENTO:
A BRODAGEM NO CINEMA EM PERNAMBUCO
Amanda Mansur Custódio Nogueira
editora: Editora Massangana
A ETERNA NOVIDADE DO MUNDO: ESPECULAÇÕES SOBRE UM CERTO CINEMA CONTEMPORÂNEO
Julio Bezerra
editora: Garamond
A IMAGEM PORTÁTIL: CELULARES E AUDIOVISUAL
Adriano Chagas
editora: Appris
ANÁLISE DO PROGRAMA TELEVISIVO (2018)
Arlindo Machado e Marta Lucía Vélez
editora: Ribeiro Edições
CAO GUIMARÃES – ARTE DOCUMENTÁRIO FICÇÃO
Consuelo Lins
editora: 7Letras
CINEASTAS INDÍGENAS, DOCUMENTÁRIO E AUTOETNOGRAFIA: UM ESTUDO DO PROJETO VÍDEO NAS ALDEIAS
Juliano José de Araújo
editora: Margem da Palavra
CINEMA DE BRINCAR
Cezar Migliorin e Isaac Pipano
editora: Relicário
CINEMA EM PORTUGUÊS. XI JORNADAS
Paulo Cunha, Manuela Penafria, Fernando Cabral, Tiago Fernandes (eds.)
editora: Labcom/UBI
CINEMA QUE INVENTA O BAIRRO: CINE SER VER LUZ
Deisimer Gorczevski, Maria Fabiola Gomes, Pedro Fernandes e Sabrina Araújo
editora: Imprensa Universitária – UFC
CINEMATOGRAFIA, EXPRESSÃO E PENSAMENTO
Marina Cavalcanti Tedesco, Rogério Luiz Silva de Oliveira
Appris
COPRODUÇÃO DE CINEMA COM A FRANÇA: MERCADO E INTERNACIONALIZAÇÃO
Belisa Figueiró
editora: SENAC
CRÍTICA DE CINEMA E REPRESSÃO – ESTÉTICA E POLÍTICA NO JORNAL ALTERNATIVO OPINIÃO
Margarida Maria Adamatti
editora: Alameda
DISCURSOS CONTRA A INSENSATEZ: GRANDEZAS E MISÉRIAS DA COMUNICAÇÃO
Arlindo Machado
editora: Ribeiro Edições
DOCUMENTÁRIO E MERCADO NO BRASIL: DA PRODUÇÃO A SALA DE CINEMA
Teresa Noll Trindade
editora: Alameda
EFEITOS VISUAIS DE TRANSIÇÃO NA MONTAGEM CINEMATOGRÁFICA
Vinicius Augusto Carvalho
editora: Paco Editorial
ESPAÇOS EM CONFLITO. ENSAIOS SOBRE A CIDADE NO CINEMA ARGENTINO CONTEMPORÂNEO
Natalia Christofoletti Barrenha
editora: Intermeios
FEMINISMO NO CINEMA BRASILEIRO DA DÉCADA DE 1980: A REPRESENTAÇÃO DAS MULHERES NORDESTINA NAS TELAS
Carla Paiva
editora: Eduneb
FOTOGRAMAS DE LA MEMORIA – ENCUENTROS CON JOSÉ MARTÍNEZ SUÁREZ (PRIMEIRA E SEGUNDA EDIÇÃO)
Rafael Valles
editora: Enerc/ INCAA
IMAGENS EM DISPUTA
Andréa França, Tatiana Siciliano e Patrícia Machado
editora: 7Letras
INFILTRADOS E INVASORES – UMA PERSPECTIVA COMPARADA SOBRE AS RELAÇÕES DE CLASSE NO CINEMA BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO
Mariana Souto
editora: EDUFBA
INÚTEIS, FRÍVOLOS E DISTANTES: À PROCURA DOS DÂNDIS
André Antonio Barbosa, Denilson Lopes, Pedro Pinheiro Neves e Ricardo Duarte Jr.
editora: Mauad X
ISMAIL XAVIER. UM PENSADOR DO CINEMA BRASILEIRO
Fatimarlei Lunardelli, Humberto Pereira da Silva, Ivonete Pinto
editora: SESC SP
MULHERES DE CINEMA
Karla Holanda
editora: Numa Editora
NOSTALGIAS E MÍDIA
Lucia Santa Cruz e Talitha Ferraz
editora: e-papers
O CINEMA DE TRINH T. MINH-HA: INTERVALOS ENTRE ANTROPOLOGIA, CINEMA E ARTES VISUAIS
Gustavo Soranz
editora: Sulina
O CINEMA E SEUS OUTROS: MANIFESTAÇÕES EXPANDIDAS DO AUDIOVISUAL
Lucas Bambozzi e Demétrio Portugal
editora: Equador
O ENSAIO FÍLMICO OU O CINEMA À DERIVA
Gabriela Machado Ramos de Almeida
editora: Alameda
O OLHO, A VISÃO E A IMAGEM: REVISÃO CRÍTICA (2019)
Arlindo Machado
editora: Ribeiro Edições
OUTROS CINEMAS: FORMAS ESQUISEXÓTICAS DE AUDIOVISUAL (2019)
Arlindo Machado
editora: Ribeiro Edições
OZUALDO CANDEIAS E O CINEMA DE SUA ÉPOCA (1967-83)
Fábio Raddi Uchôa
editora: Alameda
PÓS-FOTOGRAFIA, PÓS-CINEMA: NOVAS CONFIGURAÇÕES DA IMAGEM
Beatriz Furtado e Philippe Dubois
editora: SESC SP
REALIDADE LACRIMOSA – O MELODRAMÁTICO NO DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO CONTEMPORÂNEO
Mariana Baltar
editora: EdUFF
REVISTA TEOREMA 31
Flavio Guirland, Marcus Mello, Ivonete Pinto, Milton do Prado, Enéas de Souza, Fabiano de Souza
editora: Edições Teorema
SERTÃO MAR
Ismail Xavier
editora: Editora 34
TRAJETÓRIA DA CRITICA DE CINEMA NO BRASIL
Paulo Henrique Silva
editora: Letramento
Trabalhos Aprovados 2019
“Civilizações” em conflito: cinema no Rio de Janeiro da Belle Époque
“Eu rezei uma missa bárbara”: filme e culto na Bahia
“Narrador” em extinção? Uma análise de Estamira e Os Catadores e Eu
“SUPEROUTRO” OU MEMÓRIA DE UM CINEMA
“Telas & Fatos”: Recepção e cultura cinematográfica no Recife
‘Atrações’ do cinema (de rua): multiusos, variedades e inovações
2019 | 2049: A DIALÉTICA CROMÁTICA EM BLADE RUNNER
30 anos de Línguas Desatadas: autobiografias de bixas pretas no cinema
A abertura da margem: proposta de análise do cinema de Ozualdo Candeia
A alma no olho: o olhar para a câmera em Café com Canela e Temporada
A apropriação do super-8 por mulheres nordestinas nos anos 70 e 80.
A arte de narrar e o ato de fingir em Cópia Fiel
A atuação de Jean-Pierre Léaud em “A morte de Luís XIV”
A capoeira-dança nos desenhos de Carybé e no filme Vadiação
A casa claustrofóbica de Chantal Akerman: Estilo e feminismo
A casa que Jack construiu em decomposição: entre agressão e crueldade
A Câmera Analítica e os rastros da história
A chegada: tempo e linguagem no cinema de ficção científica
A comédia mexicana no cinema de Luís Buñuel
A contribuição dos elementos visuais no espaço fílmico de Seguindo em
A Corcina e a Lei do Curta: auge e crise do curta-metragem brasileiro?
A Criada: um estudo sobre a representação feminina no cinema hanryu
A direção de arte de inferninho: a potência estética do artifício.
A direção de arte na construção da visualidade háptica de Naomi Kawase
A DIREÇÃO DE ARTE NO CINEMA DE RISCO: O COLETIVO ATOS DA MOOCA
A direção de fotografia e a poética do espaço
A direita vai ao cinema: uma análise de 1964: entre Armas e Livros
A distribuição de filmes no Brasil ou o eterno trabalho de Sísifo.
A dramaturgia dos corpos na mise-en-scène de Wong Kar Wai
A duração da palavra filmada em três livros de Rithy Panh
A encarnação monstruosa: entre ator, personagem e figura
A epifania dos arquivos abandonados e inacabados da Shoah
A experiência do cinema como forma de habitação
A feminização do masculino hétero em eXistenZ, de Cronenberg
A figura do inimigo na produção audiovisual do Ocupe Estelita
A formação audiovisual dos educadores
A formação do educador em cinema, audiovisual e educação
A Fotografia em Tempo de Alta Resolução: contrausos da nitidez
A imagem como arma no trabalho de Rabih Mroué
A imagem de Cristo no cinema: um caso de idolatria
A imagem-clichê na escrita cinematográfica
A inovação na cadeia produtiva do audiovisual brasileiro contemporâneo
A INSTÂNCIA GRÁFICA E A EXPERIÊNCIA DO RASTRO EM AGNÈS VARDA
A Jornada Brasileira de Cinema Silencioso e os festivais italianos.
A ligação de João César Monteiro com o Novo Cinema português
A montagem de filmes de família como construção de lugar de memória
A montagem do cinema screenlife
A montagem para (re)construir, (re)encenar e (re)escrever a memória.
A música no filme “No ritmo do Antonov” (2014) de Hajooj Kuka
A narração em segunda pessoa e “Você”
A nostalgia e os ritmos temporais urbanos na obra de Jacques Tati
A preservação do cinema: a CINEMATECA, a ESCOLA e a UNIVERSIDADE
A produtora Sonofilms em comparação às suas contemporâneas argentinas
A proliferação de recusas: Suplício de Uma Alma e Paris Nos Pertence
A questão do coautor nas legislações do cinema no Brasil e em Portugal
A questão síria na ficção seriada e no documentário jornalístico
A representação do conflito socioambiental no documentário rondoniense
A sobrevivência dos arquivos: materialidades e memória
A teatralização midiática da política no filme O processo (2018)
A teoria de Eisenstein e a direção de fotografia
Acervos digitais na web e políticas de memória
Acessibilidades em cinemas: entre novas estruturações e experiências.
Afetos, corpos e atmosfera: o medo de classe em Los Decentes
Afirmação trágica em “A árvore dos frutos selvagens”, de Ceylan
Alinhar a Memória – A Escrita do Tempo em Elegia de uma Viagem
Amazônia infernal e o horror tipo exportação
Animação e memória: as subjetividades políticas no filme “Torre”
Animação eletrônica brasileira dos anos 1980: uma memória esvaecente
Annalise Keating e o Feminismo Negro em narrativas seriadas
Antecedentes da Performance AV nos Arquivos See this Sound e CVM
Antifilosofia: Jean Epstein e realismo especulativo
António Lopes Ribeiro: a câmara do poder do cinema português
Ao vivo como dispositivo em “Aos Vivos” (2018) de Nuno Ramos
Apontamentos sobre a ditadura civil-militar no cinema brasileiro atual
Apontamentos sobre o início do cinema de mulheres em Goiás
Arqueologia na produção das imagens de três longas-metragens animados
Articulações cinematográficas da imagem de Rodney King
Articulações Locais na Política Pública de Fomento ao Audiovisual
As “condições de estranheza” da voz em Doce Amianto (2013)
As autoritárias ondas na educação e a possiblidade de transformação
As boas maneiras e os gêneros cinematográficos no cinema brasileiro
AS CABANAS DE VARDA. Ato político e estético que problematiza o exibir
As cartas em Chantal Akerman: inscrições do cotidiano e singularidade
AS DIMENSÕES POLÍTICAS DA LUZ NO ILUMINAI OS TERREIROS (2006)
As Imagens Gore. Narrativas alternativas e memética na política
As Olimpíadas de Tóquio: imagens do Japão de 1964 e 2020
As potencialidades dos paratextos para a Teoria dos Cineastas
Ascensão, Vertigem e Queda na Poesia e Cinema de Mário Peixoto.
Atos políticos cinematográficos e o golpe de 2016 no Brasil
Audiovisualidades críticas: Discursos sobre o cinema no YouTube Brasil
Autobiografia e Interseccionalidade em “Privilégio” de Yvonne Rainer
Autoria e o cinema periférico
À ESCUTA DE TELEFONE SEM FIO, VIDEO-ARTE BRASILEIRA DE 1976.
Biografias no cinema: resgate da memória individual e coletiva
Bixa Travesty e o queerlombismo: a negritude trans no documentário
Bodylands: o entre-lugar da lésbica no cinema
Bomba de som e música: o discurso distópico de Branco Sai, Preto Fica
Brasil e Argentina nos festivais de Cannes e Berlim (1994 – 2017)
Brasil sem escuta: reações do documentário à intolerância conservadora
Brasília no longa-metragem “Branco Sai, Preto Fica” de Adirley Queirós
C(elas): claustros femininos e maternagem no ambiente prisional
Café com Canela – Cinema como estrategia de autocuidado e afeto
Café, canela e transgressão: descolonizando narrativas feministas
Camerar pontos-de-ver: as crianças autistas e as teorias de cinema
Cantares de Lucrecia: o design musical da trilogia de Salta
Capitu: memória, desejo e espectatorialidade
Cartografia Cinematográfica e a Identidade em Rio Doce/CDU
Casa Aurora: onde o cinema amador encontrou sua vitrine
Câmera e corpo no audiovisual político nos sites de redes sociais
Câmeras de vigilância e um novo regime de visualidades
Cena, corpo e gestos em “Trabalho N.1”
Charlie Chan e o whitewashing de detetives asiáticos em Hollywood
Cidade e distopia: filmes brasileiros comparados (anos 1950-60 e 2019)
Cidades da diáspora africana e a criação de imagens cinematográficas
Cine andino e reforma agrária na ditadura de 1968 no Peru
CINE-PERFORMANCE: Montagens espaciais e temporais entre a PERFORMANCE
Cineastas e imagens dos povos – de Cabra Marcado a Martírio
Cineastas mulheres seriam impermeáveis à grandeza?
Cinema amador e universitário fluminense: a experiência do LUPA-UFF
Cinema como modo de atenção: o modus poético em Andrei Tarkovski
Cinema de baixo orçamento no Rio Grande do Sul e a economia da dádiva
Cinema de ficção e memória política durante a Ditadura Civil-Militar
Cinema de Heroínas: Olhares Críticos sobre Mulher Maravilha e Capitã M
Cinema e “Performance Art”
CINEMA E DIREITOS HUMANOS COMO PERSPECTIVA EDUCACIONAL
Cinema e intermidialidade: os ecos narrativos da música do Manguebeat
Cinema experimental brasileiro e a experiência do exílio: Cartografias
Cinema Experimental, Cinema Expandido, Documentário: entre o Arquivo e o Found-footage
Cinema feito por mulheres em Alagoas: um panorama da ausência
Cinema In(ter)venção com as ruas, praças e o farol, em Fortaleza
Cinema Lésbico e Negro: Raça, Sexualidade e Decolonialidade
Cinema negro brasileiro hoje e a insistência do “acordo transparente”
Cinema noir italiano: a (in)dependência de uma femme fatale clássica
Cinema paranaense em revisão: relações históricas na Cinemateca do Museu Guido
Viaro (Curitiba, 1975-1985)
Cinema, grupo, clínica: notas sobre uma prática
CINEMA, PATRIMÔNIO, MEMÓRIA E TECNOLOGIA. SOBRE ORIGENS E DESCOBERTAS
Cinemas do entrelugar: Filmes de Plástico e Rosza Filmes
Cinemas do Sertão do Pajeú
Cinemas pós-coloniais e decoloniais em contextos de crise
Cinemateca do MAM e Cinemateca Uruguaia: resistência cultural nos anos
Cinematografia como tradução
Circulação audiovisual e formação de público no interior da Bahia
Cisgeneridade e transgeneridade no espaço físico do cinemão
Clandestinos: memórias/histórias de uma específica espectatorialidade
Clémenti autor: sobreimpressão psicodélica, militância e… teoria?
Coabitações e coexistências plurais no cinema de Sissako
Colonialismo e capitalismo no mercado cinematográfico português (1961-
Como as imagens vêm ao mundo? Patrimonialização de imagens do Alemão
Como dar close na precariedade: o cinema dândi-periférico de Sosha
Como Enganar um Míssil Teleguiado – Pedagogia Farockiana
Como mensurar a “escrita de si” no documentário?
Comparando filmes – Siegfried Kracauer e Pierre Sorlin.
COMULHER: A experiência do vídeo feminista na redemocratização
Condensação e ressignificação: a retomada dos arquivos no cinema.
Conflitos à margem: uma análise de João Antônio e Ozualdo Candeias
Constelação de imagens ardentes: um cinema brasileiro ao redor do fogo
Construção audiovisual do espaço de criação de Deborah Colker em Start
Contraponto e atrações em A visita do velho senhor (1976), de Candeias
Conversas ao pé do ouvido: vamos falar do museu de cinema?
Cor e Tela Panorâmica no Cinema Novo: imersão e distanciamento
Coreografias dos prazeres femininos – gestos e atrações pornô em As fi
COREOPOLÍTICAS AUDIOVISUAIS: VIDEOCLIPES ENQUANTO MANIFESTOS
Corpo, desaceleração e resistência: Walker Series de Tsai Ming-Liang
Corpos marginalizados de Branco sai preto fica e Era uma vez Brasília
Coutinho ator em “Ultimas Conversas”
Créditos falados: dos talkies ao cinema moderno
Cruzamentos entre práticas sonoras em tempo real e em tempo diferido
Da adaptação a intratextualidade: o alter-ego de Woody Allen.
Da alteridade à alterofobia: o outro no cinema latino-americano
Da entrevista à ação: uma tendência do cinema brasileiro contemporâneo
Da pintura ao vídeo: a composição da imagem a partir de Kandinsky
Dada-data: Interações entre um webdocumentário e a arte inespecífica
Darwin na programação: Entre heroínas, cômicos, atualidades e seriados
De Eddy a Marvin: homossexualidade e caminhos autorais da adaptação
De Santiago a Roma: uma mirada patronal no Cinema Latino-Americano
Denis, Conrad e Camus: o pessimismo do empreendimento colonial
Desafios para a permanência da Preservação Audiovisual no Brasil
Descobrir a cena: a imagem subterrânea em Profondo Rosso
Descolonização do pensar e das infraestruturas Na Maré Profunda
Desde Contagem: processo e estética de dois “cineastas moradores”.
Desejo feminino e política da imagem em Baise moi e As Filhas do Fogo
Deslocamentos e errâncias: Chantal Akerman sob o olhar comparatista
DESTINOS DA MEMÓRIA: SALAS DE CINEMA DE RUA DE SANTA CATARINA
Deuses entre nós: convenções das adaptações fílmicas de super-heróis
Devir ecológico: corporeidades não-humanas no cinema contemporâneo
Devir-cinema: Corpos e imagens infantis.
Diante das cisões: o cinema e a luta por moradia
Diálogos estilísticos entre Barry Jenkins e Wong kar-wai
Diálogos Vitais: o ato comunicacional nos filmes de Jan Švankmajer.
Direção de arte: repertório, interpretação e comunicação visual.
Discursos sobre jovens em conflito com a lei: considerações críticas
Dispositivos Sonoros: o design de som e a arte sonora no filme A Balsa
Diversidade Videoclipe em Paraíso Perdido: anotações e memórias
Do grotesco ao antropofágico: corpos e rostos sganzerlianos
Do outro lado: pequena etnografia sobre viagem, imagem e comunidade
Do sound-system de reggae ao sistema de som dos cinemas
Do Teatro ao Cinema de Poesia – Segundo Movimento
Do ver juntos ao montar juntos
Documentário em primeira pessoa, busca e trânsitos
Duplo gesto: o corpo na redistribuição da violência colonial
Ed.,psicologia e cinema:reflexões a partir de Jonas e o circo sem lona
Edgard Navarro e o Corpo do escracho
EDUCAÇÃO E CINEMA: TÓPICOS SOBRE A PRODUÇÃO PRESENTE NO CATÁLOGO CAPES
Efeitos visuais e animação: uma relação de aproximações e afastamentos
El documental autobiográfico y la preservación de la memoria histórica
Em busca da amizade no cinema brasileiro LGBT+
Encenações de si no cinema brasileiro contemporâneo
Enlace onírico: limiares sonoros no filme musical
Entre Cinema e Videoclipe, Montagem de Atrações e Conflitos
Entre espectros e escuridão: notas sobre os refugiados em Border
Entre olhares: o fílmico, o teatral e performático em Jean Genet
Entre pães e rosas, queremos os dois: revoluções, melancolia e desejo
Entre versões de O Mistério do Dominó Preto (1931)
Enunciação personalizada, focalização local e ramificações históricas
Espaço-Além: O filme como um espaço in-between Cinema e Performance
Espaços híbridos entre o musical e o teatro no Ébrio de Gilda de Abreu
Estéticas da Montagem nas Artes Audiovisuais: Movimentos Centrípetos
Estilo narrativo do cinema brasileiro de 1950 baseado em roteiros
Estilos críticos: Helena Silveira e Artur da Távola
Estratégias críticas de fabulação no cinema negro
Estratégias de convocação dos personagens no documentário argentino
Estratégias de escrita de roteiro no “Realismo de Confronto”
Estratégias de Produção e Pós-produção de som em Baby Driver
EVALDO MOCARZEL E A DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA CONSTRUÍDA NO CORPO DANÇANTE
Ex-pajé e as modulações no documentário
Excesso e mobilização cognitiva-corpórea em “Ossos”, de Helena Ignez.
Exibir cinema brasileiro na universidade: uma devolução?
Exílio e interrupção: a retomada dos arquivos em Guzmán e Coutinho
Experiência e memória cinematográficas na partilha de uma curadoria
Experiências de iniciação ao cinema numa escola de favela carioca
Exploração de exportação: o díptico de horror satânico de Fauzi Mansur
Expressão fílmica ou estilo no cinema de Wigna Ribeiro
Falando de amor com Cristiano, Riobaldo, Diadorim e Camilo
Fantasma, anacronismo e memória na montagem audiovisual contemporânea
Fantasmas, rastros e memórias. 10 anos do filme de André Novais.
Feminismos na tela: deslizamentos entre narrativa e criação
Fernando Belens: A memória que entra pelos olhos
FESTIVAIS DE CINEMA E CONTINGÊNCIA: O CASO DO FESTIVAL DO RIO
Festival de Cinema Amador JB/Mesbla: história e preservação
Filiações monstruosas: corpo e comunidade em As Boas Maneiras
Filmar, parar de filmar: cinema na encruzilhada
Filme-ensaio e documentário – Passagens
Filmografia de Licínio Azevedo: estórias de Moçambique do pós-guerra
Fome, peste, guerra e morte: o cinema em Manaus durante a I Guerra
Formação e perfil das associações de críticos
Formas de insubordinação cinematográfica ao mito do amor materno
Formas do sexo lésbico no cinema narrativo
Genealogia da criação: um estudo focado no processo audiovisual
Gesto ensaístico e memórias na fricção do passado com o presente
Gênero e raça nos longas-metragens brasileiros de 1961 a 2017
GÊNERO, RACISMO E EDUCAÇÃO EM DIÁRIOS DE CLASSE (2017)
GLAUBER & WELLES – um estudo comparativo
H.O. – o estado documental no cinema de invenção de Ivan Cardoso
Harun Farocki e Bertolt Brecht: aproximações
Harun Farocki entre a estética dos games e a experiência do cinema
Haruo Ohara no Cinema: Uma Reflexão sobre Imagens e Memória
Hiato 71: transições (in)visíveis na montagem de “Lawrence da Arábia”
Hiato fílmico e liberação narrativa em Lições de História
Hiroshima Mon Amour : alegoria do esquecimento
Historiografia da Dança no Cinema: análise fílmica no século XXI
História e Nova História do Cinema Brasileiro: uma análise comparativa
Histórias em quadrinhos de Sganzerla: filme marginal, mídia marginal
Hitler IIIoMundo (1968) e H. Bosch: o imaginário grotesco e da loucura
Hong Sang-soo e a volta do parafuso nos filmes de conversação
Horror cotidiano: O social e político nos filmes brasileiros de horror
Hospital Universitário Clementino Fraga Fº: uma construção da memória
IDENTIDADE DE RESISTÊNCIA NO CINEMA DE NELSON PEREIRA DOS SANTOS
Imagem Pensamento: tempo e movimento nas imagens dos desenhos animados
Imagem, percepção e sensação: o cinema experiencial de Peter Mettler
Imagem-acontecimento / Cinema experimental e educação
Imagens da (e para) morte – Rithy Panh, arquivos e vestígios da falta
Imersão, games e experiência do espaço sonoro nos fones de Baby Driver
Infância e cinema: outra perspectiva para o corpo na escola
Inferno de repetições: Glauber e Sganzerla em comparação
Intermedialidade, performance e afeto em Tinta Bruta
Interpelações arquivísticas no cinema lésbico contemporâneo
Interseções entre Cinema e Pintura em Maria Antonieta de Sofia Coppola
Intervenção divina: exílio, olhar em cena, mediação burlesca
Invenções e (re)existências em Cuauhtémoc e Mundo Incrível REMIX
Jaulas pequenas, monstros gigantes: modos do horror cinematográfico
Joan Jonas, do espelho ao vídeo
Jonas Mekas, cineasta e colecionador de memórias
Jornada da Heroína nos Filmes de Animação Japonesa
Juliana Rojas e Marco Dutra: um lobisomem brasileiro no cinema
Júlio Bressane, Miguel Bejo e o filme de horror autorreflexivo
Kisteha: mídias indígenas e política na aldeia Kalapalo Aiha
La Generación del 60 e o legado da obra teórica de Simón Feldman
La Parole Vivant – A declamação no cinema de Eugène Green
La Pointe Courte: afetações foto-dramatúrgicas no filme de Agnès Varda
La Teta Asustada, Roma e o conflito étnico-racial latino-americano
Ladrões de cinema (1977) e a carnavalização do filme histórico.
Localidade, oralidade e acaso: Gede Vizyon e o espírito da memória
Localizando o western contemporâneo
Loucura e insurreição do corpo feminino em Rivette e Cassavetes
LUGARES QUE SE MOVEM EM VERSOS E EM TELA
Luiza Maranhão: A mulher negra no prelúdio cinemanovista
Luta armada e ditadura em dois documentários ultraconservadores
Mais popular que o “popular”: PelMex, Cine Azteca, circuito periférico
Mangue Bangue, filme-limite
Manoel Clemente: memórias da direção de fotografia na Paraíba
Materialidade mutante do cinema de película para o digital
Maternidade: uma possibilidade para diretoras de fotografia no Brasil?
Mauro em Caiena: do filme-carta ao filme-ensaio
Mário Peixoto, os diários e as amizades
Mãos à obra: o trabalhador mexicano nos EUA em dois filmes
Melancolia, memória e autobiografia : em torno de Lehman e Farocki
Melodrama e sensibilidade gay em Praia do Futuro (2014)
Memória e ficção na literatura e cinema espanhóis do século XXI
Memória e identidade nos documentários de Joaquim Pedro de Andrade
Memória e nostalgia nas imagens de arquivo de Raoul Peck
Memórias do futuro da Metrópolis – retomada-ensaística de Ridley Scott
Meninas no documentário brasileiro: visibilidade de vozes e corpos
Meteorango Kid & Caveira My Friend: memória dos anti-heróis marginais
Mitocrítica fílmica: base teórico-metodológica para pesquisa em cinema
Místico-digital: o retorno contemporâneo da fotogenia
MONTAGEM AUDIOVISUAL ENTRE O OLHAR E A IMAGEM
Montagem e espaço nos discursos sobre imigrantes brasileiros
Montagem, documentário e política: uma proposta de método de análise
Montagens em soft narrativas: o Eu sou Amazônia, do Google Earth
Mostra Aurora (2008-2012): discurso curatorial e recepção crítica
Motivos visuais do realismo fantasmagórico no cinema de Weerasethakul
Movimento criador e roteiro – relatos cartográficos
Movimentos do corpo e do pensamento:Glauber Rocha e Roberto Rossellini
Movimentos pela Anistia em Belo Horizonte em registros da Globo Minas
Muitas glorias e algumas aleluias
Muito além da muralha: a composição visual em Game of Thrones
Mulheres e found footage: aproximações
Mulheres em Narcos México e El Chapo (3ª temporada)
Mulheres na direção: documentários de média-metragem no Brasil em 1980
Mulheres negras e imaginários sobre gênero e raça na recepção fílmica
Mutações do gênero faroeste nos anos 1960
Narradores inconfiáveis nas séries de TV do século 21
Narrativa Interativa na Netflix: a estrutura de “Você Radical”.
Narrativas audiovisuais e disputas culturais em busca do povo
Narrativas da crítica: resgate e história na transformação dos meio
Narrativas documentais à luz do cenário socio-político
Não é feitiçaria, é sinergia: a eterna juventude de Sabrina
Não vi e não gostei: disputas de memória a partir de “Marighella”
Negruras e suas encruzilhadas no cinema negro contemporâneo
Nem fetiche, nem escatologia: crítica das imagens de squirting
Nem nouvelle, nem nouveau: Alain Resnais em defesa do realismo mental
Nos anos 80, com jovens de punhos cerrados e erguidos: Alfaro Vive…
Nuances poéticas na ficção televisiva infantojuvenil
O “espaço alegórico” em filmes brasileiros do momento tropicalista.
O afeto fantasma
O amargo obituário do cinema pernambucano
O Aranhaverso. Ruptura e ousadia na burocrática Indústria de Hollywood
O barro, o jenipapo, o giz e o cinema no território Xakriabá
O Brasil e a negociação da latinidade em “Eran trece”
O casal e as ruínas em Rossellini e Saraceni
O céu e a areia de Copacabacana: onde residem a luz e a escuridão
O Cine UFPel e a promoção da cinefilia a partir do cinema brasileiro
O cinema americano informará: a recepção antropofágica de Hollywood
O cinema de arquivo e o conceito de inconsciente ótico de W. Benjamin
O cinema de Leon Hirszman em 1969: entre o popular e o marginal
O cinema-caverna de Robert Smithson
O circuito exibidor de Inconfidência Mineira (1948) no Rio de Janeiro
O corpo como um lugar de memória em Teatro de Guerra, de Lola Arias
O corpo da cineasta: auto-inscrição no cinema feminista de vanguarda
O Desafio da Preservação Audiovisual Digital: um estudo comparado
O diálogo com Glauber Rocha em Viagem a Niklashausen, de Fassbinder
O diretor-personagem em “Elegia de um Crime”, de Cristiano Burlan
O DRAMA DE VERGÈS E BARBET SCHROEDER: A MÚSICA EM O ADVOGADO DO TERROR
O duplo registro de jogo de Isabelle Huppert
O ECLIPSE DA EXCEÇÃO – REPRESENTAÇÕES DA DITADURA NO BRASIL 1985-1989
O encontro entre a Educação e o Cinema Novo na realização de O Parque.
O enigma da imagem-afecção
O espaço em cena nos filmes de drama da RKO Radio Pictures
O espaço fora do lugar no filme ‘Inferninho’ (2018)
O espaço urbano da experiência LGBT em “Rafiki” (Quênia, 2018)
O espectador no cinema indígena: entre a mediação e o antagonismo
O ESTRANHO UNIVERSO FÍLMICO DE H. P. LOVECRAFT
O Fenômeno dos Filoni: Os Ciclos do Cinema de Gênero na Itália.
O filme “Domínio Público” e as heterotopias do Rio de Janeiro
O FILME MUSICAL DE GANGSTERS CONTEMPORÂNEO E O CINEMA DO SENSÍVEL
O gasto soberano como modo de existir/resistir no cinema queer
O gesto ausente: sobre a mão e o macaco
O GESTUAL DO MALANDRO DE HUGO CARVANA NA PORNOCHANCHADA
O giro decolonial no cinema de realizadoras latino-americanas
O humano e o técnico num só corpo: diálogos entre Simondon e Béla Tarr
O imaginário nuclear e a vanguarda cinematográfica
O impacto das novas tecnologias na criação cinematográfica
O impacto de procedimentos fotográficos na experiência cinematográfica
O intimismo distante em Wanda e A Mulher Sem Cabeça
O Jardim das Afecções: Política Afetiva e Imagem em Olavo de Carvalho
O jogo com a ficção em Arábia, António Um Dois Três e As Boas Maneiras
O Jogo de Máscaras em Que Bom Te Ver Viva (1989)
O mal do mal de arquivo: entropia e negentropia no found footage
O Mês do Filme Documentário:uma economia para documentários de acervos
O monstro e os anormais na filmografia de José Mojica Marins
O movimento por camadas: animetismos de Miyazaki e Wesley Rodrigues
O narrador acousmêtre em Woody Allen
O não-lugar reconquistado nos espaços mínimos de Jia Zhangke
O outro lado do vento: Orson Welles e a montagem da Nova Hollywood
O ônus da parcialidade em Santiago, Italia (Nanni Moretti, 2018)
O Parque exibidor no Interior da Bahia contemporânea
O plano sequência diegético e o horror em Atividade Paranormal
O Pós-Dramático no Novíssimo Cinema Brasileiro
O presidente que fala a língua das (suas) imagens
O processo de montagem em Redemption, uma ficção por arquivos.
O projeto editorial da Abraccine
O que a tela autoriza a dança: do cine-dança em direção ao Passinho
O que pode o cinema? O que pode a educação?: rastros de um CineDebate
O que resta do Cinema Brasileiro Contemporâneo de Grande Bilheteria
O que se aprende quando se faz cinema com mulheres?
O realismo cinematográfico no contexto do digital: Tensões e conflitos
O registro e a invenção em A festa e os cães e Monstro
O ressentimento da mulher caipira em Amélia (2000), de Ana Carolina
O silêncio em Gravidade
O silêncio sobre Olga Preobrazhenskaya
O SLASHER NO SÉCULO XXI E AS NOVAS REPRESENTAÇÕES DE MORTE
O som em Game of Thrones
O sujeito partido: história, revanche e violência
O teatro como subversão nos filmes de Mariano Llinás e Jacques Rivette
O transe em Glauber Rocha: a pura experiência dos materiais
O vestígio no cinema brasileiro contemporâneo. O caso de Árido Movie.
Ofilmemusical atual apósvideoclipe: o caso Baby drive, de Edgar Wright
Olhar fantasmagórico: a imagem do rosto como experiência de alteridade
Orestes, a Oréstia e democracia
Orfeu de Jean Cocteau: a jornada do Poeta
Os arquivos de Carlos Reichenbach – roteiros roteiros roteiros
OS FILMES HERITAGE: REACIONÁRIOS OU PROGRESSISTAS?
Os limites documentais: ética e montagem em Santiago e Um Lugar ao Sol
Os race films e a resistência afro-americana no período silencioso
Os rostos, os olhos. O trecho
Os silêncios em Ossos (1997)
Os últimos desertores do terceiro cinema
Ouvir o(a) autor(a): a entrevista ao vivo na Teoria dos Cineastas
Padrões de linguagem e identidade no filme Muleque té doido! (2014)
Paisagens de fronteira e corpos femininos no quadro cinematográfico
Palito Ortega Matute e as representações do trauma em La Casa Rosada
Paris 1900 e Le Souvenir d’un avenir O presente e o futuro das imagens
Partilhar o sensível do outro: I Had Nowhere To Go, de Douglas Gordon
Pausa, espaço e encenação na construção da imagem de dança
Pedro Segundo Pedro
Performance pornocultural no Facebook: as SuicideGirls
PERFORMATIVIDADE POLÍTICA NO CINEMA DE MULHERES TRABALHADORAS
Personas Performáticas: Estudos a partir de Gabriel Mascaro.
Perspectivas cruzadas: A poeira não quer sair do esqueleto
Perspectivas do cinema independente brasileiro contemporâneo
Pesadelos, bruxas e películas, oh my! O Gesto dos Mortos, parte 2.
Pistas de som feitas à mão: Sintetização sonora de Norman McLaren
Poéticas e práticas de recusa no cinema periférico feito por mulheres
Polarização e performance política no interior do Pernambuco.
Por um cinema líquido – interrogar a história e experimentar o cinema
Por um cinema opositivo
Por uma estética opositiva: cinema negro e o conceito de Blackness
Potência do escuro na fotografia: jogo de sombras em Christopher Doyle
Potências heterotópicas da imagem em movimento
Pra ingles ver: a distribuição de filmes brasileiros no Reino Unido
Presença e mediação nas instalações Cinema Extrapolado e Demolição
Presentificação da Ausência e Teoria da Emanação em Face aux Fantômes
Preservação e memória na atuação do crítico-cineasta Fernando Spencer
Primeiras considerações sobre dramaturgia para VR
Primeiras janelas da animação experimental no Brasil
Produção de presença e cinema, em Central, Rifle e Cidades fantasmas.
Programação como exercício de cinema comparado: A saída da fábrica
Propostas à Teoria dos Cineastas: cineasta-criação vs autor-autoria
PROTAGONISMO FEMININO NO CINEMA DE FICÇÃO CIENTÍFICA
Quando o Cinema (re) visita a Arte
Que “negro” é esse no Cinema Negro brasileiro?
Questões estruturais do Cinema Negro brasileiro contemporâneo
Rasgar os olhos ao meio como Buñuel: Glauber Rocha e a política do NCL
Rastros de fogo no vento: o cinema político de Marceline Loridan
Realidade Virtual e Audiovisual – Configurações da imagem no vídeo 360
RECEPÇÃO E ESPECTATORIALIDADE: aproximações
Reflexões sobre performance e sobrevivências à partir de ‘Arara’
Relações entre o audível e o visível no cinema: o caso de “Arábia”
Relações maternas dialéticas e o empoderamento feminino
Remix: estéticas de montagem e práxis política
Representação e memória cultural em Cabeça a Prêmio, de Marco Ricca.
Representações/metáforas da água na filmografia de Kim Ki-duk
Ressignificando Imagens de Fundação
Restauração audiovisual hoje: estado da arte ou adequação ao mercado?
REVELANDO E INVENTANDO BRASIS: O cinema como dispositivo de invenção
Robert Stam leitor de Machado de Assis
Roma: realismos e imaginário mexicano no cinema de Cuarón
Roy Andersson: imagem-complexa, trivialismo e supermodernidade.
Rubem Biáfora, as alegorias e o diretor de arte fantasma
Salas de roteirista: questões metodológicas para a criação de séries
Sensório motor como coextensão do corpo personagem-espectador.
Sexo e Política – os corpos que falam em O Império do Desejo
Silêncios fantasmagóricos: por lugares onde mortos vivam
SIM, TEVE DITADURA. A OUSADIA DE ROBERTO FARIAS EM PRA FRENTE BRASIL
Sob pressão: Instabilidades institucionais do audiovisual brasileiro
Sobre os processos de criação e o estilo do som em curta metragens
Sombras e deformação na direção de fotografia de Walter Carvalho
Sonhar não é reviver algo que é seu: traumatipo documentário
Sons do passado: relatos nostálgicos em paisagens sonoras fílmicas
SPCine Play – uma análise de plataforma para arranjos produtivos locai
Subterrâneos do horror e experiência em Amizade Desfeita 2 – Dark Web
SUPER-8 E CINEMATECA DO MAM: A IMAGEM COMO CONDENSAÇÃO DE TEMPOS
Suzuki e a Trilogia Taisho: Fantasmas na pós-modernidade
Tampouco um filme: implicações da negação fílmica na obra de Panahi
Tão longe é aqui: Autoficção e a desconstrução dos universos femininos
Tão Perto, Tão Longe – Filmes Inocentes em Serra Pelada, Brasil.
Tecnologias sonoras: mapeamento da inovação pelo registro de patentes
TEIA: uma análise da produção Pré TEIA, TEIA e Pós TEIA
Telenovela: do espelho ao retrato, do reflexo à memória
Tempo e naturalismo em Nada levarei qundo morrer, de Miguel Rio Branco
Tempo e tecnologia nas telas segundo Tempos Modernos e WiFi Ralph
Temporalidade drag em Alegria de Viver (1958) de Watson Macedo
Temporalidades narrativas: o presente autobiográfico
Tendências de um olhar descolonizado: descontrole e tensões da imagem
Tensões entre amadorismo e profissionalismo em instaséries
Tentando criticar efetivamente o filme LIMITE (1931), de Mário Peixoto
Testemunho, legibilidade e sobrevivência das imagens
THE CHALKROOM: sobre tecnologias imersivas de interação audiovisual
Timecodes e frame rates: uma trajetória do pulso cinematográfico
Toshiro Mifune – Análise do registro de atuação em Rashomon
Trabalho coletivo e reconhecimento mútuo nos filmes de Helena Solberg
Trajeto de cinema em Cataguases: encontros, relações e aprendizados
Três narrativas mínimas de Brígida Baltar
Trilha musical do filme The Friends de Shinji Sômai: poética do violão
Trilhas “na nuvem”: música disponível para licenciamento audiovisual
Um crioulo em três versões: método e desdobramentos para a memória
Um gênero em (re)configuração: “melodrama de macho” em Praia do Futuro
Um pensamento fragmentado da margem em Stuart Hall Project
Um traçado sobre personagens periféricos em movimento e interrupção.
Uma análise dos ensaios de Kracauer para o Die Frankfurter Zeitung
Uma biografia cinéfila entre a televisão alemã e o Cinema Novo
Uma certa angústia personiana: fundamentos narrativos em SP/SA
Uma concepção de “realismo” a partir de Vinterberg
Uma longa jornada: a caminhada, do literal ao expressivo
Uma pedagogia da montagem: a instância pedagógica no Ensaísmo
Uma pequena época de ouro do cinema equatoriano.
VELO-CINE: UMA FÁBRICA DE PROJETORES NO NORDESTE BRASILEIRO
Vereda da Salvação: Estética e Política no Brasil da década de 1960
Videodança: o sonho do cinema pulsante
Visão em colapso: corpo e finitude entre Jarman e Saramago
Vício Frenético e Caminhos Perigosos: Abel Ferrara e a Nova Hollywood
Vídeo Brossa: relações entre vídeo e poesia experimental
Vídeo comunitário estudantil
Vídeo-ensaio: quando a Mise en Scène investiga a si mesma
Volto já (Black mirror): poros da pele e fechamento do corpo sintético
Vozerio e a confluência de revoltas
Vozes na cabeça – possibilidades da narração no realismo imersivo
“Acontecimento-fronteiriço”: a linguagem no cinema de Trinh T. Minh-ha
“Bravo, Sr. Baez!”: o Brasil em The United Artists Around the World
“Incrível! Fantástico! Extraordinário!” e a intermidialidade no horror
“Let’s keep going”: o silêncio em Thelma & Louise (Ridley Scott, 1991)
“Os estratos do tempo no filme SUDOESTE (2011), de Eduardo Nunes”
“sentir, pensar e agir”: o fazer cinematográfico de mulheres indígenas
Chamada de Trabalhos 2019 / LLamada de Trabajos 2019 / Call for Papers 2019
Chamada de Trabalhos
SOCINE 2019
XXIII ENCONTRO SOCINE – Preservação e memória hoje
08 A 11 DE OUTUBRO DE 2019
Unisinos – Porto Alegre, RS
Pagamento das anuidades e inscrições de trabalhos até 19 de abril.
Estão abertas as inscrições para o XXIII Encontro da SOCINE, que será realizado na Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), em Porto Alegre, de 08 a 11 de outubro de 2019. O tema do Encontro será Preservação e memória hoje.
O Brasil tem em sua história uma grande dificuldade de preservação da memória. O incêndio do Museu Nacional, mais antiga instituição científica do país, em setembro de 2018, aparece como um trágico símbolo de décadas de descaso institucional. O que falar então, da memória audiovisual, importantíssima como registro de imagens e sons há mais de um século? Algumas fontes indicam que cerca de 80% da produção do cinema não-sonoro foi totalmente perdida. Acervos privados, arquivos de redes de televisão e até mesmo material sob guarda do Estado foram destruídos por incêndios, degradações derivadas do clima tropical, falta de percepção da importância de determinados materiais e um longo etc.
Os desafios da preservação passam por um grande esforço por parte de pesquisadores, técnicos e instituições, muitas vezes correndo para compensar o tempo perdido. No Brasil, a Cinemateca Brasileira, a Cinemateca do Museu de Arte Moderna e o Arquivo Nacional aparecem como as instituições principais de preservação e recuperação do acervo de cinema e televisão. Se o trabalho destas pessoas e instituições são pautados pela conservação do que foi criado no passado, urge, no entanto, o entendimento do que significa a Preservação e a Memória HOJE.
Trata-se de uma discussão plural e transdisciplinar, que levanta questões técnicas (como preservar a película e estar preparado para todas as demandas da preservação digital?), éticas (como definir prioridades de conservação em um imenso conjunto de obras deterioradas?), estéticas (como usar, recriar e ressignificar imagens de arquivo?), sociais (como promover e aumentar a difusão do acervo já preservado?), educacionais (como desenvolver e promover pesquisas que envolvam recuperação e preservação?) e políticas (como criar e fortalecer políticas públicas que implementem, permitam e mantenham o aperfeiçoamento nos mecanismos institucionais que trabalhem com preservação?).
Em suma, as questões são muito diversas e o tempo não dá trégua. É certo que há iniciativas extremamente animadoras nos últimos anos, como do CineOP (Mostra de Cinema de Ouro Preto) que surgiu em 2006 com o propósito de tratar o cinema como patrimônio, da criação da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA), em 2008, e a inauguração da Cinemateca Capitólio, de Porto Alegre, em 2015. Porém, o certo é que preservar a memória audiovisual de um país é de suma importância para entendermos não somente como o Brasil se tornou o que é hoje, mas também para onde queremos ir. Hoje, mais do que nunca.
Esclarecemos que o tema é indicativo, mas não exclusivo para proposição de trabalhos e/ou mesas temáticas.
As inscrições deverão ser escolhidas entre as QUATRO CATEGORIAS, cada qual com as seguintes exigências:
1. Comunicações Individuais: Propostas de mestres, doutorandos e/ou doutores contendo título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
2. Seminários Temáticos: As propostas de mestrandos, mestres, doutorandos e/ou doutores para apresentações individuais em Seminários Temáticos devem ser feitas indicando diretamente o seminário escolhido e conter: título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). Os resumos dos Seminários Temáticos em vigor encontram-se disponíveis no site da Socine. As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
Importante: trabalhos não arrolados nas sessões dos Seminários Temáticos (que estão limitados a 18 trabalhos no total) serão redistribuídos para avaliação por dois pareceristas, de acordo com a titulação do proponente, para as outras modalidades do encontro: mestrandos serão avaliados para Painéis e mestres, doutorandos e doutores serão avaliados para sessões de Comunicações Individuais.
3. Mesas Temáticas pré-constituídas: As mesas devem conter 3 participantes, sendo pelo menos dois doutores de duas instituições de ensino superior diferentes e o terceiro membro pode ser mestre, doutorando e/ou doutor, sem que nenhum dos membros tenham relação de orientação em andamento. As propostas de Mesas Temáticas devem conter: título (até 70 caracteres) e ementa da proposta da mesa, a cargo do coordenador da mesa (até 1000 caracteres). Além disso, cada proposta de comunicação vinculada à Mesa Temática deve ter título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
A inscrição das apresentações de trabalhos integrantes da mesa deverá ser realizada individualmente (seguindo o modelo estabelecido para comunicações individuais) por cada um dos três componentes da mesa, inclusive pelo coordenador, em momento posterior à inscrição da mesa.
4. Painéis: espaço para mestrandos com apresentações orais de 15 minutos cada. As propostas devem conter: título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres).
IMPORTANTE: os trabalhos aprovados poderão ser apresentados apenas pelo participante que inscreveu a comunicação, não é permitida a leitura do artigo por terceiros. As apresentações devem ser feitas pessoalmente pelo participante, não são aceitas apresentações via internet.
COAUTORIA: Ao inscrever um trabalho em coautoria, ambos autores devem apontar a natureza de coautoria do trabalho e caso um dos coautores não se inscreva, o trabalho não será aceito.
O cadastramento e a inscrição para o XXIII Encontro da SOCINE estão sendo efetuados em três etapas, descritas a seguir:
ETAPA 1 – Recadastramento eletrônico de sócias/sócios e pagamento da anuidade. O pagamento será via Paypal na área do associado do website. O pagamento é obrigatório para a segunda etapa (inscrições).
* Período de pagamento da anuidade: de 18 de fevereiro a 19 de abril (com vencimento neste dia)
* Valor da anuidade: R$190,00 profissionais / R$95,00 estudantes e profissionais sem vínculo. Sócios estrangeiros: $55 profissionais / $27,5 estudantes e profissionais sem vínculo.
O pagamento da anuidade é imprescindível para a realização da inscrição e submissão de propostas para o próximo encontro.
ETAPA 2 – Inscrição eletrônica das propostas, apenas pelo site (www.socine.org.br) e apenas uma inscrição por autor, inclusive no caso de coautoria.
* Período de inscrições: de 18 de fevereiro a 19 de abril.
Lembramos que NÃO SERÃO ACEITAS inscrições enviadas por email, apenas aquelas submetidas através do site.
ETAPA 3 – Pagamento da taxa de inscrição no encontro. O pagamento será via Paypal na área do associado do website.
* Período de pagamento das inscrições:
+ Primeiro prazo – 10 de julho a 10 de agosto: R$190,00 profissionais / R$95,00 estudantes/profissionais sem vínculo. Sócios estrangeiros: $55 profissionais / $27,5 estudantes/profissionais sem vínculo;
+ Segundo prazo – 13 a 24 de agosto: R$220,00 profissionais / R$110,00 estudantes/profissionais sem vínculo. Sócios estrangeiros: $65 profissionais / $32,5 estudantes/profissionais sem vínculo;
+ Prazo final – 27 a 31 de agosto: R$260,00 profissionais / R$130,00 estudantes/profissionais sem vínculo. Sócios estrangeiros: $75 profissionais / $37,5 estudantes/profissionais sem vínculo;
IMPORTANTE: Participantes que tiveram trabalho selecionado, mas que NÃO pagaram a inscrição, NÃO poderão apresentar. Caso você tenha pagado a inscrição e seu trabalho não conste na programação, entre em contato com a Secretaria da SOCINE.
Quaisquer dúvidas ou dificuldades devem ser encaminhadas diretamente ao e-mail da secretaria: socine@socine.org.br
Atenciosamente,
A Diretoria
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LLamada de Trabajos
SOCINE 2019
XXIII ENCUENTRO SOCINE – Preservación y Memoria Hoy
08 a 11 DE OCTUBRE DE 2019
Unisinos – Porto Alegre, RS
Están abiertas las inscripciones para el XXIII Encuentro SOCINE, que se realizará en la Universidad del Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), en Porto Alegre, del 08 al 11 de octubre de 2019. El tema del Encuentro será Preservación y Memoria Hoy.
Brasil ha tenido en su historia una gran dificultad de preservación de la memoria. El incendio del Museo Nacional, la más antigua institución científica del país, en septiembre de 2018, aparece como un trágico símbolo de décadas de descaso institucional. ¿Qué hablar, entonces, de la memoria audiovisual, importantísima como registro de imágenes y sonidos desde hace más de un siglo? Algunas fuentes indican que se perdió totalmente cerca del 80% de la producción del cine no sonoro. Los acervos privados, los archivos de redes de televisión e incluso los materiales bajo custodia del Estado fueron destruidos por incendios, degradaciones derivadas del clima tropical, falta de percepción de la importancia de determinados materiales y un largo etc.
Los desafíos de la preservación pasan por un gran esfuerzo por parte de investigadores, técnicos e instituciones, que muchas veces corren para compensar el tiempo perdido. En Brasil, la Cinemateca Brasileña, la Cinemateca del Museo de Arte Moderno y el Archivo Nacional (Cinemateca Brasileira, a Cinemateca do Museu de Arte Moderna e o Arquivo Nacional) aparecen como las instituciones principales de preservación y recuperación del acervo de cine y televisión. Si el trabajo de estas personas e instituciones están pautadas por la conservación de lo que fue creado en el pasado, urge, sin embargo, comprender qué significan Preservación y la Memoria HOY.
Se trata de una discusión plural y transdisciplinaria, que plantea cuestiones técnicas (¿cómo preservar la película y estar preparado para todas las demandas de la preservación digital?), éticas (¿cómo definir prioridades de conservación en un inmenso conjunto de obras deterioradas?), estéticas (¿cómo usar, recrear y resignificar imágenes de archivo?), sociales (¿cómo promover y aumentar la difusión del acervo ya preservado?), educativas (¿cómo desarrollar y promover investigaciones que involucren la recuperación y la preservación?) y políticas (¿cómo crear y fortalecer políticas públicas que implementen, permitan y mantengan el perfeccionamiento en los mecanismos institucionales que trabajen con preservación?).
En suma, las cuestiones son muy diversas y el tiempo es apremiante. Es cierto que hay iniciativas extremadamente alentadoras en los últimos años, como el CineOP (Mostra de Cinema de Ouro Preto), creado en 2006 con el objetivo de tratar el cine como patrimonio, la creación de la Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA), en 2008, y la inauguración de la Cinemateca Capitólio, de Porto Alegre, en 2015. Sin embargo, lo cierto es que preservar nuestra memoria audiovisual es de extrema importancia para entender no sólo cómo Brasil se ha vuelto lo que es hoy, sino también a dónde queremos ir. Hoy, más que nunca.
Esclarecemos que el tema es indicativo, pero no exclusivo para la proposición de trabajos y/o mesas temáticas.
Las inscripciones deberán elegirse entre las CUATRO CATEGORIAS a continuación, cada una con los siguientes requisitos:
1. Comunicaciones individuales: Propuestas de másteres, doctorandos y/o doctores que contengan título (hasta 70 caracteres), resumen extendido (de hasta 4.000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres) y mini currículum (500 caracteres). Las presentaciones orales pueden tener hasta 20 minutos cada una.
2. Seminarios Temáticos: Propuestas de maestrandos, másteres, doctorandos y/o doctores para presentaciones individuales en Seminarios Temáticos deben ser hechas indicándose directamente el seminario elegido y contener: título (hasta 70 caracteres), resumen extendido (de hasta 4.000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres) y mini currículum (500 caracteres). Los resúmenes de los Seminarios Temáticos en vigor se encuentran disponibles en el sitio de la SOCINE. Las presentaciones orales pueden tener hasta 20 minutos cada una.
Importante: Trabajos no listados para las sesiones de los Seminarios Temáticos (que están limitados a 18 trabajos en total) serán redistribuidos a dos evaluadores que los dirigirán, de acuerdo con la titulación del proponente, para las otras modalidades del encuentro: maestrandos serán evaluados para Paneles y másteres, doctorandos y doctores serán evaluados para sesiones de Ponencias Individuales.
3. Mesas temáticas preconstituidas: Las mesas deben tener 3 participantes, con un mínimo de dos doctores de dos instituciones de enseñanza superior diferentes y el tercer miembro puede ser un máster, doctorando y/o doctor, sin que ninguno de los miembros tenga relación de orientación en curso. Las propuestas de Mesas Temáticas deben contener: título (hasta 70 caracteres) y menú de la propuesta de la mesa, a cargo del coordinador de la mesa (hasta 1.000 caracteres). Además, cada propuesta de ponencia vinculada a la Mesa Temática debe tener título (hasta 70 caracteres), un resumen extendido (de hasta 4.000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres) y mini currículum (500 caracteres). Las presentaciones orales pueden tener hasta 20 minutos cada una.
La inscripción de las presentaciones de trabajos integrantes de la mesa deberá realizarse individualmente (siguiendo el modelo establecido para ponencias individuales) por cada uno de los tres componentes de la mesa, incluso por el coordinador, en un momento posterior a la inscripción de la mesa.
4. Paneles: espacio para maestrandos con presentaciones orales de 15 minutos cada una. Las propuestas deben contener: título (hasta 70 caracteres), resumen extendido (de hasta 4.000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres) y mini currículum (500 caracteres).
IMPORTANTE: los trabajos aprobados podrán ser presentados sólo por el participante que inscribió la comunicación, no es permitida la lectura del artículo por terceros. Las presentaciones deben ser realizadas personalmente por el participante, no se aceptan presentaciones vía internet.
COAUTORÍA: Al inscribir un trabajo en coautoría, ambos autores deben apuntar la naturaleza de la coautoría del trabajo, y si uno de los coautores no se inscribe, el trabajo no será aceptado.
El registro y la inscripción para el XXIII Encuentro de la SOCINE se están efectuando en tres etapas, descritas a continuación:
PASO 1 – Registro electrónico de miembros de la Sociedad y pago de la anualidad. El pago será vía Paypal en el área del asociado del sitio web. El pago es obligatorio para la segunda etapa (inscripciones).
* Período de pago de la anualidad: del 18 de febrero al 19 de abril (con fecha de vencimiento en este día)
* Valor de la anualidad: R$ 190,00 profesionales / R$ 95,00 estudiantes y profesionales sin vínculo. Socios extranjeros: $ 55.00 profesionales / $ 27.5 estudiantes y profesionales sin vínculo.
El pago de la anualidad es imprescindible para la realización de la inscripción y presentación de propuestas.
PASO 2 – Inscripción electrónica de las propuestas, sólo por el sitio (www.socine.org.br) y sólo una inscripción por autor, incluso en el caso de coautoría.
* Período de inscripciones: del 18 de febrero al 19 de abril.
Recuerde que NO SE ACEPTARÁN inscripciones enviadas por correo electrónico, sólo aquellas sometidas a través del sitio web.
PASO 3 – Pago de la tasa de inscripción en el encuentro. El pago será vía Paypal en el área del asociado del sitio web.
* Período de pago de las inscripciones: + Primer plazo – 10 de julio al 10 de agosto: R$ 190,00 profesionales / R$ 95,00 estudiantes / profesionales sin vínculo. Socios extranjeros: $ 55.00 profesionales / $ 27.5 estudiantes y profesionales sin vínculo;
+ Segundo plazo – 13 a 24 de agosto: R$ 220,00 profesionales / R$ 110,00 estudiantes / profesionales sin vínculo. Socios extranjeros: $ 65.00 profesionales / $ 32.5 estudiantes / profesionales sin vínculo; + Plazo final – 27 a 31 de agosto: R$ 260,00 profesionales / R$ 130,00 estudiantes / profesionales sin vínculo. Socios extranjeros: $ 75.00 profesionales / $ 37.5 estudiantes y profesionales sin vínculo;
IMPORTANTE: Participantes cuyo trabajo fue seleccionado, pero que NO pagaron la inscripción, NO podrán presentarlo. En caso de que usted haya pagado la inscripción y su trabajo no conste en la programación, póngase en contacto con la Secretaría de SOCINE.
Cualquier duda o dificultad debe ser enviada directamente al e-mail de la secretaría: socine@socine.org.br
Cordiales Saludos,
El Directorio
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Call for Papers
SOCINE 2019
Call for Papers SOCINE 2019
XXIII SOCINE MEETING – Preservation and Memory Today
08 through 11 OCTOBER 2019
Unisinos – Porto Alegre, RS – Brazil
Registrations for the XXIII SOCINE 2019 Annual Meeting, which will be held at the University of Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), in Porto Alegre, from October 08 through 11, 2019, are open. The theme of the Meeting is Preservation and Memory Today.
Brazil has been having, throughout its history, a great difficulty to preserve memory. The fire of the National Museum, the country’s oldest scientific institution in September 2018, appears as a tragic symbol of decades of institutional neglect. What, then, to speak of the audiovisual memory, which has been so important as a record of images and sounds for more than a century? Some sources indicate that about 80% of silent films production has been totally lost. Private collections, archives of television networks and even material under the custody of the State were destroyed by fires, degradations derived from the tropical climate, lack of perception of the importance of certain materials and so on and so forth.
The challenges to preservation go through a lot of effort by researchers, technicians and institutions, often rushing to make up for lost time. In Brazil, the Brazilian and the Modern Art Museum Cinematheques and the National Archive (Cinemateca Brasileira, Cinemateca do Museu de Arte Moderna and Arquivo Nacional) appear as the main institutions for the preservation and recovery of the film and television collections. If the agenda of these people’s and institutions’s works is to preserve what was created in the past, it becomes urgent to understand what Preservation and Memory means TODAY.
Is it a plural and transdisciplinary discussion that raises technical issues (such as preserving the film and being prepared for all the demands of digital preservation?), ethical issues (how to define conservation priorities in an immense set of deteriorated works?), aesthetic issues (how to use, recreate and re-signify archive images?), social issues (how to promote and increase the diffusion of the already preserved collection?), educational issues (how to develop and promote research involving recovery and preservation?) and policy issues (how to create and strengthen policies public that implement, allow and maintain the improvement in institutional mechanisms that work with preservation?).
In short, there are many and diverse questions and time is pressing. Admittedly, there have been some extremely encouraging initiatives in recent years, such as the CineOP (Mostra de Cinema de Ouro Preto), created in 2006 aiming at treating cinema as patrimony, the creation of Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA), in 2008, and the inauguration of Cinemateca Capitólio in Porto Alegre, in 2015. However, preserving the audiovisual memory is paramount to understand not only how Brazil has become what it is today, but also where we want to go. Today, more than ever.
We would like to explain that the topic is indicative but not exclusive for proposing papers and/or thematic tables.
Applications must be chosen from among the following FOUR CATEGORIES, each with the following requirements:
1. Individual Communications: Proposals by masters, doctoral candidates and/or Phds with title (up to 70 characters), expanded abstract (up to 4,000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1,000 characters) and mini-curriculum (500 characters). Oral presentations can take up to 20 minutes each.
2. Thematic Seminars: Proposals by masters, master’s degree candidates, doctoral candidates and/or PhDs for individual presentations in Thematic Seminars should indicate directly the seminar chosen and must contain: title (up to 70 characters), expanded abstract (up to 4,000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1,000 characters) and mini-curriculum (500 characters). Abstracts of the current Thematic Seminars are available on Socine website. Oral presentations can take up to 20 minutes each.
Important: papers not included in the Thematic Seminar sessions (which are limited to 18 works in total) will be re-submitted to be evaluated by two reviewers, according to the proponent’s academic grade, for the other modalities of the meeting: master’s degree candidates will be evaluated for Panels, and masters, doctoral students and PhDs will be evaluated for Individual Communications sessions.
3. Pre-constituted Thematic Tables: The tables must contain 3 participants, with at least two PhDs from two different higher education institutions and the third member can be a master, doctoral candidate and/or a PhD, without any of the members having any counceling relationship with each other in progress. The proposals for the Thematic Tables must include: title (up to 70 characters) and the summary of the proposal by the table coordinator (up to 1,000 characters). In addition, each communication proposal linked to the Thematic Table must have a title (up to 70 characters), an expanded abstract (up to 4,000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1,000 characters) and mini-curriculum (500 characters). Oral presentations can take up to 20 minutes each.
Subscriptions for presentations of works that are part of the table should be done individually (following the model established for individual communications) by each of the three components of the table, including the coordinator, after the table has been registered.
4. Panels: space for master’s degree candidates with oral presentations of 15 minutes each. The proposals must contain: title (up to 70 characters), extended abstract (up to 4,000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1,000 characters) and mini-curriculum (500 characters).
IMPORTANT: Approved works can only be presented by the participant who submitted the communication, not by third parties. The presentations must be made in person by the participant, no presentations via the Internet are accepted.
CO-AUTHORSHIP: When subscribing a work in co-authorship, both authors must indicate the co-authorship nature of the work and if one of the co-authors does not register, the work will not be accepted.
The registration and subscription for the XXIII SOCINE 2019 Meeting are being carried out in three steps, as described below:
STEP 1 – Electronic re-registration of members and payment of the annuity. Payment will be via Paypal in the member’s area of the website. Payment is required for the second step (subscription).
* Annuity payment period: from February 18 to April 19 (with maturity on this day) * Annuity amount: R$ 190,00 professionals / R$ 95,00 students and professionals with no institutional link. Foreign members: $ 55.00 professionals / $ 27.5 students and professionals with no institutional link.
Payment of the annuity is mandatory to subscribe and submit proposals for the meetings.
STEP 2 – Electronic subscription of proposals, only by site (www.socine.org.br) and only one entry per author, even in the case of co-authorship.
* Entry period: from February 18 to April 19.
We would like to remind you that subscriptions by email WILL NOT BE ACCEPTED. They must be submitted through the website.
STEP 3 – Payment of subscription fees at the meeting. Payment will be via Paypal in the member’s area of the website.
* Period of payment of subscriptions: + First term – July 10 to August 10: R$ 190,00 professionals / R$ 95,00 students / professionals with no institutional link. Foreign members: $ 55.00 professionals / $ 27.5 students and professionals with no institutional link;
+ Second term – August 13 to 24: R$ 220,00 professionals / R$ 110,00 students/professionals without institutional link. Foreign members: $ 65 professionals / $ 32.5 students/professionals without institutional link;
+ Deadline – August 27th to 31st: R$ 260,00 professionals / R$ 130,00 students / professionals without institutional link. Foreign members: $ 75.00 professionals / $ 37.5 students and professionals with no institutional link;
IMPORTANT: Participants who had their work selected but DID NOT pay for the subscription WILL NOT be able to present. If you have paid the subscription and your work is not included in the schedule, please contact SOCINE Secretariat.
Any questions or difficulties please address directly to the secretariat’s e-mail: socine@socine.org.br
Sincerely,
The Board of Directors