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SOCINE 2023 – Chamada de Trabalhos/Call for Papers /Convocatoria de Ponencias
Chamada de Trabalhos
SOCINE 2023
XXVI ENCONTRO SOCINE – Volverse Otras: políticas, imagens, sons e fronteiras
07 a 10 de novembro
UNILA – Foz do Iguaçu
Estão abertas as inscrições para o XXVI Encontro da SOCINE, que será realizado pela Universidade Federal da Integração Latino Americana (UNILA) de 07 a 10 de novembro de 2023. O tema do XXVI Encontro será:
Volverse Otras: políticas, imagens, sons e fronteiras
Neste ano, a Socine será realizada na Universidade Federal da Integração Latino Americana (UNILA), instituição cujo projeto nasceu de uma utopia: uma universidade sem fronteiras para a América Latina e o Caribe. Mesmo considerando as diferenças marcantes que caracterizam os países da região, pode-se dizer que as condições e possibilidade dos cinemas latino-americanos e caribenhos encontram um lastro comum: o desafio de construir sociedades mais justas e igualitárias. Os dramas e os dilemas históricos vivenciados na região repercutiram, ao longo do século passado e no início deste século, na imaginação cinematográfica que gerou as mais distintas concepções de cinema dos nossos(as) realizadores(as), impondo à produção, aos mercados e aos públicos de espectadores(as) de filmes, perguntas sobre as relações entre as imagens e sons, o espírito republicano e a contínua luta pela democracia.
No Brasil, iniciamos o ano de 2023 com uma importante síntese imagética: quando a entrega da faixa ao presidente Lula foi realizada pelas mãos de uma mulher negra catadora, tendo ao seu lado o cacique Raoni, uma criança negra, uma pessoa com deficiência, um metalúrgico, um representante da comunidade LGBTQIA+. Ou seja, a expressão da diversidade do povo brasileiro. Já, no dia 08 de janeiro, nesta mesma paisagem arquitetônica de Brasília, vimos imagens da destruição do patrimônio público, da violência revestida de verde e amarela por golpistas. Essas duas imagens não vêm desacompanhadas de sons. Por um lado o brado da ampla manifestação da multidão esperançando novos horizontes para nossas liberdades democráticas. De outro lado, os sons da agressividade e violência engendrada no fascismo recreativo. Essas duas sínteses visuais e sonoras em disputa nos provocam a seguir questionando os limites, desafios, possibilidades dos processos e lutas pela democracia em nosso país e no continente.
E o cinema não poderia estar deslocado destas reflexões, não só por imagens e sons que são trazidos à tela, mas também pela importância do avanço dos processos democráticos na construção de políticas públicas, ou seja, na possibilidade de acesso e materialização da produção cinematográfica. Preocupação recorrente em nossos países hermanados, como é o caso do Paraguai, onde realizadores(as) tem empenhados esforços para a institucionalização da Lei de Cine aprovada em 2018 naquele país e que agora se materializa na criação do Instituto Nacional del Audiovisual Paraguayo (INAP). Da mesma forma, do lado argentino, na região de Misiones, o Instituto de Artes Audiovisuales de Misiones (IAAvIm) tem aprofundado suas políticas de produção cinematográfica regional e fortalecido processos de integração. Enquanto isso, neste novo Brasil que começa a ser reconstruído, nosso setor esperança um novo tempo para a produção cinematográfica e audiovisual. Avançamos, retrocedemos, avançamos novamente. Para onde vamos?
Diante desses dilemas colocados na realidade brasileira, mas que reverberam também nos países da América Latina e do Caribe, consideramos ser fundamental a Socine seguir postulando a questão da democracia e colocar em jogo conceitos basilares do pensamento político, as disputas pelos seus sentidos e os desdobramentos no campo do cinema e do audiovisual. Entendemos que este tema constitui um convite a evocar e atualizar as muitas imagens do povo engendradas pelo cinema, bem como rearticular a reflexão sobre os povos expostos, os povos que faltam e os que se inscrevem no porvir. O tema nos convoca igualmente a reavaliar o problema da representação e da participação: as disputas pela visibilidade, a distribuição da fala e a circulação da palavra, a ética da escuta, a herança do apagamento e as muitas formas da sub representação e/ou da hiperexposição que pautam o cenário cultural e político contemporâneo. Postular a democracia como eixo articulador do nosso encontro em 2023 implica, enfim, colocar no centro das discussões sobre o cinema e o audiovisual a urgência das preocupações e perguntas que há muito nos interpelam em nossas práticas de pesquisa, de docência, de realização e de crítica. Entendemos a democracia não como uma noção geral e abstrata, mas como um conceito situado – agenciado desde, sobre e para a América Latina e Caribe – e que, portanto, nos diz muito sobre o tempo e o espaço que nos cabe viver, tanto nos termos de suas promessas quanto de suas muitas postergações, fracassos e impossibilidades. Parafraseando Lina Meruane, uma das nossas inspirações para o tema deste ano, como poderia o cinema atravessar-nos com uma ética, engendrar uma abertura à alteridade como possibilidade de transformação? De que modo seria possível tornar se/volverse otras: políticas, imagens, sons e fronteiras?
Esclarecemos que o tema é indicativo, mas não exclusivo para proposição de trabalhos e/ou mesas temáticas.
O formato de apresentação deverá ser escolhido a partir das QUATRO MODALIDADES abaixo, todas presenciais, cada qual com as seguintes exigências:
1. Comunicação Individual: Propostas de mestres, doutorandos e/ou doutores contendo título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
2. Seminário Temático: As propostas de mestrandos, mestres, doutorandos e/ou doutores para apresentações individuais em Seminários Temáticos devem ser feitas indicando diretamente o seminário escolhido e contendo: título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As descrições dos Seminários Temáticos em vigor encontram-se disponíveis no site da Socine. As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
Importante: propostas não arroladas nas sessões dos Seminários Temáticos (que estão limitados a 18 trabalhos no total) serão redistribuídas para avaliação por dois pareceristas, de acordo com a titulação do proponente, para as outras modalidades do encontro: mestrandos serão avaliados para Painéis, e mestres, doutorandos e doutores serão avaliados para sessões de Comunicações Individuais.
3. Sessão Pré-Constituída: participantes poderão escolher entre os dois tipos abaixo:
1. Mesa temática – devem conter 3 participantes que apresentarão individualmente uma comunicação (20 minutos cada); ou 2. Formato Livre – no qual é possível realizar performances artísticas (apresentação de uma obra de arte ou experimentação audiovisual, compreendidas portanto como formas de conhecimento/pesquisa), entrevistas ao vivo, discussão crítica sobre trabalhos em progresso, relatos de experiência ou outras formas de divulgação do conhecimento e debate sobre problemas relativos aos Estudos de Cinema e Audiovisual que não se apresentem no formato de Comunicação Oral tradicionalmente presente em eventos científicos. O tempo máximo para todas as apresentações é de 60 minutos. Esse limite de tempo deve ser cuidadosamente observado para oportunizar o debate após as apresentações. A pessoa que coordena a sessão será responsável pela gestão do tempo.
A sessão deve ser constituída por, no mínimo, um doutor. Os outros dois membros, caso sejam acadêmicos, devem estar, no mínimo, cursando o Mestrado, e caso sejam profissionais da área (realizadores, artistas ou técnicos) não precisam comprovar titulação mínima, mas precisam submeter um portfólio comprovando sua atuação profissional de pelo menos três anos anteriores à submissão da proposta. Todos os membros devem estar devidamente associados à SOCINE.
As propostas de Sessão Pré-Constituída devem conter:
Mesa Temática: Título da sessão (70 caracteres), ementa da sessão (1000 caracteres), mini-currículo (500 caracteres) / Proposta: título (70 caracteres), resumo (500 caracteres), resumo expandido (4000 caracteres), bibliografia (1000 caracteres)
Formato Livre: Título da sessão (70 caracteres), ementa da sessão (1000 caracteres), descrição objetiva deste formato (1000 caracteres), estrutura necessária (500 caracteres), justificativa para o formato (2000 caracteres), mini-currículo (500 caracteres) / Proposta: título (70 caracteres), resumo (500 caracteres), contribuição dos proponentes (4000 caracteres), bibliografia (1000 caracteres).
IMPORTANTE: A submissão é feita em conjunto pelas/os participantes de uma vez só (uma pessoa submete e as outras se inscrevem em seguida, associando-se a esta sessão).
4. Painel: espaço para mestrandos, com apresentações orais de 15 minutos cada. As propostas devem conter: título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres).
IMPORTANTE: Independentemente da modalidade ou formato de apresentação, os trabalhos aprovados poderão ser apresentados somente pela/o participante que inscreveu a proposta e de forma presencial. Não é permitida a leitura do trabalho por outras.
COAUTORIA: Ao inscrever um trabalho em coautoria, ambos os autores devem apontar a natureza de coautoria do trabalho e, caso um dos coautores não se inscreva no evento, o trabalho não será aceito.
O cadastro e a inscrição para o XXVI Encontro da SOCINE serão efetuados em três etapas, descritas a seguir:
ETAPA 1 – Cadastramento/Recadastramento eletrônico de sócias/sócios e pagamento da anuidade. O pagamento será via Paypal na área de associado do website. O pagamento é obrigatório e servirá de pré-requisito para a segunda etapa (submissão de trabalhos).
* Período de pagamento da anuidade: de 06 de março a 16 de abril de 2023 (com vencimento neste dia)
* Valor da anuidade: R$227,00 profissionais / R$113,50 estudantes e profissionais sem vínculo. Sócias/os estrangeiras/os: pagam os mesmos valores dos sócios brasileiros.
O pagamento da anuidade é imprescindível para a efetivação da inscrição e a submissão de propostas para o próximo encontro.
ETAPA 2 – Submissão eletrônica das propostas de trabalho, apenas pelo site (www.socine.org.br) e apenas uma submissão por autor, inclusive no caso de coautoria.
* Período de inscrições: de 06 de março a 16 de abril de 2023.
Lembramos que NÃO SERÃO ACEITAS submissões enviadas por e-mail, apenas aquelas submetidas através do site.
ETAPA 3 – Pagamento da taxa de inscrição no XXVI Encontro (após divulgação dos trabalhos aprovados, em 11 de julho de 2023). O pagamento será via Paypal na área do associado do website. Lembrando que este é um pagamento DIFERENTE do feito anteriormente, referente à Anuidade. São necessários, portanto, dois pagamentos: primeiro, da anuidade da Sociedade; depois, da inscrição do Encontro.
* Período de pagamento das inscrições:
1º. Prazo: 11 de julho a 30 de julho – R$227,00 (profissionais) / R$113,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)
2º. Prazo: 31 de julho a 06 de agosto – R$257,00 (profissionais) / R$128,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)
Prazo final: 07 de agosto a 13 de agosto – R$297,00 (profissionais) / R$148,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)
IMPORTANTE: Participantes que tiverem seu trabalho selecionado, mas que NÃO pagarem a inscrição, NÃO poderão apresentar. Caso você tenha efetuado o pagamento da inscrição e seu trabalho não conste na programação divulgada, entre em contato com a Secretaria da SOCINE.
BOLSAS – A Socine oferecerá 100 bolsas de isenção do pagamento da inscrição do XXVI Encontro para os associados da categoria Estudante que indicarem o interesse em receber a isenção no momento da submissão de trabalhos (uma chamada detalhada será disponibilizada no site da Sociedade com os critérios).
Quaisquer dúvidas ou dificuldades devem ser encaminhadas diretamente ao e-mail da secretaria: socine@socine.org.br
Atenciosamente,
A Diretoria
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Call for Papers
SOCINE 2023
XXVI SOCINE MEETING – Volverse Otras: policies, images, sounds, and borders
November 7 to 10
UNILA – Foz do Iguaçu
Registration is open for the XXVI SOCINE Meeting, held by the Federal University of Latin American Integration (UNILA) from November 7 to 10, 2023. The theme of this year’s meeting will be:
Volverse Otras: policies, images, sounds, and borders
This year, SOCINE will be held at the Federal University of Latin American Integration (UNILA), an institution born out of a utopia: a university without borders for Latin America and the Caribbean. Even considering the striking differences that characterize the countries in the region, the conditions and possibilities of Latin American and Caribbean cinemas share a ballast: the challenge of building more just and egalitarian societies. Throughout the 20th century and in the early 21st century, the dramas and historical dilemmas experienced in the region impacted the cinematographic imagination, bringing about filmmakers’ most dissimilar conceptions of cinema, imposing on production, markets, and audiences of film viewers questions about the relationship between images and sounds, the republican spirit, and the ongoing struggle for democracy.
In Brazil, we started 2023 with an important imagery summary: a black waste picker woman handed over the presidential sash to President Lula, accompanied by Chief Raoni, a black child, a person with a disability, a metallurgist, and a representative of the LGBTQIA+ community. In other words, the expression of the diversity of the Brazilian people. Nevertheless, on January 8, in this same architectural landscape in Brasilia, we saw images of the destruction of public property, violence coated in green and yellow by coup leaders. Those two images are not silent. On the one hand, the cry of the broad demonstration of the crowd hoping for new horizons for our democratic freedoms. On the other hand, the sounds of aggressiveness and violence engendered in recreational fascism. Those two disputed visual and sound epitomes provoke us to continue questioning the limits, challenges, possibilities of processes, and struggles for democracy in our country and the continent.
The cinema could not be displaced from these reflections, not only because of the images and sounds brought to the screen but also because of the importance of advancing democratic processes in the construction of public policies, that is, the possibility of access and materialization of the cinematographic production. This is a recurring concern in our twin countries, such as Paraguay, where filmmakers have made efforts to institutionalize the Film Law approved in 2018 and now materializes in the creation of the Instituto Nacional del Audiovisual Paraguayo (INAP). Likewise, on the Argentinean side, in the Misiones region, the Instituto de Artes Audiovisuales de Misiones (IAAvIm) has deepened its regional cinematographic production policies and strengthened integration processes. Meanwhile, our sector hopes for a new era of cinematographic and audiovisual production in this new Brazil that is beginning to be rebuilt. We moved forward and backwards and are moving forward again. Where are we going?
Faced with those dilemmas of the Brazilian reality, but which also influence the other countries in Latin America and the Caribbean, we consider it fundamental for SOCINE to keep up postulating the question of democracy, putting into play basic concepts of political thinking, the disputes for its meanings, and the consequences in the field of cinema and audiovisual. We understand that this theme is an invitation to evoke and update the many images of the people engendered by the cinema and re-articulate the reflection on the exposed and missing people and those inscribed in the future. The theme also calls us to reassess the problem of representation and participation: the disputes over visibility, the distribution of the speech, the circulation of words, the ethics of listening, the inheritance of erasure, and the many forms of underrepresentation and/or hyper exposure that guide the contemporary cultural and political scene. Postulating democracy as the axis of our meeting in 2023 implies, finally, placing at the center of discussions on cinema and audiovisual the urgency of the concerns and questions that have long questioned us in our practices of research, teaching, achievement, and criticism. We understand democracy not as a general and abstract notion but as a situated concept – organized since, on, and for Latin America and the Caribbean – and, therefore, tells us a lot about the time and space in which we are living in terms of their promises and their many postponements, failures, and impossibilities. To paraphrase Lina Meruane, one of our inspirations for this year’s theme, how could cinema cross us with ethics and engender an openness to otherness as a possibility of transformation? How would it be possible to become/volverse otras: policies, images, sounds, and borders?
Please remember that the topic suggests but does not restrict the proposals for papers and/or thematic tables.
The presentation format must be chosen from the FOUR MODALITIES below, each with the following requirements:
1. Individual Communications: Propositions by master’s degree holders, doctorate students and/or PhDs (up to 70 characters), expanded abstract (up to 4000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1000 characters) and mini-curriculum (500 characters). Oral presentations can take up to 20 minutes each.
2. Thematic Seminars: Proposals by master’s degree students, master’s degree holders, doctoral candidates, and/or PhDs for individual presentations in Thematic Seminars should indicate directly the seminar chosen and should contain: title (up to 70 characters), expanded abstract (up to 4000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1000 characters) and mini-curriculum (500 characters). Information about the current Thematic Seminars is available on SOCINE’s website. Oral presentations can take up to 20 minutes each.
Important: proposals not included in the Thematic Seminar sessions (which are limited to 18 works) will be redistributed by two reviewers, according to the proponent’s academic grade, to the other modalities of the meeting: master’s degree students will be considered for Panels, and master’s degree holders, doctoral students, and PhDs will be considered for Individual Communications sessions.
3. Pre-Constituted Session: participants will be able to choose between the two types below:
- Thematic table – must have three participants who will individually present one or two communications (20 minutes each).
- Free Format – for arts performances (presentations of works of art or audiovisual experimentation, understood as forms of knowledge/research), live interviews, critical discussion about works in progress, experience reports or other ways of disseminating knowledge, and debate on problems related to Film and Audiovisual Studies that do not appear in the traditional Oral Communication format. The time limit for all presentations is 60 min. This time limit must be carefully respected to allow the debate after the presentations. The session coordinator will be responsible for time management.
The session must be composed of at least one PhD researcher. The other two members, if academics, must be at least attending a master’s degree program. They do not need to prove minimum qualifications if they are professionals in the field (directors, artists, or technicians). However, they must submit a portfolio proving their professional performance of at least three years before submitting the proposal. All members must be properly affiliated with SOCINE.
Pre-Constituted Session proposals must contain:
Thematic Table: Session title (70 characters), session syllabus (1000 characters), mini-curriculum (500 characters) / Proposal: title (70 characters), abstract (500 characters), expanded abstract (4000 characters), bibliography ( 1000 characters)
Free format: Session title (70 characters), session syllabus (1000 characters), accurate description of this format (1000 characters), necessary structure (500 characters), justification for the format (2000 characters), mini-curriculum (500 characters) / Proposal: title (70 characters), abstract (500 characters), proponents’ contribution (4000 characters), bibliography (1000 characters).
IMPORTANT: Submission is made jointly by the participants at once (one person submits, and the others register afterwards, joining this session).
4. Panels: space for master’s degree students with oral presentations of 15 minutes each. The proposals must contain: title (up to 70 characters), extended abstract (up to 4000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1000 characters), and mini-curriculum (500 characters).
IMPORTANT: Regardless of the presentation type or format, the approved works can be presented only in person by the participant that submitted the proposal. The work cannot be read by a third party.
COAUTHORSHIP: Both authors must point this out when registering a work in coauthorship. If one of the coauthors does not register the work, the paper will not be accepted for presentation.
Registration and application for the XXVI SOCINE Meeting will be carried out in three stages, described below:
STEP 1 – Members’ Electronic Registration or Re-Registration and payment of the annual fee. Payment will be via PayPal in the members’ area of the website. Payment is a requirement to access the second step (paper submission).
* Annual fee payment period: from March 6 to April 16, 2023 (due on this day)
* Annual fee: R$227.00 for professionals / R$113.50 for students and unrelated professionals. Foreign members: pay the same fees as Brazilian members.
The payment of the annual fee is required to register and submit proposals for the next meeting.
STEP 2 – Electronic entry of proposals only through the site (www.socine.org.br) and only one entry per author, even in the case of coauthorship.
* Registration period: from March 6 to April 16, 2023.
We remind members that submissions sent by e-mail WILL NOT BE ACCEPTED, only those submitted through the website.
STAGE 3 – Payment of the registration fee for the XXVI Meeting (after disclosure of the approved works on July 11, 2023). Payment will be via PayPal in the members’ area of the website. We remind members that this payment is DIFFERENT FROM the annual fee payment. Therefore, two payments are required. The first is SOCINE’s annual fee, and the second is meeting registration.
* Period of payment of the registrations:
1st. Deadline: July 11 to July 30 – R$227.00 (professionals) / R$113.50 (students/professionals without contractual bond)
2nd. Deadline: July 31 to August 6 – R$257.00 (professionals) / R$128.50 (students/professionals without contractual bond)
Deadline: August 7 to August 13 – R$297.00 (professionals) / R$148.50 (students/professionals without contractual bond)
IMPORTANT: Selected participants that DO NOT pay the registration fee will NOT be able to present it. If members pay the entry and their work is not included in the program, they must contact SOCINE’s office.
SCHOLARSHIPS – SOCINE will offer 100 scholarships to members in the Student category. This grant will exempt holders from paying registration for the XXVI SOCINE Meeting. For this, students must apply for the grant when submitting the works (a detailed call will be disclosed on SOCINE’s website with the requirements).
For any doubts or difficulties, please send an e-mail to: socine@socine.org.br
Best regards,
The Board
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Convocatoria de Ponencias
SOCINE 2023
XXVI ENCUENTRO SOCINE – Volverse Otras: políticas, imágenes, sonidos y fronteras
7 al 10 de noviembre
UNILA – Foz de Iguazú
Están abiertas las inscripciones para el XXVI Encuentro SOCINE, que será realizado por la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA) del 7 al 10 de noviembre de 2023. El tema del XXVI Encuentro SOCINE será:
Volverse Otras: políticas, imágenes, sonidos y fronteras
Este año, el encuentro SOCINE se realizará en la Universidad Federal de la Integración Latinoamericana (UNILA), institución que nace de una utopía: una universidad sin fronteras para América Latina y el Caribe. Aun considerando las marcadas diferencias que caracterizan a los países de la región, las condiciones y posibilidades de los cines latinoamericanos y caribeños encuentran un lastre común: el desafío de construir sociedades más justas e igualitarias. A lo largo del siglo XX y principios del XXI, los dramas y dilemas históricos vividos en la región impactaron en el imaginario cinematográfico, provocando las más disímiles concepciones del cine entre los cineastas, imponiendo a la producción, mercados y espectadores el cuestionamiento de la relación entre las imágenes y sonidos, el espíritu republicano y la lucha permanente por la democracia.
En Brasil, comenzamos 2023 con una importante síntesis de imágenes: una recicladora negra entregó la banda presidencial al presidente Lula, acompañada del cacique Raoni, un niño negro, una persona con discapacidad, un metalúrgico y un representante de la comunidad LGBTQIA+. En otras palabras, la expresión de la diversidad del pueblo brasileño. Sin embargo, el 8 de enero, en este mismo paisaje arquitectónico de Brasilia, vimos imágenes de destrucción de bienes públicos, de violencia revestida de verde y amarillo por parte de los golpistas. Esas dos imágenes no son mudas. Por un lado, el grito de la amplia manifestación de la multitud esperando nuevos horizontes para nuestras libertades democráticas. Por otro, los sonidos de la agresividad y la violencia engendrados en el fascismo recreativo. Esos dos discutidos epítomes visuales y sonoros nos incitan a seguir cuestionando los límites, desafíos, posibilidades de los procesos y luchas por la democracia en nuestro país y el continente.
No se puede desplazar el cine de estas reflexiones, no sólo por las imágenes y sonidos llevados a la pantalla, sino también por la importancia de avanzar en los procesos democráticos en la construcción de políticas públicas, es decir, la posibilidad de acceso y materialización de la producción cinematográfica. Esta es una preocupación recurrente en nuestros países vecinos, como Paraguay, donde los cineastas han hecho esfuerzos por institucionalizar la Ley de Cine aprobada en 2018 y que ahora se materializa en la creación del Instituto Nacional del Audiovisual Paraguayo (INAP). Asimismo, del lado argentino, en la región de Misiones, el Instituto de Artes Audiovisuales de Misiones (IAAvIm) ha profundizado sus políticas regionales de producción cinematográfica y fortalecido los procesos de integración. Mientras tanto, nuestro sector espera una nueva era para la producción cinematográfica y audiovisual en este nuevo Brasil que comienza a reconstruirse. Avanzamos, retrocedimos y avanzamos de nuevo. ¿Para dónde vamos?
Frente a esos dilemas de la realidad brasileña, pero que también influyen en los otros países de América Latina y el Caribe, consideramos fundamental que SOCINE siga postulando la cuestión de la democracia, poniendo en juego conceptos básicos del pensamiento político, las disputas por su significados, y las consecuencias en el campo del cine y del audiovisual. Entendemos que este tema es una invitación a evocar y actualizar las múltiples imágenes de personas engendradas por el cine, y rearticular la reflexión sobre los pueblos expuestos, los que no aparecen y los que se inscriben en el futuro. El tema también nos llama a reevaluar el problema de la representación y la participación: las disputas por la visibilidad, la distribución del discurso, la circulación de las palabras, la ética de la escucha, la herencia del borrado y las múltiples formas de subrepresentación y/o hiperexposición que guían el escenario cultural y político contemporáneo. Postular la democracia como eje de nuestro encuentro en 2023 implica, finalmente, poner en el centro de las discusiones sobre cine y audiovisual la urgencia de las inquietudes y cuestionamientos que desde hace mucho tiempo nos interpelan en nuestras prácticas de investigación, docencia, realización y crítica. Entendemos la democracia no como una noción general y abstracta, sino como un concepto situado -organizado desde, sobre y para América Latina y el Caribe- y que, por tanto, nos dice mucho sobre el tiempo y el espacio en que nos dieron vivir, tanto en términos de sus promesas como de sus múltiples postergaciones, fracasos e imposibilidades. Parafraseando a Lina Meruane, una de nuestras inspiraciones para el tema de este año, ¿cómo podría el cine cruzarnos con una ética, engendrar una apertura a la alteridad como posibilidad de transformación? ¿De qué manera sería posible volverse otras: políticas, imágenes, sonidos y fronteras?
Queremos aclarar que el tema sugiere, pero no restringe, las propuestas de ponencias y/o mesas temáticas.
El formato de presentación deberá elegirse entre las CUATRO MODALIDADES siguientes, cada una con los siguientes requisitos:
1. Ponencias Individuales: Proposiciones de magísteres, doctorandos y/o doctores (hasta 70 caracteres), resumen ampliado (hasta 4000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1000 caracteres) y mini currículo (500 caracteres). Las presentaciones orales pueden tomar hasta 20 minutos cada una.
2. Seminarios Temáticos: Las propuestas de maestrandos(as), magísteres, doctorandos(as) y/o doctores(as) para presentaciones individuales en Seminarios Temáticos deben indicar directamente el seminario elegido y deben contener: título (hasta 70 caracteres), resumen ampliado (hasta 4000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1000 caracteres) y mini currículo (500 caracteres). La información sobre los Seminarios Temáticos vigentes está disponible en el sitio web de SOCINE. Las presentaciones orales pueden tomar hasta 20 minutos cada una.
Importante: las propuestas no incluidas en las sesiones del Seminario Temático (que están limitadas a 18 trabajos) serán redistribuidas por dos revisores(as), de acuerdo con el grado académico del(de la) proponente, a las demás modalidades del encuentro: maestrandos(as) serán considerados para los Paneles, y magísteres, doctorandos(as) y doctores(as) serán considerados(as) para las sesiones de Ponencias Individuales.
3. Sesión Preconstituida: los(as) participantes podrán elegir entre los dos tipos siguientes:
1. Mesa temática – debe tener tres participantes que individualmente presentarán una o dos comunicaciones (20 minutos cada una).
2. Formato Libre – para performances artísticas (presentaciones de obras de arte o experimentación audiovisual, entendidas como formas de conocimiento/investigación), entrevistas en vivo, discusión crítica sobre trabajos en proceso, relatos de experiencia u otras formas de difusión del conocimiento, y debate sobre problemas relacionados con los Estudios Cinematográficos y Audiovisuales que no aparecen en el formato tradicional de Comunicación Oral. El tiempo límite para todas las presentaciones es de 60 min. Este límite de tiempo debe ser cuidadosamente respetado para permitir el debate después de las presentaciones. El(la) coordinador(a) de la sesión será responsable de la gestión del tiempo.
La sesión debe estar compuesta por al menos un(a) investigadora(a) doctor(a). Los otros dos miembros, si académicos(as), deben estar cursando al menos una maestría, y si son profesionales en la materia (directores, artistas o técnicos), no necesitan acreditar calificaciones mínimas, sino que deben presentar un portafolio que acredite su desempeño profesional de al menos tres años anteriores a la presentación de la propuesta. Todos los miembros deben estar debidamente afiliados a SOCINE.
Las propuestas de Sesiones Preconstituidas deben contener:
Mesa Temática: Título de la sesión (70 caracteres), temario de la sesión (1000 caracteres), mini currículo (500 caracteres) / Propuesta: título (70 caracteres), resumen (500 caracteres), resumen ampliado (4000 caracteres), bibliografía (1000 caracteres)
Formato libre: Título de la sesión (70 caracteres), temario de la sesión (1000 caracteres), descripción precisa de este formato (1000 caracteres), estructura necesaria (500 caracteres), justificación del formato (2000 caracteres), mini currículo (500 caracteres) / Propuesta: título (70 caracteres), resumen (500 caracteres), contribución de los proponentes (4000 caracteres), bibliografía (1000 caracteres).
IMPORTANTE: El envío se hace de forma conjunta por los participantes a la vez (una persona envía y los demás se registran después, incorporándose a esta sesión).
4. Paneles: espacio para estudiantes de maestría con presentaciones orales de 15 minutos cada una. Las propuestas deben contener: título (hasta 70 caracteres), resumen extendido (hasta 4000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1000 caracteres) y mini currículo (500 caracteres).
IMPORTANTE: Independientemente del tipo o formato de presentación, los trabajos aprobados podrán ser presentados únicamente por el(la) participante que sometió la propuesta. La obra no puede ser leída por un(a) tercero(a).
COAUTORÍA: Al momento de inscribir un trabajo en coautoría, ambos(as) autores(as) deben señalarlo. En caso de que uno(a) de los(as) coautores(as) no registre el trabajo, éste no será aceptado para su presentación.
La inscripción y postulación al XXVI Encuentro SOCINE se realizará en tres etapas, las cuales se describen a continuación:
PASO 1 – Inscripción o Reinscripción Electrónica de Socios(as) y pago de la cuota anual. El pago se realizará a través de PayPal en el área de socios(as) del sitio web. El pago es un requisito para acceder al segundo paso (envío del artículo).
* Período de pago de la cuota anual: del 6 de marzo al 16 de abril de 2023 (con vencimiento en este día)
* Cuota anual: R$ 227,00 para profesionales / R$ 113,50 para estudiantes y profesionales sin vínculo contractual. Socios(as) extranjeros(as): pagan las mismas cuotas que los(as) socios(as) brasileños(as).
Se requiere el pago de la cuota anual para registrarse y enviar propuestas para la próxima reunión.
PASO 2 – Envío electrónico de propuestas, solo por sitio (www.socine.org.br) y un solo envío por autor(a), incluso en el caso de coautoría.
* Periodo de inscripción: del 6 de marzo al 16 de abril de 2023.
Le recordamos que NO SE ACEPTARÁN propuestas por correo electrónico, solo aquellas enviadas a través del sitio web.
ETAPA 3 – Pago de la tasa de inscripción al XXVI Encuentro (después de la divulgación de los trabajos aprobados, el 11 de julio de 2023). El pago se realizará a través de PayPal en el área de socios(as) del sitio web. Le recordamos que este pago es DIFERENTE AL pago de la cuota anual. Por lo tanto, se requieren dos pagos. El primero es la cuota anual de SOCINE, y el segundo es para registrarse en la reunión.
* Periodo de pago de las inscripciones:
1ero. Plazo: 11 de julio a 30 de julio – R$ 227,00 (profesionales) / R$ 113,50 (estudiantes/profesionales sin vínculo contractual)
2do. Plazo: 31 de julio al 6 de agosto – R$ 257,00 (profesionales) / R$ 128,50 (estudiantes/profesionales sin vínculo contractual)
Plazo: 7 de agosto al 13 de agosto – R$ 297,00 (profesionales) / R$ 148,50 (estudiantes/profesionales sin vínculo contractual)
IMPORTANTE: Participantes seleccionados(as) que NO paguen la cuota de inscripción NO podrán presentarla. Si usted pagó la inscripción y su obra no está incluida en el programa divulgado, por favor contacte con la secretaría de SOCINE.
BECAS – SOCINE ofrecerá 100 becas a integrantes de la categoría Estudiante que eximirán a los titulares del pago de inscripción al XXVI Encuentro SOCINE. Para ello, los estudiantes deberán solicitar la beca en el momento de la presentación de los trabajos (en la web de SOCINE se divulgará una convocatoria detallada con los requisitos).
Cualquier duda o dificultad por favor diríjase directamente al e-mail de la secretaría: socine@socine.org.br
Un cordial saludo,
La Junta Directiva
Seminários Temáticos para o biênio 2023-2024
Cinema Comparado
Cinema e audiovisual na América Latina: novas perspectivas epistêmicas, estéticas e geopolíticas
Cinema experimental: histórias, teorias e poéticas
Cinema no Brasil: a história, a escrita da história e as estratégias de sobrevivência
Cinemas decoloniais, periféricos e das naturezas
Cinemas negros: estéticas, narrativas e políticas audiovisuais na África e nas afrodiásporas.
Estética e plasticidade da direção de fotografia
Estética e teoria da direção de arte audiovisual
Estilo e som no audiovisual
CLOTILDE BORGES GUIMARÃRS
Marina Mapurunga de Miranda Ferreira
Estudos de Roteiro e Escrita Audiovisual
Estudos do insólito e do horror no audiovisual
Festivais e mostras de cinema e audiovisual
Políticas, economias e culturas do cinema e do audiovisual no Brasil.
Tenda Cuir
Segunda Chamada para Lançamento de Livros
Prezades,
Estamos ampliando o recorte temporal dos livros a serem lançados durante o XXV Encontro Socine. Considerando a não realização de encontros presenciais em 2020 e 2021, devido à pandemia, os livros publicados a partir de novembro de 2019 poderão participar do lançamento no dia 09 de novembro, a partir das 18h30, na USP. A venda das obras será feita pela própria Edusp. O prazo para envio da mensagem à Edusp é até 14/10. Segue abaixo o procedimento para os interessados em lançar livros no evento:
Pessoa Jurídica ou Pessoa Física deverá enviar para os emails pedidos.edusp@gmail.com e mpelozio@usp.br as seguintes informações:
Nome do autor, nome do livro, editora, telefone e email de contato.
Aos cuidados de Adriana de Andrade.
Caso tenham alguma dificuldade, entrem em contato com a Secretaria da Socine pelo email socine@socine.org.br
Comissão Organizadora
XXV SOCINE – USP
Trabalhos Aprovados 2022
“A punição” (Jean Rouch, 1960) como batismo dos filmes de conversação
“Inxeba” e as feridas abertas pela masculinidade tóxica
“NÃO TEM NINGUÉM COM MEDO AQUI! 2013 E SUAS IMAGENS DESTITUINTES”
“Nenhum Brasil Existe”: Atmosferas Conspiratórias na Brasil Paralelo
“The Heart Part 5”: deepfake e masculinidades negras nas Américas
“Todas esas películas duermen en nosotros”: jogo de sonho em Raúl Ruiz
(Re)construções de família em três filmes de Su Friedrich
100% Maria Bruaquer: Pantanal na era digital
1973: um ano chave para as imagens em movimento nas artes brasileira
1ª e 2ª Retrospectivas do Cinema Brasileiro (1952 e 1954)
A dinâmica do caos nas distopias do cinema contemporâneo brasileiro
A opressão das mulheres representada em três filmes de animação
A alegria e o tédio: o cinema de horror no recente contexto brasileiro
A animação para telas hemisféricas sob a perspectiva do live cinema.
A Aposta de Elaine Benes
A busca por telas 20 anos depois do chamado ‘boom’ do documentário
A Caracterização do Corpo Gordo em “Dumplin'” e “Shrill”
A cinematografia como refutação do inimaginável
A cinescrita poética de Agnès Varda em A Ópera-Mouffe
A circulação de A classe roceira (1985) nos registros da repressão
A circulação do filme “Bicho de Sete Cabeças” e a luta antimanicomial
A condição desviante e decolonial do programa Imagens em Movimento
A construção da personagem Dilma Rousseff em Democracia em Vertigem
A construção de atmosferas fantasmagóricas no roteiro de Los Silencios
A construção de um Espaço edênico em “Me chame pelo seu nome”
A construção de um “espaço íntimo” em narrativas audiovisuais
A construção do narrador na trilogia do luto, de Cristiano Burlan
A corrente do streaming: questionamentos e reflexões em fluxo
A corrente do streaming: questionamentos e reflexões em fluxo
A corrente do streaming: questionamentos e reflexões em fluxo
A cosmologia guarani-kaiowá e O coração da terra (Gomes e Gomes, 2020)
A dobra da imagem e da história em O Recurso do Método
A Dramaturgia Dispositiva e Colaborativa em Democracia e Amor
A Embrafilme e o cinema brasileiro no Festival de Cannes (1970-1990)
A emergência das plataformas on-line como espaço de encenação
A emergência do corpo: performance e teatralidade em Swinguerra (2019)
A expansão do teatro em Jacques Rivette e Andrea Tonacci
A fase brasiliense do cinema de Vladimir Carvalho
A Fotogenia e a refração: do além-ficção ao arquivo
A frustração do cinema nacional e o modelo industrial norte-americano
A gira de Lázaro – Esú e Pomba Gira em Madame Satã
A humanização dos corpos transgêneros no audiovisual pernambucano
A imagem do segredo e o segredo da imagem
A imagem enquanto gesto em Fernand Deligny
A imagem lacrimejante de Almodóvar traduzida em imagem conceitual
A imagem precária e o estilo na montagem documentária
A imagem que falta: a cinematografia de Kawaiweté Invadidos
A incerteza como potência no cinema de Peter Mettler
A intermidialidade pela narrativa geográfica de Amarelo manga (2003)
A linguagem de Orson Welles: Sganzerla no limite do herói fechado
A luta pela legalização do aborto no Brasil em dois filmes de mulheres
A memoria e a nostalgia nos arquivos afrodiasporicos
A mise-en-scène dionisíaca de Me chame pelo seu nome
A Mise-en-Scène e o Cinema do Vazio de Yasujiro Ozu
A modernidade conservadora paulista singular de Fragmentos da vida
A montagem dos arquivos em Apiyemiyekî?
A multidão: filme e conceito em “Entre nós talvez estejam multidões”
A nova geração: o cinema curitibano segundo Francisco Alves dos Santos
A operária sob tramas: a respeito de uma personagem em Redemoinho
A origem é o alvo: imagens que tocam o futuro do lado de cá
A parada na imagem em A namorada do meu pai e proibido pular.
A participação de mulheres na expansão do cinema negro brasileiro
A PELE QUE HABITO: MORADA MONSTRUOSA E OBJETO DE DESEJO
A pior pessoa do mundo: um roteiro audiovisual de ossatura literária
A poética do filme híbrido: métodos e ritualidades
A poética política de Henrique Dantas Munduruku
A política das imagens em O índio cor de rosa contra a fera invisível
A posição relacional na espectatorialidade fílmica
A possível narração do horror natural em United 93 (2006)
A potência do reencontro nas adaptações audiovisuais contemporâneas
A PROTOPOÉTICA DE WOODY ALLEN COM INGMAR BERGMAN E FEDERICO FELLINI
A rede Caleidoscópio e os Estudos Feministas de cinema
A retomada dos filmes de Nahim Miana em produções contemporâneas
A ruralidade nos cinemas de rua do oeste de Santa Catarina
A sensibilidade queer de Blackstar – autobiography of a close friend
A Sétima Arte: a extrema direita invade o audio-visual
A solidão como forma narrativa em O homem das multidões
A suavização de Boulos através do audiovisual em seu canal no YouTube
A tela por elas: conhecimento e noção de cinema negro por afro-latinas
A Trilogia Férrea – A locomotiva no Cinema de Peter Tscherkassky
A vez dos sádicos: necropoder em Bacurau e O clube dos canibais
A voz de Fidel Castro no Noticiero ICAIC Latinoamericano
A VOZ FEMININA NEGRA EM ERA UMA VEZ BRASÍLIA: uma perspectiva
A voz no cinema militante do movimento estudantil
Ablação, descarrilho, colapso: a autotomia no cinema experimental
Acenos para depois do cinema: The Deserted e Days, de Tsai Ming-Liang
Acervos fotográficos familiares na criação de narrativas audiovisuais
ADAPTAÇÃO CINEMATOGRÁFICA: Singularidades tradutórias e interpretativa
Adaptação de “Grande sertão: veredas” para o cinema em 2022?
Afeganistão e a Guerra no Cinema de Atiq Rahimi
Afetos desestabilizados e ruínas da intimidade em A Terra e a Sombra
Afro-fabulação e bixaria negra no documentário de Marlon Riggs
Agenciamentos-escolares-audiovisuais em meio a avanços neoliberais
Alegres, apesar de tudo: estéticas queer no audiovisual contemporâneo
AMOR DE MÃE E O PROTAGONISMO DA MULHER NEGRA NA CONTEMPORANEIDADE
Análise audiovisual auxiliada por técnicas digitais: um relato
Análise comparativa entre a obra de Howard Hawks e Wes Anderson
Análise do filme “Laurence Anyways” na perspectiva do transcineclipe
Animação como linguagem: elementos temporais e formais
Animação na reconstrução da memória política brasileira
Anotações para uma possível teoria do roteiro contemporâneo
ANTECEDENTES DE 1964: A TRAJETÓRIA DE UM FILME ÓRFÃO
Antígona chama: por uma arquivologia emancipatória
Antônio Pitanga: a persona revolucionária no Cinema Novo
Apenas el sol: um encontro de dois documentaristas no Chaco paraguaio.
Aproximações entre o design narrativo do conto e o roteiro de curtas
Arquivo “Aquarius”: a obliteração como afeto que serve à brancura
Arquivo, memória e futuro: Kamal Aljafari e os espectros de Jaffa
As marcas do cinema noir em Acossado
As muitas faces de Deus – Sintonia, Milagres de Jesus e Divino Amor
As séries de TV – a complexidade de uma nova narrativa
As temporalidades narrativas em Palace II e Cidade de Deus
Atlantique: Amor, (de)Colonialidade e Processos Migratórios
ATOS TEÓRICOS DE COMOLLI NO CINEMA DOCUMENTÁRIO DE EVALDO MOCARZEL?
Audiovisualidades negras e feministas: construção de novos imaginários
Autoencenações da juventude e o espaço social: MLB-MG e Caranguejo-PE
Autoetnografia e estudos de roteiro: parâmetros metodológicos
Avanços e precarização: o mundo do trabalho no audiovisual (2002-2022)
Awavena: cinema, mirações e cosmovisão em realidade virtual
À margem do sentido: vagando em busca de Barbara Loden
Bacurau fragmentado: transições visíveis como pontuadores da narrativa
BaixadaCine: o cinema inventando territórios
Borat e a construção involuntária do Mocamentário
Brasília, Pape, Papa, Pátio
Cada passo é um gesto: Considerações sobre dois filmes de Tsai Ming-Li
Caminhadas Coletivas: Cidade e coreopolítica em Temporada (2018)
Capitu: uma estética pictórico-sensorial na adaptação para a TV
Carlos Nader e o personagem como dispositivo
Carlos Reichenbach e o cinema de sentimentos de Valerio Zurlini
Carpenter disse: “Haja luz!”, e ele viu que a luz era trevas
Carro Rei e Titane: Feminismo, Body Horror e Ficção Especulativa
Cartografia e cinema: abordagens para a análise fílmica
Casa de Luiza: memória e afro-fabulação
Ceilândia, Cidade Aberta
Celulóide com notícias do Brasil: cineclubismo, crítica, cinematecas
Céline Sciamma: o desejo e a relação direta com as imagens
Ciclos de totalitarismo no Cinquentenário de Os inconfidentes (1972)
Cine Globo de Três Passos: a arquitetura projetando o futuro
Cine-Experiência: a criação no centro da formação universitária
Cine-Experiência: a criação no centro da formação universitária
Cine-Experiência: a criação no centro da formação universitária
Cinema brasileiro e underground: diálogos e divergências nos anos 1960
Cinema coletivo e decolonial na produção audiovisual das bordas
Cinema com mulheres e continuum cuir
Cinema como lar cuir: uma curadoria reparativa do cuidado entre mulher
Cinema de contraintes: releituras do dispositivo, do ensaio e da vida
Cinema do reencontro: sobre a trilogia fílmica de Vincent Carelli
Cinema dos primeiros tempos, infância e a entrada na linguagem
CINEMA E EDUCAÇÃO INCLUSIVA: por um cinema afirmativo nas escolas
Cinema e imagem por Henri Bergson – ótica, tempo e ética
Cinema e Resistência no Maranhão (1970/80)
CINEMA E SUAS MANIFESTAÇÕES DE PRESENÇA: AS “NARRATIVAS SENSORIAIS”
Cinema Lascado: uma estratégia em Encontros
Cinema Negro no Feminino –fundamentos a partir de Café com Canela
CINEMA NO BREJO: A FILMAÇÃO COMO BRINCADEIRA E AVENTURA COM OS ESPAÇOS
CINEMA, MODA E PINTURA: DISCURSO E INTERICONICIDADE EM BELA DA TARDE
Cinema, música, luz: o jogo atoral de Caetano Veloso em “Tabu”
CINEMA, SEMIÓTICA E EDUCAÇÃO
Cinemadroga
Cinemas africanos e autobiografia:documentários dirigidos por mulheres
Cinematographo Sensual: o caso do “Cinema Alegre” em Recife (1915)
Cines Groff, Luz e Ritz no circuito da Cinelândia Curitibana
Cintilações transgressivas: algumas considerações sobre John Akomfrah
Claire Denis, o domínio da natureza e o ecofeminismo
Clichês visuais sobre a Amazônia no cinema narrativo estrangeiro
Clint Eastwood e seu estilo como ator: ligações com o autor Eastwood
Coffea Arábiga, Congo e o documentarismo latino-americano a contrapelo
Coletivos e cinema de grupo: a organização do trabalho em rede no RS
Coletivos e cinema de grupo: a organização do trabalho em rede no RS
Como filmar um espírito? notas sobre a imagem-aliança
Como o cinema pode aproveitar criativamente a improvisação teatral
Compulsão ou morte! COVID-19, binge-watching e survivorship
Conceito de Cineasta: identificação, atividades e processo de criação
Condensação e fragmentação
Conexão cinema-internet: Intersecções online/offline em Tinta bruta
Configurações do poder desaparecedor – O botão de pérola
Considerações iniciais sobre a fala cinematográfica contemporânea
Construção visual de personagens em Garrincha,alegria do povo e Heleno
CONTRA O APAGAMENTO: O CINEMA DE NÃO-FICÇÃO DE UGO GIORGETTI
Convergencia cultural en la apropiación del cine mexicano clásico
Coprodução Int. de documentário – O processo de Maria Augusta Ramos
Corpo infinito em lampejo
Corpo, improvisação e desvio no cinema de grupo com professores
Cota de tela e seu impacto no cinema paulista (1950-1954)
Criação autobiográfica post-mortem: uma revisão de Silverlake Life
Cultura cinematográfica em cinejornais: História, Política, Cinemateca
Da cena da justiça à cena da palavra: cinema e testemunho
Da fábrica de sonhos aos sonhos com a fábrica cinematográfica
Da informalidade à distribuição independente: o caso Erlanes Duarte
Da videodança à sala de cinema – um impulso ao silêncio
Dança e ritual na obra de Maya Deren
Dar a ver o pensamento de imagens a partir de Rituais e Festas Bororo
Dario Argento: a mise-en-scène do absurdo na “trilogia dos animais”
De Javé ao Hotel Cambridge: comparação à luz da ascensão do fascismo
De Norte a Sul: O circuito de Darwin pelos cineteatros do Brasil
DEAMBULAÇÃO E OS ESPAÇOS NA MISE-EM-SCÈNE DO FILME ANTES DO AMANHECER
Descaminhos audiovisuais entre o Estado e o capitalismo digital
Desejo, Corpo e Dança: as intensidades incendiárias em Ema (2019)
Deslizamentos do corpo-imagem e o trabalho do espectador
Desmontando Imagens, Recriando Imaginários
DIASPORÁTICAS – Processo técnico e estético de uma produção imersiva
Dimensões autobiográficas na obra de Olga Futemma
Direção de Arte: da técnica à tecnologia
Direção de atores em cenários virtuais
Diretoras de fotografia: difusão de dados e desigualdade de gênero
Disputar os espaços, (re)imaginar o tempo: notas para um emaranhado
Divino Tempo Transfigurado: Os gestos filmados por Maya Deren
Do Pólo ao Equador, de Lucchi e Gianikian: A Violência das Esfinges
Documentário Fantástico: Distopia do real através de tropos de gênero
DOCUMENTÁRIOS EM TEMPOS DE PANDEMIA (COVID-19): SABER FAZER COM O REAL
Documenting Desire: o antecampo como promessa ética na pornografia
Dois documentários sob a perspectiva da historiografia audiovisual
Dramaturgia da luz, cor e som na performance de MIRELLA x MUEP
Duração e presentidade no cinema estrutural
Duração e serialidade: os casos de La Flor e Twin Peaks – O Retorno
Ecos de Antígona no Cinema
Educação Audiovisual na Escola: O que podemos aprender com crianças?
El tango como conector afectivo con el pasado en el cine de terror arg
Elizabeth Teixeira: militância e maternidade no redemoinho da história
Emergência Audiovisual: A Casa, a Tela e a Virtualização da Vida
Empregadas domésticas na comédia latino-americana: questões metodológi
Encontro de imagens: Estratégias Criativas no Ensino de Cinema.
Ensaio, imaginação e memória: sobre o caso Para-Sar
Ensaísmo, subalternização e subjetivação política no cinema periférico
Ensino Criativo – O Papel do Professor
Entre a mitologia indígena e o fora de campo em Hamaca paraguaya
Entre Barra e Bacurau: Caminhos de uma Antropologia do Cinema
Entre biografias e a história: o cinema de Margarethe Von Trotta
Entre experimentalismos: a imagem afetiva no documentário Passarinhos
Entre hombres: policial negro y su vínculo con otros medios
Entre o passado e o futuro: o cinema de Adam Curtis
Entre técnica e sensibilidade- Uma possível História da cinematografia
ENUNCIAÇÕES DE CRIANÇAS NO CINEMA DOCUMENTÁRIO PARA FABULAR FUTUROS
Epifanias e outras revelações
Escritoras en el cine mexicano de la modernidad
Escuta, substantivo feminino:
Espaço e lugar no processo criativo do roteiro de Los Silencios (2018)
Espaço Físico e Lugar Dramático no Cinema: uma perspectiva comparada
Espaço negativo – matéria, tempo e a inscrição da luz no cinema
Espaços de formação para atuação no campo audiovisual: o caso do CAV
Espanha em luta: Projeções de futuro
Espectro Restauración: sonografias cosmopolíticas no Antropoceno
Estereótipos na prostituição: reflexões sobre um documentário
Estesias audiovisuais de cinegrafias da luz em peles negras
Estilo em Realidade Virtual Cinemática: do tableau à decupagem
Excessos e dissidências na trilogia do corpo de Jean Garrett
Exibições cinematográficas em Petrópolis (RJ) entre 1929 e 1934
Experiências animadas nas as formações dos cinemas negros no Brasil
Experimental Expandido, Cine de Bolso & VR Platform + Interator Avatar
Experimental Expandido, Cine de Bolso & VR Platform + Interator Avatar
Experimental Expandido, Cine de Bolso & VR Platform + Interator Avatar
É impossível amar com fome: figurações da “revolução menor” em Glauber
Fabulário Tropical: o Cinema Super-8 de Geneton Moraes Neto
Falhas, fraturas e ruínas nas imagens do elevado da Perimetral
Feminilidade como valor? Homens héteros femininos no neo-noir
Feminilidades em duelo: o moral e o imoral em O dragão da maldade
Feminismo paralelo sob a linguagem da destruição
Fernando Spencer: um crítico em defesa do cinema pernambucano
Festa do catálogo: mídias físicas, tecnostalgias e descartabilidade
Festas no cinema, cinema como festa
Figuras do coletivo nos cinemas negros
Figuras traçadas com os dedos: aproximação ao desejo lésbico no cinema
Filhas de Lilith – Autoidentificação como forma de transgressão
Filmando sonhos & desejos: uma conversa com o Surto & Deslumbramento
Filmando sonhos & desejos: uma conversa com o Surto & Deslumbramento
Filmando sonhos & desejos: uma conversa com o Surto & Deslumbramento
Filme censura livre para adultos – um olhar sobre O MENINO E O MUNDO
Filme Demência, cidade e alegoria.
Filme-ensaio e cultura dos arquivos
Filmes de viagem e o olhar estrangeiro
Filmes em Primeira Pessoa: o que essas formas dizem sobre o cinema.
Filmes que descolonizam o ver
FilmEU e o futuro próximo do estudante de cinema europeu
Fim de semana no paraíso selvagem: olhar com o tempo
Financiamento ao Setor Audiovisual na Bahia (2011-2020)
Fome de amor e as escritas da direção de arte
Formação de público e o circuito de exibição de cinema em Misiones/Ar
Found Foliage: impressões botânicas no cinema experimental
Gesto e política em Faz que Vai (2015)
Gesto, Corpo e Cena de um cinema realizado por mulheres
Gloria (Christian Keller, 2014): cantos, crimes e Sergio
Gravação de campo em Río Turbio (2020) e Quem de Direito (2022)
Herança do colonialismo e artificialidade da imagem em Caché (2005)
Herança do ensaio literário no filme-ensaio
História do Cinematógrafo (1925), de G. M. Coissac
Homens do Amanhã: O Super-Homem, o corpo e a assombrologia.
Horizonte de expectativas ao final de Cabra marcado e Peões.
Host e as diegeses virtuais
Host, Husserl e Horror: A Montagem de Emparelhamento
Identidades sob rasura no documentário brasileiro contemporâneo.
Identificando o palco no gênero musical
Imagem, xamanismo e tempo:pistas-ameríndias em “O Espírito da TV” 1990
Imagem-natureza(s): Assombro e sobrevivência na paisagem devastada
Imagens da redemocratização: aproximações entre filmes do ano 1984
Imagens de desejo: a escrita de Retrato de Uma Jovem em Chamas
Imagens do Brasil em latência no filme Os Jovens Baumann
Imagens do operário em dois tempos de cinema brasileiro
Imagens do Outro: Imigrantes e Refugiados no Documentário e na Ficção
Imagens indesejáveis: Água Prateada, um autorretrato da Síria
Imagens tóxicas, a casa e o corpo em cena
Imaginar lugares: Modos de criação audiovisual em Cidade-Cenário.
Imaginar o primeiro cinema brasileiro
Impactos da Pandemia de Covid-19 no setor audiovisual
Inês e Norma : caminhos cruzados em imagens, arquivo e militância
Interior sin exterior: el encierro en el Cine Ibérico de la Austeridad
Interlúdios fílmicos e o Realismo de Confronto
Invisibilidades ameaçadoras em Zama (2019) e The Headless Woman (2008)
Jingle Jangle: o arquivo-fantasma em Os famosos e os Duendes da Morte
Jungaré – uma aventura imunizante: animação na extensão universitária
KondZilla cineasta: a noção de periferia em Sintonia
Kubrick com Ravel: a valsa como signo de uma impossibilidade
La edad de oro de los públicos iberoamericanos del cine mexicano
La mancha de sangre: o cabaré, a prostituta, o sexo e o trabalho
Laboratórios e seu impacto para documentários independentes
Lendo Fantasmas e Na sua Companhia: roteiro e espaço em off
Lia Torá em Hollywood: atriz, argumentista, produtora
Linguagem cinematográfica e (des)territorialização no filme “Atlantis”
Los públicos del cine mexicano dorado en las redes sociales.
Mapeando festivais de filme documentário e etnográfico no Brasil
Mapeando Grande Otelo por 70 anos: na tela, no palco, no disco
Maracatu, meu Amor: processo de construção de roteiro cinematográfico
Masculinidades Hegemônicas em negociação: “Mad Men” e o homem de 1960
Masumura x Reichenbach
Mauricio Berú: o documental argentino entre a política e as artes
Mediações Curatoriais No Cinema Negro Brasileiro
Medida Provisória: cinema negro de mercado como produção de hegemonias
Memória. Tailândia, Colômbia, Escócia. Ponto de escuta e som ambiente
Memórias tensionadas: quando arquivos sensíveis se tornam tóxicos
Mistura de gêneros em Sintonia: estratégias genéricas e streaming
Modos de endereçamento e apelos ao consumo em programas culinários
Montagem e agenciamento, passagens entre cinema e esquizoanálise
Mormaço – entre o realismo fantástico e o sensível
Muitas glorias e algumas aleluias
Muito Prazer (1979): O erro e o tempero do imprevisível de David Neves
Mulheres de “Carne”: animação brasileira e resistência
Mulheres e o futuro da animação no Brasil: investigar e inventar rumos
Mulheres negras e o QuilomboCinema
Mulheres, imagens e filmes
Música e estilo no cinema de Hong Sang-soo
Música Visual: movimentos do som e da imagem no audiovisual abstrato
MyFrenchFilmFestival: a presença online de uma cinematografia nacional
Nanni Moretti no Instagram: ponto de vista da intimidade mascarada
Narrativa cotidiana no Cinema de Kiarostami e no Mangá de Taniguchi
Narrativa seriada no streaming: uma análise da 1ª temporada de 3%
Narrativas Alagmáticas, Escritas Tecnoestéticas
Narrativas audiovisuais sobre a criação de espetáculos de dança
Narrativas de Mundo: Geografias Fílmicas e Imaginário
Narrativas e Testemunhos Visuais em Dispositivos Móveis
Nas fronteiras: gêneros cinematográficos e as mulheres negras lésbicas
Nascida em chamas e vozes narrativas: movimentos de uma fuga feminista
Natureza expandida – rumos do cinema experimental etnográfico
NEGATIVIDADE E HUMORISMO EM “BRÁS CUBAS”, DE JÚLIO BRESSANE
No museu e além: o Rio de Janeiro de “Subterrânea”
No tempo da oralidade: estética e crítica em Apichatpong
Noite que não finda
Nos dilemas da visão: o papel da direção de arte na construção da visu
Nostalgia em Hollywood: da montagem espacial à análise histórica
Notas sobre a imagem enquanto materialidade rasgável
Notas sobre a relação humano/animal em O Fantasma e Wolf
Noticiero ICAIC: percursos dos arquivos de um cinema à margem.
Novelas e publicidade: aproximações entre o streaming e a TV aberta
O “Ma”, e os silêncios absolutos nos filmes japoneses de fantasmas
O afrofuturismo presente no videoclipe “Liberdade”, de MC Xuxú
O ataque de Jujuba: rastros do imaginário kaiju no cinema brasileiro
O Ato de Criação Queer como autofabulação e resistência
O audiovisual em telas expandidas: possibilidades de imersão narrativa
O audiovisual imersivo nas obras “The Visitor” e “Figuras na Paisagem”
O AUDIOVISUAL NA ESCOLA DA FAVELA DIANTE DE UM CENÁRIO DE INCERTEZAS
O Brasil em série: a produção nacional do gênero em 4 tempos
O Centro de Estudos Cinematográficos de São Paulo e o ensino de cinema
O cinema como dispositivo de produção de memória
O cinema de ‘pós-continuidade(s)’ e a montagem fílmica
O cinema de Aline Motta: as superfícies e os espólios da colonização
O cinema dos simulacros de Brian De Palma
O Cinema Fantástico no Rio Grande do Sul (1960-2020)
O cinema latino-americano no Forum des Jungen Films
O cinema na “virada da mobilidade”: devires fílmicos de La Salada
O cinema policial de João Batista de Andrade
O cinema relacional alternativo como verdade e relação aberta
O colonialismo no cinema contemporâneo latino-americano de mulheres
O coreocinema de Maya Deren e de Beau Travail
O corte das “cores” na cinematografia de Vidas Cinzas
O discurso feminista e o glamour da bruxa de Charmed: Nova Geração
O Dispositivo Melodramático em “Um Céu de Estrelas (Tatá Amaral, 1996)
O Documentário, a rádio e a palavra de Deus – o exemplo de Sutatenza.
O Drama das Formas: A montagem polivalente de Nathaniel Dorsky
O ensaio como campo de prática, criação e reflexão da montagem
O ensino de arte por meio do cinema de animação
O estilo de Waldemar Noya: mais de 40 anos dedicados à montagem cinema
O estranho vale de Edgard Navarro e Artur Barrio
O experimental no cinema operário do grupo Medvedkine de Besançon
O faux raccord na história da montagem cinematográfica
O foco de interesse em O Som ao Redor (2012), de Kleber Mendonça Filho
O horror no feminino: histeria, abjeção e dança em Suspiria (2018).
O HUMOR E O TRÁGICO NA TRILOGIA DOS VIVOS, DE ROY ANDERSSON
O inimigo invisível: memórias de um futuro pandêmico
O invisível que se torna visível: fotos de famílias negras no cinema
O lar queer em News From Home e No Home Movie de Chantal Akerman
O legado teatral de Vianinha no filme Um homem sem importância (1971)
O Marketing do Desejo II: 1997-2022
O paradigma da máxima visibilidade em filmes sobre intersexualidade
O pensamento cinematográfico e a Teoria de Cineastas: algumas notas
O pensamento de Marguerite Duras
O peso espacial: hipóteses acerca do problema ontológico da atmosfera
O pioneirismo da atriz Apolônia Pinto na exibição cinematográfica.
O primeiro plano frontal nos filmes de Helena Ignez
O processo de restituição do filme Kalapalo (1955) no Alto Xingu
O protagonismo feminino no filme Carlota Joaquina de Carla Camurati.
O que aprender com os cinemas indígenas para fazer cinema na escola
O que me move? Sagas da identidade nos docs de Carrasco e Descout
O recriar de mundos em Marinheiro das Montanhas, de Karim Aïnouz
O retorno do reprimido como horror inquietante em Trabalhar cansa
O retorno em Velázquez: pensamento e forma no cinema de Jorge Furtado.
O roteiro enquanto formato escrito no cinema brasileiro
O segredo das origens e a origem do segredo em O Sangue (1989)
O som hiper-realista sob o prisma da teoria paródica
O som sintético artesanal de Norman McLaren
O Streaming como salvador da pátria
O surrealismo libertador de Buñuel no pensamento crítico de Glauber
O trato de filmagem
O Uso de Material de Arquivo em Luz Obscura e Spell Reel
O vídeo vertical e a transformação do dispositivo cinematográfico
O “DESTINO” (2003) DE DALÍ E DISNEY E SEUS USOS NA EDUCAÇÃO
OBJETOS, TEORIAS E METODOLOGIAS NOS ESTUDOS DE FESTIVAIS DE CINEMA
Ocupação Sonora – enveredando com territórios ocupados
Oficina de cinema entre telas: formação como exercício estético de si
Olhares dos velhos e dos jovens: diálogos na Terra Indígena Xakriabá
Olmo e a Gaivota: Retrato de uma gestante distanciada do mundo
Onda conservadora e retrocesso dos direitos da mulher em A Nuvem Rosa
Orixás no Cinema Brasileiro: Territórios e Tecnologias Ancestrais
Os aspectos representantes do real em Duna de David Lynch
Os cinemas pela Estrada de Ferro da Bahia ao São Francisco
Os cursos de Cinema da UNL e da UnB: experiências teórico-práticas
Os documentários de Agnès Varda em diálogo com as artes visuais
Os ecos do maneirismo na Trilogia Taisho de Seijun Suzuki
Os festivais de Santos e Guarujá na relação INC-festivais brasileiros
Os meninos também amam: paixonites na telenovela infantojuvenil
Os olhos sem rosto: da rejeição à consagração como clássico cult
Os Outros de Abbas Kiarostami: Sabzian, o Impostor
Os padrões de intenção incorporados ao ensaístico em Welles
Os silêncios ensaísticos em Elena e Coração de Cachorro
Oswald de Andrade no cinema brasileiro da Abertura: história e memória
Ousadias Femininas: o Cinema de Alice Guy
Outro modo de olhar para o trauma colonial no trabalho de Aline Motta
Ouvir o pornô: os sons e a experiência do corpo pornográfico
Ô Mainha, ó: as Representações do Feminino Negro no Filme “Ó Paí, Ó”
Paisagem e personagem no quadro cinematográfico:novas sínteses visuais
Pandemia, humor e erotismo em Seguindo Todos os Protocolos (2021)
Papéis de Gênero em A Maldição da Residência Hill e seus contextos.
Para una condición performativa del documental en Chile y Brasil 2010-
Parâmetros do desenho sonoro de documentários: o filme Guerra Cultural
PASSAGENS: uma jornada emotiva e comparada pelo cinema de Miguel Gomes
Patogenia fantástica: subversão narrativa em Cemitério do Esplendor
Paulo Gustavo: autocelebração, autoria e o código histriônico
Pa_Terno – Das escritas sonoras de si em um podcast storytelling
Pedagogias de cineastas: mulheres, infância e educação no cinema
Pedagogias do cinema – corporeidades de empoderamento
Pensar o intolerável: videoperformance do Portapack ao Facebook
Peplum, o cinema popular italiano nos anos 1960 e o mundo em mutação
Perdi meu corpo: O uso de alegorias nas narrativas animadas.
Performatividade no arquivo audiovisual em Cuatreros (2016)
Pessoas embarcações em filmes no Porto de Santos ontem e hoje
Plataformização e curadoria transmídia em festivais de cinema
Plásticas negativas, montar o avesso das imagens
Poesia é Risco: o cinema abstrato de Ivan Cardoso
Poética dos rastros e da desaparição no cinema contemporâneo
Poéticas da montagem entre 360°, realidade virtual e live performances
Poéticas e estéticas decoloniais em videoclipes latino-americanos
Políticas para diversidade no audiovisual: avanços e retrocessos
Pontos de escuta e produção de documentários coletivos de sound system
Por um cinema que aumente o caudal dos rios
Por um olhar de superfície: uma abordagem sobre o cinema de Sissako
Por uma história dos distribuidores no Brasil: Lebre e Labanca.
Por uma pedagogia engajada para a (re)invenção de futuros no cinema
Por uma política da aliança entre mulheres: Casa (2019)
Possibilidades de análise sonora do silencioso A filha do advogado
Possibilidades de memórias: realização e preservação audiovisual no BR
Posteridades de Limite (Mário Peixoto, 1931) no Cinema Brasileiro
Pós-memória e trauma colonial em Um animal amarelo
Practice based research e o roteiro audiovisual na academia
Prata Palomares e o desenho da cena por Lina Bo Bardi
Práticas decoloniais do coletivo colombiano Al Borde Producciones
PREMIAÇÃO EM FESTIVAIS AUDIOVISUAIS NO BRASIL: PRÁTICAS E SENTIDOS
PROCESSO CRIATIVO E AÇÃO POLÍTICA: MELODRAMA TROPICAL EM KARIM AÏNOUZ
Processos criativos nos primórdios do vídeo experimental capixaba
Puy ta Cuxlejaltic: entrar no cinema ao lado d@s zapatistas
Que venham os palhaços: Canção popular e caos social em Coringa
Quilombismo e Territorialidades: “Quilombo Rio dos Macacos” (2017)
Rastros do tempo, paisagens e espaços de intimidade em três diretoras
Reacender a cinza: autorias rasuradas em uma nebulosa anarquívica
Realismo Mágico e a Ontologia Pós-Fotográfica do Cinema Asiático
Reencantar e perturbar o cinema com mulheres originárias
Reflexões sobre a produção musical em games no Brasil
Reflexões sobre filmes críticos realizados por cineastas israelenses.
Reflexões sobre o espaço cênico cinematográfico.
Reflexões sobre os coletivos contemporâneos de mulheres do cinema
Reflexões sobre resistência no cinema indígena Mebêngôkre-Kayapó
Reflexões sobre um gênero: a comédia histórica no cinema brasileiro
Reinventar passados: imagem de arquivo e fabulação em Uma Longa Viagem
Relações entre promoção e comercialização. Um estudo de caso.
Relatos de um processo: análise do diário de produção de Temporada
Repetição dos arquivos das guerras em Irradiés (2020), de Rithy Panh
Representações Cinematográficas de Gravações Musicais em Estúdio
Representações da tortura no cinema contemporâneo à Ditadura Civil-Mil
Resistência feminina e especulação imobiliária
Resquícios de um cinema estrutural no contemporâneo
Retomada dos arquivos no exílio: imagens do movimento operário chileno
Revolta no CAC: cinema com crianças em Venda Nova (BH)
Rosa abre caminhos em O Fim e o Princípio (2005), de Eduardo Coutinho
Rosa Azul de Novalis: Das telas para a página do jornal
Roteiro e escrita audiovisual em narrativas imersivas
Roteiros e ficções da queda de Dilma Rousseff
Safi Faye e a etnografia na ficção
SALVÍFICOS, MOVIMENTO #1 — ENSAIO MNEMôNICO
Samba, a memória de um futuro
São Paulo: sinfonias, cacofonias, imaginários, tonalidades e ritmos
Sem acesso à acessibilidade nas salas de cinema
Sensorialidade e hapticidade nas imagens de “Le corps sublimé” (2007)
Sensorialidade, vazio e fantástico no horror nórdico contemporâneo
Ser filha pelo cinema: o que se nomeará feminismo em Daughter Rite
Seu Nenê da Vila Matilde em Espaços Intermidiáticos do Samba Paulista
Sexo e o Cinema Queer Brasileiro: uma análise do filme Corpo Elétrico
Sexo, sangue e luta de classes em O clube dos canibais (2018)
Sobre “A metamorfose dos pássaros” (PT) e as suas materialidades
Sobre as propostas para o cinema negro brasileiro
Sobre Opacidade, Curadoria e Cultura Fílmica
SOBRE TECNOLOGIAS DAS IMAGENS, SUPORTES E LINGUAGENS NO ESPAÇO-TEMPO
Sociologia e cinema: aproximações didático-metodológicas
Sonoridades do documentário experimental “Estes”
Super-Heroínas da Marvel:Gênero, Colonialidade e Retóricas Neoliberais
Suspensão: a microcena como repertório do audiovisual experimental
Tartarugas podem voar: a infância no cinema curdo de Bahman Ghobadi
Tecendo corpo, imagem e gesto em tempos de ruínas
Tecnofilia: modos de ver e ouvir, tecnologias e colonialidade
Tempestade perfeita, margens e vazantes, faróis desregulados
Tensionar a representação: exercícios cênicos em Um filme de verão
Teorias de cineastas peruanas e o pensamento feminista decolonial
Terrores Racias: Racialidade e terror no filme As boas maneiras
Testemunho e Reescritura Fílmica em Jojo Rabbit e The Painted Bird
The Krazehouse ou as fotografias em movimento de Rineke Dijkstra
The Show: considerações sobre a exibição da violência racista
Titanic: pensamentos sobre a relação entre história, memória e ficção
Trabalho e desejo em No Coração do Mundo
Trajetória do fragmento e remontagem do arquivo yiddish: Mir Kumen On
Trajetórias de uma história lacunar: o caso de “Reminiscências”
Trajetórias do político no cinema brasileiro recente
Trajetórias e exibições cinematográficas em Feira de Santana (1950-60)
Trajetórias utópicas no cinema de Cacá Diegues dos anos oitenta.
Transformações do cinema indígena na era avançada do vídeo digital
Trilhas, vozes e construção sonora em Vidas Secas (1963)
Um mapa digital dos espaços de exibição de Juiz de Fora
UM OLHAR SOBRE A REPRESENTAÇÃO DE GÊNERO NOS FILMES DE MARIANA RONDÓN
Um passeio pela obra cinematográfica do pernambucano Fernando Spencer
Um purgatório chamado Brasil: passado é presente no horror nacional
Uma análise da relação entre Pornochanchada e Censura
Uma baía, perspectivismo ameríndio e experimentação sensorial imersiva
Uma compositora em “O Filme da Minha Vida”: percursos e percalços
Uma imagem em relação a outra: Harun Farocki e a operação comparativa
Variações da empregada doméstica no cinema latino-americano recente
Vasco Pimentel: O som como espaço de criação subjetiva
Veias, serpentes e rios: a construção de mundo em Pantanal
Videoarte de mulheres, identidade e a estética da abjeção
Videoperformance e arte de instruções: dispositivos de criação
Violencia, afectos y política: las canción popular en Raymundo (Virna
Violeta Parra: diálogos da sua filha Carmen Luisa com Ignacio Agüero
Visualidades em disputa: cinematografia e tecnologia.
Vídeos-cor: a tela monocromática na videografia de Brígida Baltar
Vozes africanas de arquivo: Minha avó era palhaço e Medida provisória
West Indies (1979):uma comédia musical política de múltiplos trânsitos
Yãmiyhex – a perspectiva ameríndia do fazer fílmico e a re-existência
[in] Transition, a prática do vídeo-ensaio como crítica acadêmica
“A CONSTRUÇÃO HISTÓRICA DO PRETO E BRANCO NO CINEMA”
“Com o braço levantado e o semblante carregado”: as canções de Bacurau
“Eu me escondo, se você também se esconder”
“Fucking rich people”: necroliberalismo dos infernos!
“La Nouba des femmes du Mont Chenoua”: memória entre contos e cantos
“Melting movie places”: Um remix de salas de cinema do Instagram à VR
“O cinema intelectual e suas vicissitudes”: um projeto comparativo
“O Raio Verde” (1986) de Éric Rohmer: a entrada do acaso em cena
“O sonho é muito pouco, eu quero é mais”, Mato seco em chamas
“Organização mental do que foi visto”: Dziga Viértov na Crimeia, 1925.
“Pira” e as tomadas da cidade pelo Super-8 subversivo
“Tá gravando?”: realismo contra-hegemônico no Pena Máxima
“Um cinema divino e maravilhoso”: diálogos de Caetano e Glauber
“Uma aidizinha aí vai bem, né?”: o vírus e o prazer na Boca do Lixo
Nota de Protesto pelo fechamento do PPGCOM Unisinos e em Solidariedade aos pesquisadores – docentes e discentes
A Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine) gostaria de manifestar o mais absoluto repúdio à decisão unilateral tomada pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) de fechar seus programas de pós-graduação em diversas áreas, desrespeitando de forma unilateral compromissos assumidos com a sociedade brasileira e o Sistema Nacional de Pós-graduação.
Trata-se de um duro golpe no desenvolvimento de pesquisas que, no caso da Unisinos, eram marcadas por amplo reconhecimento, particularmente nas Comunicações e Humanidades, contando com programas de pós-graduação, alguns com mais de 30 anos de existência, com notas 5 ou 6 junto à Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
Tal decisão acarretará perdas irrecuperáveis ao desmantelar redes de pesquisa, fluxos de trocas de conhecimento e formação, além do sinistro impacto nas vidas das pessoas diretamente envolvidas, como pesquisadores docentes, pesquisadores em formação e assistentes técnico-administrativos.
É lamentável constatar que interesses financeiros e a associação a uma empresa de armamentos parecem se sobrepor ao papel formativo e crítico do desenvolvimento científico na mesma instituição que organizou e acolheu por duas vezes, e de maneira primorosa, o Encontro anual da Socine – incluindo nosso último congresso presencial antes da pandemia, em outubro de 2019.
Esperamos que com todas as notas de repúdio emitidas, às quais a nossa se soma, tal decisão ainda possa ser revertida.
Nossa total solidariedade a todas as pessoas diretamente afetadas por essa absurda decisão.
Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual – Socine
SOCINE 2022 – Chamada de Trabalhos/Call for Papers /Convocatoria de Ponencias
Chamada de Trabalhos
SOCINE 2022
XXV ENCONTRO SOCINE – Inventar futuros
08 a 11 de novembro (Presencial) – 14 e 15 de novembro (Remoto)
USP – São Paulo
Estão abertas as inscrições para o XXV Encontro da SOCINE, que será realizado pela Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Universidade Anhembi Morumbi e da Cinemateca Brasileira, de 8 a 11 de novembro (presencial) e de 14 a 15 de novembro (remoto síncrono) de 2022.
Buscando contornar dificuldades que algumas/alguns pesquisadoras/es possam encontrar para realizar viagens neste momento tão desafiador, a Socine realizará seu Encontro neste ano em dois formatos: presencial (08 a 11 de novembro), como sempre aconteceu até 2019, e remoto síncrono (14 e 15 de novembro), com apresentações similares às realizadas em 2021.
No momento da submissão das propostas, as/os associadas/os deverão indicar se desejam participar do formato presencial ou remoto das modalidades Comunicação Individual, Sessão Pré-Constituída e Painel. A modalidade Seminário Temático será realizada apenas no formato presencial.
O tema do XXV Encontro será:
INVENTAR FUTUROS
O cinema é invenção científica, parte integrante da experiência sensória, econômica e cultural que engendrou o mundo moderno. Traquitanas pré-cinematográficas produziam formas de diversão para a força de trabalho industrial nas metrópoles emergentes. Ao longo do século XX, tecnologias sucessivamente atualizadas e contemporâneas a outras, como o trem, o bonde, o automóvel, o telefone, o rádio, o avião, a televisão, transformaram a vida cotidiana ao introduzir a aceleração no tempo e no espaço.
O cinema é transgressão; equipamentos ópticos e sonoros valorizam espaços da vida pública nas cidades, irreverência para além dos limites fisiológicos do corpo humano. Câmeras leves, amadoras, desde o início da história das imagens em movimento, estimularam a produção doméstica e institucional de registros imagéticos do cotidiano e de rituais de passagem: aniversários, casamentos, enterros, ocasiões de comemoração e luto.
O cinema é também pensamento e poesia; lança indagações que interpelam o mundo. Na vida contemporânea, a tecnologia digital incrementou a disseminação da captação e circulação de imagens e sons. Em seu formato auditório, tela e plateia, o cinema funcionou como espécie de vitrine animada, que popularizou a moda, o turismo, o consumo de estilos de vida.
Inicialmente aberta a espectadores homens, ao admitir também mulheres, o cinema difundiu repertórios anteriormente restritos a ambientes masculinos e adultos promovendo a circulação de repertórios. Na forma de luxuosos palacetes, salas de cinema se aproximavam de templos onde se cultivaram narrativas que exploravam a materialidade do mundo do consumo, idealmente ao alcance de todos.
A televisão domesticou a vida pública e capilarizou vitrines, agora eletrônicas. Narrativas didáticas sobre formas de vida que associam o consumo à legitimação de diversidade racial e de gênero e de padrões alternativos de sexualidade e organização familiar. O conflito tornou-se a base da notícia e do romance. Dispositivos móveis turbinaram as possibilidades de captação e circulação de imagens e sons. A disseminação do fetiche, da publicidade, da celebridade, da desinformação e a hiper-dramatização da vida se acentuaram à medida que novas formas e formatos de difusão de conteúdos audiovisuais ganharam terreno nos mais diversos aplicativos.
O cinema e a televisão continuamente pensaram o seu momento e projetaram futuros possíveis. O que pode o audiovisual diante de um cenário de incertezas e de apropriações nefastas da imaginação moderna, como o que vivemos hoje? No século XXI será possível superar a catástrofe espetacular? O que podem formas audiovisuais experimentais, ensaísticas, processos criativos, performances, autobiografias, na projeção de futuros? O que pode a poesia na reciclagem de materiais dos imensos arquivos digitais que nos armazenam?
Quais são as intermediações que algoritmos introduzem na captação e na circulação de imagens e sons? Em vez de vigiar e limitar com referências a duplos (ou ao mesmo), como produzir algoritmos capazes de ampliar horizontes? Que inspirações as tensões nas fronteiras das artes e ciências podem gerar? O que pode o audiovisual para inventar futuros sustentáveis, criativos, plurais, diversos, marcados pela liberdade e pela justiça social?
Esclarecemos que o tema é indicativo, mas não exclusivo para proposição de trabalhos e/ou mesas temáticas.
O formato de apresentação deverá ser escolhido a partir das QUATRO MODALIDADES abaixo, cada qual com as seguintes exigências:
1. Comunicação Individual (PRESENCIAL OU REMOTO): Propostas de mestres, doutorandos e/ou doutores contendo título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
2. Seminário Temático (PRESENCIAL): As propostas de mestrandos, mestres, doutorandos e/ou doutores para apresentações individuais em Seminários Temáticos devem ser feitas indicando diretamente o seminário escolhido e contendo: título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As descrições dos Seminários Temáticos em vigor encontram-se disponíveis no site da Socine. As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
Importante: propostas não arroladas nas sessões dos Seminários Temáticos (que estão limitados a 18 trabalhos no total) serão redistribuídas para avaliação por dois pareceristas, de acordo com a titulação do proponente, para as outras modalidades do encontro: mestrandos serão avaliados para Painéis, e mestres, doutorandos e doutores serão avaliados para sessões de Comunicações Individuais. Ao enviar sua proposta para Seminário Temático, esteja ciente de que esta modalidade acontecerá somente de forma PRESENCIAL. Caso sua proposta seja deslocada para Comunicação Individual ou Painel, a apresentação também acontecerá de forma PRESENCIAL.
3. Sessão Pré-Constituída (PRESENCIAL OU REMOTO) – participantes poderão escolher entre os dois tipos abaixo:
1. Mesa temática – devem conter 3 participantes que apresentarão individualmente uma comunicação (20 minutos cada); ou 2. Formato Livre – no qual é possível realizar performances artísticas (apresentação de uma obra de arte ou experimentação audiovisual, compreendidas portanto como formas de conhecimento/pesquisa), entrevistas ao vivo, discussão crítica sobre trabalhos em progresso, relatos de experiência ou outras formas de divulgação do conhecimento e debate sobre problemas relativos aos Estudos de Cinema e Audiovisual que não se apresentem no formato de Comunicação Oral tradicionalmente presente em eventos científicos. O tempo máximo para todas as apresentações é de 60 minutos. Esse limite de tempo deve ser cuidadosamente observado para oportunizar o debate após as apresentações. A pessoa que coordena a sessão será responsável pela gestão do tempo.
A sessão deve ser constituída por, no mínimo, um doutor. Os outros dois membros, caso sejam acadêmicos, devem estar, no mínimo, cursando o Mestrado, e caso sejam profissionais da área (realizadores, artistas ou técnicos) não precisam comprovar titulação mínima, mas precisam submeter um portfólio comprovando sua atuação profissional de pelo menos três anos anteriores à submissão da proposta. Todos os membros devem estar devidamente associados à SOCINE.
As propostas de Sessão Pré-Constituída devem conter: Título da sessão (até 70 caracteres), resumo da sessão (até 500 caracteres), descrição do tipo de apresentação (mesa temática ou formato livre – neste último caso, acrescentar descrição objetiva em 1000 caracteres), estrutura necessária (500 caracteres), justificativa para o formato (2000 caracteres), bibliografia (1000 caracteres), contribuições/proposta de cada membro da sessão (título 70 caracteres para cada e resumo expandido de até 4000 caracteres com espaço cada), mini-currículo (500 caracteres).
IMPORTANTE: A submissão é feita em conjunto pelas/os participantes de uma vez só (uma pessoa submete e as outras se inscrevem em seguida, associando-se a esta sessão).
4. Painel (PRESENCIAL OU REMOTO): espaço para mestrandos, com apresentações orais de 15 minutos cada. As propostas devem conter: título (até 70 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres).
IMPORTANTE: Independentemente da modalidade ou formato de apresentação, os trabalhos aprovados poderão ser apresentados somente pela/o participante que inscreveu a proposta. Não é permitida a leitura do trabalho por outras pessoas.
COAUTORIA: Ao inscrever um trabalho em coautoria, ambos os autores devem apontar a natureza de coautoria do trabalho e, caso um dos coautores não se inscreva no evento, o trabalho não será aceito.
O cadastro e a inscrição para o XXV Encontro da SOCINE serão efetuados em três etapas, descritas a seguir:
ETAPA 1 – Cadastramento/Recadastramento eletrônico de sócias/sócios e pagamento da anuidade. O pagamento será via Paypal na área de associado do website. O pagamento é obrigatório e servirá de pré-requisito para a segunda etapa (submissão de trabalhos).
* Período de pagamento da anuidade: de 28 de março a 22 de maio de 2022 (com vencimento neste dia)
* Valor da anuidade: R$216,00 profissionais / R$108,00 estudantes e profissionais sem vínculo. Sócias/os estrangeiras/os: a partir deste ano, pagam os mesmos valores dos sócios brasileiros.
O pagamento da anuidade é imprescindível para a efetivação da inscrição e a submissão de propostas para o próximo encontro.
ETAPA 2 – Submissão eletrônica das propostas de trabalho, apenas pelo site (www.socine.org.br) e apenas uma submissão por autor, inclusive no caso de coautoria.
* Período de inscrições: de 04 de abril a 22 de maio de 2022.
Lembramos que NÃO SERÃO ACEITAS submissões enviadas por e-mail, apenas aquelas submetidas através do site.
ETAPA 3 – Pagamento da taxa de inscrição no XXV Encontro (após divulgação dos trabalhos aprovados, em 08 de agosto de 2022). O pagamento será via Paypal na área do associado do website. Lembrando que este é um pagamento DIFERENTE do feito anteriormente, referente à Anuidade. São necessários, portanto, dois pagamentos: primeiro, da anuidade da Sociedade; depois, da inscrição do Encontro.
* Período de pagamento das inscrições:
1º. Prazo: 08 de agosto a 28 de agosto – R$216,00 (profissionais) / R$108,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)
2º. Prazo: 29 de agosto a 04 de setembro – R$246,00 (profissionais) / R$123,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)
Prazo final: 05 de setembro a 11 de setembro – R$286,00 (profissionais) / R$143,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)
IMPORTANTE: Participantes que tiverem seu trabalho selecionado, mas que NÃO pagarem a inscrição, NÃO poderão apresentar. Caso você tenha pagado a inscrição e seu trabalho não conste na programação divulgada, entre em contato com a Secretaria da SOCINE.
Quaisquer dúvidas ou dificuldades devem ser encaminhadas diretamente ao e-mail da secretaria: socine@socine.org.br
Atenciosamente,
A Diretoria
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Call for Papers
SOCINE 2022
XXV SOCINE MEETING – Inventing futures
November 8 – 11 (Onsite) – November 14 – 15 (Remote)
USP – Sao Paulo – Brazil
Registrations are now open for the XXV SOCINE Meeting, which will be held by the University of São Paulo (USP), with the support of the Anhembi Morumbi University and the Cinemateca Brasileira, November 8 – 11 (onsite) and November 14 – 15 (synchronous remote), 2022.
Seeking to circumvent difficulties that some researchers may encounter to travel at this very challenging time, Socine will hold its meeting this year in two formats: face-to-face (November 8 through 11), as has always happened until 2019, and synchronous remote (November 14 and 15), with presentations similar to those held in 2021.
When submitting proposals, associates must point out whether they wish to participate onsite or remotely in the following modalities: Individual Communication, Pre-Constituted Session, and Panel. The Thematic Seminar modality will be held only onsite.
The theme of the 25th Meeting will be:
INVENTING FUTURES
The cinema is a scientific invention, an integral part of the sensory, economic, and cultural experience the modern world engendered. Pre-cinematographic gimmicks produced forms of entertainment for the industrial workforce in emerging metropolises. Throughout the 20th century, technologies that were successively updated and contemporary to others, such as the train, the tram, the automobile, the telephone, the radio, the plane, the television, transformed everyday life by introducing acceleration in time and space.
Cinema is transgression; optical and sound equipment value spaces of public life in cities, irreverence beyond the physiological limits of the human body. Light, amateur cameras, since the beginning of the history of moving images, have stimulated the domestic and institutional production of imagery records of everyday life and rites of passage: birthdays, weddings, funerals, occasions of commemoration and mourning.
The cinema is also thought and poetry; it launches questions that challenge the world. In contemporary life, digital technology has increased the dissemination of capturing and circulating images and sounds. In its auditorium, screen, and audience format, the cinema functioned as a kind of animated showcase, popularizing fashion, tourism, and the consumption of lifestyles.
Initially open to male spectators, by also admitting women, the cinema disseminated repertoires that were restricted to male and adult environments, promoting the circulation of repertoires. In the form of luxurious mansions, movie theaters approached temples where narratives that explored the materiality of the world of consumption were cultivated, ideally within everyone’s reach.
Television tamed public life and spread out shop windows, which are now electronic showcases. They are didactic narratives about ways of life that associate consumption with the legitimation of racial and gender diversity and alternative patterns of sexuality and family organization. Conflict became the basis of news and romance. Mobile devices have boosted the possibilities of capturing and circulating images and sounds. The dissemination of fetishes, advertising, celebrity, disinformation, and the hyper-dramatization of life have increased as new forms and formats of broadcasting audiovisual content have gained ground in the most diverse applications.
Film and television continually thought about their moment and projected possible futures. What can the audiovisual sector do in the face of a scenario of uncertainties and harmful appropriations of the modern imagination, such as what we live today? Will it be possible to overcome the spectacular catastrophe in the 21st century? What can experimental audiovisual forms, essays, creative processes, performances, and autobiographies do in the projection of futures? What can poetry do in the materials recycling from the immense digital archives that store us?
What are the intermediations that algorithms introduce in the capture and circulation of images and sounds? Instead of monitoring and limiting with references to doubles (or to the same), how to produce algorithms capable of expanding horizons? What inspirations can tensions generate on the borders of arts and sciences? What can the audiovisual sector do to invent sustainable, creative, plural, and diverse futures marked by freedom and social justice?
We would like to explain that the topic suggests but does not restrict the proposals for papers and/or thematic tables.
The presentation format must be chosen from the FOUR MODALITIES below, each with the following requirements:
1. Individual Communications (ONSITE OR REMOTE): Proposals by master’s and doctoral students and/or PhDs, with the title (up to 70 characters), expanded abstract (up to 4000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1000 characters) and mini resume (500 characters). Oral presentations can take up to 20 minutes each.
2. Thematic Seminars (ONSITE): Proposals by master’s degree students, Masters, doctoral candidates, and/or PhDs for individual presentations in Thematic Seminars should indicate directly the seminar chosen and should contain: title (up to 70 characters), expanded abstract (up to 4000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1000 characters) and mini resume (500 characters). Information about the current Thematic Seminars is available on SOCINE’s website. Oral presentations can take up to 20 minutes each.
Important: proposals not included in the Thematic Seminar sessions (which are limited to 18 works) will be redistributed by two reviewers, according to the proponent’s academic grade, to the other modalities of the meeting: master’s degree students will be considered for Panels, and Masters, doctoral students, and PhDs will be considered for Individual Communications sessions. When submitting your proposal for a Thematic Seminar, be aware that this modality will only take place ONSITE. If your proposal is directed to Individual Communication or Panel, the presentation will also take place ONSITE.
3. Pre-Constituted Sessions (ONSITE OR REMOTE) – participants will be able to choose ONE FORMAT ONLY FROM THE TWO PRESENTED BELOW:
- Thematic Table – must have three participants, who will individually present one or two communications (20 minutes each).
- Free Format – for arts performances (presentations of works of art or audiovisual experimentation, understood as forms of knowledge/research), live interviews, critical discussion about works in progress, experience reports or other ways of disseminating knowledge, and debate on problems related to Film and Audiovisual Studies that do not appear in the traditional Oral Communication format. The time limit for all presentations is 60 min. This time limit must be carefully respected to allow the debate after the presentations. The session coordinator will be responsible for time management.
The session must be composed of at least one PhD researcher. The other two members, if academics, must be at least attending a master’s degree, and if they are professionals in the field (directors, artists, or technicians), they do not need to prove minimum qualifications, but they need to submit a portfolio proving their professional performance of at least three years prior to the submission of the proposal. All members must be properly affiliated with SOCINE.
Pre-Constituted Session proposals must contain: Session title (up to 70 characters), session summary (up to 500 characters), description of the type of presentation (thematic table or free format – in the latter case, add an objective description in no more than 1000 characters), required structure (500 characters), justification for format (2000 characters), references (1000 characters), contributions/proposal of each session member (title 70 characters each, and expanded abstract of up to 4000 characters with space each), mini resume (500 characters).
IMPORTANT: Submission is done jointly by the participants at once (one person submits and the others register afterwards, joining this session).
4. Panel (ONSITE OR REMOTE): space for master’s degree students, with oral presentations of 15 minutes each. The proposals must contain: title (up to 70 characters), extended abstract (up to 4000 characters with space), abstract (500 characters), references (1000 characters), and mini resume (500 characters).
IMPORTANT: Regardless of the type or format of presentation, the approved works can be presented ONLY BY THE PARTICIPANT THAT SUBMITTED THE PROPOSAL. The work cannot be read by a third party.
COAUTHORSHIP: When registering a work in coauthorship, both authors must point this out. In case one of the coauthors does not register the work, it will not be accepted for presentation.
Registration and application for the XXV SOCINE Meeting will be carried out in three stages, described below:
STEP 1 – Members’ Electronic Registration or Re-Registration and payment of the annual fee. Payment will be via PayPal in the members’ area of the website. Payment is a requirement to access the second step (paper submission).
* Annal fee payment period: March 28 to May 22, 2022 (due on this day)
* Annual fee: R$216,00 professionals / R$108,00 students and professionals without an academic bond. Foreign members: as of this year, they pay the same as Brazilian members.
The payment of the annual fee is required to registering and submitting proposals for the next meeting.
STEP 2 – Electronic entry of proposals, only by site (www.socine.org.br) and only one entry per author, even in the case of coauthorship.
* Application period: from April 4 to May 22, 2022.
We remind you that submissions sent by email WILL NOT BE ACCEPTED, only those submitted through the website.
STAGE 3 – Payment of the registration fee for the XXV SOCINE Meeting (after publication of the approved works, on August 8, 2022). Payment will be via Paypal in the members’ area of the website. We recall you that this payment is for the registration, in other words, two payments are required: the first is for SOCINE’s annual fee, and the second is for registering for the meeting.
* Period of payment for the registrations:
1st. Deadline: August 8 to August 28 – R$216,00 (professionals) / R$108,00 (students/professionals without an academic bond)
2nd. Deadline: August 29 to September 04 – R$246,00 (professionals) / R$123,00 (students/professionals without an academic bond)
Deadline: September 5 to September 11 – R$286,00 (professionals) / R$143,00 (students/professionals without an academic bond)
IMPORTANT: Selected participants that DO NOT pay the registration fee will NOT be able to present it. If you have paid the entry and your work is not included in the program divulged, please contact SOCINE’s office.
Any doubts or difficulties please address directly to the office’s e-mail: socine@socine.org.br
Best Regards,
The Board
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Convocatoria de Ponencias
SOCINE 2022
XXV ENCUENTRO SOCINE – Inventando futuros
8 – 11 de noviembre (Presencial) – 14 – 15 de noviembre (Remoto)
USP – Sao Paulo – Brasil
Ya están abiertas las inscripciones para el XXV Encuentro SOCINE, que será realizado por la Universidad de São Paulo (USP), con el apoyo de la Universidad Anhembi Morumbi y la Cinemateca Brasileira, del 8 al 11 de noviembre (presencial) y del 14 al 15 de noviembre (remoto síncrono) de 2022.
Buscando sortear las dificultades que puedan encontrar algunos investigadores para transitar en este momento tan desafiante, Socine realizará su encuentro este año en dos formatos: presencial (del 8 al 11 de noviembre), como siempre ha ocurrido hasta 2019, y remoto sincrónico (14 y 15 de noviembre), con presentaciones similares a las realizadas en 2021.
Al momento de presentar propuestas, los(as) asociados(as) deberán indicar si desean participar presencialmente o a distancia en las siguientes modalidades: Comunicaciones Individuales, Sesiones Preconstituidas y Paneles. La modalidad de Seminarios Temáticos se realizará únicamente de manera presencial.
El tema del XXV Encuentro SOCINE será:
INVENTANDO FUTUROS
El cine es una invención científica, una parte integral de la experiencia sensorial, económica y cultural que el mundo moderno engendró. Los trucos precinematográficos produjeron formas de entretenimiento para la mano de obra industrial en las metrópolis emergentes. A lo largo del siglo XX, tecnologías que fueron sucesivamente actualizadas y contemporáneas a otras, como el tren, el tranvía, el automóvil, el teléfono, la radio, el avión, la televisión, transformaron la vida cotidiana al introducir la aceleración en el tiempo y el espacio.
El cine es transgresión; los equipos ópticos y de sonido valoran los espacios de la vida pública de las ciudades, la irreverencia más allá de los límites fisiológicos del cuerpo humano. Las cámaras ligeras de aficionados y aficionadas, desde el comienzo de la historia de la imagen en movimiento, han estimulado la producción doméstica e institucional de registros de imágenes de la vida cotidiana y los ritos de paso: cumpleaños, bodas, funerales, ocasiones de conmemoración y luto.
El cine también es pensamiento y poesía; lanza preguntas que cuestionan el mundo. En la vida contemporánea, la tecnología digital ha incrementado la difusión de la captación y circulación de imágenes y sonidos. En su formato de auditorio, pantalla y público, el cine funcionó como una especie de vitrina animada, popularizando la moda, el turismo y el consumo de estilos de vida.
Inicialmente abierto a espectadores masculinos, al admitir también mujeres, el cine difundió repertorios restringidos a ambientes masculinos y adultos, favoreciendo la circulación de repertorios. En forma de lujosas mansiones, las salas de cine se acercaban a templos donde se cultivaban narrativas que exploraban la materialidad del mundo del consumo, idealmente al alcance de todos.
La televisión domó la vida pública y desplegó escaparates, que hoy en día son electrónicos. Son narrativas didácticas sobre formas de vida que asocian el consumo con la legitimación de la diversidad racial y de género y patrones alternativos de sexualidad y organización familiar. El conflicto se convirtió en la base de las noticias y el romance. Los dispositivos móviles han potenciado las posibilidades de captar y hacer circular imágenes y sonidos. La difusión de fetiches, publicidad, farándula, desinformación e hiperdramatización de la vida se han incrementado a medida que nuevas formas y formatos de emisión de contenidos audiovisuales han ido ganando terreno en las más diversas aplicaciones.
El cine y la televisión han pensado continuamente sobre su momento, y proyectaron futuros posibles. ¿Qué puede hacer el sector audiovisual ante un escenario de incertidumbres y apropiaciones nocivas del imaginario moderno, como el que vivimos hoy? ¿Será posible superar la espectacular catástrofe en pleno siglo XXI? ¿Qué pueden hacer las formas audiovisuales experimentales, los ensayos, los procesos creativos, las performances y las autobiografías en la proyección de futuros? ¿Qué puede hacer la poesía en el reciclaje de materiales de los inmensos archivos digitales que nos atesoran?
¿Cuáles son las intermediaciones que introducen los algoritmos en la captura y circulación de imágenes y sonidos? En lugar de monitorear y limitar con referencias a dobles (o a lo mismo), ¿cómo producir algoritmos capaces de expandir horizontes? ¿Qué inspiraciones pueden generar las tensiones en las fronteras de las artes y las ciencias? ¿Qué puede hacer el sector audiovisual para inventar futuros sostenibles, creativos, plurales y diversos marcados por la libertad y la justicia social?
Queremos aclarar que el tema sugiere, pero no restringe, las propuestas de ponencias y/o mesas temáticas.
El formato de presentación deberá elegirse entre las CUATRO MODALIDADES siguientes, cada una con los siguientes requisitos:
1. Comunicaciones Individuales (PRESENCIAL O REMOTA): Propuestas de maestrandos(as) y doctorandos(as) y/o doctores(as), con título (hasta 70 caracteres), resumen ampliado (hasta 4000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1000 caracteres) y mini currículum (500 caracteres). Las presentaciones orales pueden tomar hasta 20 minutos cada una.
2. Seminarios Temáticos (PRESENCIAL): Las propuestas de maestrandos(as), másteres, doctorandos(as) y/o doctores(as) para presentaciones individuales en Seminarios Temáticos deben indicar directamente el seminario elegido y deben contener: título (hasta 70 caracteres), resumen ampliado (hasta 4000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), bibliografía (1000 caracteres) y mini currículum (500 caracteres). La información sobre los Seminarios Temáticos vigentes está disponible en el sitio web de SOCINE. Las presentaciones orales pueden tomar hasta 20 minutos cada una.
Importante: las propuestas no incluidas en las sesiones del Seminario Temático (que están limitadas a 18 trabajos) serán redistribuidas por dos revisores(as), de acuerdo con el grado académico del(de la) proponente, a las demás modalidades del encuentro: maestrandos(as) serán considerados para los Paneles, y másteres, doctorandos(as) y doctores(as) serán considerados(as) para las sesiones de Comunicaciones Individuales. Al enviar su propuesta para un Seminario Temático, tenga en cuenta que esta modalidad sólo se llevará a cabo PRESENCIALMENTE. Si su propuesta se redistribuye a Comunicación Individual o Panel, la presentación también debe realizarse PRESENCIALMENTE.
3. Sesiones Preconstituidas (PRESENCIAL O REMOTO) – los participantes podrán elegir SOLO UN FORMATO DE LOS DOS PRESENTADOS A SEGUIR:
- Mesa Temática – debe tener tres participantes, quienes individualmente presentarán una o dos comunicaciones (20 minutos cada una).
- Formato Libre – para performances artísticas (presentaciones de obras de arte o experimentación audiovisual, entendidas como formas de conocimiento/investigación), entrevistas en vivo, discusión crítica sobre trabajos en proceso, relatos de experiencia u otras formas de difusión del conocimiento, y debate sobre problemas relacionados con Estudios de Cine y Audiovisuales que no aparecen en el formato tradicional de Comunicación Oral. El tiempo límite para todas las presentaciones es de 60 min. Este límite de tiempo debe ser cuidadosamente respetado para permitir el debate después de las presentaciones. El(la) coordinador(a) de la sesión será responsable de la gestión del tiempo.
La sesión debe estar compuesta por al menos un(a) investigadora(a) doctor(a). Los(as) otros(as) dos socios(as), si son académicos(as), deben estar cursando al menos una maestría, y si son profesionales en la materia (directores, artistas o técnicos(as)), no necesitan acreditar calificaciones mínimas, pero sí deben presentar un portafolio que acredite su desempeño profesional de al menos tres años anteriores a la presentación de la propuesta. Todos(as) los(as) socios(as) deben estar debidamente afiliados(as) a SOCINE.
Las propuestas de Sesiones Preconstituidas deben contener: Título de la sesión (hasta 70 caracteres), resumen de la sesión (hasta 500 caracteres), descripción del tipo de presentación (mesa temática o formato libre – en este último caso, agregar una descripción objetiva de no más de 1000 caracteres), estructura requerida (500 caracteres), justificación del formato (2000 caracteres), referencias (1000 caracteres), aportes/propuesta de cada miembro de la sesión (título 70 caracteres cada uno, y resumen ampliado de hasta 4000 caracteres con espacio cada uno), mini currículum (500 caracteres).
IMPORTANTE: El envío se hace de forma conjunta por los(as) participantes a la vez (una persona envía y los demás se registran después, incorporándose a esta sesión).
4. Panel (PRESENCIAL O A DISTANCIA): espacio para maestrandos(as), con presentaciones orales de 15 minutos cada una. Las propuestas deben contener: título (hasta 70 caracteres), resumen extendido (hasta 4000 caracteres con espacio), resumen (500 caracteres), referencias (1000 caracteres) y mini currículum (500 caracteres).
IMPORTANTE: Independientemente del tipo o formato de presentación, los trabajos aprobados podrán ser presentados ÚNICAMENTE POR EL(LA) PARTICIPANTE QUE PRESENTÓ LA PROPUESTA. La obra no puede ser leída por un(a) tercero(a).
COAUTORÍA: Al momento de inscribir un trabajo en coautoría, ambos(as) autores(as) deben señalarlo. En caso de que uno(a) de los(as) coautores(as) no registre el trabajo, éste no será aceptado para su presentación.
La inscripción y postulación al XXV Encuentro SOCINE se realizará en tres etapas, las cuales se describen a continuación:
PASO 1 – Inscripción o Reinscripción Electrónica de Socios(as) y pago de la cuota anual. El pago se realizará a través de PayPal en el área de socios(as) del sitio web. El pago es un requisito para acceder al segundo paso (envío del artículo).
* Período de pago de la tasa anual: del 28 de marzo al 22 de mayo de 2022 (con vencimiento en este día)
* Cuota anual: R$ 216,00 profesionales / R$ 108,00 estudiantes y profesionales sin vínculo académico. Socios(as) extranjeros(as): a partir de este año pagan lo mismo que los(as) brasileños(as).
El pago de la cuota anual es requisito para la inscripción y presentación de propuestas para el próximo encuentro.
PASO 2 – Envío electrónico de propuestas, solo por sitio (www.socine.org.br) y un solo envío por autor(a), incluso en el caso de coautoría.
* Plazo para envío: del 4 de abril al 22 de mayo de 2022.
Le recordamos que NO SE ACEPTARÁN propuestas por correo electrónico, solo aquellas enviadas a través del sitio web.
ETAPA 3 – Pago de la tasa de inscripción al XXV Encuentro SOCINE (después de la publicación de los trabajos aprobados, el 8 de agosto de 2022). El pago se realizará a través de PayPal en el área de socios(as) del sitio web. Le recordamos que este pago es por la inscripción, es decir, se requieren dos pagos: el primero es por la cuota anual de SOCINE, y el segundo es por la inscripción a la reunión.
* Periodo de pago de las inscripciones:
1º. Plazo: 8 de agosto al 28 de agosto – R$ 216,00 (profesionales) / R$ 108,00 (estudiantes/profesionales sin vínculo académico)
2º. Plazo: 29 de agosto al 04 de septiembre – R$ 246,00 (profesionales) / R$ 123,00 (estudiantes/profesionales sin vínculo académico)
Plazo: 5 al 11 de septiembre – R$ 286,00 (profesionales) / R$ 143,00 (estudiantes/profesionales sin vínculo académico)
IMPORTANTE: Participantes seleccionados(as) que NO paguen la cuota de inscripción NO podrán presentarla. Si usted pagó la inscripción y su obra no está incluida en el programa divulgado, por favor contacte con la secretaría de SOCINE.
Cualquier duda o dificultad por favor diríjase directamente al e-mail de la secretaría: socine@socine.org.br
Saludos cordiales,
La Junta Directiva
V Fórum de Discentes de Pós-Graduação da SOCINE
Os representantes discentes da Socine, Carol Almeida e Jocimar Soares Dias Junior, convidam os estudantes da Sociedade para o V Fórum de Discentes de Pós-Graduação da SOCINE. Seguem as informações.
V Fórum de Discentes de Pós-Graduação da SOCINE
Pessimismo ativo: Estratégias de sobrevivência durante o desmonte
pandêmico e pós-pandêmico
27/10 – 18h
Nosso cenário hoje: de um lado, uma demanda histórica dos discentes está para ser concretizada na Socine, com o aumento da representação discente de dois para cinco representantes. Ao mesmo tempo, temos um dos contextos mais desafiadores à nossa permanência na pesquisa acadêmica, particularmente com os cortes de bolsas de estudo que inviabilizam pesquisas inovadoras realizadas por discentes em vulnerabilidade econômica. Questões urgentes se colocam diante de nós: Como combater a fagocitação dos discentes – e consequentemente o esvaziamento/não-renovação do campo daqui a alguns anos? Como criar novos horizontes para que as pesquisas continuem de alguma maneira? Aproveitamos então para sugerir debates acerca dos seguintes temas:
1) estratégias de permanência e continuidade de pesquisa, dentro e fora da institucionalidade;
2) manutenção da participação ativa dos discentes na Socine;
3) resistência contra violências e dinâmicas neoliberais de exploração discente/docente, reveladas por algumas práticas predatórias que se estabeleceram a partir do uso massivo do EAD.
O título desse encontro faz uso dos termos de Walter Benjamin para pensar o pessimismo e a melancolia como uma força crítica movente que vai contra tudo que as premissas neoliberais impõem agora também ao campo acadêmico. É, portanto, partindo desse ponto, que propomos este ano um encontro que seja capaz de servir tanto como um espaço de escuta, quanto de troca de experiências do que a coletividade discente vem realizando para se manter dentro do campo da pesquisa.
CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA ORDINÁRIA – SOCINE – 2021
CONVOCAÇÃO
Nos termos do Estatuto, convocamos as associadas e associados da SOCINE (Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual) para a reunião da Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se de forma remota na plataforma Zoom (devido a pandemia da COVID-19) no dia 29 de outubro de 2021 a partir das 16h15, para o fim de tratarem de assuntos de interesse da entidade, entre eles:
(1) a eleição da nova diretoria e conselhos; e (2) a posse dos eleitos.
Contamos com a participação de todas e todos,
atenciosamente,
A DIRETORIA
Cristian Borges (USP) – Presidente
Ramayana Lira de Sousa (UNISUL) – Vice-Presidente
Amaranta Cesar (UFRB) – Secretária
Gabriela Machado Ramos de Almeida (ESPM-SP) – Tesourei
Nem o fogo apagará nossa memória
Nem o fogo apagará nossa memória
A Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE) lamenta, com profundo pesar e indignação, o incêndio que acometeu a unidade da Cinemateca Brasileira na Vila Leopoldina, em São Paulo, na última quinta-feira, comprometendo para sempre uma parcela significativa do inestimável acervo de filmes e documentos mantidos há décadas por essa instituição fundamental na salvaguarda e preservação da memória audiovisual brasileira.
Esse incêndio condenável, previsível e evitável – assim como boa parte do meio milhão de vidas ceifadas pela pandemia de covid-19 – é resultado direto da estratégia execrável, indisfarçada e sistemática de destruição da ciência, cultura e educação conduzida pelo governo federal que, em lugar de cumprir sua missão primordial de preservar e investir nas instituições públicas sob sua responsabilidade – museus, universidades, agências de fomento às artes e às ciências, institutos de ensino e pesquisa etc. -, optou pela via da difamação, da incompetência e do abandono, com a cumplicidade de importantes instituições públicas e privadas, e de parte significativa da elite colonizada deste país.
O preço a pagar por tanto desmonte e destruição é incalculável e as perdas serão sentidas por gerações presentes e futuras. Pesquisas serão prejudicadas e nossa memória – já precária, lacunar e distorcida por séculos de injustiça e crimes – sofrerá com mais esta cicatriz. No entanto, nem a ciência, nem a cultura, nem a arte de um povo podem ser queimadas pelo fogo ou esmagadas pela violência. Elas são muito maiores e muito mais poderosas que os vermes que por ora governam um país. Eles passarão, mas a cultura, a ciência e a arte, estas resistirão, pois ultrapassam e transcendem a matéria: elas habitam nossa alma.
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O texto pode ser lido também na versão em PDF.
