CINEMA COMO ARTE, E VICE-VERSA

NINA VELASCO E CRUZ
Patricia Moran Fernandes
Cesar Baio

CINEMA NO BRASIL: DOS PRIMEIROS TEMPOS À DÉCADA DE 1950

Luciana Corrêa de Araújo
Luís Alberto Rocha Melo
Sheila Schvarzman

CINEMA, ESTÉTICA E POLÍTICA: ENGAJAMENTOS NO PRESENTE

Cezar Migliorin
Sylvia Beatriz Bezerra Furtado
André Guimarães Brasil

CINEMA, TELEVISÃO E HISTÓRIA

Eduardo Victorio Morettin
Marcius Freire
Mônica Almeida Kornis

ESTUDOS DO SOM

Fernando Morais da Costa
Rodrigo Carreiro
Marcia Regina Carvalho da Silva

GÊNEROS CINEMATOGRÁFICOS: HISTÓRIA, TEORIA E ANÁLISE DE FILMES

Gelson Santana
Afrânio Mendes Catani
Samuel Paiva

IMAGENS E AFETOS

Denilson Lopes Silva
Alessandra Soares Brandão
Mariana Baltar

RECEPÇÃO CINEMATOGRÁFICA E AUDIOVISUAL: ABORDAGENS EMPÍRICAS E TEÓRICAS

mahomed bamba
Fernando Mascarello
Alessandra Meleiro

SUBJETIVIDADE, ENSAIO, APROPRIAÇÃO, ENCENAÇÃO: TENDÊNCIAS DO DOCUMENTÁRIO

Consuelo Lins
Henri Arraes de Alencar Gervaiseau
Andrea França Martins

TELEVISÃO – FORMAS AUDIOVISUAIS DE FICÇÃO E DE DOCUMENTÁRIO

Renato Luiz Pucci Junior
Gilberto Alexandre Sobrinho
Miriam de Souza Rossini

 

CINEMA COMO ARTE, E VICE-VERSA

Antonio Pacca Fatorelli
Eduardo Antonio de Jesus
NINA VELASCO E CRUZ

CINEMA E AMÉRICA LATINA: debates culturais e estético-historiográficos

Fabián Rodrigo Magioli Núñez
Karla Holanda
Anelise Reich Corseuil

CINEMA E CIÊNCIAS SOCIAIS: diálogos e aportes metodológicos

Paulo Menezes
Mauro Luiz Rovai
Daniela Duarte Dumaresq

CINEMA no Brasil: História e Historiografia

Luís Alberto Rocha Melo
Carlos Roberto de Souza
Rafael de Luna Freire

CINEMAS EM PORTUGUÊS: aproximações – relações

Leandro José Luz Riodades de Mendonça
Afrânio Mendes Catani
Maria Guiomar Pessôa Ramos

GÊNEROS CINEMATOGRÁFICOS: História, Teoria e Análise de Filmes

Gelson Santana
Zuleika de Paula Bueno
Alfredo Luiz Paes de Oliveira Suppia

RECEPÇÃO CINEMATOGRÁFICA E AUDIOVISUALl: Abordagem Empírica e Teórica

mahomed bamba
Dafne Reis Pedroso da Silva
Maria do Socorro Sillva Carvalho

SUBJETIVIDADE, ENSAIO, APROPRIAÇÃO, ENCENAÇÃO

Henri Arraes de Alencar Gervaiseau
Patricia Rebello da Silva
Anita Leandro

TELEVISÃO: formas audiovisuais de ficção e de documentário

Gabriela Borges
Vicente Gosciola
Marcel Vieira Barreto Silva

TEORIA E ESTÉTICA DO SOM NO AUDIOVISUAL

Eduardo Simões dos Santos Mendes
Guilherme Maia de Jesus
Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim

 

Diretoria

  • Afrânio Mendes Catani – Presidente
  • Antonio Carlos Amancio da Silva – Vice-Presidente
  • Alessandra Soares Brandão – Secretária Acadêmica
  • Mauricio Reinaldo Gonçalves – Tesoureiro

 

Conselho Deliberativo

  • Erick Felinto – UERJ
  • Esther Hamburger – USP
  • Fabio Uchoa – UFSCar
  • Gilberto Alexandre Sobrinho – Unicamp
  • Luíza Beatriz Melo Alvim – UNIRIO
  • Marcel Vieira Barreto Silva – UFPB
  • Luiz Augusto Rezende Filho – UFRJ
  • Mariana Baltar – UFF
  • Gustavo Souza – UFSCar
  • Rodrigo Octávio D’Azevedo Carreiro – UFPE
  • Patricia Rebello – UERJ
  • Rafael de Luna Freire – UFF
  • Ramayana Lira de Souza – UNISUL

 

Discentes

  • Marina Costa – UFSCar
  • Jamer de Mello – UFRGS

 

Conselho fiscal

  • Paulo Menezes – USP
  • Rogerio Ferraraz – UAM
  • Rubens Machado Jr – USP

 

Comitê Científico

  • Alexandre Figueirôa – UFPE
  • César Guimarães – UFMG
  • Genilda Azeredo – UFPB
  • Maria Dora Mourão – USP
  • Miguel Pereira – PUC-Rio
  • Sheila Schvarzman – UAM

Diretoria

  • Maria Dora Genis Mourão – Presidente
  • Anelise Reich Corseuil – Vice-Presidente
  • Alessandra Soares Brandão – Secretária
  • Mauricio Reinaldo Gonçalves – Tesoureiro

Conselho Deliberativo

  • Adalberto Müller
  • André Guimarães Brasil
  • Andréa França
  • Consuelo da Luz Lins
  • João Guilherme Barone
  • Josette Maria Alves de Souza Monzani
  • Laura Loguercio Cánepa
  • Lisandro Nogueira
  • Luiz Antonio Mousinho Magalhães
  • Mariana Baltar Freire
  • Ramayana Lira de Sousa
  • Rodrigo Octávio D’Azevedo Carreiro
  • Rosana de Lima Soares
  • Rubens Luis Ribeiro Machado Júnior
  • Sheila Schvarzman

Discentes

  • André Keiji Kunigami
  • Ilana Feldman Marzochi

Suplentes Discentes

  • Reinaldo Cardenuto Filho
  • Gabriela Machado Ramos de Almeida
  • Pablo Gonçalo Pires de Campos Martins

Conselho fiscal (em ordem alfabética)

  • Afrânio Mendes Catani
  • Antonio Carlos (Tunico) Amancio da Silva
  • Paulo Menezes

Comitê Científico

  • Ângela Prysthon – UFPE
  • Bernardette Lyra – Anhembi-Morumbi
  • César Guimarães – UFMG
  • José Gatti – UTP/UFSC/SENAC
  • João Luiz Vieira – UFF
  • Miguel Pereira – PUC RJ

03/11 – Terça-feira – 19h

Sylvio Lanna –  o cinema de invenção preservado ou deteriorado se reinventando no mundo digital

Francisco José Pereira da Costa Júnior

Entrevista com o cineasta Sylvio Lanna para percorrer sua carreira que se inicia junto ao núcleo mineiro do Cinema Marginal que se baseava no Rio de Janeiro, no final dos anos sessenta, passando pelo lançamento em 2019 do DVD de seu longa-metragem censurado pela Ditadura Militar, e finalizando com seus projetos digitais de cineclube, videoteca e filmes de celular. Versaremos sobre sua primeira produção, o curta-metragem “”O Roteiro do Gravador””, perdido na Cinemateca do MAM e refilmado no documentário “”IN MEMORIAM – O Roteiro do Gravador””, rodado em digital no ano 2019; a amizade com o cineasta paulista Andrea Tonacci que proporcionou a filmagem do longa “”Sagrada Família””; seu filme rodado no continente africano que se deteriorou e foi recuperado em parte; os anos 1980 e o retorno ao Brasil produzindo curtas em cores. Finalizaremos com a sua volta ao universo cinematográfico agora dentro da esfera digital e suas recentes parcerias, entre elas a com o cineasta e produtor Cavi Borges.

Link da live:  https://youtu.be/24g_3hDygFI

 

04/11 – Quarta-feira – 19h

De O Cangaceiro a Bacurau: quatro Nordestes e quatro Cangaços

Leandro Afonso

A proposta a seguir busca realizar uma breve análise de quatro filmes: O Cangaceiro (1953, Lima Barreto), Lampião, o Rei do Cangaço (1963, Carlos Coimbra), O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro (1969, Glauber Rocha) e Bacurau (2019, Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles). Até que ponto podemos defender que referências além do cangaço (Dioguinho em SP, Jesuíno Brilhante no NE) chegam nos filmes? Como dialogam o professor de O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro com o de Bacurau? Em que o pernambucano Lunga, habitante de um futuro distópico, se aproxima do Lampião do paulista Coimbra? Como o mito imaginário da abertura de O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro, do baiano Glauber filmando no seu estado, conversa com os outros longas? De que mais podemos falar do cangaço de Galdino Ferreira, interpretado pelo mineiro Milton Ribeiro, com seu rival na pele de Alberto Ruschel, um gaúcho – na dupla que consolidou o primeiro imaginário cinematográfico de cangaço?

Link da live: https://youtu.be/VWABrvP8PU0

 

05/11 – Quinta-feira – 19h

Dramaturgias da Memória – Da matéria bruta da experiência às simulações de si em documentários autobiográficos

Márcio Henrique Melo de Andrade

Esta palestra apresenta uma pesquisa de doutorado em torno dos atos narrativos autobiográficos nos documentários A imagem que falta (2014, Rithy Pahn), Isto não é um filme (2011, Jafar Panahi) e Elena (2013, Petra Costa). Tomando como objeto as operações entre narrativa e imagem desenvolvidas pelos cineastas, parte-se dos gêneros narrativos em sua concepção mais clássica – épico, dramático e lírico – para  pensar como os processos de criação de narrativas de si no documentário autobiográfico (SHERMAN, 1998; LANE, 2002; MACDONALD, 2013) podem levantar questões em torno dos processos, poéticas e autorias na escrita cinematográfica (SAYAD, 2008; MARAS, 2009; JOHANN, 2015). Partimos das distinções entre os modos de narrar desses três filmes para entender como os cineastas cristalizam um desejo de, ao invés de representar ‘objetivamente’ uma imagem de si, imaginar a própria interioridade. Assim, eles nos permitem pensar em como, ao nos narrar, não nos representamos, mas nos simulamos.

Link da live:  https://youtu.be/hKt-8OCE3b8

 

06/11 – Sexta-feira – 19h

Olga Preobrazhenskaya, As mulheres de Ryazan e a censura soviética

Camila Cattai de Moraes

Nossa proposta é a de apresentar o filme mais famoso da cineasta Olga Preobrazhenskaya (1881 – 1971), As mulheres de Ryazan, 1927, encomendado pelo Comitê Estadual de Cinematografia da URSS, a Sovkino em comemoração aos 10 anos da Revolução Russa. A URSS, sob o comando de Stalin, encomendou seis filmes de diferentes cineastas para que fossem exaltados o Estado soviético e a Revolução. Das seis obras, Preobrazhenskaya foi a única cineasta que encontrou problemas no lançamento de seu filme que foi censurado e lançado meses mais tarde, com alterações na montagem. O motivo da censura foi o de que a obra não exaltava da maneira esperada o papel do Estado na vida da mulher camponesa. Preobrazhenskaya em 1927 já havia dirigido seis filmes e pelo menos um deles já havia sofrido censura em seu lançamento. A cineasta até o lançamento da obra de 1927 era considerada uma cineasta de filmes infantis e a obra em questão foi a primeira oportunidade de Olga para lançar filmes para o público geral.

Link da live: https://youtu.be/QZb6f9PUjuQ

[CARTA ABERTA EM DEFESA DO CENTRO TÉCNICO AUDIOVISUAL E DA CINEMATECA BRASILEIRA]

No dia 07 de agosto de 2020, a Secretaria do Audiovisual (SAv), vinculada ao Ministério do Turismo, recebeu as chaves da Cinemateca Brasileira. Desde então, mesmo após encontros com associações do setor e promessas de resolução do impasse administrativo, os rumos da instituição permanecem incertos e o acervo segue desprotegido. No dia 16 de setembro, Edianne Paulo de Abreu foi nomeada para a Coordenação Geral do Centro Técnico Audiovisual (CTAv), entidade federal também vinculada à SAv. As duas entidades pertencentes ao Ministério do Turismo, responsáveis pela preservação do patrimônio audiovisual brasileiro estão com as suas estruturas de gestão fragilizadas. De um lado, um órgão público sem comando especializado, nem recursos para gerir o maior acervo audiovisual do país; de outro, uma instituição que passa a ser comandada por uma profissional sem conhecimento e preparo técnicos específicos para gerir um órgão com tamanha complexidade e importância.

O CTAv foi criado em 1985, a partir de um acordo de cooperação técnica entre a Embrafilme e o National Film Board do Canadá, com a missão de apoiar, capacitar, difundir e preservar o audiovisual brasileiro. Desde então, o CTAv apoia a produção de filmes e séries com cessão de equipamentos de filmagem e finalização, além de alguns serviços, em parcerias estabelecidas através de editais. Seu valioso acervo audiovisual inclui materiais que remontam aos anos 1930 e é constituído por cerca de 6 mil títulos e 30 mil rolos de filmes, além de 20 mil negativos fotográficos e quase 2 mil cartazes. Entre as obras, a maior parte da filmografia do pioneiro Humberto Mauro e clássicos da animação brasileira. A nova reserva técnica, lançada em 2013, possui os parâmetros climáticos ideais para a conservação de filmes e tem capacidade para 100 mil rolos. Sua existência é fundamental para a comunidade audiovisual e, devido às suas competências específicas, a instituição precisa ser comandada por profissional com experiência no setor.

As associações aqui subscritas vêm manifestar enorme preocupação com os rumos tomados pela Secretaria do Audiovisual em relação aos órgãos responsáveis pela preservação do patrimônio audiovisual brasileiro e pelo apoio à produção independente. Produtores, cineastas, artistas, curadores, pesquisadores e programadores de salas e mostras de cinema dependem do acesso a esses acervos e instituições para a continuidade de seus trabalhos. Não é somente a preservação audiovisual que se fragiliza neste momento, mas toda a cadeia da produção audiovisual brasileira se vê em risco. A ausência de ações concretas para a resolução do vácuo administrativo da Cinemateca Brasileira e a nomeação de uma coordenadora sem experiência para a gestão do CTAv fragilizam o audiovisual brasileiro.

Em um Estado democrático de direito, as políticas públicas devem ser formuladas com o setor produtivo e a sociedade civil – e jamais estar a reboque de interesses eleitorais. Defendemos, portanto, a importância de um princípio fundamental da gestão pública: a necessidade de nomeações de caráter técnico para órgãos públicos, com o reconhecimento das características técnicas, administrativas e culturais das instituições vinculadas ao audiovisual brasileiro e do mérito dos profissionais especializados da área.

São Paulo, 21 de setembro de 2020.

ABPA – Associação Brasileira de Preservação Audiovisual
ABRACI – Associação Brasileira de Cineastas
APAN – Associação dxs Profissionais do Audiovisual Negro
ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema
ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação
ANDAI – Associação Nacional Distribuidores Independentes
API – Associação das Produtoras Independentes do Audiovisual Brasileiro
ABD-SP – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas de São Paulo
ABD-DF- Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas do Distrito Federal
ABD-GOIÁS – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-Metragistas de Goiás
APTC-RS – Associação Profissional de Técnicos Cinematográficos do RS
SOS Cinemateca-APACI – Associação Paulista de Cineastas
Movimento Cinemateca Acesa
ABCV – Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo
STIC – Sindicato Interestadual dos  Trabalhadores na Cinematográfica e do Audiovisual  – RJ
SINDCINE – Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e do Audiovisual dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e Distrito Federal

SIAESP – Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo

Caros associados,
 
Estará aberta de hoje, 29 de janeiro de 2018, até o dia 16 de fevereiro de 2018 a chamada para proposição ou reproposição dos Seminários Temáticos para o biênio 2018-2019 da SOCINE. A inscrição de proposta está condicionada ao pagamento da anuidade, então será preciso esperar a compensação bancária do pagamento realizado.

Lembramos que, de acordo com decisão de Assembleia Geral da Socine (São Paulo, 2009), ficou estabelecido que os Seminários Temáticos teriam um prazo de vida máximo de seis anos, a partir de 2010, sendo que a cada dois anos desse período, o Seminário precisaria ser reproposto com a troca de pelo menos dois coordenadores, que poderiam voltar à coordenação após o intervalo de dois anos. Tomamos como base o ano de 2010 para início deste ciclo de 6 anos para os STs da Socine (2010-2011/2012-2013/2014-2015). Além disso, levamos em consideração que alguns Seminários começaram seu ciclo de 6 anos em 2010, mas outros só iniciaram depois, em 2012 e 2014. 
 
Para inscrever a proposta basta entrar com a senha de associado no menu inicial, clicar em ENCONTRO, do lado esquerdo da tela, e em seguida aparecerá a opção “Proposta de Seminário”. Um dos coordenadores submete a proposta e os outros dois podem assinar clicando na opção “Incorporar-se à proposta”. Seguem as diretrizes para submissão das propostas.


 

As diretrizes para proposição de Seminários Temáticos para os Encontros anuais de 201e 2019​ são: 

  1. Cada seminário proposto deve contar com a assinatura de três coordenadores doutores de Instituições de Ensino Superior diferentes e que tenham apresentado trabalho em, no mínimo, dois encontros da SOCINE;
  2. Os seminários já existentes podem ser repropostos a cada dois anos, desde que com duração máxima de 6 anos. Para a reproposição de STs que ainda não completaram seus 6 anos de duração, é necessário haver a substituição de pelo menos dois coordenadores;
  3. O prazo para o envio de propostas é de 29 de janeiro de 2018 a 16 de fevereiro de 2018, sem possibilidade de adiamento;
  4. As propostas de Seminários Temáticos devem acompanhar as seguintes indicações: Título (até 100 caracteres); resumo curto (até 1.000 caracteres); resumo expandido (até 4.000 caracteres com espaço), bibliografia (1.000 caracteres) e mini-currículo de cada coordenador (500 caracteres);
  5. A avaliação das propostas se dará da seguinte maneira:​
    ​A. Em um primeiro momento, a secretaria verificará se todos os requisitos formais foram atendidos. O não atendimento a esses quesitos acarreta a eliminação da proposta.
    B. Em seguida, as propostas formalmente aprovadas serão encaminhadas para avaliação por uma comissão composta por membros do Conselho Deliberativo e do Comitê Científico que não sejam proponentes.
  6. Os critérios para avaliação serão os seguintes:
  • especificação de como o ST se renova, em caso de reproposição, e de sua relevância para os estudos de cinema, no caso de primeira proposição;
  • coerência dos objetivos com a proposta geral do ST;
  • pertinência e engajamento com perspectivas contemporâneas dos referenciais teórico-metodológicos;
  • demonstração do potencial de nucleação e construção de redes.    ​
  1. Cada proposta deverá ser encaminhada pelo 1º coordenador do ST mediante preenchimento de formulário online disponível na área do associado. Os outros dois coordenadores deverão agregar os seus nomes à proposta, também pelo site e dentro do prazo máximo estabelecido (​16 de fevereiro de 2018). Assim, todos os proponentes devem entrar em sua área de associado e seguir as instruções, propondo novo seminário ou incorporando-se a alguma proposta de seminário já realizada pelo primeiro coordenador;
  2. A proposta só será validada se todos os três coordenadores tiverem efetuado inscrição pelo site, de acordo com o item 7 acima
  3. A lista final de STs aprovados será divulgada no dia 26 de março de 2018.