O XXVIII Encontro SOCINE será promovido pela Universidade Federal do Pará (UFPA) de 30 de setembro a 03 de outubro de 2025, em Belém (PA).

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

Período de pagamento das inscrições do XXVIII Encontro:
1º. Prazo: 14 de maio a 08 de junho – R$248,00 (profissionais) / R$124,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 09 de junho a 15 de junho – R$278,00 (profissionais) / R$139,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 16 de junho a 22 de junho – R$318,00 (profissionais) / R$159,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

 

BOLSAS DE ISENÇÃO AOS ESTUDANTES:  A lista com os nomes dos estudantes contemplados pode ser conferida aqui. Além destes, os graduandos/graduados aprovados também receberam a isenção. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado e precisarão confirmar a presença no evento (entraremos em contato posteriormente para esta confirmação).

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Ficha do Proponente

Proponente

    Fabio Rodrigues da Silva Filho (UFMG)

Minicurrículo

    Atua em curadorias, montagem e crítica de cinema. Doutorando em Comunicação na Universidade Federal de Minas Gerais, é mestre também pela UFMG. Baiano, graduou-se na UFRB. Atualmente, está na coordenação do Cinema do Dragão. Compôs a comissão de seleção de festivais como CachoeiraDoc, FestCurtasBH, Goiânia Mostra Curtas, FIANB, entre outros. Realizou os filmes “Tudo que é apertado rasga” e “Não vim no mundo pra ser pedra”. Membro do grupo Poéticas da Experiência. É cineclubista e cartazista.

Ficha do Trabalho

Título

    Em torno de uma curadoria territorializada

Seminário

    Políticas, economias e culturas do cinema e do audiovisual no Brasil

Resumo

    A partir do conceito de gestão territorializada, discutimos aqui a proposta de uma curadoria territorializada. Tal práxis será defendida não como método de programação, mas uma elaboração em curso, a partir do campo da exibição no Brasil, especialmente nas salas públicas, ancorando-nos em um caso situado: o Cinema do Dragão. Pensando os cinemas como política pública continuada, ressaltamos a necessidade das salas de cinema para um comum que não silencie as diferenças e que desenvolva contextos.

Resumo expandido

    Sabemos que a experiência de ver filmes em uma sala de cinema se baseia, antes, em uma radical desterritorialização. Ao estender sobre nós sua espessa noite experimental, em companhia de desconhecidos ou do vazio, a sala escura suspende, por um tempo, a gravidade da realidade. Ora nos levando ao mundo próprio do filme, ora nos devolvendo ao mundo em que vivemos, numa intensa fricção, o cinema se vale do território-algum, mesmo quando se trata de filmes fortemente ancorados em um dado contexto, para tornar crível o algum-território proposto em sua escritura. No entanto, esta experiência estética demanda espaço propício onde tal viagem possa acontecer. Mais que isso, não prescinde do ancoramento. Território e seu oposto não se antagonizam, mas potencializam a experiência cinematográfica. Ao falar de territorialização aqui, estamos lançando um olhar sobre a engenharia que torna possível a política do cinema acontecer, as imagens fazerem seu trabalho, o comum gerar comunidade.

    Um rápido balanço de 2024 aponta para um horizonte animador para o parque exibidor: aumento expressivo do número de espectadores, em comparação com os últimos quatro anos, 313 obras nacionais lançadas, 3.515 salas em funcionamento (o maior número em pelo menos dez anos)… No entanto, a realidade da exibição/difusão passa por consideráveis mudanças e desafios. A interrogação sobre a importância das salas de exibição, especialmente aquelas de rua, é uma questão recorrente para qualquer profissional da exibição.

    Esta comunicação tenta tirar consequências da ideia de curadoria territorializada, inspirando-se, assim, no conceito de gestão territorializada (SANTOS, DAVEL, 2019; BARBOSA, 2024). Esta prática curatorial, por assim dizer, estudada aqui a partir de um exemplo situado, não será defendida como um método de programação em cinema, mas como uma elaboração a partir do campo da exibição no Brasil, notadamente a partir das salas públicas e sua tarefa enquanto política pública continuada de democratização do acesso e criação de repertório crítico junto às imagens. No intuito de “reimaginar o cinema como espaço social”, tal como propõe a chamada deste seminário, lançaremos um olhar sobre o campo da exibição, ressaltando aquilo que mais forte se apresenta: a necessidade das salas de cinema para um comum que não silencie as diferenças.

    A partir da experiência do Cinema do Dragão, em Fortaleza (Ceará), num recorte de dois anos, pretende-se pensar esta dimensão aqui chamada de curadoria territorializada. De maneira geral, o termo refere-se à concepção que guia a práxis curatorial a partir de uma vinculação ao território onde o cinema está inserido (sua dimensão histórica, as comunidades nas quais o equipamento é vizinho, a dimensão econômica que instaura/interage), mas também ao próprio território que o cinema é. Lançaremos um olhar sobre a programação enquanto “historicidade viva” (ALVES, 2010), a política de vizinhança com os agentes que fazem o cinema e, sobretudo, ao esforço de situar o filme no curso de uma programação, seja para produzir diálogo e cotejos, ou, mais diretamente, encontro com as obras, permitindo assim que os filmes façam morada, ocupando as telas e produzindo permanentes e insuspeitos diálogos entre a produção dita regional e aquelas de outros lugares.

    O cinema enquanto território será explorado a partir das proposições formativas, do trabalho de comunicação atrelado a um trabalho de mobilização de públicos potencialmente interessados em determinados filmes, permitindo também canais diretos para que os públicos apresentem seus interesses. A dimensão econômica, que envolve remunerações e o uso estratégico do capital simbólico do cinema, também será explorada nesta hipótese provocada. Imaginamos que tal proposta pode ter força de exemplo, e não de modelo, para pensarmos a dimensão de uma curadoria (e também de um cinema) que desenvolve contextos (CESAR, 2020), mas também para repensar formas de reaproximação do público às salas de cinema.

Bibliografia

    BARBOSA, Helena. Gestão territorializada e a política da encruzilhada: é esse ritual que impede o céu de cair. In: COLETTA, Marcos (Org.). Revista Subtexto – Revista de Teatro do Galpão Cine Horto, n. 18, 2024. p. 57-69.
    SANTOS, Fabiana Pimentel. DAVEL, Eduardo Paes. Equipamentos culturais, identidade e território: elementos para uma gestão territorializada. In: LEAL, Nathali; KAUARK, Giuliana; RATTES, Plínio (Orgs). Um lugar para os espaços culturais: gestão, territórios, públicos e programação. Salvador/BA: EDUFBA, 2019.
    GUIMARÃES, César. O que é uma comunidade de cinema?. Revista Eco-Pós, v. 18, n. 1, p. 45–56, 2015.
    CESAR, Amaranta. Conviver com o cinema: curadoria e programação como intervenção na história. CESAR, A. [et. al.] (Orgs.). In: Desaguar em cinema: documentário, memória e a..o com o CachoeiraDoc. Salvador/BA: EDUFBA, 2020. p. 137-156.
    ALVES, Cauê. A curadoria como historicidade viva. In: RAMOS, A. Dias (Org.). Sobre o ofício do curador. Porto Alegre/RS: Zouk, 2010.

Em reunião do Conselho da Socine, de 20 de dezembro de 2024, foram aprovados os novos Seminários Temáticos.

Respeitando o tradicional processo de avaliação dos STs, os avaliadores são membros dos Conselhos e do Comitê Científico, levando em conta, como critério, seu distanciamento em relação às coordenações ou participações constantes em STs existentes. Neste ano foram designados cinco (5) pareceristas para compor a Comissão de Avaliação.

Durante o período de inscrição, foram recebidas dezessete (17) propostas aptas a serem avaliadas no Edital de Proposição e Reproposição de STs – biênio 2025-2026. Os avaliadores da comissão analisaram todas as propostas, levando em conta os critérios abaixo indicados no Edital, que se desdobram da ficha de inscrição divulgada à comunidade SOCINE:

  1. Indicação da articulação pré-existente entre as pesquisas dos proponentes;
    2.Indicação da rede de pesquisadores que se imagina compor no Brasil e fora, a partir do seminário.
    3.Indicação do potencial de nucleação e construção de redes.
    4.Indicação da contribuição do ST para o(s) campo(s) de conhecimento, em termos teóricos, metodológicos e analíticos.
    5.Justificativa da singularidade da proposta em relação ao campo do conhecimento.
    6.Indicação do lugar da proposta apresentada em relação às pesquisas existentes.
    7.Indicação de hipóteses sobre a importância do seminário para a pesquisa proposta;
    8.Demonstração da coerência dos objetivos com a proposta geral do ST.

A partir dos critérios indicados para avaliação, os critérios de desempate foram: singularidade das propostas, a fim de evitar sobreposição; qualidade e clareza da estrutura geral das propostas; foco definido para o novo biênio.

Após o uso desses critérios, foram ranqueados e selecionados 14 STs para o biênio 2025-2026, conforme definição em Edital, e que vão apresentados em ordem alfabética para esta divulgação:

  1. (Re)existências negras e africanas no audiovisual: epistemes, fabulações e experiências
  2. Arquivo e contra-arquivo: práticas, métodos e análises de imagens
  3. Cinema e audiovisual na América Latina: novas perspectivas epistêmicas, estéticas e geopolíticas
  4. Cinema e Espaço
  5. Cinemas, Comunidades, Territórios: interpelações aos gestos analíticos
  6. Edição e Montagem audiovisual: reflexões, articulações e experiências entre telas e além das telas
  7. Estética e Teoria da Direção de Arte Audiovisual
  8. Estudos Comparados do Cinema
  9. Estudos do insólito e do horror no audiovisual
  10. Festivais e mostras de cinema e audiovisual
  11. Histórias e tecnologias do som no audiovisual
  12. Políticas, economias e culturas do cinema e do audiovisual no Brasil
  13. Tenda Cuir
  14. Teoria de Cineastas: dos processos de criação à dimensão política do cinema

O XXVII Encontro SOCINE será promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), de 22 a 25 de outubro, em Campo Grande (MS).

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

Período de pagamento das inscrições do XXVII Encontro:
1º. Prazo: 27 de maio a 16 de junho – R$237,00 (profissionais) / R$118,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 17 de junho a 30 de junho – R$267,00 (profissionais) / R$133,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 01 de julho a 07 de julho – R$307,00 (profissionais) / R$153,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

IMPORTANTE: Os discentes que solicitaram bolsa de isenção do pagamento do Encontro devem aguardar a divulgação da lista. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado.

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

O XXVI Encontro SOCINE será promovido pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), de 07 a 10 de novembro, em Foz do Iguaçu.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

 

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

1º. Prazo: 11 de julho a 30 de julho – R$227,00 (profissionais) / R$113,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 31 de julho a 06 de agosto – R$257,00 (profissionais) / R$128,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 07 de agosto a 13 de agosto  – R$297,00 (profissionais) / R$148,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

IMPORTANTE: Os discentes que solicitaram bolsa de isenção do pagamento do Encontro devem aguardar a divulgação da lista. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado.

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Em reunião do Conselho da Socine, de 27 de fevereiro de 2023, foram aprovados os novos Seminários Temáticos.

Respeitando o tradicional processo de avaliação dos STs, os avaliadores são membros dos Conselhos e do Comitê Científico, levando em conta, como critério, seu distanciamento em relação às coordenações ou participações constantes em STs existentes. Neste ano foram designados cinco (5) pareceristas para compor a Comissão de Avaliação.
Durante o período de inscrição, foram recebidas dezessete (17) propostas aptas a serem avaliadas no Edital de Proposição e Reproposição de STs – biênio 2023-2024. Os avaliadores da comissão analisaram todas as propostas, levando em conta os critérios abaixo indicados no Edital, que se desdobram da ficha de inscrição divulgada à comunidade SOCINE:

  1. Indicação da articulação pré-existente entre as pesquisas dos proponentes;
    2.Indicação da rede de pesquisadores que se imagina compor no Brasil e fora, a partir do seminário.
    3.Indicação do potencial de nucleação e construção de redes.
    4.Indicação da contribuição do ST para o(s) campo(s) de conhecimento, em termos teóricos, metodológicos e analíticos.
    5.Justificativa da singularidade da proposta em relação ao campo do conhecimento.
    6.Indicação do lugar da proposta apresentada em relação às pesquisas existentes.
    7.Indicação de hipóteses sobre a importância do seminário para a pesquisa proposta;
    8.Demonstração da coerência dos objetivos com a proposta geral do ST.

A partir dos critérios indicados para avaliação, os critérios de desempate foram: singularidade das propostas, a fim de evitar sobreposição; qualidade e clareza da estrutura geral das propostas; foco definido para o novo biênio.

Após o uso desses critérios, foram ranqueados e selecionados 14 STs para o biênio 2023-2024, conforme definição em Edital, e que vão apresentados em ordem alfabética para esta divulgação:

  1. Cinema Comparado
  2. Cinema e audiovisual na América Latina: novas perspectivas epistêmicas, estéticas e geopolíticas
  3. Cinema experimental: histórias, teorias e poéticas
  4. Cinema no Brasil: a história, a escrita da história e as estratégias de sobrevivência
  5. Cinemas decoloniais, periféricos e das naturezas
  6. Cinemas negros: estéticas, narrativas e políticas audiovisuais na África e nas afrodiásporas
  7. Estética e plasticidade da direção de fotografia
  8. Estética e teoria da direção de arte audiovisual
  9. Estilo e som no audiovisual
  10. Estudos de Roteiro e Escrita Audiovisual
  11. Estudos do insólito e do horror no audiovisual
  12. Festivais e mostras de cinema e audiovisual
  13. Políticas, economias e culturas do cinema e do audiovisual no Brasil
  14. Tenda Cuir

O XXV Encontro SOCINE será promovido pela Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Universidade Anhembi Morumbi e da Cinemateca Brasileira,  entre os dias 08 a 11 de novembro de 2022 (Presencial) e 14 a 15 de novembro de 2022 (Remoto).

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

 

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

1º. Prazo: 08 de agosto a 28 de agosto – R$216,00 (profissionais) / R$108,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 29 de agosto a 04 de setembro – R$246,00 (profissionais) / R$123,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 05 de setembro a 11 de setembro – R$286,00 (profissionais) / R$143,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

IMPORTANTE: Os discentes que solicitaram bolsa de isenção do pagamento do Encontro devem aguardar a divulgação da lista. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado.

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.