O XXVIII Encontro SOCINE será promovido pela Universidade Federal do Pará (UFPA) de 30 de setembro a 03 de outubro de 2025, em Belém (PA).

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

Período de pagamento das inscrições do XXVIII Encontro:
1º. Prazo: 14 de maio a 08 de junho – R$248,00 (profissionais) / R$124,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 09 de junho a 15 de junho – R$278,00 (profissionais) / R$139,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 16 de junho a 22 de junho – R$318,00 (profissionais) / R$159,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

 

BOLSAS DE ISENÇÃO AOS ESTUDANTES:  A lista com os nomes dos estudantes contemplados pode ser conferida aqui. Além destes, os graduandos/graduados aprovados também receberam a isenção. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado e precisarão confirmar a presença no evento (entraremos em contato posteriormente para esta confirmação).

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Em reunião do Conselho da Socine, de 20 de dezembro de 2024, foram aprovados os novos Seminários Temáticos.

Respeitando o tradicional processo de avaliação dos STs, os avaliadores são membros dos Conselhos e do Comitê Científico, levando em conta, como critério, seu distanciamento em relação às coordenações ou participações constantes em STs existentes. Neste ano foram designados cinco (5) pareceristas para compor a Comissão de Avaliação.

Durante o período de inscrição, foram recebidas dezessete (17) propostas aptas a serem avaliadas no Edital de Proposição e Reproposição de STs – biênio 2025-2026. Os avaliadores da comissão analisaram todas as propostas, levando em conta os critérios abaixo indicados no Edital, que se desdobram da ficha de inscrição divulgada à comunidade SOCINE:

  1. Indicação da articulação pré-existente entre as pesquisas dos proponentes;
    2.Indicação da rede de pesquisadores que se imagina compor no Brasil e fora, a partir do seminário.
    3.Indicação do potencial de nucleação e construção de redes.
    4.Indicação da contribuição do ST para o(s) campo(s) de conhecimento, em termos teóricos, metodológicos e analíticos.
    5.Justificativa da singularidade da proposta em relação ao campo do conhecimento.
    6.Indicação do lugar da proposta apresentada em relação às pesquisas existentes.
    7.Indicação de hipóteses sobre a importância do seminário para a pesquisa proposta;
    8.Demonstração da coerência dos objetivos com a proposta geral do ST.

A partir dos critérios indicados para avaliação, os critérios de desempate foram: singularidade das propostas, a fim de evitar sobreposição; qualidade e clareza da estrutura geral das propostas; foco definido para o novo biênio.

Após o uso desses critérios, foram ranqueados e selecionados 14 STs para o biênio 2025-2026, conforme definição em Edital, e que vão apresentados em ordem alfabética para esta divulgação:

  1. (Re)existências negras e africanas no audiovisual: epistemes, fabulações e experiências
  2. Arquivo e contra-arquivo: práticas, métodos e análises de imagens
  3. Cinema e audiovisual na América Latina: novas perspectivas epistêmicas, estéticas e geopolíticas
  4. Cinema e Espaço
  5. Cinemas, Comunidades, Territórios: interpelações aos gestos analíticos
  6. Edição e Montagem audiovisual: reflexões, articulações e experiências entre telas e além das telas
  7. Estética e Teoria da Direção de Arte Audiovisual
  8. Estudos Comparados do Cinema
  9. Estudos do insólito e do horror no audiovisual
  10. Festivais e mostras de cinema e audiovisual
  11. Histórias e tecnologias do som no audiovisual
  12. Políticas, economias e culturas do cinema e do audiovisual no Brasil
  13. Tenda Cuir
  14. Teoria de Cineastas: dos processos de criação à dimensão política do cinema

O XXVII Encontro SOCINE será promovido pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), de 22 a 25 de outubro, em Campo Grande (MS).

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

Período de pagamento das inscrições do XXVII Encontro:
1º. Prazo: 27 de maio a 16 de junho – R$237,00 (profissionais) / R$118,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 17 de junho a 30 de junho – R$267,00 (profissionais) / R$133,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 01 de julho a 07 de julho – R$307,00 (profissionais) / R$153,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

IMPORTANTE: Os discentes que solicitaram bolsa de isenção do pagamento do Encontro devem aguardar a divulgação da lista. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado.

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

O XXVI Encontro SOCINE será promovido pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), de 07 a 10 de novembro, em Foz do Iguaçu.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

 

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

1º. Prazo: 11 de julho a 30 de julho – R$227,00 (profissionais) / R$113,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 31 de julho a 06 de agosto – R$257,00 (profissionais) / R$128,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 07 de agosto a 13 de agosto  – R$297,00 (profissionais) / R$148,50 (estudantes/profissionais sem vínculo)

IMPORTANTE: Os discentes que solicitaram bolsa de isenção do pagamento do Encontro devem aguardar a divulgação da lista. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado.

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Ficha do Proponente

Proponente

    Fabio Camarneiro (UFES)

Minicurrículo

    Fabio Camarneiro é professor no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. É doutor em Meios e Processos Audiovisuais e mestre em Comunicação Impressa e Audiovisual, ambos pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA / USP. Tem textos publicados nos livros “Ismail Xavier: um pensador do cinema brasileiro”, “Revisitar a teoria do cinema: Teoria dos cineastas, vol. 3”, entre outros.

Ficha do Trabalho

Título

    Geometria do poder: imagens do Estado em dois filmes indigenistas

Seminário

    Cinema e audiovisual na América Latina: novas perspectivas epistêmicas, estéticas e geopolíticas

Formato

    Presencial

Resumo

    O Estado brasileiro aparece em Uaká (Paula Gaitán, 1988) na arquitetura dos prédios de Brasília e, em Serras da desordem (Andrea Tonacci, 2006), na montagem de imagens da “modernização conservadora” do país. A geometrização do espaço, associada à ideia de um poder central, entende os traços vetoriais tanto como “segmento de reta” quanto como uma “determinada orientação” rumo ao progresso econômico. Resistindo a isso, os filmes marcam a presença dos rituais e dos corpos dos indígenas.

Resumo expandido

    Durante as últimas décadas, o crescimento da produção audiovisual realizada por indígenas e populações originárias tem acompanhado (e, ao mesmo tempo, provocado) uma revisão em alguns pressupostos do cinema etnográfico. Em meio a esse cenário, há o surgimento do termo “etnografia experimental”, que “começou a circular na teoria antropológica pós-colonial como uma forma de se referir a discursos que contornam o empirismo e a objetividade convencionalmente associados à etnografia” (RUSSELL, 1999, p. xi).
    Por seu caráter ensaístico, que, entre outras estratégias, resolve abolir a didática voz over que tenta explicar as imagens do ritual indígena, Uaká (Paula Gaitán, 1988) pode ser entendido como exemplo de “etnografia experimental”. Dedicado ao Quarup, ritual de homenagem aos mortos realizado na região do Alto Xingu, alguns poucos momentos do filme mostram a cidade de Brasília: a icônica silhueta dos edifícios da Câmara dos Deputados e do Senado Federal e, ao fundo, um sol alaranjado à altura do horizonte. Em frente a um prédio público, com sua fachada branca e os signos da arquitetura modernista de Oscar Niemeyer, vemos um homem de traços indígenas: uma vista frontal e outra lateral, a imobilidade corporal, a expressão vazia não estão distantes do retrato produzido para um documento oficial ou uma ficha policial.
    Tais imagens da capital federal podem ser entendidas de diferentes maneiras, mas certamente funcionam como contraponto para o ritual indígena que, organizado em torno de um totem, vê a aparição desse outro totem (a cidade modernista), símbolo da burocracia do Estado brasileiro. As imagens em Uaká não parecem capazes de abarcar a figura do indígena. A arquitetura da cidade não parece ter lugar para ele. Brasília representa um projeto de país do qual os indígenas foram excluídos.
    Realizado quase duas décadas depois do filme de Paula Gaitán — e importante exemplo de “etnografia experimental” —, Serras da desordem (Andrea Tonacci, 2006) narra a conturbada trajetória do indígena Carapiru, da etnia awá guajá. Ainda que de relance, mais uma vez encontramos as imagens da capital federal (a Praça dos Três Poderes, a Esplanada dos Ministérios). E, mais uma vez, o indígena aparece deslocado. Porém, mais que as imagens de Brasília, é a complexa estrutura do filme de Andrea Tonacci que deixa entrever como “os passos de Carapiru não são mais dirigidos por ele, mas ditados pelo Estado” (COHN, 2008, p. 51). Para Luís Alberto Rocha Melo, um bom exemplo estaria na cena do encontro entre Carapiru e o sertanista Sydney Possuelo, que revelaria “a relação existente entre a educação e o controle ideológico, entre a ação do Estado e a dominação de grupos sociais sobre outros” (MELO, 2008, p. 39).
    O Estado brasileiro reaparece em Serras da desordem na montagem de filmes de arquivo que recupera, em tom ora crítico, ora paródico, imagens próximas ao espírito da propaganda ufanista dos anos 1980 e 1990, quando “um país vai sendo construído pelas mãos dos militares e dos industriais, ancorados no milagre econômico, na violenta repressão política e no endividamento externo” (MELO, 2008, p. 39).
    As relações de poder modificam a paisagem. Em Serras da desordem, a visualidade sinuosa da mata, cheia de curvas e reentrâncias, passa a ser perturbada pelas linhas retas das cercas de arame-farpado, pela verticalidade do trem que se aproxima da câmera, pela linha inexorável da estrada de terra batida que ruma até o horizonte. Se a geometrização do espaço está associada à ideia de um poder central, os traços vetoriais — aqui entendidos no duplo sentido de “segmento de reta” e de “determinada orientação” — insistem, a todo custo, em sobrepujar as formas orgânicas e selvagens. Tanto em Uaká como em Serras da desordem podemos perceber como certo projeto de país, reiterado durante os 21 anos de ditadura militar, pretendia “enquadrar” os indígenas, seus corpos e suas terras em linhas vetoriais que tinham como único horizonte o progresso econômico.

Bibliografia

    COHN, Clarice. “Reflexões sobre Serras da desordem”. In: CAETANO, Daniel (org.). Serras da desordem. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2008. pp. 43-57. (Odeon; 1)
    MARGUILES, Ivone. “A-filiação em Serras da desordem”. Devires: cinema e humanidades, Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG, vol. 9, nº 2, pp. 70-91, jul.-dez. 2012.
    MELO, Luis Alberto Rocha. “O lugar das imagens”. In: CAETANO, Daniel (org.). Serras da desordem. Rio de Janeiro: Azougue Editorial, 2008. pp. 25-42. (Odeon; 1)
    PAIVA, Marcelo. “As bifurcações do tempo: considerações sobre três figuras temporais no filme Serras da desordem, de Andrea Tonacci”. Contracampo, Niterói, vol. 38, nº 3, pp. 54-67, dez. 2019-mar. 2020.
    RUSSELL, Catherine. Experimental Ethnography: The Work of Film in the Age of Video. Durham; London: Duke University Press, 1999.

Em reunião do Conselho da Socine, de 27 de fevereiro de 2023, foram aprovados os novos Seminários Temáticos.

Respeitando o tradicional processo de avaliação dos STs, os avaliadores são membros dos Conselhos e do Comitê Científico, levando em conta, como critério, seu distanciamento em relação às coordenações ou participações constantes em STs existentes. Neste ano foram designados cinco (5) pareceristas para compor a Comissão de Avaliação.
Durante o período de inscrição, foram recebidas dezessete (17) propostas aptas a serem avaliadas no Edital de Proposição e Reproposição de STs – biênio 2023-2024. Os avaliadores da comissão analisaram todas as propostas, levando em conta os critérios abaixo indicados no Edital, que se desdobram da ficha de inscrição divulgada à comunidade SOCINE:

  1. Indicação da articulação pré-existente entre as pesquisas dos proponentes;
    2.Indicação da rede de pesquisadores que se imagina compor no Brasil e fora, a partir do seminário.
    3.Indicação do potencial de nucleação e construção de redes.
    4.Indicação da contribuição do ST para o(s) campo(s) de conhecimento, em termos teóricos, metodológicos e analíticos.
    5.Justificativa da singularidade da proposta em relação ao campo do conhecimento.
    6.Indicação do lugar da proposta apresentada em relação às pesquisas existentes.
    7.Indicação de hipóteses sobre a importância do seminário para a pesquisa proposta;
    8.Demonstração da coerência dos objetivos com a proposta geral do ST.

A partir dos critérios indicados para avaliação, os critérios de desempate foram: singularidade das propostas, a fim de evitar sobreposição; qualidade e clareza da estrutura geral das propostas; foco definido para o novo biênio.

Após o uso desses critérios, foram ranqueados e selecionados 14 STs para o biênio 2023-2024, conforme definição em Edital, e que vão apresentados em ordem alfabética para esta divulgação:

  1. Cinema Comparado
  2. Cinema e audiovisual na América Latina: novas perspectivas epistêmicas, estéticas e geopolíticas
  3. Cinema experimental: histórias, teorias e poéticas
  4. Cinema no Brasil: a história, a escrita da história e as estratégias de sobrevivência
  5. Cinemas decoloniais, periféricos e das naturezas
  6. Cinemas negros: estéticas, narrativas e políticas audiovisuais na África e nas afrodiásporas
  7. Estética e plasticidade da direção de fotografia
  8. Estética e teoria da direção de arte audiovisual
  9. Estilo e som no audiovisual
  10. Estudos de Roteiro e Escrita Audiovisual
  11. Estudos do insólito e do horror no audiovisual
  12. Festivais e mostras de cinema e audiovisual
  13. Políticas, economias e culturas do cinema e do audiovisual no Brasil
  14. Tenda Cuir

O XXV Encontro SOCINE será promovido pela Universidade de São Paulo (USP), com apoio da Universidade Anhembi Morumbi e da Cinemateca Brasileira,  entre os dias 08 a 11 de novembro de 2022 (Presencial) e 14 a 15 de novembro de 2022 (Remoto).

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

 

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento da inscrição dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Importante ressaltar que esse é um pagamento diferente do feito anteriormente, relacionado à anuidade. Dessa forma, são dois pagamentos: anuidade (já pago) e inscrição do Encontro (a pagar). Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos. O pagamento da inscrição deverá ser feito pela área do associado, via Paypal.

1º. Prazo: 08 de agosto a 28 de agosto – R$216,00 (profissionais) / R$108,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

2º. Prazo: 29 de agosto a 04 de setembro – R$246,00 (profissionais) / R$123,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

Prazo final: 05 de setembro a 11 de setembro – R$286,00 (profissionais) / R$143,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)

IMPORTANTE: Os discentes que solicitaram bolsa de isenção do pagamento do Encontro devem aguardar a divulgação da lista. Os estudantes contemplados terão a isenção cadastrada no perfil diretamente na Área do associado.

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.