Apuração da Eleição para Diretoria, Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Representantes Discentes da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual para o período 2017/2019

O total de votos válidos recebidos foi de 193, tendo todos sido computados e validados pela Comissão Eleitoral responsável pela apuração. Após o fechamento da apuração não foram recebidos mais votos. A Chapa 1 recebeu 185 votos a favor, 3 contra e 5 nulos. A eleição para os representantes do Conselho Deliberativo teve como resultado o seguinte: Marcel Vieira Barreto Silva,129 votos; Mariana Baltar, 126 votos; Karla Holanda, 114 votos; Sheila Schvarzman, 97 votos; Denise Tavares da Silva, 93 votos; Osmar Gonçalves dos Reis Filho, 92 votos; Patrícia Moran Fernandes, 89 votos; Pedro Maciel Guimarães Junior, 87 votos; Erick Felinto, 84 votos;  Adriana Mabel Fresquet, 73 votos; Milena Szafir, 73 votos; Jamer Guterres de Mello, 69 votos; Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim, 66 votos; Eduardo Tulio Baggio, 65; Lisandro Nogueira,  65 votos; que foram considerados Eleitos pela Comissão Eleitoral. Os outros Candidatos que concorreram para a eleição do Conselho Deliberativo receberam a seguinte votação: Denize Correa Araujo, 64 votos; Pedro Peixoto Curi, 62 votos; Gabriela Machado Ramos de Almeida, 60 votos. A eleição para os representantes discentes teve o seguinte resultado: Wendell Marcel Alves da Costa, 100 votos; Marcela D. de Oliveira Soalheiro Cruz, 91 votos; que foram considerados eleitos pela Comissão Eleitoral. O outro candidato discente foi: Pedro de Araujo Nogueira Tinen, 86 votos. A eleição para os representantes do Conselho Fiscal teve o seguinte resultado: Suzana Reck Miranda, 146; Hadija Chalupe da Silva, 138 votos; Luiz Augusto Coimbra de Rezende Filho,125 votos. Os três foram considerados eleitos.

Comissão Eleitoral: Fábio Uchôa, Luiz Antonio Mousinho e Sancler Ebert.

João Pessoa, 19 de Outubro de 2017.


 

 

Lista geral dos eleitos para a gestão 2017-2019

 

Diretoria

Presidente: Angela Freire Prysthon (UFPE)

Vice-presidente: Ramayana Lira de Sousa (UNISUL)

Tesoureiro: Cristian da Silva Borges (USP)

Secretário Acadêmico: Fernando Morais da Costa (UFF)

 

Conselho deliberativo

Marcel Vieira Barreto Silva (UFPB)

Mariana Baltar (UFF)

Karla Holanda (UFF)

Sheila Schvarzman (UAM)

Denise Tavares da Silva (UFF)

Osmar Gonçalves dos Reis Filho (UFC)

Patrícia Moran Fernandes (USP)

Pedro Maciel Guimarães Junior (UNICAMP)

Erick Felinto (UERJ)

Adriana Mabel Fresquet (UFRJ)

Milena Szafir (UFC)

Jamer Guterres de Mello (UAM)

Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim (UFRJ/UNIRIO)

Eduardo Tulio Baggio (UNESPAR)

Lisandro Nogueira (UFG)

 

 

Representantes discentes:

Wendell Marcel Alves da Costa (UFRN)

Marcela D. de Oliveira Soalheiro Cruz (PUC-Rio)

 

 

Conselho fiscal:

Suzana Reck Miranda (UFSCAR)

Hadija Chalupe da Silva (UFF)

Luiz Augusto Coimbra de Rezende Filho (UFRJ)

Caras e caros associados,

Seguindo as normas do edital para as eleições 2017/2019 da Socine, seguem as candidaturas homologadas pela Comissão Eleitoral, para o processo de votação que ocorrerá entre os dias 18 e 19 de outubro, na UFPB:

 

Diretoria (Chapa única)

 Angela Freire Prysthon (UFPE) (Presidente)

Ramayana Lira de Sousa (UNISUL) (Vice-presidente)

Cristian da Silva Borges (USP) (Tesoureiro)

Fernando Morais da Costa (UFF) (Secretário)

 

Conselho Deliberativo

 Adriana Mabel Fresquet (UFRJ)

Denise Tavares da Silva (UFF)

Denize Correa Araujo (UTP)

Eduardo Tulio Baggio (UNESPAR)

Erick Felinto (UERJ)

Gabriela Machado Ramos de Almeida (ULBRA)

Jamer Guterres de Mello (UAM)

Karla Holanda (UFF)

Lisandro Nogueira (UFG)

Luíza Beatriz Amorim Melo Alvim (UNIRIO)

Marcel Vieira Barreto Silva (UFPB)

Mariana Baltar (UFF)

Milena Szafir (UFC)

Osmar Gonçalves dos Reis Filho (UFC)

Patrícia Moran Fernandes (USP)

Pedro Maciel Guimarães Junior (UNICAMP)

Pedro Peixoto Curi (ESPM Rio)

Sheila Schvarzman (UAM)

 

Conselho Fiscal

Hadija Chalupe da Silva (UFF)

Luiz Augusto Coimbra de Rezende Filho (UFRJ)

Suzana Reck Miranda (UFSCAR)

 

Representantes discentes

Marcela Dutra de Oliveira Soalheiro Cruz (PUC-Rio)

Pedro de Araujo Nogueira Tinen (UNICAMP)

Wendell Marcel Alves da Costa (UFRN)

Nos dias 13 e 14 de outubro de 2017, o Cine Aruanda receberá uma série de palestras e oficinas relacionadas à exibição cinematográfica, espectatorialidades e artes da projeção no Brasil. O evento antecede o XXI Encontro Anual da SOCINE, que se realiza de 17 a 20 de outubro no campus da UFPB.

Clique na imagem para acessar a programação
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Os encontros serão informais, prevalecendo a troca de experiências por meio de conversas e discussão de temas relacionados à diversidade das experiências de
práticas de exibição e de modos de ver.

 

SOCIEDADE BRASILEIRA DE ESTUDOS DE CINEMA E AUDIOVISUAL/SOCINE

 

ELEIÇÃO PARA DIRETORIA – 2017/2019

PARA CONSELHO DELIBERATIVO – 2017/2019

PARA CONSELHO FISCAL – 2017/2019

 

Pelo presente EDITAL, a Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual/SOCINE, através de sua COMISSÃO ELEITORAL, em acordo com o Estatuto da Associação e com o que vem sendo praticado e ratificado pelas Assembleias da entidade, convoca todos os associados, com direito a voto e em dia com a anuidade da SOCINE, para eleição: da Diretoria – constando de Presidente, Vice-Presidente, Secretário e Tesoureiro, todos associados da categoria Profissional com título mínimo de doutor; do Conselho Deliberativo – constando de 15 membros, todos associados da categoria Profissional e/ou Honorário: professores, pesquisadores, realizadores e outros (dos quais, pela classificação, são escolhidos também 02 suplentes), bem como de 02 membros associados da categoria Estudante: mestrandos ou doutorandos; do Conselho Fiscal – constando de 03 membros da categoria Profissional, todos com título mínimo de doutor.

 

A cada associado é permitida apenas uma reeleição sucessiva para o mesmo cargo. O associado profissional que há quatro anos consecutivos ocupa um lugar no Conselho Deliberativo pode candidatar-se a cargos da Diretoria ou do Conselho Fiscal (e vice-versa). Cada integrante da Diretoria pode candidatar-se a apenas uma reeleição para o mesmo cargo e não poderá integrar a Diretoria por mais de três mandatos consecutivos, independentemente do cargo que ocupar.

 

O associado que estiver apto e quiser se candidatar para qualquer um dos cargos acima deverá enviar sua solicitação de candidatura até 01 de OUTUBRO de 2017, por e-mail concomitantemente dirigido aos três titulares da Comissão Eleitoral, a saber:

 

FÁBIO RADDI UCHOA – raddiuchoa@gmail.com (Presidente)

PATRÍCIA REBELLO DA SILVA – patirebello21@gmail.com

SANCLER EBERT – sanclerebert@yahoo.com.br

 

Na solicitação, o candidato deverá informar: Nome completo; Titulação; Cargo ao qual se candidata; Mini-currículo (até 05 linhas); Link para o currículo Lattes.

 

Candidaturas enviadas fora do prazo e/ou das normas descritas acima serão desconsideradas.

 

A Comissão Eleitoral divulgará a relação dos candidatos através do site da SOCINE a partir do dia 10 de OUTUBRO de 2017.

 

A eleição será realizada nos dias 18 e 19 de OUTUBRO de 2017, na sede do XXI Encontro Anual da SOCINE, na UFPB, em João Pessoa, PB.

 

O resultado será divulgado pela Comissão durante a Assembleia Geral do dia 20 de OUTUBRO.

Os cargos eletivos da SOCINE, vale lembrar, envolvem importantes comprometimentos, que merecem ser avaliados desde o momento da candidatura. Tais atribuições estão detalhadas, de modo sugerido, no anexo deste edital. Entre as principais, comuns a todos os cargos estão: a) a participação nas reuniões do Conselho Deliberativo e b) a emissão de pareceres relativos aos encontros.

 

Comissão Eleitoral SOCINE/2017:

FÁBIO RADDI UCHÔA (UTP) – Presidente.

PATRÍCIA REBELLO DA SILVA (UERJ)

SANCLER EBERT (UFSCAR)

LUIZ ANTÔNIO MOUSINHO MAGALHÃES (UFPB) – Suplente

                                                         

 

ANEXO – Atribuições sugeridas dos cargos de Diretoria e dos Conselhos da SOCINE.

 

Diretoria:

 

participar das Reuniões do Conselho Deliberativo (usualmente ocorrem em janeiro, em maio/junho e durante o Encontro);

 

Presidência:

representar a SOCINE sempre que solicitado, inclusive nas Reuniões de Conselhos;

 

Vice-presidência:

editar a Revista REBECA continuamente;

 

Secretaria Acadêmica:

resolver todas as dúvidas acadêmicas que surgirem; realizar a distribuição das propostas de comunicações (em média 400) aos pareceristas respeitando as orientações (não designar a pessoas com relação de orientação ou da mesma instituição, etc); comprometer-se com a formação das sessões do Encontro a partir de eixos temáticos; confirmar todas as operações bancárias da SOCINE realizadas pela tesouraria.

 

Tesouraria:

realizar todos os pagamentos da sociedade; em períodos de pagamento de anuidade ou inscrição no encontro, entrar diariamente no sistema bancário para realizar as baixas dos boletos pagos; comprometer-se com a prestação de contas (ao contador e aos sócios); resolver todas as dúvidas e questões financeiras dos sócios e da SOCINE.

 

Conselho Deliberativo:

 

participar das Reuniões do Conselho Deliberativo (usualmente ocorrem em janeiro, em maio/junho e durante o Encontro); comprometer-se com a avaliação dos trabalhos inscritos para o Encontro, emitindo em média 30 pareceres no período de março/junho de cada ano;

 

Conselho Fiscal:

 

participar das Reuniões do Conselho Deliberativo (usualmente ocorrem em janeiro, em maio/junho e durante o Encontro); comprometer-se com a avaliação dos trabalhos inscritos para o Encontro, emitindo em média 30 pareceres no período de março/junho de cada ano;

 

Comitê Científico:

 

participar das Reuniões do Conselho Deliberativo (usualmente ocorrem em janeiro, em maio/junho e durante o Encontro); avaliar as propostas de STs (apenas uma vez, já no início do mandato); comprometer-se com a avaliação dos trabalhos inscritos para o Encontro, emitindo em média 30 pareceres no período de março/junho de cada ano;

 

Representantes discentes:

 

participar das Reuniões do Conselho Deliberativo; avaliar os painéis inscritos para o Encontro, emitindo em média 30 pareceres no período de março/junho de cada ano; comprometer-se com a organização do Fórum Discente e da Hospedagem Solidária para o evento.

 

 

Prezados colegas

 

É com tristeza que soubemos ontem do falecimento de Maria Rita Galvão.

Maria Rita é amiga e referência para muitos de nós na Socine. Há dois anos tivemos o prazer de homenageá-la e tê-la conosco em Campinas. Aos familiares e amigos, nosso forte abraço e sentimentos.

 

A diretoria

O XXI Encontro SOCINE acontecerá na UFPB, em João Pessoa, de 17 a 20 de outubro de 2017.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 12  a 26 de junho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
  • SEGUNDO PRAZO: 27 de junho a 17 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
  • TERCEIRO PRAZO: 18 de julho a 7 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Ficha do Proponente

Proponente

    Morgana Gama de Lima (UFBA)

Minicurrículo

    Doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas (Póscom/UFBA), mestre em Cultura e Sociedade (IHAC/ UFBA) com graduação em Comunicação Social (UNEB e UFBA). Atualmente é membro do grupo de pesquisa Laboratório de Análise Fílmica (LAF/Póscom/UFBA) e se interessa pela interface entre audiovisual e questões de autoria, sobretudo, em relação aos cinemas africanos de língua portuguesa.

Ficha do Trabalho

Título

    Trans-posições em “A república di mininus”: alegorias em análise

Seminário

    Cinemas em português: aproximações – relações

Resumo

    Embora o discurso alegórico já tenha sido fruto de muitas discussões teóricas, compreender seu funcionamento em produções audiovisuais ainda é um desafio. Considerando que o filme A república di mininus (Flora Gomes, 2011) é uma narrativa marcadamente alegórica, pretende-se observar de que modo as estratégias utilizadas para compor a encenação fílmica contribuem para o que denominamos aqui de “modo de leitura alegórica” ou “alegorizante”, nos moldes da abordagem semiopragmática (ODIN, 2000).

Resumo expandido

    A relação entre alegoria e narrativa cinematográfica como possível chave analítica não é uma proposta nova. Em seu livro Alegorias do subdesenvolvimento, Ismail Xavier (2012), ao se debruçar sobre filmes brasileiros do Cinema Novo e do Cinema Marginal, já teria dito que a interpretação alegórica nos filmes exige uma análise que deve considerar todas as dimensões da obra, tanto os aspectos que concernem ao desenvolvimento da narrativa, quanto da composição visual e sonora. Embora a alegoria demande o reconhecimento de sua forma e sintaxe no texto, o que deve ser observado não é apenas o modo como isso repercute em uma “estrutura alegórica”, mas como em virtude dessa estrutura o espectador é mobilizado a uma leitura alegórica. Em A república di mininus (2011), filme mais recente do cineasta guineense Flora Gomes, a narrativa encena um contexto pós-conflito em que os adultos desaparecem de uma cidade, deixando apenas as crianças. Como forma de sobrevivência, as crianças se reúnem e formam uma espécie de “república” em que o governo e outros serviços prestados à sociedade são assumidos somente por elas. Em um ambiente de harmonia e respeito, a história ganha novo rumo com a chegada (e potencial ameaça) de cinco “crianças soldados”. Embora a narrativa possibilite estabelecer relações com referentes reais, ela não é precisa quanto às informações do local onde se passa a história. A sensação de incompletude no contorno dos acontecimentos representados acaba induzindo a uma leitura alegórica de índices espalhados ao longo de todo o filme. Logo no início, antes da aparição de qualquer imagem, uma voz over: “Se passa hoje, não é na África, não é no mundo… é o fim da história da humanidade que exige de nós a construção de um mundo melhor”. Ao invés de uma referência espacial, o espectador é introduzido à experiência fílmica a partir de marcos temporais. Uma estratégia que além de permitir uma transposição ou releitura dos espaço/tempo representados, ao situar o espectador em um eixo da temporalidade (“se passa hoje”), permite o elo entre quem produz a narrativa e quem assiste. Embora o discurso alegórico já tenha sido fruto de muitas discussões teóricas, compreender a sua “estrutura” ou forma de funcionamento, sobretudo, em produções audiovisuais ainda é um desafio. Como encontrar os “índices” que demonstram essa intenção alegórica em uma narrativa fílmica? Em meio a diversas acepções do conceito de alegoria, as ideias de Walter Benjamin sobre o assunto (XAVIER, 2005) acabaram ganhando destaque, por compreender a alegoria para além da ideia de ser uma forma enunciativa amparada na narração figurada dos fatos, mas como uma expressão da dimensão temporal que contorna o narrar dos fatos. É justamente pelo eixo da temporalidade que a alegoria se apresenta como um modo discursivo que promove a mediação entre diferentes sistemas de referência cultural. Assim, produções fílmicas, podem por meio de composições visuais e sonoras articuladas à narrativa, construir alegorias ao estabelecer relações com tradições ou sistemas de referências iconográficas e/ou sonoras, por exemplo. Por ser a alegoria fílmica uma produção cambiante, que permite diferentes modos de leitura, propomos como perspectiva metodológica de análise, o modelo semiopragmático de Roger Odin (2000), abordagem que partindo da concepção de um duplo processo de produção textual/fílmica (no espaço da realização e no espaço da leitura ou recepção) permite analisar tanto o “textual” da narrativa (ODIN, 2009; BORDWELL, 2008), quanto evidenciar as bases a partir das quais foi construída. Considerando que A república di mininus é uma narrativa marcadamente alegórica, pretende-se observar de que modo as estratégias utilizadas para compor a encenação fílmica (enquadramentos, contrastes de luz, configuração dos planos), contribuem para o que denominamos aqui de “modo de leitura alegórica” ou “alegorizante”, nos moldes da abordagem semiopragmática apresentada por Roger Odin (2000).

Bibliografia

    BORDWELL, David. Figuras traçadas na luz. Papirus: Campinas, 2008.
    GAUDREAULT, André; JOST, François. A narrativa cinematográfica. Brasília: Editora Universidade de Brasília, 2009.
    JULLIER, L., MARIE, M. Lendo as imagens do cinema. São Paulo: Editora Senac, 2007.
    ODIN, Roger. De la fiction. Bruxelles: De Boeck Université. 2000.
    OLIVEIRA, Jusciele Conceição Almeida de. “Eu não quero ter um mundo de uma cor só”: trajetória, autoria e estilo nos filmes do cineasta Flora Gomes. Rebeca – Revista de Estudos de Cinema e Audiovisual/ Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual – Socine. – Vol. 5, no. 2 (Jul. /Dez. 2016). (p. 152-180)
    ____. A questão do público: uma abordagem semiopragmática. In: RAMOS, Fernão P. (Org.). Teoria contemporânea do cinema: documentário e narratividade ficcional. São Paulo: Editora SENAC, 2005. v. 2, (p. 27-45).
    XAVIER, Ismail. A alegoria segundo a tradição: retrospecto. In.: Alegorias do subdesenvolvimento: cinema novo, tropicalismo, cinema marginal.