Caras pesquisadores, caros pesquisadores,
Há cerca de um ano quando assumimos a diretoria da Socine, ressaltamos a necessidade de resistência frente aos cortes de recurso para pesquisa e educação do governo Temer. Não sabíamos ali em João Pessoa que a necessidade de continuar resistindo e lutando se daria de maneira tão dramática neste momento e cenário políticos tão sombrios.
Em dezembro, na nossa primeira reunião de conselho, foi decidido o tema do congresso deste ano: pensar o maio de 1968 à luz do presente e à luz do cinema e do audiovisual. Mal imaginávamos o quanto essa reflexão crítica se faria tão urgente, tão próxima.
Neste momento tão difícil da história brasileira assumimos então novamente o compromisso de continuar resistindo e lutando pela pesquisa em cinema e audiovisual, continuamos empenhados em defender a abertura e a profundidade desses estudos e desse campo.
Gostaríamos de frisar alguns pontos concernentes ao encontro de 2018. O primeiro deles é agradecer enormemente o esforço e a dedicação da comissão local, especialmente o coordenador do evento, o professor Lisandro Nogueira da UFG. Graças a ele e a seus colaboradores tivemos a melhor das acolhidas.
Outro aspecto de destaque é a presença do professor Mariano Mestman, da Universidad de Buenos Aires, para proferir a palestra de abertura. Há muito tempo que os associados vêm demandando da Socine uma maior articulação latino-americana. E foi mais significativo que esse olhar tenha se voltado para os significados especiais de 1968 na América Latina.
Temos também a homenagem à querida Bernadette Lyra, professora emérita da Universidade Federal do Espírito Santo.
Mas o principal ponto do nosso discurso é marcar o nosso mais veemente repúdio ao autoritarismo e à negação da democracia que se anunciam tão fortemente. É afirmar o nosso protesto contra o agravamento do desmonte da educação superior pública e aos ataques aos campos cultural e artístico no nosso país.

Diretoria SOCINE

Angela Prysthon
Ramayana Lira
Fernando Morais
Cristian Borges

Agradecendo a Homenagem que me faz a Socine, em seu XXII Encontro.

É muito bom estar aqui. É muito bom estar viva. Aqui, hoje, agora. É muito bom, porque posso falar e posso agradecer.
Por esta homenagem: estou muito grata à SOCINE. Estou muito grata à Diretoria, aos Conselhos e aos membros de nossa Associação. Estou muito grata ao Professor Marcius Freire. Estou muito grata a minha Universidade Federal do Espírito Santo. Estou muito grata a Universidade Federal de Goiás. Estou muito grata a esta bela cidade de Goiânia, que é apenas cinco anos mais velha que eu. Estou muito grata a meu companheiro de vida, de trabalho e de pesquisa, Professor Gelson Santana. Estou muito grata a todas e todos vocês.
Muito devo à generosidade do amor de tanta gente. Vou chamar de amor, como poderia chamar de amizade, afinidade, simpatia, empatia, tolerância, solidariedade…qualquer uma dessas palavras que, mais ou menos, traduzem o efeito de uma corrente de afetos.
Eu gosto da palavra amor. É um tanto cansada, fanada, usada, virada e revirada, mas é uma palavra parceira das coisas que unem pessoas, que outras coisas desunem; é parceira das coisas que se fazem comuns entre seres comuns; é parceira das coisas que causam uma cumplicidade entre criaturas que nem sempre são cúmplices. E, sobretudo, é o contrário do ódio.
Resulta que o amor é “um passo para uma armadilha” (como diz Djavan). Porque compromete. Porque naturaliza os gestos e os afagos. Porque dá a medida e a temperatura corretas do que alguém possa dizer a outro alguém. Por exemplo, eu agradeço a vocês, que estão agora dentro de nosso circuito amoroso, que são minhas companheiras e meus companheiros, que formam a nossa Socine.
Acontece que, fora desse círculo de amores cálidos, íntimos e cômodos, sempre haverá, em torno de quem quer que seja, gente que é indiferente e a quem somos indiferentes; gente que nada compartilha conosco e com quem nada compartilhamos; gente que não nos ama e a quem não amamos, afinal.
Mas, a partir desse lugar de desamor, de distanciamento e de indiferença, é possível gozar de algumas vantagens, de alguns privilégios. Por esta razão, nessa situação pelo avesso, também agradeço a toda essa gente, que me é estranha; que me é distante; que me é desconhecida. Agradeço, como faz a poeta Wislawa Szymborska, em seu Agradecimento.

Devo muito/aos que não amo.//O alívio com que aceito/que eles sejam amados por outras pessoas.//A alegria de não ser eu/o lobo de suas ovelhas.//Estou em paz com eles/e em liberdade com eles,/e isso o amor não pode dar/nem consegue tirar.//Não espero por eles/andando da janela até a porta./Paciente,/quase como um relógio de sol,/entendo,/o que o amor não entende,/perdoo,/o que o amor nunca perdoaria.//Desde o encontro até uma carta/não se passa uma eternidade,/mas apenas alguns dias ou semanas.//As viagens com eles são sempre um sucesso,/os concertos assistidos,/as catedrais visitadas,/as paisagens claras.//E quando nos separam
sete colinas e rios,/são apenas colinas e rios/bem conhecidos nos mapas.//É graças a eles/ que eu vivo em três dimensões,/num espaço sem lírica e sem retórica,/com um horizonte real feito do que se move.//Eles próprios não veem/quanta coisa de mim carregam em suas mãos vazias.//”Não lhes devo nada, afinal”/ -diria o amor/sobre esta questão aberta.

Mas eu devo tudo a vocês, companheiras e companheiros!
Juntos resistiremos!
Obrigada!

Bernadette Lyra
Goiânia, primavera de 2018.

A Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual convida a todos para a Pré-Socine, dia 23/10(terça), das 9h às 12h e das 13h30 às 16h30. Mais informações abaixo. Você pode conferir a programação completa aqui.

Seminário/Oficina Pré-Socine

Professores organizadores: JoãoLuiz Vieira (UFF), Talitha Ferraz (ESPM-Rio e PPGCine-UFF) e José Cláudio Castanheira (UFSC)

Organização local: LaraLima Satler (UFG)

Local: Auditório Centro de aulas D

O seminário/oficina Pré-Socine acontecerá em dois módulos de três horas cada um (manhã e tarde), antecedendo o XXII Encontro SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual, maior encontro acadêmico brasileiro na área do cinema e do audiovisual, com a participação de mais de 400 pesquisadores e cineastas do Brasil e exterior.

A programação do Pré-Socine é gratuita e está aberta ao público em geral. As palestras e oficinas terão o formato de encontros informais, prevalecendo a troca de experiências por meio de conversas e discussão de temas relacionados à diversidade das experiências de práticas de exibição e de modos de ver.

Programação:

Módulo I:

Palestras: Salas de Cinema de Goiânia e arredores:histórico, situação atual e perspectivas presentes e futuras.

Módulo II:

Oficina: Histórias de Cinemas: exibição, modos de ver, experiências locais e regionais

Prezadxs,

Estamos recebendo, a partir de hoje até o dia 05/10, os livros para lançamentoe venda  no XXII Encontro da SOCINE. O evento de lançamento será no dia 24 de outubro, a partir das 18 horas. Seguem abaixo os procedimentos para os interessados em lançar livros no evento:

1) Pessoa jurídica
Deverá enviar para o email exposicao@qeeventos.com.br as seguintes informações:
Nome do autor, nome do livro, editora, telefone e email de contato.

2) Pessoa física residente em Goiânia que já possui os livros em mãos
Deverá enviar para o email exposicao@qeeventos.com.br as seguintes informações:
Nome do autor, nome do livro, editora, telefone e email de contato.
Posteriormente, deverá agendar horário no Cegraf com Wanessa para levar os livros pessoalmente para que seja feito o processo de consignação.

3) Pessoa física de outras cidades
Deverá enviar para o email exposicao@qeeventos.com.br as seguintes informações:
Nome do autor, nome do livro, editora, telefone e email de contato.
Posteriormente, deverá enviar os livros via Correios para o Cegraf com todos os dados do autor para que seja feito o processo de consignação.

Obrigado e até breve!

Lisandro Nogueira
Comissão Organizadora XXII SOCINE – UFG

Carxs amigxs da Socine,

Entre os dias 23 e 26 de Outubro, estaremos recebendo o XXI Encontro SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual – na UFG. Para garantir que um grande número de pós-graduandos possa vir ao encontro, estamos mais uma vez mobilizando pessoas que possam receber estudantes em suas residências. No ano passado, a maior parte dos pedidos de acolhimento pode ser atendido graças à generosidade de alguns. Esperamos poder repetir o mesmo este ano.

Caso deseje participar dessa rede de hospedagem solidária, responda às perguntas abaixo e envie para o e-mail: hospedagemsocine@gmail.com.

Este e-mail deve ser enviado até o dia 21 de setembro. Depois disso, faremos a triangulação entre os pedidos de hospedagem e as vagas disponíveis e colocaremos as partes em contato.

Atenciosamente,

Marcela Soalheiro e Wendell Marcel
Representantes discentes da SOCINE

POSSO HOSPEDAR

Nome: ____________________________

Posso receber:
___ [número de pessoas]

Nos dias:
(___) 23
(___) 24
(___) 25
(___) 26
(___) 27 de Outubro

Moro no bairro: __________________________________

Espero receber uma ajuda de custo de:
(___) zero ou  ___ por dia/por pessoa

E-mail:
Cel. com DDD (WhatsApp): 

PRECISO DE HOSPEDAGEM

Nos dias:
(___) 23
(___) 24
(___) 25
(___) 26
(___) 27 de Outubro

Nome: _______________________

E-mail:
Cel. com DDD (WhatsApp):

Prezadxs,

Já é possível gerar o boleto em nosso sistema para o pagamento da inscrição para o XXII Encontro SOCINE, que acontecerá de 23 a 26 de outubro na UFG, em Goiânia. Devido a questões com o Banco do Brasil, o início dos pagamentos foi adiado e retomado no dia de hoje. Levando isso em consideração, fizemos ajustes no cronograma de pagamento.

Primeiro prazo (R$185,00 profissionais/R$92,50 estudantes): de 01 de agosto a 24 de agosto;

Segundo prazo (R$215,00 profissionais/R$107,50 estudantes): de 27 a 31 de agosto;

Prazo final (R$255,00 profissionais/R$127,50 estudantes): de 03 a 06 de setembro.

Agradecemos a paciência e compreensão de todos.

LISTA DE APROVADOS

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

PAGAMENTO DAS ANUIDADES

Os sócios que desejam pagar a anuidade de 2018 ainda este ano podem fazê-lo acessando o sistema e gerando o boleto para o pagamento. Caso o(a) sócio(a) tenha anuidades em aberto de outros anos, as mesmas serão cobradas no boleto com a deste ano.

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

O XXII Encontro SOCINE acontecerá na UFG, em Goiânia, de 23 a 26 de outubro de 2018.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

Primeiro prazo (R$185,00 profissionais/R$92,50 estudantes): de 10 de julho a 10 de agosto;

Segundo prazo (R$215,00 profissionais/R$107,50 estudantes): de 13 a 24 de agosto;

Prazo final (R$255,00 profissionais/R$127,50 estudantes): de 27 a 31 de agosto. 

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Ficha do Proponente

Proponente

    Vitor Zan (Paris 3)

Minicurrículo

    Graduado em cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina, concluiu o mestrado em estudos cinematográficos e audiovisuais na Universidade Paris 3, onde cursa atualmente o doutorado. Atua temporariamente como professor na Universidade Paris 7.

Ficha do Trabalho

Título

    Uso e abuso da referência a Casa-Grande & Senzala pelo campo do cinema

Seminário

    Cinema comparado

Resumo

    Críticos, cineastas e acadêmicos fazem incontáveis referências ao livro Casa-grande & Senzala ao comentarem filmes como O som ao redor, Doméstica, Que horas ela volta? e Aquarius. A maioria dessas alusões não condiz, entretanto, com a perspectiva de Gilberto Freyre, e tampouco leva em conta aquilo que distancia os filmes do pensamento do sociólogo. Restringindo-se à esfera do conteúdo, tais aproximações deixam ainda inexploradas uma vasta gama de correspondências possíveis.

Resumo expandido

    Ao menos desde 2012, com o lançamento de O som ao redor e de Doméstica, é notável o sem-número de referências, por parte de críticos, cineastas e estudiosos do cinema brasileiro, ao livro Casa-grande & Senzala (1933), de Gilberto Freyre. A tendência se intensificou com a chegada de Casa grande, Que horas ela volta?, ou mesmo Aquarius, o que nos levou, por um lado, a examinar o teor dessas alusões e, por outro lado, a propor novos tipos de correspondência entre essas obras e o pensamento do sociólogo, sejam eles de aproximação ou de distanciamento.

    Muito embora onipresente, a referência a Casa-grande & Senzala é geralmente fortuita, e não condiz com o universo descrito por Freyre. Trata-se, no mais das vezes, de tomar o livro como ícone das injustiças do passado colonial, esquecendo que o ponto de vista de Gilberto Freyre sobre a escravidão no Brasil é fortemente idealizado. Em seu intuito de positivar a miscigenação supostamente originária do povo brasileiro, o autor dá ênfase à complementaridade entre antagonismos, o que o leva a sustentar, por exemplo, que o sadismo do colonizador português coadunou-se com um suposto masoquismo da negra ou da índia, afirmando ainda, por essa mesma lógica, que “o sistema casa-grande-senzala […] chegara a ser – em alguns pontos pelo menos – uma quase maravilha de acomodação : do escravo ao senhor, do preto ao branco, do filho ao pai, da mulher ao marido”. Ou seja, as menções a Freyre tendem a omitir o que, no decorrer da história, se tornou retrógrado em sua obra.

    Afora as divergências, é proveitoso incluir nesse exercício comparativo elementos que ultrapassem a esfera do conteúdo, refletindo, por exemplo, sobre as relações entre a linguagem escrita do sociólogo e a linguagem audiovisual dos cineastas, ou ainda entre o tipo de sociologia desenvolvido em Casa-grande & Senzala e a corrente do realismo social a qual os filmes tendem a se filiar. Com efeito, a sintaxe despojada de Casa-grande & Senzala levou a afirmação de que “o livro […] se torna quase uma novela”, criando uma experiência de leitura cujos efeitos são em certos pontos típicos do realismo (como o efeito de real, de “revelação” do familiar, ou de simples proximidade entre obra e leitor-espectador). A atenção que Freyre atribui aos escravos faz eco na iniciativa dos artistas realistas do século XIX, que passaram a incluir as classes desfavorecidas em suas obras, o que nos filmes se manifesta pela densidade conferida a empregados domésticos, que deixam de ser figurados como meros elementos do cenário.

    A metodologia inusitada de Gilberto Freyre, que leva em conta elementos corriqueiros, tidos como desprezíveis, bem como sua “paixão pelo detalhe, […] pelo concreto”, fazem pensar no fato de que as alegorias dos filmes estão organicamente atreladas a pormenores do dia-a-dia, tendo sido elaboradas por “cineastas-habitantes” cujas obras foram amplamente nutridas pela observação do cotidiano. O lugar de fala do escritor também se assemelha ao dos cineastas no que diz respeito ao pertencimento à elite. E embora todos tenham se esforçado para se opor a perspectivas dominantes em sua classe, suas obras guardam resquícios de uma perspectiva elitista. Contudo, contrariamente ao que querem alguns comentadores, o pensamento de Freyre não é tão esquemático quanto os filmes, ainda que a forma polinuclear de O som ao redor remeta ao mosaico composto pela argumentação de Freyre.

    A perspectiva do sociólogo promove uma reconciliação reconfortante do povo brasileiro com seu passado, enquanto que os filmes, sobretudo O som ao redor, ressaltam o mal-estar, salientam o desarranjo social, visando compor um vetor de transformação por esse viés crítico. Daí a diferença no tom geral das obras, mais descontraído em Freyre e mais tenso nos filmes. Ainda assim, uns e outros compartilham a tentativa de vislumbrar, no ambiente familiar, no seio das habitações, relações de poder capazes de compor um microcosmo das relações sociais de uma comunidade.

Bibliografia

    ARAGÃO, Solange. Ensaio sobre a casa brasileira do século XIX. Blucher, 2017.
    AUMONT, Jacques (dir.). Pour un cinéma comparé: influences et
    répétitions. Cinémathèque française, 1996.
    BAZIN, André. Qu’est-ce que le cinéma ? Cerf, 1999.
    CHAMPFLEURY, Jules. Le réalisme. Michel Lévy frères, 1857.
    DE CERTTEAU, Michel. L’invention du quotidien. Gallimard, 1980.
    FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Global, 1933.
    – – – – – Sobrados e Mucambos. José Olympio, 1977 [1 ed. 1936] LEITE, Dante Moreira. O caráter nacional brasileiro : história de uma ideologia. Pioneira, 1976.
    SEASSAU, Claude. Émile Zola : le réalisme symbolique. José Corti, 1989.
    SOUZA, Jessé. A Elite do Atraso – da escravidão à Lava Jato. Leya, 2017.
    VERSIANI, Flávio Rabelo. Escravidão “suave” no Brasil – Gilberto Freyre tinha razão? Revista Economia Política, v. 27, n. 2, p.163-183, 2007.

A diretoria da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (SOCINE) manifesta o seu mais veemente repúdio à demissão da professora Bernadette Lyra pela Universidade Anhembi Morumbi. Além de ter sido a fundadora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da instituição, é uma das professoras mais reconhecidas e respeitadas no nosso campo, responsável pela formação de inúmeros pesquisadores, pela consolidação dos estudos de cinema no país e uma presença e influência fundamentais na SOCINE.
Precisamos resistir ao desmantelo e à desestabilização da pós-graduação e do ensino superior do nosso país. A SOCINE se solidariza com Bernadette e com os demais professores demitidos no contexto do desmonte promovido pelas instituições privadas de ensino.

Angela Prysthon
Ramayana Lira
Fernando Morais
Cristian Borges