Chamada de Trabalhos
SOCINE 2026
XXIX ENCONTRO SOCINE – Fins do mundo, mundos sem fim
03 a 06 de novembro de 2026
UFBA – Salvador
Estão abertas as inscrições para o XXIX Encontro SOCINE, que será realizado pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) de 03 a 06 de novembro de 2026. O tema do XXIX Encontro será:
Fins do mundo, mundos sem fim
Diante dos incontáveis fins do mundo, desejamos reinventar mundos sem fim.
Hoje, não é apenas um fim do mundo que nos assombra, como uma possibilidade sombria de futuro cada vez mais evidente no presente, em geral, e nas diversas modalidades de experiência do cinema e do audiovisual, em especial, como nas diversas encenações e testemunhos da destruição do cosmos e do comum que frequentemente ocupam as telas que nos cercam. São também incontáveis fins do mundo que nos tocam a partir do passado e vêm habitar as memórias e esquecimentos sedimentados na história do cinema e do audiovisual: para que se formasse este mundo que ansiosamente imaginamos perder (ou lamentamos como já perdido), foram muitos os fins do mundo perpetrados em nome das próprias aspirações do projeto moderno, em sua expansão colonial sobre a multiplicidade do cosmos e a pluralidade do comum.
Diante das imagens de progresso, emancipação, desenvolvimento, paz ou qualquer outra palavra de ordem do projeto moderno e de suas derivações contemporâneas, que dissimulam a violência constitutiva de sua expansão global, é preciso ir além da imaginação apocalíptica, que oferece somente a reiteração de um fim do mundo como reflexo invertido dessas imagens. Ali onde se projetava o controle do universo, agora se apresenta a irreversibilidade das transformações da biosfera terrestre, recorrentemente noticiada com imagens aéreas ou testemunhos localizados da devastação, encenada como catástrofe avassaladora, ou talvez confrontada na resistência partilhada em comunidade e em redes de ativismo. Ali onde se programava a paz soberana de um sistema interestatal, persistem contudo a devastação da guerra total e os fantasmas do apocalipse nuclear, frequentemente entrevistos ou imaginados como risco irredutível e fatalidade previsível, seja em narrativas ilusoriamente simples ou em tramas opacas em sua complexidade, ou ainda em vislumbres enganosamente distantes de mísseis atravessando céus alheios (mas há céus que sejam efetivamente alheios?). Ali onde se anunciava a dignidade universal, parece restar apenas a desagregação ou a impotência de uma ordem mundial baseada em sonhos humanistas e aparatos humanitários, cujos sentidos se mostram definitivamente esvaziados pelo avanço do fascismo e pela captura técnica e tecnológica da política.
As imagens do fim do mundo se confundem com uma espécie de fim da imagem, ao menos em sua configuração técnica baseada, de modo geral, na câmera escura, no contexto da emergência de modelos do que se chama agora de Inteligência Artificial Generativa (IAG) e que em seu ímpeto cada vez mais acelerado de sintetização imagética nos entrega vistas impossíveis, impensáveis, absolutamente banais e cotidianas, crescentemente indistinguíveis das imagens-câmera. Outrora um lócus privilegiado do experimentalismo e da liberdade figurativa nos filmes sem câmera de Brakhage, McLaren e Lye, agora o que Lev Manovich chamou de imagem probabilística é tão somente uma aproximação de uma mediana estatística, como argumenta Hito Steyerl, de todo acúmulo histórico de visualidade disponível digitalmente. Trump e Elon Musk deitados ao sol em um resort pós-apocalíptico em Gaza, um simulacro de programa de auditório apresentado por uma mulher de maiô e uma sintetização de uma briga de 100 homens contra um urso, entre tantos outros exemplos possíveis, são expressões de um esvaziamento radical da imagem que se torna destituída de qualquer causalidade. Seria o fim da imagem trazido pela sua própria saturação?
Para ir além da ansiedade catastrófica e dos afetos tristes dessa imaginação apocalíptica, precisamos, como sugere Ariella Azoulay, desaprender a ordem imperial que funda o mundo moderno na separação de seus elementos, sujeitos e objetos, para tornar possível reconhecer que partilhamos uma herança: é cada uma e cada um de nós que se encontra interpelado pelas memórias e esquecimentos de incontáveis fins do mundo, que são também inumeráveis outros mundos possíveis. Quando Mayara Ferrão, em seu Álbum de desesquecimentos, ou Felipe Rivas San Martín, em Un archivo inexistente, mobilizam ferramentas de IAG para fabular arquivos de afetos historicamente invisibilizados, são algumas das memórias e esquecimentos constitutivos dessa herança que nos interpelam. Ao mesmo tempo, enquanto o extrativismo constitutivo do projeto moderno converte o mundo – inclusive parte significativa da história do cinema e do audiovisual – em dados para treinar sistemas de IA, outras maneiras de imaginar o comum se insinuam em experiências audiovisuais baseadas em outras relações com a terra e seus habitantes multi-espécies, desde o Coletivo Mbya-Guaraní de Cinema até o Karrabing Film Collective, entre outros.
Desejamos que o encontro da Socine em Salvador seja uma ocasião para insistir em maneiras de pensar, praticar, estudar e experienciar o cinema e o audiovisual com base na elaboração de relações entre mundos (naturais, culturais, ficcionais etc.) e na recusa da imaginação apocalíptica que consagra, como um reflexo invertido, o projeto moderno, ao mesmo tempo que parece apenas revelar seu fim, o fim do mundo aí construído. Reivindicamos “o fim do mundo tal como o conhecemos”, como escreve Denise Ferreira da Silva, para confrontar a “imagem do texto moderno d’O Mundo como um todo composto de partes separadas, relacionadas através da mediação de unidades de medida constantes e/ou de uma força violenta limitadora” e para “dissolver a ideia de coletividades humanas como ‘estrangeiras’ com os atributos morais fixos e irreconciliáveis que as diferenças culturais engendram”. A partir do fim deste mundo, talvez seja possível reinventar mundos sem fim: nem eternos, nem infinitos, mundos indeterminados, sem um fim pré-estabelecido ou uma finalidade dominadora, abertos ao contato entre mundos e à metamorfose do mundo que partilhamos.
Esclarecemos que o tema é indicativo, mas não exclusivo para proposição de trabalhos e/ou mesas temáticas.
O formato de apresentação deverá ser escolhido a partir das QUATRO MODALIDADES abaixo, todas presenciais, cada qual com as seguintes exigências:
- Comunicação Individual: Propostas de mestres, doutorandos e/ou doutores contendo título (até 100 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
- Seminário Temático: As propostas de mestrandos, mestres, doutorandos e/ou doutores para apresentações individuais em Seminários Temáticos devem ser feitas indicando diretamente o seminário escolhido e contendo: título (até 100 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres). As descrições dos Seminários Temáticos em vigor encontram-se disponíveis no site da Socine. As apresentações orais podem ter até 20 minutos cada.
Importante: propostas não arroladas nas sessões dos Seminários Temáticos (que estão limitados a 18 trabalhos no total) serão redistribuídas para avaliação por dois pareceristas, de acordo com a titulação do proponente, para as outras modalidades do encontro: mestrandos devem indicar para qual Eixo Temático gostariam de ser deslocados, caso o trabalho seja aprovado no Encontro, mas não acolhido pelo ST; mestres, doutorandos e doutores serão avaliados para sessões de Comunicações Individuais.
- Sessão Pré-Constituída: participantes poderão escolher entre os dois tipos abaixo:
- Mesa temática – devem conter 3 participantes que apresentarão individualmente uma comunicação (20 minutos cada); ou 2. Formato Livre – no qual é possível realizar performances artísticas (apresentação de uma obra de arte ou experimentação audiovisual, compreendidas portanto como formas de conhecimento/pesquisa), entrevistas ao vivo, discussão crítica sobre trabalhos em progresso, relatos de experiência ou outras formas de divulgação do conhecimento e debate sobre problemas relativos aos Estudos de Cinema e Audiovisual que não se apresentem no formato de Comunicação Oral tradicionalmente presente em eventos científicos. O tempo máximo para todas as apresentações é de 60 minutos. Esse limite de tempo deve ser cuidadosamente observado para oportunizar o debate após as apresentações. A pessoa que coordena a sessão será responsável pela gestão do tempo.
A sessão deve ser constituída por, no mínimo, um doutor. Os outros dois membros, caso sejam acadêmicos, devem estar, no mínimo, cursando o Mestrado, e caso sejam profissionais da área (realizadores, artistas ou técnicos) não precisam comprovar titulação mínima, mas precisam submeter um portfólio comprovando sua atuação profissional de pelo menos três anos anteriores à submissão da proposta. Todos os membros devem estar devidamente associados à SOCINE.
As propostas de Sessão Pré-Constituída devem conter:
Mesa Temática: Título da sessão (100 caracteres), ementa da sessão (1000 caracteres), mini-currículo (500 caracteres) / Proposta: título (100 caracteres), resumo (500 caracteres), resumo expandido (4000 caracteres), bibliografia (1000 caracteres)
Formato Livre: Título da sessão (100 caracteres), ementa da sessão (1000 caracteres), descrição objetiva deste formato (1000 caracteres), estrutura necessária (500 caracteres), justificativa para o formato (2000 caracteres), mini-currículo (500 caracteres) / Proposta: título (100 caracteres), resumo (500 caracteres), contribuição dos proponentes (4000 caracteres), bibliografia (1000 caracteres).
IMPORTANTE: A submissão é feita em conjunto pelas/os participantes de uma vez só (uma pessoa submete e as outras se inscrevem em seguida, associando-se a esta sessão).
- Eixo Temático – propostas individuais submetidas a cada um dos 5 eixos temáticos vigentes. Nesta modalidade, podem submeter propostas Doutorandos, Mestrandos e Graduandos e recém graduados que tenham realizado até o ano anterior ou estejam realizando pesquisa de Iniciação Científica, sob orientação de associados da Socine.
ET 1 – CINEMA, CORPO E SEUS ATRAVESSAMENTOS ESTÉTICOS E POLÍTICOS
Resumo: Este Eixo Temático pretende reunir pesquisas que, em múltiplas abordagens, se debruçam sobre o corpo e suas diversas implicações em cinema e audiovisual. Pesquisas em torno de representações de identidades sociais – como investigações sobre gênero, raça, etnia, questões LGBTQIAPN+ e queer/cuir etc. –, bem como pesquisas que abarcam a materialidade do corpo em cena, como investigações acerca de estética(s), sensorialidade e afeto, estudos de performance, mise-en-scène e encenação, estudos atorais, entre outros. O foco central é pensar, com diversidade de objetos audiovisuais, perspectivas teórico-filosóficas, estéticas e políticas do corpo nas imagens e sons, articulando as relações entre corpo e espaço; experiência estética, afeto e sensorialidade; performance; corpo e música; corpo e tela; corpo e tecnologia.
ET 2 – INTERMIDIALIDADES, TECNOLOGIAS E MATERIALIDADES FÍLMICAS E EPISTÊMICAS DO AUDIOVISUAL
Resumo: Este Eixo Temático abarca as imbricações entre o campo da comunicação e o audiovisual de uma forma expandida, investigando as relações do cinema com outras expressões midiáticas, como a televisão, a literatura, a videoarte, as redes sociais e as plataformas de streaming, além das inventividades formais e tecnológicas que caracterizam o campo do cinema experimental e do cinema de animação. Assim, acolhe tanto discussões em torno dos aspectos econômicos, sociais e materiais, que as dinâmicas comunicacionais da atualidade vem impondo ao ambiente midiático digital, como também discussões epistêmicas e metodológicas a partir das materialidades fílmicas presentes nos agenciamentos estéticos entre arte e tecnologia, bem como a dimensão das intermidialidades. Com isso, abraça pesquisas que elaboram sobre os atravessamentos históricos, sociais e políticos que contaminam os processos de produção e circulação de sons e imagens, promovendo uma aproximação entre os aspectos técnicos e midiáticos do cinema e do audiovisual de uma forma expandida.
ET 3 – FABULAÇÕES, REALISMOS E EXPERIMENTAÇÕES ESTÉTICAS E NARRATIVAS NO CINEMA MUNDIAL
Resumo: Este Eixo Temático pretende explorar as relações que o cinema e o audiovisual estabelecem entre o real e a fabulação, seja através de suas formas e/ou temáticas. As interseções entre documentário e ficção abrem caminho para investigações cada vez mais ricas para as análises de produções ao redor do mundo nas suas diversas expressões de linguagem. Dessa forma, acolhe de forma ampla trabalhos que se interessem por abordar um ou mais aspectos da apreensão da realidade, da invenção, da experimentação e da crítica do nosso lugar no mundo, a partir de reflexões sobre fabulações do real; cinema ficcional; cinema documentário; epistemologias do cinema; estética e política; cinema e alegoria; docudrama; mockumentary; cinema experimental; afrofuturismo; afropessimismo.
ET 4 – HISTÓRIA E POLÍTICA NO CINEMA E AUDIOVISUAL DAS AMÉRICAS LATINAS E DOS BRASIS
Resumo: Este eixo temático reúne investigações que posicionam o cinema e o audiovisual no Brasil e na América Latina como foco central, destacando reflexões sobre suas dinâmicas históricas, políticas, econômicas e culturais, com ênfase na diversidade e interdisciplinaridade dos estudos sobre o cinema dos países da região. O eixo abrange análises das interseções entre cinema e política, cinema e ativismo, as políticas públicas voltadas ao audiovisual, a história e a historiografia dos cinemas latino-americanos, além das especificidades estéticas, sociais e culturais de suas produções. A proposta busca fomentar debates a partir de diferentes perspectivas e metodologias, explorando os múltiplos ecossistemas audiovisuais, suas práticas e representações, reafirmando o papel do cinema e do audiovisual como agentes de transformação e reflexão histórica e social nas Américas Latinas e nos Brasis.
ET 5 – ETAPAS DE CRIAÇÃO E PROCESSOS FORMATIVOS EM CINEMA E AUDIOVISUAL
Resumo: O presente eixo temático tem como objetivo abranger pesquisas e relatos de experiências que articulem reflexões, diálogos e práticas acerca dos processos de criação, de difusão e dos formativos no campo do cinema e audiovisual com ênfase para a contemporaneidade. Desse modo, visa contemplar metodologias, análises, práticas e experimentações com cinema e audiovisual em contextos ampliados. Constituem este eixo temas que abordem as relações e suas (inter)conexões no campo do cinema e educação, da produção, da difusão, e de acervos cinematográficos. Assim como, pesquisas que tratem de políticas e ações sobre as janelas e pontos de exibição, dos públicos do cinema e dos estudos de recepção, incluindo a multiplicidade de telas e outros suportes.
A proposta em Eixo Temático deve conter: título (até 100 caracteres), resumo expandido (de até 4000 caracteres com espaço), resumo (500 caracteres), bibliografia (1000 caracteres) e mini-currículo (500 caracteres)
OBS – No caso de graduandos ou recém graduados, o orientador deve ser associado a Socine, com sua anuidade em dia. Nesse caso, o graduando/graduado se inscreve no sistema da Socine e o orientador deve se vincular à inscrição na própria área de associado. A inscrição do graduado/graduando só será considerada se o orientador associado realizar a vinculação.
OBS 2 – Graduados e graduandos não aprovados não podem ser deslocados para nenhuma outra modalidade. Doutorandos e mestres que se inscreverem em Ets, quando o trabalho for aprovado no mérito, mas não acolhido no Eixo Temático, será deslocado para Comunicação Individual.
IMPORTANTE: Independentemente da modalidade ou formato de apresentação, os trabalhos aprovados poderão ser apresentados somente pela/o participante que inscreveu a proposta e de forma presencial. Não é permitida a leitura do trabalho por outras.
COAUTORIA: Ao inscrever um trabalho em coautoria, ambos os autores devem apontar a natureza de coautoria do trabalho e, caso um dos coautores não se inscreva no evento, o trabalho não será aceito.
O cadastro e a inscrição para o XXIX Encontro da SOCINE serão efetuados em três etapas, descritas a seguir:
ETAPA 1 – Cadastramento/Recadastramento eletrônico de sócias/sócios e pagamento da anuidade. O pagamento será via Paypal na área de associado do website. O pagamento é obrigatório e servirá de pré-requisito para a segunda etapa (submissão de trabalhos). Para pagar a anuidade, é preciso acessar a Área do associado em socine.org, clicar no menu “Minha Conta” e em seguida em “Dados de pagamento”. Após isso, basta clicar no botão do Paypal e realizar o processo na plataforma de pagamentos.
* Período de pagamento da anuidade para submissão de trabalhos: de 26 de janeiro a 19 de abril de 2026 (com vencimento neste dia)
* Valor da anuidade: R$258,00 profissionais / R$129,00 estudantes e profissionais sem vínculo. Sócias/os estrangeiras/os: pagam os mesmos valores dos sócios brasileiros.
O pagamento da anuidade é imprescindível para a efetivação da inscrição e a submissão de propostas para o próximo encontro.
ETAPA 2 – Submissão eletrônica das propostas de trabalho para o XXIX Encontro, apenas pela Área do associado no site (www.socine.org.br) e apenas uma submissão por autor, inclusive no caso de coautoria. Para submeter o trabalho, após acessar a Área do associado, deve-se clicar no Menu “Encontro” e em seguida em “Inscrição”. Aparecerão as modalidades disponíveis de acordo com a titulação, basta selecionar a desejada e preencher os campos. Uma confirmação da submissão será enviada ao e-mail cadastrado em nosso sistema.
* Período de inscrições: de 02 de fevereiro a 19 de abril de 2026.
Lembramos que NÃO SERÃO ACEITAS submissões enviadas por e-mail, apenas aquelas submetidas através do site.
ETAPA 3 – Pagamento da taxa de inscrição no XXIX Encontro (após divulgação dos trabalhos aprovados, em 16 de junho de 2026). O pagamento será via Paypal na área do associado do website. Lembrando que este é um pagamento DIFERENTE do feito anteriormente, referente à Anuidade. São necessários, portanto, dois pagamentos: primeiro, da anuidade da Sociedade; depois, da inscrição do Encontro.
* Período de pagamento das inscrições do XXIX Encontro:
1º. Prazo: 16 de junho a 12 de julho – R$258,00 (profissionais) / R$129,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)
2º. Prazo: 13 de julho a 19 de julho – R$288,00 (profissionais) / R$144,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)
Prazo final: 20 de julho a 26 de julho – R$328,00 (profissionais) / R$164,00 (estudantes/profissionais sem vínculo)
IMPORTANTE: Participantes que tiverem seu trabalho selecionado, mas que NÃO pagarem a inscrição, NÃO poderão apresentar. Caso você tenha efetuado o pagamento da inscrição e seu trabalho não conste na programação divulgada, entre em contato com a Secretaria da SOCINE.
BOLSAS – A Socine oferecerá 100 bolsas de isenção do pagamento da inscrição do XXIX Encontro para os associados da categoria Estudante que indicarem o interesse em receber a isenção no momento da submissão de trabalhos. Para participar o Estudante deve: 1) estar com a anuidade em dia; 2) ter submetido trabalho para o XXIX Encontro; 3) ter indicado a solicitação da isenção no ato da submissão da proposta; 4) ter o trabalho selecionado. O sorteio será realizado de forma eletrônica pelo sistema da Socine, após a divulgação dos trabalhos aprovados em 16 de junho de 2026. A isenção será aplicada diretamente no sistema da Socine, os Estudantes não receberão um valor em dinheiro. Prezando pela transparência, a lista dos Estudantes contemplados com a isenção será divulgada de forma ampla, em nosso site, lista de e-mails e redes sociais.
Quaisquer dúvidas ou dificuldades devem ser encaminhadas diretamente ao e-mail da secretaria: socine@socine.org.br
Atenciosamente,
A Diretoria
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Call for Papers
SOCINE 2026
XXIX SOCINE MEETING – Ends of the world, worlds without an end
November 3 to 6, 2026
UFBA – Salvador, Bahia, Brazil
Registration is now open for the XXIX SOCINE Meeting, to be held by the Federal University of Bahia (UFBA) from November 3-6, 2026. The theme of the XXIX Meeting will be:
Ends of the world, worlds without an end
Faced with the countless ends of the world, we wish to reinvent worlds without an end.
Today, it is not only one end of the world that haunts us, as a dark possibility of a future increasingly evident today, in general, and in the various modalities of cinema and audiovisual experience, in particular, as in the various stagings and testimonies of the destruction of the cosmos and the common that often occupy the screens that surround us. Countless ends of the world touch us from the past and come to inhabit the memories and forgetfulness sedimented in the history of cinema and audiovisual: in order to form this world that we eagerly imagine losing (or regretting as already lost), there were many ends of the world perpetrated in the name of the very aspirations of the modern project, in its colonial expansion on the multiplicity of the cosmos and the plurality of the common.
Faced with the images of progress, emancipation, development, peace, or any other slogan of the modern project and its contemporary derivations, which conceal the constitutive violence of its global expansion, it is necessary to go beyond the apocalyptic imagination, which offers only the reiteration of an end of the world as an inverted reflection of these images. Where the control of the universe was projected, the irreversibility of the transformations of the terrestrial biosphere is now presented, repeatedly reported through aerial images or localized testimonies of devastation, staged as an overwhelming catastrophe, or perhaps confronted in shared resistance within communities and networks of activism. Where the sovereign peace of an interstate system was programmed, however, the devastation of total war and the ghosts of the nuclear apocalypse persist, often glimpsed or imagined as irreducible risk and predictable fatality, whether in deceptively simple narratives or in opaque plots in their complexity, or even in deceptively distant glimpses of missiles crossing other people’s skies (but are there skies that are effectively other people’s?). Where universal dignity was announced, there seems to be only the disintegration or impotence of a world order based on humanist dreams and humanitarian apparatuses, whose meanings are definitively emptied by the advance of fascism and the technical and technological capture of politics.
The images of the end of the world are confused with a kind of end of the image, at least in their technical configuration based, in general, on the dark camera, in the context of the emergence of models of what is now called generative artificial intelligence (GAI) and which, in its increasingly accelerated impetus of image synthesis, gives us impossible, unthinkable, absolutely banal and everyday views, increasingly indistinguishable from camera images. Once a privileged locus of experimentalism and figurative freedom in the cameraless films of Brakhage, McLaren, and Lye, what Lev Manovich now calls a probabilistic image is only an approximation of the statistical median of every historical accumulation of digitally available visuality, as Hito Steyerl argues. Trump and Elon Musk, lying in the sun in a post-apocalyptic resort in Gaza, a simulacrum of an auditorium program presented by a woman in a swimsuit and a synthesis of a 100-man fight against a bear, among so many other possible examples, are expressions of a radical emptying of the image that becomes devoid of any causality. Would it be the end of the image brought about by its own saturation?
To go beyond the catastrophic anxiety and sad affects of this apocalyptic imagination, we need, as Ariella Azoulay suggests, to unlearn the imperial order that founds the modern world in the separation of its elements, subjects, and objects, to make it possible to recognize that we share an inheritance: it is each one of us who is challenged by the memories and forgetfulness of countless ends of the world, which are also innumerable other possible worlds. When Mayara Ferrão, in her Álbum de desesquecimentos [Album of Unforgetfulness], or Felipe Rivas San Martín, in Un archivo inexistente [A non-existent archive], mobilize GAI tools to fable archives of historically invisible affections, some of the memories and forgetfulness that constitute this heritage challenge us. At the same time, while the constitutive extractivism of the modern project converts the world — including a significant part of the history of cinema and audiovisual — into data to train AI systems, other ways of imagining the common insinuate themselves into audiovisual experiences based on other relations with the land and its multi-species inhabitants, from the Mbya-Guaraní Cinema Collective to the Karrabing Film Collective, among others.
We hope that SOCINE’s meeting in Salvador is an occasion to insist on ways of thinking, practicing, studying, and experiencing cinema and audiovisual based on the development of relations between worlds (natural, cultural, fictional, etc.) and on the refusal of the apocalyptic imagination that consecrates, as an inverted reflection, the modern project, at the same time that it seems only to reveal its end, the end of the world built there. We claim “the end of the world as we know it”, as Denise Ferreira da Silva writes, to confront the “image of the modern text of O Mundo [The World] as a whole composed of separate parts, related through the mediation of constant units of measurement and/or a limiting violent force” and to “dissolve the idea of human collectivities as ‘foreign’ with the fixed and irreconcilable moral attributes that cultural differences engender”. From the end of this world, it may be possible to reinvent worlds without an end: neither eternal nor infinite, indeterminate worlds, without a pre-established end or a dominating purpose, open to contact between worlds and the metamorphosis of the world we share.
We would like to clarify that the topic suggests, but does not restrict, proposals for papers and/or thematic tables.
The presentation format must be chosen from the FOUR MODALITIES below, all in-person, each with the following requirements:
- Individual Communications: Propositions by master’s degree holders, doctoral candidates and/or PhDs (up to 100 characters), expanded abstract (up to 4,000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1,000 characters) and mini-curriculum (500 characters). Oral presentations can take up to 20 minutes each.
- Thematic Seminars: Proposals by master’s degree students or holders, doctoral candidates and/or PhDs for individual presentations in Thematic Seminars should indicate directly the seminar chosen and should contain: title (up to 100 characters), expanded abstract (up to 4,000 characters with space), abstract (500 characters), bibliography (1,000 characters) and mini-curriculum (500 characters). Information about the current Thematic Seminars is available on SOCINE’s website. Oral presentations can take up to 20 minutes each.
Important: proposals not included in the Thematic Seminar sessions (which are limited to 18 papers in total) will be redistributed for evaluation by two reviewers, according to the proponent’s qualification, for the other meeting modalities: master’s students must indicate which Thematic Axis they would like to be moved to if the work is approved at the meeting but not accepted by the TS; master’s degree holders, doctoral and PhD students will be evaluated for Individual Communications sessions.
- Pre-Constituted Sessions: participants can choose between the two types below:
- Thematic table — must have three participants who will individually present one or two communications (20 minutes each); or 2. Free format – for arts performances (presentations of works of art or audiovisual experimentation, understood as forms of knowledge/research), live interviews, critical discussion about works in progress, experience reports or other ways of disseminating knowledge, and debate on problems related to Film and Audiovisual Studies that do not appear in the traditional Oral Communication format. The time limit for all presentations is 60 min. This time limit must be strictly observed to allow the debate following the presentations. The session coordinator will be responsible for time management.
The session must include at least one PhD researcher. The other two members, if academics, must be pursuing a master’s degree; if professionals in the field (directors, artists, or technicians), they need not provide minimum qualifications. However, they must submit a portfolio demonstrating their professional performance over at least 3 years prior to the submission of the proposal. All members must be properly affiliated with SOCINE.
Pre-Constituted Session proposals must contain:
Thematic Table: Session title (100 characters), session syllabus (1,000 characters), mini-curriculum (500 characters) / Proposal: title (100 characters), abstract (500 characters), expanded abstract (4,000 characters), bibliography ( 1,000 characters)
Free format: Session title (100 characters), session syllabus (1,000 characters), objective description of this format (1,000 characters), necessary structure (500 characters), justification for the format (2,000 characters), mini-curriculum (500 characters) / Proposal: title (100 characters), abstract (500 characters), proponents’ contribution (4,000 characters), bibliography (1,000 characters).
IMPORTANT: Submissions are made jointly by participants in one step (one person submits, and the others register afterward, joining the session).
- Thematic Axis — individual proposals submitted to each of the five current thematic axes. In this modality, doctoral students, master’s students, undergraduates, and newly graduated students who have completed up to the previous year or are currently conducting scientific initiation research under the guidance of SOCINE associates may submit proposals.
ET 1 — CINEMA, BODY, AND ITS AESTHETIC AND POLITICAL CROSSINGS
Abstract: This thematic axis aims to bring together research that, across multiple approaches, focuses on the body and its various implications in cinema and audiovisual media. Research on representations of social identities — such as investigations on gender, race, ethnicity, LGBTQIAPN+ and queer/cuir issues, etc.— and as research encompassing the materiality of the body on stage, such as investigations on aesthetics, sensoriality and affect, performance studies, mise-en-scène and staging, actor studies, among others. The central focus is to think, through a diversity of audiovisual objects, theoretical-philosophical, aesthetic, and political perspectives on the body in images and sounds, articulating the relationships between the body and space; aesthetic experience, affection, and sensoriality; performance; the body and music; the body and the screen; the body and technology.
ET 2 — INTERMEDIALITIES, TECHNOLOGIES, AND FILMIC AND EPISTEMIC MATERIALITIES OF AUDIOVISUAL
Abstract: This thematic axis covers the interconnections between the fields of communication and audiovisual in an expanded way, investigating the relationships between cinema and other media expressions, such as television, literature, video art, social networks, and streaming platforms, in addition to the formal and technological inventiveness that characterizes experimental cinema and animation cinema. Thus, it welcomes discussions of the economic, social, and material aspects that current communication dynamics have imposed on the digital media environment, as well as epistemic and methodological discussions grounded in the filmic materialities embedded in the aesthetic arrangements between art and technology, and in the dimension of intermediality. With this, it embraces research that elaborates on the historical, social, and political intersections that contaminate the processes of the production and circulation of sounds and images, promoting a broader approximation between the technical and media aspects of cinema and audiovisual media.
ET 3 — FABULATIONS, REALISMS, AND AESTHETIC AND NARRATIVE EXPERIMENTATION IN WORLD CINEMA
Abstract: This thematic axis aims to explore the relationships that cinema and audiovisual media establish between reality and fabulation, whether through their forms and/or themes. The intersections between documentary and fiction open the way to increasingly rich investigations of productions around the world in their diverse linguistic expressions. In this way, it broadly welcomes works that are interested in addressing one or more aspects of the apprehension of reality, invention, experimentation, and criticism of our place in the world, based on reflections on fabulations of reality; fictional cinema; documentary cinema; epistemologies of cinema; aesthetics and politics; cinema and allegory; docudrama; mockumentary; experimental cinema; Afrofuturism; Afropessimism.
ET 4 — HISTORY AND POLITICS IN CINEMA AND AUDIOVISUAL IN LATIN AMERICA AND THE SEVERAL BRAZILS
Abstract: This thematic axis brings together investigations that position cinema and audiovisual media in Brazil and Latin America as central foci, highlighting reflections on their historical, political, economic, and cultural dynamics, with an emphasis on the diversity and interdisciplinarity of studies of cinema in the region. The axis encompasses analyses of the intersections between cinema and politics, cinema and activism, public policies aimed at the audiovisual sector, and the history and historiography of Latin American cinemas, as well as the aesthetic, social, and cultural specificities of their productions. The proposal seeks to foster debates from different perspectives and methodologies, exploring the multiple audiovisual ecosystems, their practices and representations, and reaffirming the role of cinema and audiovisual media as agents of transformation and historical and social reflection in Latin Americas and Brazils.
ET 5 — CREATION PHASES AND FORMATIVE PROCESSES IN CINEMA AND AUDIOVISUAL
Abstract: This thematic axis aims to encompass research and reports of experiences that articulate reflections, dialogues, and practices regarding the processes of creation, dissemination, and education in the field of cinema and audiovisual media, with an emphasis on contemporaneity. Thus, it aims to embrace methodologies, analyses, practices, and experiments in cinema and audiovisual media within expanded contexts. This axis comprises themes that address relationships and their (inter)connections in cinema and education, production, dissemination, and film collections. It also includes research on policies and actions regarding windows and exhibition points, cinema audiences, and reception studies, including the multiplicity of screens and other supports.
The proposal in the thematic axis must contain: title (up to 100 characters), expanded abstract (up to 4,000 characters with spaces), summary (500 characters), bibliography (1,000 characters), and mini-curriculum (500 characters)
NOTE — For undergraduates or newly graduated students, the supervisor must be a member of SOCINE with their annual fees up to date. In this case, the undergraduate/graduate registers in the SOCINE system, and the supervisor must link the registration in the member area. Registration of a graduate/undergraduate student will only be considered if the associated supervisor establishes the link.
NOTE 2 — Graduates and undergraduates who have not been approved cannot be transferred to any other modality. Doctoral and master’s students who register for a TA and whose work is approved on merit but not accepted in that specific axis will be directed to individual communication.
IMPORTANT: Regardless of the type or format of the presentation, the approved works may be presented only in person by the participant who submitted the proposal. The work cannot be read by a third party.
COAUTHORSHIP: When registering a work in coauthorship, both authors must point out the nature of the coauthorship; if one of the coauthors does not register for the event, the work will not be accepted.
Registration and application for the XXIX SOCINE Meeting will be carried out in three stages, described below:
STEP 1 — Members’ electronic registration or re-registration and payment of the annual fee. Payment will be via PayPal in the members’ area of the website. Payment is a requirement to access the second step (paper submission). To pay the annual fee, you must access the member area at socine.org, click on the “My Account” menu, and then on “Payment Details”. Afterward, please click the PayPal button and complete the payment process on the platform.
* Period of payment of the annual fee for submission of papers: from January 26 to April 19, 2026 (due on this day)
* Annual fee: R$258.00 professionals / R$129.00 students and professionals without an academic bond. Foreign members: pay the same fees as Brazilian members.
The payment of the annual fee is required to register and submit proposals for the next meeting.
STEP 2 — Electronic submission of work proposals for the XXIX SOCINE, only through the member area on the website (www.socine.org.br). Only one submission per author is allowed, including in the case of coauthorship. To submit the work, after accessing the member area, click the “Meeting” menu, then “Registration”. The available modalities will appear according to the holder’s degree; select the desired one and fill in the fields. A confirmation of submission will be sent to the email registered in our system.
* Period of registration: from February 2 to April 19, 2026.
We remind you that submissions sent by email WILL NOT BE ACCEPTED, only those submitted through the website.
STEP 3 — Payment of the registration fee for the XXIX Meeting (after disclosure of works approved, on June 16, 2026). Payment will be via PayPal in the members’ area of the website. Please note that this payment is NOT the annual fee. Therefore, two payments are required: the first for SOCINE’s annual fee, and the second for registration to the meeting.
* Registration payment period for the XXIX SOCINE Meeting:
1st. Deadline: From June 16 to July 12 — R$258.00 (professionals) / R$129.00 (students/professionals without an academic bond)
2nd. Deadline: From July 13 to July 19 — R$288.00 (professionals) / R$144.00 (students/professionals without an academic bond)
Deadline: From July 20 to July 26 — R$328.00 (professionals) / R$164.00 (students/professionals without an academic bond)
IMPORTANT: Payment of the registration fee is mandatory and a prerequisite for submitting and presenting in any modality. If the participant paid the registration fee and their work is not included in the disclosed program, they should contact SOCINE’s office.
SCHOLARSHIPS — SOCINE will offer 100 registration fee scholarships for the XXIX SOCINE Meeting for members in the student category who indicate their interest in receiving the exemption when submitting their work. To participate, the student must: 1) be up to date with annual fees; 2) have submitted work to the XXIX SOCINE Meeting; 3) have indicated the request for exemption when submitting the proposal; 4) have the job selected. The draw will be conducted electronically via the SOCINE system after the publication of the approved works on June 16, 2026. The exemption will be applied directly in the SOCINE system. Registration grants will not be paid in cash. To ensure transparency, the list of eligible students will be widely publicized on our website, email list, and social media.
Any doubts or difficulties, please address directly to the office’s email: socine@socine.org.br
Best regards,
The Board
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Convocatoria de Ponencias
SOCINE 2026
XXIX ENCUENTRO SOCINE – Fines del mundo, mundos sin fin
3 al 6 de noviembre de 2026
UFBA – Salvador, Bahia, Brasil
Ya están abiertas las inscripciones para el XXIX Encuentro SOCINE, que celebrará la Universidad Federal de Bahía (UFBA) del 3 al 6 de noviembre de 2026. El tema del XXIX Encuentro SOCINE será:
Fines del mundo, mundos sin fin
Ante los innumerables fines del mundo que se nos presentan, queremos reinventar mundos sin fin.
Hoy en día, no es solo un fin del mundo el que nos persigue como una oscura posibilidad de un futuro cada vez más evidente, de manera general y, en particular, en las diversas modalidades del cine y la experiencia audiovisual, tales como las puestas en escena y los testimonios de la destrucción del cosmos y de lo común que a menudo ocupan las pantallas que nos rodean. Innumerables fines del mundo nos tocan desde el pasado y llegan a habitar los recuerdos y el olvido sedimentados en la historia del cine y el audiovisual: para formar este mundo que imaginamos ansiosamente perder (o lamentar como ya perdido), fueron muchos los fines del mundo perpetrados en nombre de las propias aspiraciones del proyecto moderno, en su expansión colonial sobre la multiplicidad del cosmos y la pluralidad de lo común.
Frente a las imágenes de progreso, emancipación, desarrollo, paz o cualquier otra consigna del proyecto moderno y sus derivaciones contemporáneas, que ocultan la violencia constitutiva de su expansión global, es necesario ir más allá de la imaginación apocalíptica, que solo ofrece la reiteración de un fin del mundo como reflejo invertido de dichas imágenes. Donde se proyectaba el control del universo, ahora se presenta la irreversibilidad de las transformaciones de la biosfera terrestre, reportada repetidamente a través de imágenes aéreas o testimonios localizados de devastación, escenificada como una catástrofe abrumadora, o tal vez enfrentada en la resistencia compartida dentro de comunidades y redes de activismo. Sin embargo, donde se programó la paz soberana de un sistema interestatal, persisten la devastación de la guerra total y los fantasmas del apocalipsis nuclear, a menudo vislumbrados o imaginados como un riesgo irreductible y una fatalidad predecible, ya sea en narraciones engañosamente simples o en tramas opacas en su complejidad, o incluso en vislumbres engañosamente distantes de misiles que cruzan los cielos de otras personas (¿pero habrá cielos que son efectivamente de otras personas?). Donde se anunciaba la dignidad universal, parece haber sólo la desintegración o la impotencia de un orden mundial basado en sueños humanistas y aparatos humanitarios, cuyos significados se vacían definitivamente con el avance del fascismo y la captura técnica y tecnológica de la política.
Las imágenes del fin del mundo se confunden con una especie de fin de la imagen, al menos en su configuración técnica basada, en general, en la cámara oscura, en el contexto de la aparición de modelos de lo que ahora se denomina inteligencia artificial generativa (IAG) y que, en su impulso cada vez más acelerado de síntesis de imágenes, nos da vistas imposibles, impensables, absolutamente banales y cotidianas, cada vez más indistinguibles de las imágenes de cámara. Una vez que fue un lugar privilegiado de experimentalismo y de la libertad figurativa en las películas de cámara de Brakhage, McLaren y Lye, lo que Lev Manovich ahora llama una imagen probabilística es solo una aproximación de la mediana estadística de cada acumulación histórica de visualidad disponible digitalmente, como argumenta Hito Steyerl. Trump y Elon Musk, tumbados al sol en un resort postapocalíptico en Gaza, un simulacro de un programa de variedades presentado por una mujer en malla de baño y una síntesis de una lucha de 100 hombres contra un oso, entre tantos otros ejemplos posibles, son expresiones de un vaciamiento radical de la imagen que se vuelve desprovista de cualquier causalidad. ¿Habrá la propia saturación de la imagen provocado su fin?
Para ir más allá de la ansiedad catastrófica y los tristes afectos de esta imaginación apocalíptica, necesitamos, como sugiere Ariella Azoulay, desaprender el orden imperial que funda el mundo moderno en la separación de sus elementos, sujetos y objetos, para hacer posible reconocer que compartimos una herencia: cada uno de nosotros/as es desafiado por los recuerdos y el olvido de innumerables fines del mundo, que también son innumerables otros mundos posibles. Cuando Mayara Ferrão, en su Álbum de desesquecimentos [Álbum de los des-recuerdos], o Felipe Rivas San Martín, en Un archivo inexistente, movilizan herramientas IAG para fabular archivos de afectos históricamente invisibles, algunos de los recuerdos y des-recuerdos que constituyen este patrimonio nos interpelan. Al mismo tiempo, mientras el extractivismo constitutivo del proyecto moderno convierte el mundo—incluyendo una parte significativa de la historia del cine y el audiovisual—en datos para entrenar sistemas de IA, otras formas de imaginar lo común se insinúan en experiencias audiovisuales basadas en otras relaciones con la tierra y sus multiespecies habitantes, desde el Colectivo de Cine Mbya-Guaraní hasta el Colectivo de Cine Karrabing, entre otros.
Esperamos que la reunión de SOCINE en Salvador sea una ocasión para insistir en formas de pensar, practicar, estudiar y experimentar el cine y el audiovisual basadas en el desarrollo de las relaciones entre mundos (naturales, culturales, ficcionales, etc.) y en el rechazo de la imaginación apocalíptica que consagra, como una reflexión invertida, el proyecto moderno, mientras parece solo revelar su fin, el fin del mundo allí construido. Reclamamos “el fin del mundo tal como lo conocemos”, como escribe Denise Ferreira da Silva, para confrontar la “imagen del texto moderno de O Mundo [El Mundo] como un todo compuesto de partes separadas, relacionadas a través de la mediación de unidades constantes de medida y/o una fuerza violenta limitante” y para “disolver la idea de las colectividades humanas como ‘extranjeras’ con los atributos morales fijos e irreconciliables que engendran las diferencias culturales”. Desde el fin de este mundo, se pueden reinventar mundos sin fin: ni eternos ni infinitos, mundos indeterminados, sin un fin preestablecido ni un propósito dominante, abiertos al contacto entre los mundos y a la metamorfosis del mundo que compartimos.
Queremos aclarar que el tema sugiere, pero no restringe, las propuestas de ponencias y/o mesas temáticas.
El formato de presentación deberá elegirse entre las CUATRO MODALIDADES presentadas a continuación, todas presenciales, cada una con los siguientes requisitos:
- Ponencias individuales: propuestas de másteres, de doctorandos(as) y/o de doctores(as) (hasta 100 caracteres), resumen ampliado (hasta 4.000 caracteres, incluidos los espacios), abstract (500 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres) y minicurrículum (500 caracteres). Cada exposición oral dispondrá de un máximo de 20 minutos.
- Seminarios temáticos: las propuestas de maestrandos(as) o másteres, doctorandos(as) y/o doctores(as) para presentaciones individuales en seminarios temáticos deberán indicar directamente el seminario elegido y contener: título (hasta 100 caracteres), resumen ampliado (hasta 4.000 caracteres incluidos los espacios), resumen (500 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres) y mini-currículum (500 caracteres). La información sobre los seminarios temáticos vigentes está disponible en el sitio web de SOCINE. Cada exposición oral dispondrá de un máximo de 20 minutos.
Importante: las propuestas no incluidas en las sesiones del Seminario Temático (que se limitan a 18 ponencias en total) serán redistribuidas para su evaluación por dos revisores(as), de acuerdo con la calificación del proponente, para las otras modalidades de reunión: los(as) estudiantes de maestría deberán indicar a qué Eje Temático les gustaría ser trasladados(as) si el trabajo es aprobado en la reunión pero no aceptado por el ST; los(as) estudiantes de maestría, doctorado y doctorado serán evaluados(as) para las sesiones de Ponencia Individual.
- Sesiones preconstituidas: los(as) participantes pueden elegir entre los dos tipos siguientes:
- Mesa temática — debe tener tres participantes, quienes presentarán individualmente una o dos ponencias (20 minutos cada una); o 2. Formato libre — para performances artísticas (presentaciones de obras de arte o experimentación audiovisual, entendidas como formas de conocimiento/investigación), entrevistas en vivo, discusión crítica sobre trabajos en proceso, relatos de experiencia u otras formas de difusión del conocimiento y debate sobre problemas relacionados con estudios de cine y audiovisuales que no aparecen en el formato tradicional de comunicación oral. El tiempo límite para todas las presentaciones es de 60 min. Este límite de tiempo debe respetarse cuidadosamente para permitir el debate tras las presentaciones. El(la) coordinador(a) de la sesión será responsable de la gestión del tiempo.
La sesión debe estar compuesta por al menos un(a) investigador(a) doctor(a). Los(as) otros(as) dos miembros(as), si son académicos(as), deben estar cursando una maestría; y, en caso de que sean profesionales en el campo (directores(as), artistas o técnicos(as)), no necesitan presentar calificaciones mínimas; sin embargo, deben presentar un portafolio que demuestre su desempeño profesional durante al menos tres (3) años previos de la presentación de la propuesta. Todos los miembros deben estar debidamente afiliados a SOCINE.
Las propuestas de Sesiones Preconstituidas deben contener:
Mesa temática: Título de la sesión (100 caracteres), temario de la sesión (1.000 caracteres), minicurrículo (500 caracteres) / Propuesta: título (100 caracteres), resumen (500 caracteres), resumen ampliado (4.000 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres)
Formato libre: Título de la sesión (100 caracteres), temario de la sesión (1.000 caracteres), descripción objetiva de este formato (1.000 caracteres), estructura necesaria (500 caracteres), justificación del formato (2.000 caracteres), minicurrículum (500 caracteres) / Propuesta: título (100 caracteres), resumen (500 caracteres), contribución de los(as) proponentes (4.000 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres).
IMPORTANTE: Las presentaciones deben realizarse conjuntamente por los(as) participantes en un solo paso (una persona envía y las demás se registran después, uniéndose a la sesión).
- Eje temático – propuestas individuales presentadas a cada uno de los cinco ejes temáticos actuales. En esta modalidad podrán presentar propuestas estudiantes de máster, doctorado y pregrado, así como recién egresados(as) que hayan cursado hasta el año anterior o se encuentren realizando investigación de iniciación científica bajo la orientación de asociados de SOCINE.
ET 1 – CINE, CUERPO Y SUS CRUCES ESTÉTICOS Y POLÍTICOS
Resumen: Este eje temático pretende reunir investigaciones que, desde múltiples abordajes, se centran en el cuerpo y sus diversas implicaciones en el cine y el audiovisual. Investigaciones sobre representaciones de identidades sociales —como investigaciones sobre género, raza, etnicidad, cuestiones LGBTQIAPN+ y queer/cuir, etc.— y sobre la materialidad del cuerpo en escena, así como investigaciones sobre estética, sensorialidad y afecto, estudios de performance, mise-en-scène y puesta en escena, estudios actorales, entre otros. El enfoque central es pensar, a partir de una diversidad de objetos audiovisuales, perspectivas teórico-filosóficas, estéticas y políticas del cuerpo en imágenes y sonidos, articulando las relaciones entre cuerpo y espacio; experiencia estética, afecto y sensorialidad; performance; cuerpo y música; cuerpo y pantalla; cuerpo y tecnología.
ET 2 – INTERMEDIALIDADES, TECNOLOGÍAS Y MATERIALIDADES FÍLMICAS Y EPISTÉMICAS DEL AUDIOVISUAL
Resumen: Este eje temático abarca de forma ampliada las interconexiones entre los campos de la comunicación y el audiovisual, indagando en las relaciones del cine con otras expresiones mediáticas, como la televisión, la literatura, el videoarte, las redes sociales y las plataformas de streaming, así como en la inventiva formal y tecnológica que caracteriza al cine experimental y al cine de animación. De esta manera, se invita a discusiones en torno a los aspectos económicos, sociales y materiales que las dinámicas comunicacionales actuales han impuesto al entorno mediático digital, así como a discusiones epistémicas y metodológicas a partir de las materialidades fílmicas presentes en los arreglos estéticos entre arte y tecnología, y a la dimensión de las intermedialidades. Con ello, se abarca una investigación que profundiza en las intersecciones históricas, sociales y políticas que contaminan los procesos de producción y circulación de sonidos e imágenes, promoviendo una aproximación entre los aspectos técnicos y mediáticos del cine y el audiovisual de forma ampliada.
ET 3 – FABULACIONES, REALISMOS Y EXPERIMENTACIÓN ESTÉTICA Y NARRATIVA EN EL CINE MUNDIAL
Resumen: Este eje temático tiene como objetivo explorar las relaciones entre el cine y los medios audiovisuales, así como entre la realidad y la fabulación, ya sea a través de sus formas y/o temáticas. Las intersecciones entre el documental y la ficción abren el camino a investigaciones cada vez más ricas de producciones de todo el mundo en sus diversas expresiones lingüísticas. De este modo, acoge ampliamente trabajos que se interesen en abordar uno o más aspectos de la aprehensión de la realidad, la invención, la experimentación y la crítica de nuestro lugar en el mundo, a partir de reflexiones sobre fabulaciones de la realidad; cine de ficción; cine documental; epistemologías del cine; estética y política; cine y alegoría; docudrama; falso documental; cine experimental; afrofuturismo; afropesimismo.
ET 4 – HISTORIA Y POLÍTICA EN EL CINE Y EL AUDIOVISUAL EN AMÉRICA LATINA Y LOS VARIOS BRASILES
Resumen: Este eje temático reúne investigaciones que posicionan el cine y el audiovisual en Brasil y América Latina como foco central, destacando reflexiones sobre sus dinámicas históricas, políticas, económicas y culturales, con énfasis en la diversidad e interdisciplinariedad de los estudios sobre cine en los países de la región. El eje abarca el análisis de las intersecciones entre cine y política, cine y activismo, las políticas públicas dirigidas al audiovisual y la historia e historiografía de los cines latinoamericanos, además de las especificidades estéticas, sociales y culturales de sus producciones. La propuesta busca fomentar debates desde diferentes perspectivas y metodologías, explorando los múltiples ecosistemas audiovisuales, sus prácticas y representaciones, reafirmando el papel del cine y el audiovisual como agentes de transformación y reflexión histórica y social en las Américas Latinas y en los Brasiles.
ET 5 – FASES DE CREACIÓN Y PROCESOS FORMATIVOS EN CINE Y AUDIOVISUAL
Resumen: Este eje temático pretende abarcar investigaciones y relatos de experiencias que articulen reflexiones, diálogos y prácticas sobre los procesos de creación, difusión y educación en el campo del cine y el audiovisual, con énfasis en la contemporaneidad. De esta forma, se pretende abarcar metodologías, análisis, prácticas y experimentaciones en torno al cine y al audiovisual en contextos ampliados. Este eje comprende temas que abordan las relaciones y sus (inter)conexiones en el cine y en la educación, así como en la producción, la difusión y las colecciones cinematográficas. Incluye también investigaciones sobre políticas y acciones relativas a ventanas y puntos de exhibición, públicos cinematográficos y estudios de recepción, incluyendo la multiplicidad de pantallas y otros soportes.
Las propuestas en el eje temático deberán contener: título (hasta 100 caracteres), resumen ampliado (hasta 4.000 caracteres, incluidos los espacios), resumen (500 caracteres), bibliografía (1.000 caracteres) y minicurrículum (500 caracteres).
NOTA – Para estudiantes de pregrado o recién graduados(as), el(la) supervisor(a) debe ser miembro(a) de SOCINE con sus cuotas anuales al día. En este caso, el(la) estudiante de pregrado/postgrado se registra en el sistema SOCINE y el(la) orientador(a) debe vincular el registro en su área de miembros(as). La inscripción de un(a) estudiante de posgrado/pregrado solo se considerará si el(la) supervisor(a) asociado(a) establece el vínculo.
NOTA 2 – Estudiantes de pregrado y egresados(as) que no hayan sido aprobados(as) no podrán transferirse a ninguna otra modalidad. Estudiantes de doctorado y maestría que se inscriban en un ET y cuyo trabajo se apruebe por mérito, pero no se acepte en ese eje específico, serán desplazados a ponencia individual.
IMPORTANTE: Independientemente del tipo o formato de presentación, los trabajos aprobados podrán ser presentados únicamente por el(la) participante que sumetió la propuesta. El trabajo no podrá ser leído por un(a) tercero(a).
COAUTORÍA: Al inscribir una ponencia en coautoría, ambos autores(as) deberán señalar la naturaleza de esta; si uno(a) de los(as)(as) coautores(as) no se inscribe al evento, el trabajo no será aceptado.
La inscripción y postulación al XXIX Encuentro SOCINE se realizarán en tres etapas, las cuales se describen a continuación:
ETAPA 1 – Inscripción o reinscripción electrónica de socios(as) y pago de la cuota anual. El pago se realizará a través de PayPal en el área de socios(as) del sitio web. El pago es un requisito para acceder a la segunda etapa (el envío del artículo). Para pagar la cuota anual, acceda al área de socio(a) de socine.org, haga clic en el menú “Mi cuenta” y luego en “Detalles de pago”. Luego de esto, haga clic en el botón de Paypal y complete el proceso de pago en la plataforma.
* Período de pago de la cuota anual por presentación de trabajos: del 26 de enero al 19 de abril de 2026 (con vencimiento en este día)
* Cuota anual: R$ 258,00 para profesionales; R$ 129,00 para estudiantes y profesionales sin vínculo académico. Socios(as) extranjeros(as): pagan las mismas cuotas que los(as) socios(as) brasileños(as).
Se requiere el pago de la cuota anual para registrarse y enviar propuestas para el próximo encuentro.
ETAPA 2 – Presentación electrónica de propuestas de trabajos para el XXIX SOCINE, únicamente a través del área de socios(as) en el sitio web (www.socine.org.br). Sólo se permite un envío por autor(a), incluso en caso de coautoría. Para enviar el trabajo, después de acceder al área de miembros, haga clic en el menú “Encuentro” y luego en “Registro”. Aparecerán las modalidades disponibles según la titulación; basta con seleccionar la deseada y completar los campos. Se enviará una confirmación de envío al correo electrónico registrado en nuestro sistema.
* Período de inscripción: del 2 de febrero al 19 de abril de 2026.
Le recordamos que NO SE ACEPTARÁN propuestas por correo electrónico; solo se aceptarán las enviadas a través del sitio web.
PASO 3 – Pago de la cuota de inscripción para el XXIX Encuentro SOCINE (luego de la divulgación de los trabajos aprobados, el 16 de junio de 2026). El pago se realizará a través de PayPal en el área de socios(as) del sitio web. Recuerde que este pago NO corresponde de la tarifa anual. Por lo tanto, se requieren dos pagos: el primero para la cuota anual de SOCINE, y el segundo para registrarse en el encuentro.
* Periodo de pago de inscripción para el XXIX Encuentro SOCINE:
1er. Fecha límite: del 16 de junio al 12 de julio – R$ 258,00 (profesionales) / R$ 129,00 (estudiantes/profesionales sin vínculo académico)
2do. Fecha límite: del 13 de julio al 19 de julio – R$ 288,00 (profesionales) / R$ 144,00 (estudiantes/profesionales sin vínculo académico)
Fecha límite: del 20 de julio al 26 de julio – R$ 328,00 (profesionales) / R$ 164,00 (estudiantes/profesionales sin vínculo académico)
IMPORTANTE: El pago de la cuota de inscripción es obligatorio y un requisito previo para la presentación en cualquier modalidad. Si el participante ya pagó la cuota de inscripción y su trabajo no está incluido en el programa publicado, deberá contactar con la oficina de SOCINE.
BECAS – SOCINE ofrecerá 100 becas de inscripción para el XXIX Encuentro SOCINE, destinadas a miembros(as) de la categoría de estudiantes que indiquen su interés en recibir la exención al presentar su trabajo. Para participar, el(la) estudiante debe: 1) estar al día con las cuotas anuales; 2) haber presentado trabajos en el XXIX Encuentro SOCINE; 3) haber indicado la solicitud de exención al presentar la propuesta; 4) tener el trabajo seleccionado. El sorteo se realizará electrónicamente a través del sistema SOCINE, tras la publicación de los trabajos aprobados el 16 de junio de 2026. La exención se aplicará directamente en el sistema SOCINE. Las becas de inscripción no se pagarán en efectivo. En un esfuerzo por garantizar la transparencia, la lista de estudiantes elegibles se publicará ampliamente en nuestro sitio web, en la lista de correo electrónico y en redes sociales.
Para dirimir cualquier duda o dificultad, basta con contactarnos directamente vía correo electrónico de la oficina: socine@socine.org.br
Cordialmente,
La Junta Directiva