O cronograma de atividades para 2016 foi reformulado, e está disponível aqui.
Seminários aprovados para o biênio 2015-2017
São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:
- Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
- Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
- Cinema e educação;
- Cinema e literatura, palavra e imagem;
- Cinema Queer e Feminista;
- Cinemas em português: aproximações – relações;
- Corpo, gesto, performance e mise en scène;
- Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
- Interseções Cinema e Arte;
- O comum e o cinema;
- Teoria dos Cineastas;
- Teoria e Estética do Som no Audiovisual.
A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.
Seminários Temáticos para o biênio 2015-2017
Cinema e literatura, palavra e imagem
Resumo
- O seminário propõe reunir pesquisadores que se interessem por modalidades diversas de articulação da palavra (literária ou não) com a imagem em movimento – não apenas no cinema de ficção, mas também no documentário, no filme-ensaio e em manifestações como videoarte, videoinstalação, videopoesia, cinemas de vanguarda etc. Com o intuito de mapear autores, quadros conceituais e metodologias, pretende-se criar parcerias e consolidar um campo de pesquisa que apresenta, com a virada intermedial e transdisciplinar, novos direcionamentos de análise e reflexão. Neste sentido, podem contribuir para o debate pesquisas oriundas de áreas diversas como audiovisual, artes plásticas, literatura, estudos discursivos e estudos midiáticos.
Resumo expandido
- Com a virada intermedial e transdisciplinar, o campo de pesquisa voltado para as relações entre o visual e o verbal, que por muito tempo se restringiu ao comparatismo entre cinema e literatura, amplia-se e atualiza-se, ganhando novos direcionamentos de análise e reflexão. O objetivo deste seminário é mapear autores, quadros conceituais e metodologias que auxiliem na construção de novas abordagens acerca da articulação entre a palavra e a imagem. Pretende-se criar parcerias e enriquecer o debate a partir de contribuições de áreas diversas como audiovisual, artes plásticas, literatura, estudos discursivos e estudos midiáticos.
Grande parte dos trabalhos sobre a relação entre cinema e literatura passa pela aproximação dos filmes aos romances, a qual se dá em função do caráter predominantemente narrativo de ambos. Buscamos abordagens do encontro entre o cinema e a literatura que, para além dos limites narrativos de um filme ou livro, orientem-se a partir de novas perspectivas, norteadas por conceitos que atravessam as artes, como os de materialidade, virtualidade, ambiência, presença, memória, fabulação, autoficção, dentre tantos outros. Neste sentido, uma discussão orientada pela dissolução das fronteiras entre o pares real e ficcional, experiência e performance, contribuiria para a reflexão sobre como a atual fusão entre as mídias embaralha, por meio de usos particulares de imagens e palavras, nossas crenças do que é realidade e invenção.
É característico de uma virada subjetiva nas artes em geral, e no cinema e na literatura de forma contundente, o uso do narrador em primeira pessoa. Neste momento histórico marcado pela inflação do teor confessional-testemunhal da cultura, em que práticas confessionais são como que banalizadas, a presença autobiográfica do cineasta nos próprios filmes pode vir a consolidar novas formas de enunciação, entre os âmbitos privado e político, reatualizando os debates sobre mediação e autoria. Gêneros ou modos do discurso, como o ensaio e o documentário performativo, são constantes escolhas formais do cinema contemporâneo, marcado pelas presenças do testemunho e da autoficção.
O seminário se interessa igualmente pelas afinidades do cinema com a poesia. Embora tenham sido apontadas desde a década de 1920 (no plano teórico, com os formalistas russos, e no cinema de vanguarda), essas afinidades foram, de modo geral, relegadas a um segundo plano. No contexto contemporâneo, entretanto, novas relações se delineiam. A distinção entre um cinema de prosa e um cinema de poesia ganha novos contornos com a chegada da videoarte. Pensando os gêneros artísticos de acordo com o uso que fazem de sua linguagem (prevalência dos procedimentos técnico-formais, no caso da poesia, e dos procedimentos narrativos e semânticos, no caso da prosa), é possível, como defendem alguns autores, transcender a questão do meio (a imagem ou a palavra) e do suporte (a película e a página) para alinhar, de um lado, a videoarte e o poema, e, de outro, o cinema narrativo e a prosa de ficção.
Trata-se, portanto, de compreender as modalidades de articulação entre o audiovisual e o verbal, em um contexto contemporâneo fortemente marcado pelo cruzamento ou indistinção das fronteiras artísticas. Visando produzir reflexões sobre tal relação em uma dimensão ampliada, que também leve em conta produções híbridas e articulações outras, alguns dos eixos de pesquisa que pretendemos abordar são: a) relações entre o audiovisual e a literatura, da perspectiva da intermedialidade, dos estudos culturais, da literatura comparada, dos estudos de mídia, dentre outros; b) revisão de conceitos como os de narrativa, autobiografia, autoficção, autoria, dentre outros; c) relações entre o verbal e o visual em manifestações como videopoesia, videoarte, videoinstalação e nos cinemas de vanguarda. Propostas não contempladas por estes itens, mas que apresentem discussões concernentes ao tema do seminário, serão bem-vindas.
Bibliografia
- ARFUCH, L. O espaço biográfico. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2010.
DINIZ, T. (Org.). Intermidialidades e estudos interartes. Belo Horizonte: UFMG, 2012.
FOUCAULT, M. Estética: Literatura e pintura, música e cinema. Coleção Ditos & Escritos III. Rio de Janeiro: Forense universitária, 2001.
ISER, W. O fictício e o imaginário. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2013.
KLINGER, D. Escritas de si, escritas do outro. Rio de janeiro: 7Letras, 2007.
MACHADO, A. Arte e mídia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2010.
MARTELO, R. O cinema da poesia. Lisboa: Documenta, 2012.
MULLER, A. Linhas imaginárias: poesia, cinema, mídia. Porto Alegre: Sulina, 2012.
RANCIÈRE, J. O destino das imagens. Rio de Janeiro: Contraponto, 2012.
REZENDE, R; MACIEL, K. Poesia e videoarte. Rio de Janeiro: Circuito; Funarte, 2013.
SARLO, B. Tempo passado: cultura da memória e guinada subjetiva. São Paulo: Cia das Letras, 2007.
STAM, R. A literatura através do cinema. Belo Horizonte: UFMG, 2008.
Coordenadores
- Ilana Feldman
Julia Scamparini
Carla Miguelote
Nota sobre os recentes acontecimentos políticos no país
Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.
Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.
O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.
Afirmamos assim que:
– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.
Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:
– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.
– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.
A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual
SOCINE se posiciona sobre a inclusão do cinema e audiovisual na Base Nacional Curricular Comum
Rio de Janeiro, 28 de janeiro de 2016.
Carta aberta ao Ministério da Educação e Ministério da Cultura
Assunto: Base Nacional Comum Curricular
A SOCINE (Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual) tem acompanhado os esforços de construção da Base Nacional Comum Curricular. Nosso comentário aqui irá se ater à especificidade de nossa área e sua relação com as propostas apresentadas na BNCC.
Dentro do texto preliminar do BNCC o componente curricular ARTE parte de uma grande área chamada linguagens. Dentro desta área as artes foram divididas em quatro grandes eixos: “artes visuais, dança, teatro e música”, conforme as licenciaturas específicas em arte, desconsiderando a Licenciatura em Cinema e Audiovisual (Resolução do CNE n. 10, de 27 de junho de 2006) e excluindo completamente o cinema como uma arte específica.
Foi essa subdivisão que nos trouxe uma primeira preocupação. Junto à todos esses subcomponentes da área de artes nos parece fundamental que esteja também o cinema. Esta atenção e necessidade não existe apenas porque trabalhamos e pesquisamos cinema e estamos atentos aos seus destinos, mas porque o cinema está intensamente presente na escola e na sociedade e, no momento da construção de uma base nacional para o currículo do ensino infantil, médio e fundamental as questões, contribuições e potencias do cinema na escola não podem ser excluídos.
Diversos componentes curriculares lançam mão de filmes de ficção, seriados, documentários para abordarem temas transversais e específicos de diferentes naturezas. O debate teórico que investigamos apontam para uma necessária vivência no âmbito escolar dos dispositivos cinematográficos desde a tenra idade seja para desenvolver a imaginação na Educação Infantil, na elaboração de cenários para o faz de conta, seja para a construção de identidade pessoal e cultural, seja pela singularidade da experiência sensível que o cinema possibilita.
Vale notar alguns fatos que sustentam nossa preocupação. Primeiramente o cinema é hoje obrigatório na escola. Graças à lei 13006/14, há uma obrigação de exibição de pelo menos duas horas de filmes brasileiros nas escolas. Esta lei, em vias de regulamentação, também exigirá que espaços físicos e materiais sejam garantidos nas escolas para sua efetivação, além da necessidade de uma real inclusão do cinema nas questões que tocam o currículo como um todo, transcendendo mesmo as linguagens específicas. Além de oferecer uma ampla versatilidade de conteúdo, a leitura de filmes e a própria produção audiovisual – inclusive com dispositivos móveis de comunicação – permite a professores e estudantes olhar para a realidade para descobri-la e inventá-la – gestos essenciais na produção de conhecimento.
Como bem é lembrado na proposta de BNC, “a formação em Arte acontece em licenciaturas específicas (artes visuais, dança, teatro e música)”, pois, também em licenciaturas de cinema. Embora talvez se presuma que “artes visuais” inclua de algum modo ao cinema, ele tem uma especificidade na formação do professor. Desde 2012 a Universidade Federal Fluminense possui uma licenciatura em cinema e a mobilização de outras universidade no mesmo caminho é evidente. Devemos ainda atentar à intensa contribuição que diversos programas de pós-graduação vêm dando às relações entre cinema e educação, algo que se evidência nos próprios encontros da sociedade que representamos, onde a cada ano temos diversos trabalhos e comunicações dedicados às relações do cinema com a educação.
Além da materialidade legal, de formação e de pesquisa que evidencia a íntima relação entre o cinema e a escola, a Rede Kino: Rede Latinoamericana de Educação, Cinema e Audiovisual, formada por professores e pesquisadores que trabalham na interface entre cinema e educação, vem mapeando projetos e iniciativas que se dedicam à essa interface, desde 2008. Projetos que acontecem em todo o país e que mobilizam centenas de escolas. Por fim, sabemos que o cinema é amplamente presente nas escolas por conta da contribuição que ele traz em tantas áreas, conteúdos e debates, da matemática às ciências, passando pelas histórias, geografias e humanidades em geral. Por todos esses motivos, pela intensa força pedagógica do cinema na escola, nos preocupa que no momento de construção de uma Base Curricular tão pouca atenção tenho sido dada ao cinema.
No nosso entender, a BNC deveria incluir um eixo Cinema e Audiovisual dentro do componente curricular artes, só assim garantiremos uma formação consistente em uma área decisiva da cultura contemporânea, além de uma experiência e uma habilidade em uma dimensão central das linguagens no mundo atual.
Atenciosamente
Cezar Migliorin
Presidente da SOCINE
Cronograma de atividades para 2017
- Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março;
- Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
- Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
- Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
-
- PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
- SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
- TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
-
- Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
- Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
- Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
- Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
- XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
- Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
- Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
- Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.
Escolhido o Comitê Científico da SOCINE para o biênio 2015-2017
Informamos os nomes do Comitê Científico da SOCINE para os próximos dois anos.
Afrânio Catani (USP)
Beatriz Furtado (UFC)
Bernadette Lyra (UAM)
Consuelo Lins (UFRJ)
João Guilherme Barone (PUC -RS)
Tunico Amancio (UFF)
Agradecemos o aceite do convite e a disponibilidade para o trabalho em nossa Sociedade.
A Diretoria
Gestão 2005-2007
Diretoria
- José Gatti (UFSCar) – Presidente
- Consuelo Lins (UFRJ) – Vice-Presidente
- Afrânio Mendes Catani (USP) – Tesoureiro
- Maurício Reinaldo Gonçalves (Anhembi-Morumbi) – Secretária
Conselho Deliberativo
Docentes:
- Andrea França (PUC-RJ)
- Erick Felinto (UERJ)
- Esther Hamburguer (USP)
- Fernando MAscarello (Unisinos)
- Henri Gervaiseau (USP)
- Marcius Freire (Unicamp)
- Mauro Baptista (Anhembi- Morumbi)
- Paulo Menezes (USP)
- Renato Luiz Pucci Jr. (Universidade Tuiuti do Paraná)
- Rosana de Lima Soares (USP)
- Rubens Machado Jr. (USP)
- Sheila Schvarzman (Anhembi- Morumbi)
- Tunico Amâncio (UFF)
- Wilton Garcia (Anhembi- Morumbi)
Discentes:
- Cézar Migliorin (UFRJ)
- Laura Cánepa (Unicamp)
Comitê Científico
- Alexandre Figerôa (Unicap)
- Anelise Corseuil (UFSC)
- Denilson Lopes (UnB)
- Ismail Xavier (USP)
- João Luiz Vieira (UFF)
- Maria Dora Mourão (USP)
Gestão 2007-2009
Diretoria
- Denilson Lopes (UFRJ) – Presidente
- Andréa França (PUC-RJ) – Vice-Presidente
- Paulo Menezes (USP) – Tesoureiro
- Rosana de Lima Soares (USP) – Secretária
Conselho Deliberativo
Docentes:
- Afrânio Mendes Catani (USP)
- Alexandre Figueirôa (UNICAP)
- André Piero Gatti (UAM–FAAP)
- Bernadette Lyra (UAM)
- Eduardo V. Morettin (USP)
- Erick Felinto (UERJ)
- Ivana Bentes (UFRJ)
- João Guilherme Barone Reis e Silva (PUCRS)
- João Luiz Vieira (UFF)
- Luiz Claudio da Costa (UERJ)
- Luciana Corrêa de Araújo (UFSCar)
- Maria Dora G. Mourão (USP)
- Mauricio Reinaldo Gonçalves (UNISO)
- Miguel Serpa Pereira (PUC-RJ)
- Rogério Ferraraz (UAM)
- Gustavo Souza (USP)
- Reinaldo Cardenuto (UAM–FAAP)
Comitê Científico
- Anelise Reich Corseuil (UFSC)
- Angela Prysthon (UFPE)
- Ismail Xavier (USP)
- Marcius Friere (UNICAMP)
- Mariarosaria Fabris (USP)
Normas de envio de textos completos para os anais
APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.
CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.
OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.
OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).
OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.
TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.
OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.
PADRONIZAÇÃO:
Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):
- Arquivo em formato .doc ou .docx;
- Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
- Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
- Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
- Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
- Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
- Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
- Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
- As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
- Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
- Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
- Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
- Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
- A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
- Formato para livros:
CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
– Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação). - Formato para teses e dissertações:
MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010. - Formato para artigos:
PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009. - Formato para trabalhos apresentados em eventos:
REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
- Formato para livros:
- Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.