Prezados,

seguem abaixo as indicações de hotéis com tarifas diferenciadas para a XXI SOCINE. Alguns hotéis também oferecem diárias específicas para quem quiser viajar na semana anterior, para passar o feriado de 12 de outubro. Qualquer dúvida, não hesitem em entrar em contato com Marcel Vieira, da Comissão Local, pelo e-mail marcelvbs@hotmail.com.

Hotéis Socine 2017

Universidade Federal da Paraíba

João Pessoa – PB

 

VerdeGreen Hotel

Av. João Maurício, 255  www.verdegreen.com.br

83 3044.000 reservas@verdegreen.com.br

Superior – Single R$ 291,00, – Duplo R$ 343,00, Triplo R$ 444,00

Superior frente – Single R$ 310,00, – Duplo R$ 364,00

Suíte Manaíra – Single R$ 581,00, – Duplo R$ 685,00

Ambassador Flat

Av. Cabo Branco, 1890  www.ambassadorflat.com.br

83 3044.6700   reserva@ambassadorflat.com.br

SINGLE – R$ 158,00 + 5%

DUPLO – R$ 180,00 + 5%

TRIPLO – R$ 238,00 + 5%

Ibis

Av. Cabo Branco, 4350  www.ibis.com ou accor.hotels.com

83 2108.9200

A partir de R$ 149,00

 

Netuanah Praia Hotel

Av. Cabo Branco, 2698   www.hotelnetuanah.com.br

83 3247.5050/3373  reserva@hotelnetuanah.com.br

Diárias 17-20 outubro: Duplo – R$190,00, triplo – R$ 240,00

Diárias Feriadão: Duplo – R$290,00, triplo – R$ 340,00

 

Xenius Hotel

Av. Cabo Branco, 1262  www.xeniushotel.com.br

83 3015.3535   reservas@xeniushotel.com.br

Valor da diária entre 12 e 15/10/2017

Single – R$ 200,00 + 10 % (Taxa de serviço) = R$ 220,00

Duplo – R$ 254,54 + 10 % (Taxa de serviço) = R$ 280,00

Triplo  – R$ 330,00 + 10% (Taxa de serviço) = R$ 363,00

Valor da diária entre 15 e 20/10/2017

Single – R$ 160,00 + 10 % (Taxa de serviço) = R$ 176,00

Duplo – R$ 205,00 + 10 % (Taxa de serviço) = R$ 225,50

Triplo  – R$ 270,00 + 10% (Taxa de serviço) = R$ 297,00

 

Val Atlantic Hotel

Av. Cabo Branco, 4290   www.valtlantichotel.com.br

83 3022.0150/0151/0152  reservas@valatlantichotel.com.br

Apto Single Standard  R$ 139,00

Apto Duplo Standard  R$ 179,00

Apto Triplo Standard  R$ 259,00

Prezados colegas

 

É com tristeza que soubemos ontem do falecimento de Maria Rita Galvão.

Maria Rita é amiga e referência para muitos de nós na Socine. Há dois anos tivemos o prazer de homenageá-la e tê-la conosco em Campinas. Aos familiares e amigos, nosso forte abraço e sentimentos.

 

A diretoria

Prezados(as),

O problema com o sistema do Banco do Brasil foi resolvido. A partir de amanhã os boletos estarão disponíveis na área de associado de cada um. Reajustamos o cronograma de pagamento respeitando os 3 prazos com valores diferenciados, conforme a seguir:

 

  • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
  • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
  • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00

O XXI Encontro SOCINE acontecerá na UFPB, em João Pessoa, de 17 a 20 de outubro de 2017.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 12  a 26 de junho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
  • SEGUNDO PRAZO: 27 de junho a 17 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
  • TERCEIRO PRAZO: 18 de julho a 7 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Ficha do Proponente

Proponente

    Leandro José Luz Riodades de Mendonça (UFF)

Minicurrículo

    Professor e pesquisador de cinema e economia da cultura e direito autoral, doutor pela ECA/USP na Universidade de São Paulo. Atua nos programas de pós-graduação PPGCA/UFF, PPED/UFRJ e PPCULT/UFF. Coordena o NEDAC – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direito, Artes e Políticas Culturais e o LCV – Laboratório de Cinema e Vídeo, é membro da Comissão de Direitos Autorais da OAB-RJ. Membro do INSTITUTO NACIONAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA – INCT – Proprietas.

Ficha do Trabalho

Título

    Cinemas em português: uma proposta metodológica

Seminário

    Cinemas em português: aproximações – relações

Resumo

    Nesta apresentação, logo à partida, define uma categoria, termo comumente utilizado para separar tipos dentro de uma ordem, ou seja, a partir da qual podemos construir uma hierarquização, que serve para organizar um conjunto de noções ou caraterísticas dos objetos estudados. Nesta direção, e recuperando a noção do empirismo lógico onde as categorias são consideradas regras convencionais que regem o uso dos conceitos e nos ajudará a explicar uma metodologia que agrupe esses objetos estéticos.

Resumo expandido

    Propor um conceito de Cinemas em português, de alguma forma, refere ao conceito de cinema transnacionais. A mediação pelas tecnologias e a exploração dos diversos mercados, onde as fronteiras parecem se diluir e confundir. Neste quadro, o próprio conceito de cinema nacional está em causa e uma questão principal a colocar-se, sobre a categoria cinemas em português, a maneira como ela se relaciona com os cinemas nacionais dos países de língua oficial portuguesa, entendendo-se como parte integrante desses cinemas aqueles cineastas que não querem se submeter ao cinema hegemônico e nem ambicionam ter seus filmes indicados ao Oscar de filme estrangeiro. É importante destacar aqui que quando falamos em cinema, não tratamos apenas do filme, mas de todo o dispositivo cinematográfico, ou audiovisual, que inclui, além do próprio filme, o modo de produção, a circulação destes produtos, etc. É neste sentido então que não tratamos apenas, nem preferencialmente, de filmes de longa-metragem de ficção distribuídos comercialmente em salas e exibidos em canais de TV abertos e por assinatura.
    Nesta direção a categoria Cinemas em português pretende, de alguma forma, preencher este espaço de discussão, porque, antes, ingenuamente, pensamos ser a construção de uma categoria suficiente para tratarmos dos cinemas que fosse falado em português. O campo, de alguma forma, estaria pronto para cobrir as nacionalidades e isso seria suficiente para aproximar experiências tão diversas, quanto o cinema goense, o cinema macaoense, o cinema sãotomense ou o cinema caboverdeano, entre outros. Uma primeira preocupação é encarar o fato de dentro de uma hierarquia da história estética do cinema transforma estas realizações em não-objetos, isto é, os filmes do Guineense Flora Gomes será mais apreendido na categoria Cinemas em português do que na categoria cinema guineense porque, ou eles circulam em algum lugar que tenha um mercado forte, com capacidade para absorver e distribuir produções das diversas cinematografias, como os mercados europeus, com capacidade para expandir e fazer circular estes conteúdos, ou ele não circulará em lado nenhum, portanto passará a não existir. Assim, de alguma maneira, a categoria Cinemas em português é uma tentativa de resolver um problema teórico-conceitual, porque se tratam de expressões audiovisuais em português que são feitas a partir de um patrimônio cultural comum e a partir de dificuldades de produção também comuns aos vários países.
    A intenção é alçar um determinado conjunto da produção e de trabalho a um espaço teórico no qual possamos operar com a ideia de Cinemas em português em detrimento de Cinemas lusófonos, como vínhamos fazendo. Isto porque o termo lusofonia parece a vários coparticipes desse espaço de compartilhamento de patrimônio cultural, excessivamente ligado ao patrimônio linguístico. A apropriação do termo por parte da política colonial do império português salazarista está ligada a conteúdos históricos que para muitos ainda não foram completamente estudados. A ideia proposta com a expressão “cinemas em português” é estar aberto a um espaço onde o compartilhamento de conteúdos que funciona com um “guarda-chuva” para se falar dos produtos audiovisuais produzidos pelo conjunto dos países da CPLP mas também deixar espaço para as várias diásporas desses países.

Bibliografia

    ABAGNANO, Nicolla (2007). Dicionário de Filosofia, Martins Fontes, São Paulo.
    CUNHA, Paulo (2015). O Novo Cinema Português. Políticas Públicas e Modos de Produção (1949-1980). Tese de doutoramento apresentada à Universidade de Coimbra.
    FERRATER MORA, José (1994). Diccionario de filosofia. 4 v. Barcelona: Ariel.
    HIGSON, Andrew (1989). “The Concept of National Cinema”. Screen, vol. 3 Issue 2.
    JAMESON, Frederic (1991). Postmodernism: Or, the Cultural Logic of Late Capitalism. Durham: Duke University Press.
    MARTIN-JONES, David (2006) Deleuze, Cinema and National Identity: Narrative Time in National Contexts. Edinburgo: Edinburgh University Press.
    ORTEGA, Vicente Rodriguez. Identificando o conceito de cinema transnacional. In: FRANÇA, Andrea; LOPES, Denilson (org’s.) (2010). Cinema, globalização e interculturalidade. Chapecó: Argos.

Estão publicados os anais do XX Encontro SOCINE, sediado em outubro de 2016 pela UTP – Universidade Tuiuti do Paraná.

As duas versões – anais digitais e anais de textos completos – estão em nosso site:

Anais 2016

Qualquer problema deve ser comunicado à secretaria no socine@socine.org.br.