Ficha do Proponente

Proponente

    Elcio Silva Nunes Basilio (AM)

Minicurrículo

    Doutorando em Comunicação (Audiovisual) pela Universidade Anhembi Morumbi, possui mestrado em Literatura e Crítica Literária pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2014) e graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2010). Atua na área de cinema, tendo dirigido cinco curtas-metragens e um videoclipe. Atualmente desenvolve pesquisa em torno do cineasta francês Philippe Garrel com o apoio da bolsa CAPES.

Ficha do Trabalho

Título

    O expressivo e o sutil como vias poéticas no cinema

Resumo

    Buscar o poético no cinema tem sido a meta de diversos cineastas, porém, o conceito ganha formulações díspares quando aplicado ao audiovisual. Partindo dos escritos de Pier Paolo Pasolini e Andrei Tarkovski a respeito do tema, propomos uma análise de dois modos de encarar o poético no cinema. De um lado uma linha metafórica/expressiva (Pasolini) que privilegia a produção de sentido, de outro uma via metonímica/sutil (Tarkovski) que acredita que a representa do tempo é a chave para a poesia.

Resumo expandido

    Luis Buñuel foi um dos primeiros a defender um cinema poético. Em Cinema: instrumento de poesia, o cineasta vê na poesia a essência de toda arte e, por conseguinte, o dever do cinema artístico seria buscar a poesia.
    A poética de Buñuel, muito fundamentada pela surrealista, está associada ao onírico; o poético é essencialmente metafórico, mais do que isso, ele é moral. O cinema “como instrumento de poesia, com todas as possíveis implicações desta palavra no sentido libertador, de subversão da realidade, de limiar do mundo maravilhoso do subconsciente, de inconformismo com a estreita sociedade que nos cerca”.
    Os filmes de Buñuel prezavam por uma imagética expressiva, na qual as relações pictóricas jamais são aleatórias, por mais que não sejam conscientes. Em Buñuel, as imagens que se sucedem causam choque e, portanto, reflexão. É difícil não se recordar do famoso corte de O cão andaluz, no qual o belo plano de uma lua atravessada por um feixe de nuvens é seguido pelo plano de um olho sendo aberto por uma navalha. A imagem de um objeto redondo sendo cortado cria uma relação analógica entre as duas imagens; e a poesia, poderíamos arriscar, vem da mistura de sensações como o melancólico e o aflitivo, o longe do luar e o perto do olho, o corte suave e o corte dilacerante.
    Se para o cineasta espanhol, a libertação dessas associações psíquicas é uma forma de enriquecer a arte, tornando-a poética e política ao mesmo tempo, podemos considerar Pier Paolo Pasolini como um de seus herdeiros. O italiano, antes de se dedicar ao cinema, já era um escritor de prestígio com livros de poesia e romances publicados. Como poeta, talvez o que tenha atraído Pasolini para o cinema tenha sido o que ele acreditava ser o potencial lírico-subjetivo desta arte: “O cinema, como já disse, carecendo de um léxico conceptual e abstrato, é poderosamente metafórico, começa por isso forçosamente ao nível da metáfora”.
    Pasolini não se preocupa com uma noção pura de poesia e prosa; a “prosa de arte”, inclusive, seria uma forma de poesia. Se o cinema está historicamente ligado à convenção narrativa, cabe ao diretor resgatar o potencial metafórico desta arte, ao devolver-lhe algo de irracional, ao tentar elaborar um diálogo com o espectador que fuja da linguagem padrão utilizada inadvertidamente com mero intuito de comunicar algo.
    Em um ramo oposto, temos a obra e os escritos de Andrei Tarkovski. Embora não tenha escrito poesia, o pai de Andrei, Arseni Tarkovski, fora um poeta russo proeminente e influenciou a obra de seu filho. Os escritos sobre cinema do cineasta russo foram reunidos no livro Esculpir o Tempo. Na bela imagem do título está a chave do pensamento tarkovskiano: o cinema é uma arte temporal (e não pictórica, como muitos acreditam), e a grande maestria do diretor estaria em saber manusear o tempo fílmico, ou melhor, esculpir a matéria bruta temporal.
    E o que o esculpir do tempo tem propriamente a ver com a poesia? “A poesia é uma consciência do mundo, uma forma específica de relacionamento com a realidade. Assim, a poesia torna-se uma filosofia que conduz o homem ao longo de toda a sua vida”. Para Tarkovski, portanto, a poesia é a arte de compreensão do tempo, da vida; logo, o cinema poético é aquele que consegue imprimir na película as marcas do tempo.
    Permitindo-nos um reducionismo teórico, poderíamos dizer que há duas vertentes dominantes no que concerne ao cinema poético: a primeira propõe uma arte metafórica, de cunho moral (Buñuel/ Pasolini); e a segunda vê no cinema um caráter metonímico, dando preferência estética ao fluir do plano, semelhante ao da vida (Neo-realismo/ Tarkovski).

Bibliografia

    ARISTÓTELES; HORÁCIO; LONGINO. A Poética Clássica. São Paulo: Cultrix, 2005.

    AUMONT, Jacques. As teorias dos cineastas. Campinas: Papirus, 2012.

    BAZIN, André. O que é o Cinema? São Paulo: Cosacnaify, 2014.

    BUÑUEL, Luis. Cinema: instrumento de poesia. In: XAVIER, Ismail, O discurso cinematográfico. São Paulo: Paz & Terra, 2008.

    JAKOBSON, Roman. Lingüística. Poética. Cinema. São Paulo: Perspectiva, 2011.

    ______. Lingüistica e Comunicação. São Paulo: Cultrix, 1977.

    ______. Poética em ação. São Paulo: Perspectiva, 2012.

    PASOLINI, Pier Paolo. Empirismo Hereje. Lisboa: Assírio & Alvim, 1982.

    PAZ, Octavio. O arco e a lira. São Paulo: Cosacnaify, 2012.

    ______. Signos em rotação. São Paulo: Perspectiva, 2012.

    PLAZA, Julio. Tradução Intersemiótica. São Paulo: Perspectiva, 2013.

    SAUSSURE, Ferdinand de. Curso de linguística geral. São Paulo: Cultrix, 1975.

    TARKOVSKI, Andrei. Esculpir o Tempo. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

    VALÉRY, Paul. Variedades. São Paulo: Iluminuras, 2007.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.