Ficha do Proponente

Proponente

    Lillian Bento de Souza (UNICAMP)

Minicurrículo

    Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Multimeios do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) estudando o corpo na obra de David Cronenberg. Mestre em Comunicação e Cidadania na Universidade Federal de Goiás (UFG) (2007-2009) e jornalista formada pela mesma instituição (2005). Foi professora substituta no curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estadual de Goiás, em 2013, e professora substituta do curso de Comunicação Social – Jornalismo da UFG (2008 – 2009).

Ficha do Trabalho

Título

    Nem homem, nem mosca: O corpo cinemático de David Cronenberg

Resumo

    O conceito de corpo cinemático, proposto por Steven Shaviro (2015), é aqui evocado para a análise do corpo proposto pelo diretor canadense David Cronenberg tomando como objeto o filme The Fly (1986) que imerso no universo da Ficção Científica trata de mudanças psicofisiológicas e da monstruosidade do corpo. O interesse aqui é investigar esse corpo que, filmado, coloca em evidência a capacidade do cinema de esvaziar significações e identidades e trabalhar a partir de semelhanças.

Resumo expandido

    A centralidade obsessiva no corpo humano e nas transformações sofridas pela carne levam os filmes de David Cronenberg a ocupar um lugar não apenas de representação deste, mas de criação de um novo corpo. Na mise en scène do diretor os corpos vibram, pulsam, gozam e são capazes de fazer vibrar, fazer gozar e fazer sentir sem, no entanto, serem corpos humanos. Por outro lado, o que surge na tela são configurações únicas que subvertem a organização corporal tal qual estabelecida na cultura ocidental. São filmes literalmente corporais, mas trata-se de corpos que, apesar de buscarem na carne a visceralidade e o grotesco, são compostos de luz e sombra e capazes de buscar nas referencias conhecidas as sensações e transformá-las. O espectador de Cronenberg vê deslocado o desejo, reconfigurada a sexualidade e questionada a enfermidade e a morte.
    O corpo que Cronenberg propõe é o que Steven Shaviro (2015) chama de “Corpo Cinemático”, que é ao mesmo tempo seu sujeito, sua substância e seu limite. A presente análise está centrada no corpo proposto em The Fly (1986), que imerso no universo da Ficção Científica constrói narrativas que tratam de mudanças psicofisiológicas e da monstruosidade do corpo. No filme, o corpo apresentado é invadido por uma alteração interna de DNA, que se mescla com os genes de uma mosca, gerando um homem-mosca único, incapaz de fugir de sua condição monstruosa. Mesmo reconhecendo a alteridade entre homem e inseto, essa alteridade já não é palpável e a carne modificada já não volta ao seu estado anterior. A ameaça é interna e aniquilar o mal implica aniquilar esse novo corpo, nada sobra, nada resta, não há rotas de fuga nesse emaranhado tecnogenético.
    O interesse aqui é investigar esse corpo que, filmado, coloca em evidência a capacidade do cinema de esvaziar significações e identidades e trabalhar a partir de semelhanças sem sentido ou origem. Assim, o corpo cinemático de Cronenberg é único porque, apesar de partir do referencial biológico é distante, inerte e, ao mesmo tempo, hiperbólico. O diretor coloca o corpo em primeiro plano em uma leitura literal e visceral da carne e dos duelos travados entre corpo e mente; corpo e natureza e corpo e tecnologia. No entanto, para além dessa leitura metafísica dos dualismos corpóreos temos um corpo hiperbolizado pelo aparelho cinemático e perpetuado na tela. “O cinema é um tipo de contato não representacional, perigosamente mimético e corrosivo, nos empurrando para a vida misteriosa do corpo.” (Shaviro, 2015: 297)
    The Fly (1986) foi realizado quatro anos antes da divulgação do Projeto Genoma Humano, em 1990, que mapeou o DNA humano, e relata a história de um cientista envolvido com a criação de um aparelho de teletransporte de seres vivos. Seth Brundle (Jeff Goldblum), o cientista está tão entusiasmado com a própria invenção, que resolve testar a máquina teletransportando o próprio corpo, porém seus genes se fundem com de uma mosca que entra acidentalmente na máquina. Nos dias seguintes, o personagem começa a ganhar características físicas da mosca, sem deixar de agir sentimentalmente como humano, tornando-se um ser híbrido e único. Surge um corpo que não é humano e não é animal e está carregado de elementos do grotesco. Ao perceber que não seria possível recuperar sua humanidade, Brundle acredita que será o primeiro “inseto político” da história, em uma clara referência à obra de Franz Kafka, mas “o seu devir de mosca é um processo aberto, sempre puxando para cada vez mais longe de qualquer comunidade, identidade ou repouso”. (Shaviro, 2015: 173).
    Desesperado com sua condição ele pede a sua companheira grávida, a jornalista Verônica Quaife (Geena Davis), que entre na máquina com ele para juntos tornarem-se um só ser, uma tríade. Porém, ela recusa e o cientista tenta se livrar da situação com um novo teletransporte. Seria a última esperança, mas ele se funde ao metal da máquina e passa a ter um corpo pesado demais que, assim como o fardo de viver como um monstro.

Bibliografia

    BEARD, William. The Artist as Monster – The Cinema of David Cronenberg. Rev. and expanded. Toronto, CA: University of Toronto Press Incorporation, 2006.
    FOUCAULT, Michel. A História da Sexualidade – A vontade de Saber. Tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque e J. A. Guilhom Albuquerque – 1a ed. – São Paulo, Paz e Terra, 2014.
    FOUCAULT, Michel. A História da Sexualidade – O Uso dos Prazeres. Tradução de Maria Thereza da Costa Albuquerque – 1a ed. – São Paulo, Paz e Terra, 2014.
    GOROSTIZA, Jorge e PÉREZ, Ana. David Cronenberg. Madrid, ES: Humanes de Madrid, 2003.
    GRÜNBERG, Serge. David Cronenberg. Paris, Cahiers du Cinéma – Éd. De l’Étoile, 1992.
    GREINER, Christine. O corpo em crise – Novas Pistas e o Curto-Circuito das Representações. São Paulo: Annablume, 2010. (Coleção Leituras do Corpo)
    NOVAES, Adauto (org.). O homem-máquina: a ciência manipula o corpo. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2003.
    SHAVIRO, Steven. O Corpo Cinemático. São Paulo: Paul

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.