Ficha do Proponente

Proponente

    Carla Italiano (UFMG)

Minicurrículo

    É mestre em Comunicação Social pelo PPGCOM da Universidade Federal de Minas Gerais (2015), com graduação em Cinema pela Universidade Federal de Santa Catarina (2010). Desempenha atividades de pesquisa, curadoria e produção em cinema. Foi co-curadora da mostra retrospectiva Jonas Mekas, no festival forumdoc.bh.2013. Desde 2011 integra o coletivo Filmes de Quintal, no qual participa da organização do forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte.

Ficha do Trabalho

Título

    O mundo num grão: desejo de comunidade nos diários de Jonas Mekas

Seminário

    O comum e o cinema

Resumo

    Esta comunicação pretende abordar o cinema diarístico de Jonas Mekas a partir de seu longa-metragem “Ao caminhar entrevi lampejos de beleza” (2000), tomando-o como retrospecto da estilística do realizador. Nossa intenção é circunscrever os modos de engajamento político que perpassam o filme, apontando, assim, para o desejo de comunidade que impulsiona esta proposta cinematográfica.

Resumo expandido

    No cinema diário de Mekas, cada filme integra uma série que compreende o todo de sua filmografia. Iniciada há mais de sessenta anos e ainda em plena atividade, sua trajetória (registrada em película) transitou da ascensão de Hitler à queda do World Trade Center, do vilarejo natal na Lituânia à Nova York que tomou como lar. Sua proposta artística evidencia o imbricamento entre práxis cinematográfica e vida cotidiana, em uma extensa carreira que abrange de instalações a vídeos para a web. “Ao caminhar entrevi lampejos de beleza” (2000) é seu mais longo “filme-diário” (JAMES, 2013), abarcando trinta anos de material em quase cinco horas de duração. Nele, o cineasta se volta para as imagens de seu núcleo familiar: seu casamento, a infância dos dois filhos, os encontros com amigos. O caráter de retrospecção de “Lampejos de beleza” é latente por resgatar o percurso de toda uma vida e aprofundar as marcas de estilo, as abordagens em relação ao mundo, e as questões de inclinação filosófica que permeiam esta filmografia. O filme se modula em termos de tropos, alguns proeminentes, outros mais opacos: da beleza, do paraíso, da felicidade. Ao aproximar imagens temporalmente distantes a partir da ordem (ou desordem) que lhe convém, o filme nos apresenta o transcorrimento de uma vida através de ações rotineiras, momentos fugidios, lampejos (glimpses) de beleza que mostram como o extraordinário integra o cotidiano de modo semelhante ao que convencionamos chamar de ordinário – algo que os filmes de Mekas vêm afirmando há décadas.
    A cartela “Isto é um filme político” é diversas vezes mobilizada pelo filme. Contaminando as imagens domésticas que a acompanham, ela sugere um movimento de se voltar para o extracampo daquele universo tão encerrado em uma intimidade familiar. Esta reivindicação do político não aponta na mesma direção dos ideais de esquerda que orientaram muitas das propostas de engajamento político em meados do século passado. Ela aponta, por sua vez, para uma “utópica revolução das sensibilidades” (MOURÃO, 2013) que Mekas ajudou a construir. Tal revolução está ligada à influência dos escritos transcendentalistas (de Emerson e Thoreau) que o influenciaram, pautados por uma experiência, que, inseparável dos conceitos, prioriza a percepção eminentemente sensorial de relação com o mundo. Esta tomada de posição reside a nível pessoal, cada pessoa deve empreendê-la em sua vivência cotidiana. Talvez por isso o caminho trilhado por Mekas seja o da escrita de si, diarística. Mas o caminho também prevê uma etapa de coletivização no horizonte. Os círculos de amigos constantemente retratados nos filmes revelam a atuação do cineasta enquanto fomentador do agrupamento de artistas em torno de ideais visionários. De certo modo, trata-se de uma família que se escolhe (ALLARD, 1999). Esse grupos ecoam a vontade comum de transpor as rígidas barreiras que insistiam em separar a arte da vida. Assim, os diários de Mekas explicitam uma tentativa de não atomizar as experiências individuais ao torná-las comunitárias: de agregá-las em modos de proceder, visões de mundo, afetos e vivências. Tais práticas contornam, e reforçam, com leveza a insignificância do “nada” cotidiano que as une.
    Propomos, então, identificar os movimentos que sustentam o modo de engajamento político de “Lampejos de beleza”, tomando-o como “microcosmos” da proposta diarística do realizador. O ideal comunitário se transforma em forma fílmica através de agregamentos de imagens e sons, em parte por um procedimento regido pelo acaso, em parte pela intencionalidade do cineasta, que desenvolve conexões e reverberações conforme o que as imagens e as lembranças lhe revelam. A atenção é para o que os fragmentos possibilitam entrever de algo que os ultrapassa sem com isso perder seu caráter singular, “local”. Como sugere a menção a William Blake em “Lampejos de beleza” (BLAKE, 1993, p. 77): identificar o universal no particular é ver “o mundo num grão”, em um ou entre dois fotogramas.

Bibliografia

    ALLARD, Laurence. Une reencontre entre film de famille et film expérimental: le cinéma personnel. In: ODIN, R. (org.). Le film de famille – usage privé, usage public. Paris: Méridiens-Klincksieck, 1999.

    BLAKE, William. Auguries of innocence. In: Poesia e prosa selecionadas. Tradução Paulo Vizioli. São Paulo: Nova Alexandria, 1993.

    EMERSON, Ralph W. Selected Essays. New York: The Penguin American Library, 1982.

    JAMES, David E. Diário em filme/ Filme-diário: prática e produto em Walden, de Jonas Mekas. In: MOURÃO, P. (org.). Jonas Mekas. São Paulo: CCBB; Pró-reitoria de Cultura e Extensão Universitária – USP, 2013.

    MOURÃO, Patrícia. “A ‘ordem’ do cinema – Jonas Mekas underground”. In: Catálogo forumdoc.bh.2013. Belo Horizonte: Associação Filmes de Quintal, 2013.

    SITNEY, P. Adams. Eyes upside down – Visionary filmmakers and the heritage of Emerson. Oxford: Oxford University Press, 2008.

    THOREAU, Henry D. Walden – a vida nos bosques. Porto Alegre: L&PM, 2010.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.