Ficha do Proponente

Proponente

    Diego Paleólogo Assunção (UFRJ)

Minicurrículo

    Doutor em Comunicação e Cultura pela ECO-UFRJ (2015). Tese: A Máquina de Fabricar Vampiros: Tecnologias da Morte, do Sangue e do Sexo. Mestre em Letras (2010), pela PUC-Rio, com a dissertação Produção de Alteridade: a experiência do Minotauro. Atualmente, trabalha e pesquisa literatura e imagem; questões de representação do corpo, alteridade, monstruosidades, estética e polítca; sexualidades disruptivas no cinema de terror. Atualmente é pós-doutorando em Comunicação e Cultura na ECO-UFRJ.

Ficha do Trabalho

Título

    A emergência de uma estético-política queer em Freaks de Tod Browning.

Seminário

    Cinema Queer e Feminista

Resumo

    O objetivo desse trabalho é reivindicar, na atualidade, o filme Freaks (1932), de Tod Browning, para uma possível (re)leitura queer, mapeando as sexualidades interditas, estranhadas, as identidades fronteiriças e borradas, constituindo uma estético-política das imagens e dos corpos Freaks. Multidões queer como um reflexo ressexualizado de Freaks; a morte e o renascimento queer. É possível revisitar Freaks em tempos de crise como uma narrativa que flerta com a disruptividade da potência queer?

Resumo expandido

    Através da chuva, da lama, da escuridão e dos relâmpagos eles avançam. Os corpos malformados, deformados, monstruosos e estranhos avançam na direção da câmera, olhando para o espectador. A comunidade marginal e grotesca de Tod Browning persegue a beleza hegemônica e normativa que, através de uma torção, torna-se também monstruosa. O estranho deseja vingança. Em ‘Os anormais’, Michel Foucault aponta para o caráter jurídico e discursivo do monstro; Paul B. Preciado, no artigo ‘Multidões queer: notas para uma política dos “anormais”’, escreve que é preciso reconhecer que os corpos não são mais dóceis e que existe uma potencia política, sexopolítica, nos corpos e sexualidades não normativas. O objetivo desse trabalho é reivindicar, no contexto da atualidade, o filme Freaks (1932), de Tod Browning, para uma possível (re)leitura queer, mapeando as sexualidades interditas, estranhadas, as identidades fronteiriças e borradas, constituindo uma estético-política das imagens e dos corpos Freaks. Multidões queer como um reflexo ressexualizado de Freaks; a morte e o renascimento queer. O corpo é um mapa de forças, um campo de produção de sentido. É na lógica especular estabelecida entre corpo, imagem e reconhecimento que nos identificamos na prática milenar do Mesmo e do Outro. O devir-monstro, como deseja José Gil, é um devir abortado, paralisado, e empresta aos corpos monstruosos defasagens temporais, estéticas, políticas específicas; monstruosidades sempre foram queers – marginais, violentas, disruptivas, não-normativas. Esse conjunto heterogêneo de possibilidades retorna no presente como uma potente força política – as multidões freaks/queers não são mais dóceis nem domesticadas. É exatamente na fissura ética e estética engendrada por Browning onde podemos fazer emergir uma potencialidade político-queer que agencie as lutas e a coletividade de uma comunidade marginal, estranha, cuja única aderência possível é através de um circo de horrores, de um espetáculo de monstruosidades que não aparece no filme mas é experimentado pelo espectador. As sexualidades interditas e impedidas por causa dos corpos monstruosos são manifestas nos discursos e práticas heteronormativas do filme, balizadas por um machismo romantizado. A masculinidade hegemônica e normativa, em Freaks, encontra-se constantemente sob ameaça. A crítica de Browning, no entanto, passa despercebida por uma sociedade quebrada, instável e carente. A Grande Depressão, iniciada em 1929, produz toda sorte de monstruosidades. Em Skin Shows, J. Jack Halberstam destaca os filmes de terror como campos possíveis para se pensar gêneros e fronteiras, borrar, agenciar, amalgamar, romper, furar, costurar corpos, sexualidades e identidades. É no mesmo sentido que os editores William Hughes e Andrew Smith realizam o livro Queering the Gothic, no qual diversos autores pensam o queer em narrativas góticas; na introdução observam que, sob muitos sentidos, o gótico sempre foi queer. Resgato essa lógica e penso que Freaks, especificamente o final do filme, sempre foi queer. Freaks, enquanto uma narrativa mítica, não fala apenas de corpos deformados e uma sociedade/comunidade marginal cuja única forma de sobrevivência é a exploração capitalista de seus defeitos; Freaks fala também da perversa lógica de inclusão e exclusão, aceitação e recusa… a beleza hegemônica, normativa, se recusa radicalmente em participar de agenciamentos queers. Inscritos em um período de crise, os “anormais” de Browning realizam sua vingança: transformam a bela trapezista em um monstro emudecido. É através de uma política própria dos anormais que os monstros engendram sua vingança contra uma sociedade que os recusa sistematicamente. Freaks levanta um incômodo questionamento: qual o estatuto estético-político da imagem queer? E, em última instância, é possível revisitar e reivindicar Freaks em tempos de crise como uma narrativa que flerta com a disruptividade da potência queer?

Bibliografia

    BOTTING, Fred. Gothic. Nova Iorque: Routledge, 1996.
    CARROLL, Noël. The philosophy of horror ot the paradoxes of the heart. New York:
    Routledge, 1990.
    ECO, Umberto. (Org.). História da feiura. Rio de Janeiro: Record, 2007.
    FOUCAULT, Michel. As palavras e as coisas: uma arqueologia das ciências humanas.
    Lisboa: Edições 70, 2005.
    FOUCAULT, Michel. Os anormais: curso no Collège de France (1974-1975). São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2010.
    GIL, José. Monstros. Lisboa: Relógio D’água Editores, 2006.
    HALBERSTAM, Judith. Skin shows: gothic horror and the technology of monsters. North Carolina: Duke University Press, 1995.
    HUGHES, W.; SMITH, A. (Ed.). Queering the gothic. Manchester: Manchester University Press, 200.
    PRECIADO, Beatriz. Multidões queer: notas para uma política dos anormais. Estudos Feministas, Florianópolis, 19(1): 312, janeiro-abril/2011
    SKAL, David J. The monster show: a cultural history of horror. Nova Iorque: Faber and Faber, 2001.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.