Ficha do Proponente

Proponente

    Luiz Carlos Oliveira Junior (USP)

Minicurrículo

    Crítico e pesquisador de cinema. Autor do livro A mise en scène no cinema: Do clássico ao cinema de fluxo (Papirus, 2013). Pós-doutorando no Departamento de Artes Plásticas da ECA-USP. Doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA-USP. Ex-editor da revista eletrônica Contracampo. Já colaborou para as revistas Bravo!, Cult e Cinética. Ministrou cursos e oficinas em espaços como CCBB, CCSP, CineSESC, Cine Humberto Mauro e Fundação Getúlio Vargas.

Ficha do Trabalho

Título

    História do olho: a teoria rosselliniana do conhecimento

Seminário

    Teoria dos Cineastas

Resumo

    Discutirei o modo como os filmes de Roberto Rossellini dramatizam as potências do cinema como ferramenta do conhecimento e constituem um ato de teoria e de descoberta intelectual do mundo. Será feito um trajeto que vai do olhar identificado a um sujeito, a um corpo (como em Stromboli e Viagem à Itália), ao olhar aéreo, incorpóreo, à pura visão empenhada numa odisseia visual de conhecimento (Índia, Beaubourg).

Resumo expandido

    No cinema de Rossellini, observa-se uma narrativa recorrente, que consiste numa experiência visual de descoberta. Essa experiência se compõe, primeiramente, de uma longa espera, de um período de latência e expectativa, no qual o cineasta parece ter abandonado a ação dramática e se concentrado na simples captação dos deslocamentos de corpos ao longo de espaços que guardam com eles uma relação de estranhamento e desconexão. Depois, vem o segundo movimento: o de irrupção abrupta de um evento traumático, que atinge a personagem – e o espectador – com a força de uma epifania reveladora.

    Falar em “verdade” é sempre problemático, mas “o cerne da grande questão rosselliniana”, segundo Bergala (2007, p. 217), residiria em saber como, e a partir de que imagem da realidade, se pode fazer emergir a verdade.

    E qual seria o método de prospecção da verdade? Em sua famosa “Carta sobre Rossellini”, Rivette (2013, p. 53) escreveu que, com Viagem à Itália, Rossellini ofereceu ao cinema “a possibilidade do ensaio”, que “é a língua mesma da arte moderna; é a liberdade, a inquietude, a busca, a espontaneidade”. Ensaio como aventura, como busca do desconhecido. “O que detesto é partir do abstrato para chegar ao concreto”, afirmou Rossellini: “Parto do concreto para chegar… a qualquer lado, ao desconhecido”. Improvisando tanto seus meios de produção quanto suas estratégias dramatúrgicas, negociando com condições de filmagem que se impunham como parte do tema dos filmes, Rossellini não podia almejar outra verdade senão aquela que o mundo lhe apresentava como evidência literal, bruta, não lapidada por nenhuma inflação da linguagem; uma verdade a ser apreendida num jogo de tentativa e erro.

    O cinema de Rossellini é uma aventura do conhecimento; uma tentativa de limpar os olhos, de libertar o cinema e a visão dos estereótipos acumulados ao longo dos séculos. “O cinema transforma-se em instrumento de um tipo de pensamento que passa diretamente pela observação e visão, esta última compreendida como relação com um objeto, como curiosidade e percepção da diferença” (BERNARDI, 2007, p. 165). Um olhar de etnólogo, mas também de arqueólogo, que escava o passado numa “viagem de descoberta da alma primitiva escondida no coração do homem moderno” (ibid., p. 163-165).

    A revolução rosselliniana não se dirigiu só à técnica e à estética do cinema. Ela se deu num nível mais elementar: Rossellini repensou o exercício perceptivo que preside ao ato de tomada de vista de um plano cinematográfico, encarado aí como o traço material da ação de um olhar e de um pensamento.

    Pretendo falar do seguinte percurso na obra de Rossellini: de um olhar corporificado, como o dos filmes da fase Ingrid Bergman, em que há sempre uma personagem submetida a uma série de experiências visuais aterrorizantes e reveladoras (um modelo bastante cristão de conhecimento, uma dinâmica de revelação da verdade mediante o choque, a visão amedrontadora [a visão da cólera divina]: uma vez passado o medo, o sujeito processa a terrível experiência vital e dela vê surgir, com clareza sublime, a ideia divina), ele passa, com Índia (1959), a um olhar aéreo, espiritual, um olho diluído na natureza, no cosmos, uma pura consciência incorpórea a flanar pelo mundo. Beaubourg (1977), derradeiro filme de Rossellini, depura e aprofunda esse olhar que é como uma visão do olho do intelecto, numa longa jornada pelo interior do Centro Georges Pompidou, dispositivo museal bastante elaborado em termos conceituais, e que se vê investigado pela câmera de Rossellini. Se, em Viagem à Itália, o diretor realizava, através dos olhos da personagem de Bergman, uma viagem simbólica às raízes da cultura mediterrânica, em Beaubourg, um olhar desprendido, desvencilhado, passeia em meio às obras da arte contemporânea. Uma história das formas se constrói entre uma viagem e outra; uma história que produz um novo tipo de espectador (responsável, ativo, envolvido no processo de criação de significado) e constitui um ato de teoria.

Bibliografia

    AUMONT, Jacques. As teorias dos cineastas. 3ª ed. Campinas, SP: Papirus, 2012.

    BERGALA, Alain. “Roberto Rossellini e a invenção do cinema moderno”. In: CERANTOLA, Neva; OLIVEIRA, Luis Miguel (orgs.). Roberto Rossellini e o cinema revelador. Lisboa: Cinemateca Portuguesa, 2007, pp. 213-236.

    BERNARDI, Sandro. “As paisagens de Rossellini: Natureza, Mito, História”. In: CERANTOLA, Neva; OLIVEIRA, Luis Miguel (orgs.). Roberto Rossellini e o cinema revelador. Lisboa: Cinemateca Portuguesa, 2007, pp. 161-193.

    BREDEKAMP, Horst. Théorie de l’acte d’image. Paris: Éditions La Découverte, 2015.

    DUBOIS, Philippe. Le Portrait de Dorian Gray de Albert Lewin. Paris: Yellow Now, 2015.

    MULVEY, Laura. Death 24x a Second. Londres: Reaktion Books, 2006.

    RIVETTE, Jacques. “Carta sobre Rossellini”. In: ARAÚJO, Mateus; OLIVEIRA Jr., Luiz Carlos; VOGNER, Francis (orgs.). Jacques Rivette: Já não somos inocentes. São Paulo: CCBB – Centro Cultural Banco do Brasil, 2013, pp. 43-60.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.