Ficha do Proponente

Proponente

    Fernando Mascarello (Unisinos)

Minicurrículo

    Fernando Mascarello é organizador do livro História do Cinema Mundial (Papirus, 2012, 7a. edição). Na SOCINE, foi membro do Conselho Deliberativo de 1999 a 2009, além de criador e coordenador dos Seminários Temáticos “Indústria e Recepção Cinematográfica e Audiovisual” (2009 a 2011) e “Recepção Cinematográfica e Audiovisual” (2012 a 2014). É professor do curso de Realização Audiovisual da Unisinos, onde também coordena a Especialização em Cinema. Doutorou-se em Cinema pela ECA/USP em 2004.

Ficha do Trabalho

Título

    Neonoir, novos homens?: Masculinidades em Drive, eXistenZ e Twin Peaks

Resumo

    O trabalho propõe uma análise da representação da masculinidade nos filmes Drive e eXistenZ e na série Twin Peaks. Tendo como base teórica os estudos do noir, os estudos de gênero e queer e os estudos sobre os homens, os dois filmes e a série são aproximados como exemplos de uma possível vertente minoritária do neonoir, cujos protagonistas encenam novas possibilidades de uma masculinidade heterossexual em reconfiguração, as quais são vistas como desviantes ou não-preferenciais pelo patriarcado.

Resumo expandido

    O trabalho propõe uma análise da representação da masculinidade nos filmes Drive (Nicolas Winding Refn, 2011) e eXistenZ (David Cronenberg, 1999) e na série Twin Peaks (David Lynch, 1990 a 1991). Os dois filmes e a série são aproximados como exemplos de uma possível vertente minoritária do chamado neonoir, cujos protagonistas encenam novas possibilidades de uma masculinidade heterossexual em reconfiguração. Com base em autores tanto dos estudos queer e de gênero, como Eve Sedgwick e Judith Butler, quanto dos estudos sobre os homens, como Todd Reeser, procuro pensar os sentidos dos comportamentos desses protagonistas como exploratórios de masculinidades heterossexuais tradicionalmente tipificadas como desviantes ou não-preferenciais pelo patriarcado.

    De início, a fim de compor uma necessária moldura teórica e histórica na área dos estudos noir e neonoir, procedo a uma revisão bibliográfica sobre o tema da dramatização do embate entre homem e mulher nessas filmografias. Naturalmente, esse tema já tem sido bastante discutido na extensa pesquisa em torno à manifestação original do noir nos EUA entre as décadas de 1940 e 1950 (ver Mascarello [2012] para uma síntese desse debate em específico). No que tange ao neonoir, por outro lado, tanto o estabelecimento do campo de estudo quanto a discussão sobre o tema do referido embate entre os sexos têm, ambos, sido mais árduos e complexos, pelo fato de a filmografia ser mais recente e bem mais diversificada e disseminada entre distintos gêneros cinematográficos.

    No mapeamento inicial do campo do neonoir – inaugurado, entre outros, por Hirsch (1999) –, um fenômeno recorrente é a ênfase dos pesquisadores sobre a reposição, nesses filmes, da masculinidade compulsivamente exagerada típica de muitos personagens do noir original, reativa ao empoderamento feminino metaforizado pela figura da mulher sexualmente agressiva e fatal (conforme a análise clássica de Krutnik [1991]). Uma hipótese central do presente trabalho é a de que existe, porém, uma vertente, ainda que minoritária, do neonoir que encena comportamentos heterossexuais masculinos que desviam da norma heteronormativa, contribuindo para o desbravamento de territórios necessários a uma reconfiguração anti-patriarcal e anti-homofóbica da masculinidade. Essa hipótese se alinha com o fato de que, após uma má acolhida inicial ao noir pelas teóricas feministas do cinema (nos 1970), já ao final dos 1980, municiado pelos estudos queer e de gênero que começavam a se estruturar, o pensamento feminista passa a perceber que, no noir, o que está demarcado, implicitamente, é exatamente a falência dos comportamentos masculinos reativos que os filmes representavam.

    Partindo desse recorte teórico e histórico do noir e do neonoir, bem como da hipótese inicial de pesquisa, procedo à análise da representação das masculinidades heterossexuais tais como performadas pelos protagonistas dos filmes e série: o motorista de Drive; o falso agente de marketing Ted Pikul em eXistenZ; e o agente do FBI Dale Cooper em Twin Peaks. A análise elege como foco os papéis e comportamentos assumidos por estes protagonistas em suas relações amorosas ou erotizadas com as personagens femininas (as protagonistas Allegra Geller, em eXistenZ, e Irene, em Drive; e a personagem Audrey, em Twin Peaks), e também, subsidiariamente, em seu convívio com outros personagens masculinos e femininos (particularmente em Twin Peaks).

    A fim de embasar o esforço de análise, mobilizo seja o referencial teórico dos estudos queer e de gênero, seja as contribuições igualmente essenciais para a contemporânea compreensão da heterossexualidade masculina trazidas pelos chamados estudos sobre os homens. Entre os autores que têm colaborado para a constituição desse campo, a análise recorre em particular ao teórico Todd Reeser (2010) e a alguns dos colaboradores da obra psicanalítica contemporânea de maior destaque na área das masculinidades heterossexuais, o livro organizado por Reis e Grossmark (2009).

Bibliografia

    BUTLER. Judith. Gender trouble. Nova Iorque: Routledge, 1990.
    COHAN, Steven; HARK, Ina Rae (orgs.). Screening the male: Exploring masculinities in Hollywood cinema. Nova Iorque: Routledge, 1993.
    HIRSCH, Foster. Detours and lost highways: A map of neo-noir. Nova Iorque: Limelight, 1999.
    KRUTNIK, Frank. In a Lonely Street: Film Noir, Genre, Masculinity. Londres: Routledge, 1991.
    LEHMAN, Peter (org.). Masculinity: Bodies, movies, culture. Nova Iorque: Routledge, 2001.
    MASCARELLO, Fernando. Film noir. In: MASCARELLO, Fernando (org.). História do cinema mundial. Campinas: Papirus, 2012. 7a. ed.
    REIS, Bruce; GROSSMARK, Robert. Heterosexual masculinities: Contemporary perspectives from psychoanalytic gender theory. Nova Iorque: Routledge, 2009.
    REESER, Todd. Masculinities in theory: An introduction. Malden: Blackwell, 2010.
    SEDGWICK, Eve Kosofsky. Between men: English literature and male homosocial desire. Nova Iorque: Columbia University Press, 1985.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.