Ficha do Proponente

Proponente

    LUÍS FELIPE DUARTE FLORES (UFMG)

Minicurrículo

    Doutorando em Comunicação Social no PPGCOM-UFMG, onde desenvolve pesquisa sobre o cinema de Harun Farocki, sob orientação do Prof. Dr. César Guimarães. Mestre em Cinema na EBA-UFMG. Ensaísta, crítico e pesquisador de cinema, colaborou para diversas revistas e catálogos. Organizou as retrospectivas de Rithy Panh e Trinh T. Minh-ha no Brasil. Curador do Festcurtas BH em 2015 e 2016, e do forumdoc.bh em 2015. Atua também como professor e tradutor.

Ficha do Trabalho

Título

    Entre a imagem e a técnica: o cinema segundo Harun Farocki

Seminário

    Teoria dos Cineastas

Resumo

    A obra audiovisual do cineasta tcheco-alemão Harun Farocki é marcada por reflexões sobre a imagem cinematográfica em suas interseções com outras formas de visibilidade técnica. Esse esforço teórico presente nos filmes é acompanhado por vasta produção textual (artigos, entrevistas, livros), oferecendo um pensamento consistente sobre o cinema na era da visão tecno-midiática. Esta intervenção pretende demonstrar, a partir dos escritos e filmes do cineasta, como esse sistema filosófico é concebido.

Resumo expandido

    Desde seu primeiro filme, Fogo que não se apaga (1969), ensaio crítico sobre os limites da representação e do testemunho, até sua derradeira video-instalação, Paralelo (2014), série de quatro episódios composta por fragmentos de jogos de video-game, a obra do cineasta tcheco-alemão Harun Farocki é marcada por uma verdadeira obsessão (estética, política, filosófica) pelas formas de manifestação das imagens técnicas em uma sociedade profundamente marcada pelo desenvolvimento tecnológico-midiático. Ao longo de sua carreira, ele trabalhou a questão de maneira singular, desenvolvendo reflexões sobre a visualidade tecnográfica e seus desdobramentos na experiência humana.

    A princípio, seus filmes contribuem para re-pensar o cinema em meio ao espectro plural das imagens em movimento (televisão, museus, galerias, simuladores, jogos, computadores etc.). Diferentes materiais e dispositivos são convocados, desde um estúdio fotográfico da Playboy (A imagem, 1983) até os referidos video-games (Paralelo), passando por simuladores (Jogos sérios, 2010), câmeras de vigilância (Imagens da prisão, 2000), mísseis teleguiados (Reconhecer e perseguir, 2003) e arquivos de campos nazistas (Imagens do mundo e inscrições da guerra, 1986; Intervalo, 2007). Além disso, Farocki faz basicamente filmes-ensaio ou documentários de observação caracterizados, via de regra, por forte reflexividade, concisão recursiva e ausência de ênfase estilística.

    Embora jamais se apague por completo, o cinéfilo e o cineasta em Farocki coexistem com o analista e o arqueólogo das imagens técnicas. Isso se reflete, primeiramente, no “abandono” do cinema em prol da participação nas galerias de exposição. Com efeito, suas obras interpelam o caráter “artístico” daquele – ao menos em certa conotação fechada ou convencional – a fim de abri-la para outras possibilidades de atravessamento com meios e instituições audiovisuais. “Minhas imagens […] querem atender à arte no máximo acessoriamente”, afirma o diretor (2002: 23-24). Talvez por isso seu trabalho receba tanta atenção de importantes pensadores das transformações do cinema no mundo contemporâneo, como Raymond Bellour.

    A atuação de Farocki, contudo, não é somente audiovisual. Ele dedicou vasto esforço textual – ensaios, entrevistas, livros – ao cinema, à televisão, e à esfera imagética em geral, fazendo juz à afirmação de Bellour: “um cineasta que escreve […] não apenas textos sobre seus filmes, mas sobre os filmes dos outros e o cinema em geral, é algo bem raro para relevar” (2015). Seus artigos – como “À propos du cinéma documentaire”, “What an editing room is” e “Mostrar a las víctimas” – contêm variadas reflexões sobre as formas cinematográficas, abordando, por exemplo, as transformações da montagem na passagem para o digital e os procedimentos de apropriação dos arquivos imagéticos.

    Na obra tardia de Farocki – pelo menos desde a realização de Imagens da prisão, que utiliza registros de câmeras de vigilância e trechos de obras ficcionais situados na prisão – um conceito emerge de maneira central para o desenho de uma teoria farockiana: o de imagem operacional. Cunhado para designar as “imagens que não representam um objeto, mas são, antes, parte de uma operação” (FAROCKI, 2004: 17), esse conceito já está incipiente em filmes como Imagens do mundo e inscrições da guerra ou Como se vê (2003), sendo aprofundado em Reconhecer e perseguir, Olho-máquina e outros filmes. Posteriormente, encontra variações em filmes como Deep play (2006) e Paralelo.

    Com base em sua produção escrita e audiovisual, pretendemos demonstrar a existência de um sistema de pensamento farockiano que abangeria, a princípio, as relações entre o cinema e as novas máquinas de visão (e fabricação) da imagem técnica. Vale dizer que essa teoria encontraria suas bases, sobretudo, no próprio cinema, isto é, naqueles que melhor investigaram as possibilidades tecno-visuais da arte cinematográfica, como Dziga Vertov, Jean-Luc Godard e Michael Snow

Bibliografia

    BELLOUR, Raymond. “Pourquoi Harun Farocki nous était si précieux”. In: Trafic, nº. 93, 2015, pp. 66-72.
    ERNST, Wolfgang; FAROCKI, Harun. “Towards an archive for visual concepts”. In: ELSAESSER, Thomas. Harun Farocki: Working on the sightlines. Amsterdam: Amsterdam University Press, 2004, pp. 261-286.
    FAROCKI, Harun. “À propos du cinéma documentaire”. In: Trafic, nº. 93, primavera de 2015, pp. 78-84.
    FAROCKI, Harun. “Influências transversais/montagem flexível”. In: YOEL, Gerardo. Pensar o cinema. São Paulo: Cosac Naify, 2015, pp. 227-234.
    FAROCKI, Harun. Desconfiar de las imágenes. Buenos Aires: Caja Negra, 2013.
    FAROCKI, Harun. “Phantom images”. In: Public, nº. 29, 2004, pp. 12-24.
    FAROCKI, Harun. Imprint: Writings. New York: Lukas & Sternberg, 2001.
    FAROCKI, Harun; SILVERMAN, Kaja. Speaking about Godard. New York: New York University Press, 1998.
    HABIB, André; PAVEL, Pavlov; FAROCKI, Harun. “D’une image à l’autre: Conversation avec Harun Farocki”. In: Hors Champ, Dez. 2007.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.