Ficha do Proponente

Proponente

    Josué da Silva Bochi (UFF)

Minicurrículo

    Mestre em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), na linha de pesquisa de Estética e Filosofia da Arte (conclusão em 2016), com a dissertação “Eduardo Coutinho – Saber da singularidade”. Graduado em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UFRGS (conclusão em 2006) e Comunicação Social – Cinema pela UFF (conclusão em 2014). Estágio-docência sobre o tema de crítica cinematográfica na disciplina de Filosofia Política na UFF (período 2014/2).

Ficha do Trabalho

Título

    Eduardo Coutinho, o singular e o comum

Resumo

    Ao trazer ao centro o sujeito comum a partir de uma escuta desejosa do diretor e de uma estética minimalista, o documentário recente de Eduardo Coutinho superou limites do individualismo e de representações generalizantes da sociedade. A relação da obra de Coutinho com os temas do singular e do comum é sugerida através das teorias do reconhecimento e do sofrimento social, da experiência de assistir à presença do outro e do levantamento pontual de variações do método na filmografia do cineasta.

Resumo expandido

    Em 2012, o documentarista Eduardo Coutinho afirmou em uma entrevista que “há uma tendência a se pensar que ao passar de ‘Cabra Marcado para Morrer’ (1964-84) para um filme como ‘Santo Forte’ (1999) eu deixei de ser político. Mas eu considero que meus filmes continuaram sendo políticos. Acho que entender questões individuais como a morte, o envelhecimento e a perda é fundamental. (…) Essa foi a tragédia do socialismo, que nunca entendeu que há uma dimensão pessoal em tudo. Existe uma dimensão individual na vida que para mim é essencial e acho que chega ao político de outra forma”.
    A crítica à vulgata marxista não é para o diretor um preceito frio. Surge da desilusão e da crítica perante a falência dos ideais de emancipação do povo, compartilhada por muitos artistas e intelectuais de sua geração, e da experiência prática de escutar o outro “nem de cima, nem de baixo” ao longo de “Cabra Marcado para Morrer” e no programa “Globo Repórter”. Mais do que tomar o estilo do diretor como mero reflexo de uma experiência pessoal, no entanto, é preciso compreender como a renovada atenção à vida de sujeitos “ordinários” ocorre num contexto de crescente anomia e de perda da centralidade do discurso das lutas de classes enquanto chave de leitura para as tensões sociais. Ao invés de celebrar a vitória do individualismo, a atenção ao singular torna-se (ou pode se tornar) um meio de atenção às demandas universais de reconhecimento e de reflexão sobre aquilo que Bourdieu chamou de “miséria do mundo” – miséria objetiva que, no entanto, só pode ser vista e dita em seus rastros.
    Se há comunidade (e política) na filmografia recente de Coutinho, obra esta reconhecida por seu minimalismo, é somente através da recusa radical de um romantismo nostálgico que recolocou no futuro o lugar da unidade perdida e das representações mesmas do “estar-em-comum”. Em “Santo Forte”, filme cujo tema é a religiosidade popular, não se veem organizações de grupos políticos ou de movimentos sociais (como era o caso de “Santa Marta, Duas Semanas no Morro”, de 1987), e tampouco são filmados os cultos, que poderiam sugerir a ideia de uma comunhão espiritual. Do pouco que resta – a presença das pessoas que falam de si frente a uma escuta desejosa do diretor – irrompe, não raro, o que poderíamos tratar como a potência da vida de “singularidades quaisquer” (cf. Agamben).
    Segundo Comolli, “a potência subjetivante da fala filmada tem menos a ver com o desdobramento (que ela permite, evidentemente) da interioridade do personagem do que com o liame que ela promove entre o corpo filmado e o nosso”. Há algo que nos cativa como espectadores e com o que me conectamos, porém não sob a forma de identidades ou de estilos consumíveis; algo que torna possível a relação com uma singularidade que já não se apresenta como irredutivelmente diferente da nossa, e que ao mesmo tempo mina nossa posição ou preconceitos prévios. A este respeito, é preciso refletir, primeiro, a respeito da força da presença (ou melhor, da imagem de uma presença, muitas vezes mais potente que a presença real) que pode nos lançar para uma espécie de comunidade de jogo; e, segundo, sobre o caráter de “obra aberta” que há nas personagens e o modo como podemos ou não completá-las ou continuá-las.
    Há uma potência de indeterminação que não é própria exatamente do sujeito, mas antes da linguagem. Isto é o que se vê em “Jogo de Cena” (2007): quando histórias de vida particulares migram de boca em boca ao serem reinterpretadas por atrizes, mesmo o rosto e o nome, que talvez antes parecessem imprescindíveis, tornam-se substituíveis ou dispensáveis. O caso exemplar e radical de “Jogo de Cena” mostra como o dispositivo de corporificação de uma presença não é uma fórmula fadada a se repetir a cada filme e a cada cena. Assim, interessam as variações e rupturas do método e o modo como elas sugerem novas distâncias, silêncios e ausências onde poderíamos esperar uma presença pura que se confundiria com um ideal de comunhão.

Bibliografia

    AGAMBEN, Giorgio. A comunidade que vem. Belo Horizonte: Autêntica, 2013.
    BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 2012.
    BOURDIEU, Pierre (coord.). A miséria do mundo. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.
    BUTLER, Judith. Relatar a si mesmo: crítica da violência ética. Belo Horizonte: Autêntica, 2015.
    COUTINHO, Eduardo; BRAGANÇA, Felipe (org.). Eduardo Coutinho. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2008 (Encontros).
    COUTINHO, Eduardo; OHATA, Milton (org.). Eduardo Coutinho. São Paulo: Cosac Naify, 2013.
    GUIMARÃES, C.; OTTE, G.; SEDLMAYER, S. (orgs.). O comum e a experiência da linguagem. Belo Horizonte: UFMG, 2007.
    MORIN, Edgar. O cinema e o homem imaginário. São Paulo: É Realizações, 2014.
    PELBART, Peter Pál. Vida capital: ensaios de biopolítica. São Paulo: Iluminuras, 2011.
    SAFATLE, Vladimir. Grande Hotel Abismo: por uma reconstrução da teoria do reconhecimento. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2012.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.