Ficha do Proponente

Proponente

    Livia Azevedo Lima (ECA-USP)

Minicurrículo

    Livia Azevedo Lima é editora de livros e pesquisadora. Entre 2011 e 2015, trabalhou na Cosac Naify onde foi responsável pela coordenação editorial da coleção Cinema Teatro e Modernidade organizada pelo Prof. Dr. Ismail Xavier e pelas demais publicações da área de cinema. Atualmente presta serviços de preparação e revisão de textos para instituições como Companhia das Letras, IMS e Bienal de São Paulo e realiza mestrado do Programa de Pós-graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA-USP.

Ficha do Trabalho

Título

    Os diálogos entre Nina e Ana em A casa assassinada, de Saraceni

Seminário

    Cinema e literatura, palavra e imagem

Resumo

    Esta comunicação propõe uma análise do filme A casa assassinada, de Paulo César Saraceni, a partir da relação que ele estabelece com a prosa de Lúcio Cardoso. Para tal, se concentrará nas diferenças entre os efeitos dramáticos provocados pelos diálogos entre as personagens femininas Nina e Ana no filme A casa assassinada e no romance Crônica da casa assassinada.

Resumo expandido

    O longa-metragem A casa assassinada (Paulo César Saraceni, 1971) é resultado do desafio de adaptar Crônica da casa assassinada (Lúcio Cardoso, 1959), um romance longo, não cronológico e construído a partir da colagem de textos de diversas narrativas de si (trechos de diário, cartas, confissões, depoimentos), num caleidoscópio que reflete a tensão entre desejo e culpa das personagens.
    Não bastasse a dificuldade da trama, Saraceni estava diante da dificuldade da fábula. O enredo conta a história de Nina (Norma Bengell), uma mulher da cidade grande que se muda para a província mineira após se casar com Valdo Meneses (Rubens Araújo). Emancipada e bem resolvida sexualmente, Nina luta para preservar sua dignidade no seio de uma família conservadora, que ela descobre arruinada economicamente e que, diante de sua presença, revela desejos recalcados. Trata-se de uma narrativa trágica que perpassa temas complexos caros a Lúcio Cardoso, como adultério, inveja, traição, homossexualidade, patriarcalismo, suicídio, loucura, câncer e incesto.
    Assim, para realizar a análise do filme A casa assassinada a partir da relação que ele estabelece com a prosa cardosiana é preciso compreender como se dá a adaptação de um romance de tensão interiorizada, forma moderna e temática trágica, cujo foco narrativo são as angústias das personagens levadas ao limite. A partir da consideração de Gilda de Mello e Souza (2009, pp. 223-37) sobre o excesso nos diálogos em O desafio (Paulo César Saraceni, 1965) e da insistência de Glauber Rocha (1997, pp. 150, 157) para Saraceni tomar cuidado com os diálogos excessivamente literários de Lúcio Cardoso ao escrever o roteiro de A casa assassinada, surgiu o interesse de tomar os diálogos como ponto de ancoragem para a análise do filme. Como as personagens femininas muitas vezes exercem protagonismo e têm importância decisiva tanto na obra do escritor (ver CARDOSO, E., 2010) como na do cineasta, escolhemos nos concentrar aqui nas duas sequências de diálogos entre as personagens Nina e sua cunhada Ana (Tetê Medina), que fica obcecada pela beleza, pelos modos liberados e pela maneira como a forasteira atrai para si todos os olhares masculinos.
    A primeira sequência é um diálogo rápido, entre os minutos 33’12’’ e 33’30’’ do filme, no qual elas conversam sobre os encantos que os cabelos de Nina exercem. Na segunda, Ana flagra Nina transando com André (Augusto Lourenço) – que Nina acreditava ser seu filho com o jardineiro Alberto (também interpretado por Augusto Lourenço), mas na verdade era filho de Alberto e Ana – e ocorre um longo embate entre os minutos 1h14’30’’ e 1h20’’. Ana está com uma arma na mão e as duas fixam o olhar uma na outra à medida que trocam de lugar com movimentos circulares, como se estivessem em um duelo. Vale ressaltar que esses diálogos integram um conjunto de sequências que se passa no espaço do jardim e que se contrapõe ao conjunto das situações dramáticas ocorridas no interior da casa.
    No livro, os diálogos, preservados na estrutura da carta ou do texto memorialístico, possuem o tom de quem reconstitui uma narrativa enviesada pela distância da memória que retém o sabor das emoções, o que interessa contar em defesa própria, não o ocorrido. É um tom que transita entre o da confissão religiosa e o da sessão de psicanálise, mas que, por fim, encontra um efeito de distanciamento e testemunho próximo ao do coro da tragédia grega (ver BOSI 1994, p. 414). No filme, em contrapartida, esses diálogos são vistos no corpo das personagens, uma frente à outra, e o excesso algumas vezes parece conduzir à matriz melodramática do dizer tudo. Diante disso, o interesse desta comunicação é observar como se opera a relação entre palavra e imagem em torno do uso dos diálogos, no livro e no filme.

Bibliografia

    BOSI, Alfredo. “Lúcio Cardoso”. In: História concisa da literatura brasileira. 39ª ed. São Paulo: Cultrix, 1994, pp. 413-15.
    CARDOSO, Elizabeth. Feminilidade e transgressão: uma leitura da prosa de Lúcio Cardoso. São Paulo: Humanitas/ Fapesp, 2013.
    CARDOSO, Lúcio. Crônica da casa assassinada. Edição crítica. 2ª ed. Mario Carelli (Org.). Paris: Unesco, 1996.
    MELLO E SOUZA, Gilda de. “Diálogo e imagem n’O desafio”. In: Exercícios de leitura. 2ª ed. São Paulo: Duas Cidades/ Editora 34, 2009, pp. 223-37.
    ROCHA, Glauber. Cartas ao mundo. Ivana Bentes (Org.). São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
    SARACENI, Paulo César. Por dentro do Cinema Novo: Minha viagem. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
    XAVIER, Ismail. “Do texto ao filme”. In: PELLEGRINI, Tânia (Org.). Literatura, cinema e televisão. São Paulo: Senac/ Instituto Itaú Cultural, 2003a, pp. 61-89.
    ___. O olhar e a cena: Melodrama, Hollywood, Cinema Novo, Nelson Rodrigues. São Paulo: Cosac Naify, 2003b.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.