Ficha do Proponente

Proponente

    Marcio Aurelio Recchia (FFLCH – USP)

Minicurrículo

    Mestrando em Letras na área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, Departamento de Línguas Clássicas e Vernáculas (DLCV) da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) pela Universidade de São Paulo (USP); Lato Sensu em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (2013); Bacharel em Letras Português/Inglês pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas – USP (2006); Licenciado em Letras Português/Inglês pela Faculdade de Educação – USP (2006).

Ficha do Trabalho

Título

    A desconstrução do oásis de paz português na perspectiva do forasteiro

Seminário

    Cinemas em português: aproximações – relações

Resumo

    Pretendo apresentar algumas reflexões levantadas em minha pesquisa de mestrado a partir dos seguintes objetos de estudo: o filme Fantasia Lusitana (2010), de João Canijo, e o romance O ano da morte de Ricardo Reis (1984), de José Saramago. Tanto o filme quanto o romance desconstroem a imagem de um Portugal perfeito e harmônico divulgado pela propaganda salazarista através da percepção externa, seja do lusitano ausente por 16 anos, seja do estrangeiro que usa Lisboa como rota de fuga do nazismo.

Resumo expandido

    A primeira metade do século XX testemunhou duas das maiores guerras jamais vistas, a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). É no período de entreguerras que algumas nações europeias se tornam ditaduras de extrema direita de cunho fascista, destacando Alemanha, Itália, Portugal e Espanha. É justamente a ascensão de líderes totalitários como Adolf Hitler e Benito Mussolini que ajudará a desencadear a segunda grande guerra.
    Em abril de 1945, as mortes de Mussolini e Hitler encerram os regimes totalitários na Itália e na Alemanha, porém, na Península Ibérica, governos análogos liderados pelos ditadores Francisco Franco e António Salazar perdurarão nas décadas sucessivas. O caso investigado em minha pesquisa é o da ditadura portuguesa.
    Uma vez definida esta premissa, pretendo traçar paralelos e contrastes entre cinema e literatura. Para tanto, tenho como objetos de estudo o filme Fantasia Lusitana (2010) do diretor João Canijo e o romance O ano da morte de Ricardo Reis (1984) do escritor José Saramago.
    Ambas as obras revisitam Portugal sob o jugo da ditadura salazarista (1932-1968) durante o Estado Novo português (1926-1974), que terminará apenas com a Revolução dos Cravos, computando um período de 48 anos, a mais longeva ditadura totalitária europeia no século XX.
    Por se tratar de um período muito extenso, estabeleci um recorte temporal proporcionado pelo romance e pelo filme, isto é, o decênio 1935-1945, iniciando com o retorno da personagem saramaguiana Ricardo Reis a Portugal em dezembro de 1935 e finalizando com o término da Segunda Guerra Mundial em setembro de 1945, um dos eventos explorados por Canijo em seu filme.
    É pertinente lembrar que após a queda do regime ditatorial, tanto a literatura quanto o cinema passaram a revisitar esse longo período de silêncio imposto pela censura. Levando-se em conta as duas produções já mencionadas, o romance O ano da morte de Ricardo Reis tem seu enredo desenvolvido entre dezembro de 1935 e agosto de 1936, momento em que os movimentos nacionalistas e fascistas crescem na Alemanha, Itália e Portugal, e que a guerra civil espanhola está para eclodir. É um cenário turbulento em toda Europa, onde a tensão e a incerteza pairam no ar.
    Portugal, diante do discurso paternalista de Salazar, procura controlar as informações veiculadas pelos meios de comunicação, utilizando-se para isso do jornal, do rádio e do cinema panfletários. A personagem Ricardo Reis, que procura compreender seu país através dos jornais, foi criada a partir do heterônimo de Fernando Pessoa, cuja morte em novembro de 1935 serve de mote para que a mesma retorne a Portugal depois de uma ausência de dezesseis anos.
    É precisamente este hiato de mais de três lustros que faz com que Ricardo Reis, ao retornar ao seu país natal, o olhe com distanciamento, fato que, com efeito, o aproxima do olhar do estrangeiro.
    Já o filme Fantasia Lusitana exibe cenas oriundas de arquivos oficiais usadas para fortalecer o regime, bem como fotografias de época e discursos de Salazar. Entretanto, embora em sua origem este material tivesse a intenção de exibir Portugal como um verdadeiro “oásis de paz”, Canijo adota uma estratégia de desconstrução dessa aparência ao sobrepor a essas imagens alguns registros de depoimentos de estrangeiros que passaram por Lisboa, desfazendo a imagem paradisíaca.
    Esta técnica acaba por mostrar que Portugal é um país pobre e vulnerável, isto é, bem distinto do apregoado pelo regime, pois estes estrangeiros não estavam influenciados pelo poder do discurso salazarista, dado que se encontravam em Lisboa temporariamente, aguardando o embarque rumo à América, fugitivos da violência da guerra.
    Dentre os vários estrangeiros, Fantasia Lusitana recupera os relatos da dramaturga alemã Erika Mann, filha do escritor Thomas Mann; do escritor judeu-alemão Alfred Döblin e do escritor e piloto francês Antoine de Saint-Exupéry, cujas narrativas divergem bastante da imagem veiculada por Salazar.

Bibliografia

    CARNEIRO, M. L. T.; CROCI, F. Tempos de Fascismos – Ideologia – Intolerância – Imaginário. São Paulo: Edusp, 2010.
    CUNHA, Paulo. Guerra colonial e colonialismo no cinema português. ESTUDOS DO SÉCULO XX. Colonialismo, anticolonialismo e identidades nacionais. (3, 2003), coordenação Luís Reis Torgal e Luís Oliveira Andrade, p. 187-208.
    FERRO, M. Cinema e História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1992.
    GAUTHIER, Guy. O documentário: Um outro cinema. Campinas: Papirus, 2011.
    LEMIÈRE, Jacques. O cinema e a questão de Portugal após o 25 de Abril de 1974. In: MENDES, João Maria (coord.). Novas & Velhas Tendências no Cinema Português Contemporâneo. Lisboa: Gradiva, 2013. p.38-63.
    SARAMAGO, J. O ano da morte de Ricardo Reis. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
    TORGAL, L. R. O Cinema sob o olhar de Salazar. Lisboa: Temas e Debates, 2011.
    VANOYE F. e GOLIOT-LÉTÉ A. Ensaio sobre a análise fílmica. Campinas: Papirus, 2014.
    Filme:
    CANIJO, J. Fantasia Lusitana, Midas Filmes, Lisboa, 2010.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.