Ficha do Proponente

Proponente

    maria alice lucena de gouveia (PUC-SP)

Minicurrículo

    Doutoranda no curso de Comunicação e Semiótica na PUC-SP onde desenvolve uma pesquisa sobre a preparação do ator no cinema pernambucano contemporâneo sob orientação de Cecília de Almeida Salles. Professora Assistente da Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Artes e Comunicação. Leciona cadeiras de Direção, Montagem e Finalização no curso de cinema e audiovisual. Tem experiência na área de direção e direção de atores tendo realizado diversos curtas-metragens.

Ficha do Trabalho

Título

    A construção da atuação no filme “Tatuagem”, do diretor Hilton Lacerda

Resumo

    Nesse artigo iremos analisar a atuação do filme “Tatuagem”, 2013, do diretor Hilton Lacerda. Levaremos em consideração três diferentes formas de mise-en-scène construídas no filme e sua relação com os atores. O filme se estrutura a partir de três vetores. Um teatro de revista, “Chão de Estrelas”, uma camada narrativa encenada de forma codificada com protocolos de atuação do cinema clássico e um vetor experimental que reencena curtas-metragens produzidos em Super-8 nos anos 1970.

Resumo expandido

    Neste trabalho iremos analisar a construção da atuação no filme “Tatuagem”, 2013, do diretor pernambucano Hilton Lacerda. Para isso, levaremos em consideração diferentes formas de mise-en-scène presentes no filme e sua relação com os atores. O filme é tecido a partir de três camadas; esquetes de um teatro de revista, o “Chão de Estrelas”, uma narrativa clássica, ambientada no ano de 1978, que relata o romance entre Clécio (Irandhir Santos) e o soldado Fininha (Jesuíta Barbosa) e uma refilmagem de um conjunto de curtas-metragens experimentais realizados pelo diretor Jomard Muniz de Brito nos anos 1970.
    O filme “Tatuagem” é livremente inspirado no grupo “Vivêncial Diversiones”, muito atuante nas cidades de Recife e Olinda nos anos 1970 e 1980. Esse grupo apresentava-se semanalmente com esquetes inspiradas no teatro de revista pautadas pelo erotismo e deboche e foi muito presente na obra de Jomard Muniz de Brito, importante referência do movimento do Super-8 pernambucano.
    As esquetes da trupe “Chão de Estrelas” foram produzidas pelos atores, de forma colaborativa com o departamento de arte. Existia, inicialmente, para os atores do filme, um roteiro de teatro “Chão de Estrelas” mas não o roteiro cinematográfico, “Tatuagem”. Eles escolheram quais peças iriam ser encenadas e montaram os cenários, objetos e figurinos. Os temas eram lançados e, a partir disso, os atores escolhiam o que iria ser montado. No processo de abertura dessas cenas, o diretor não estava presente, deixando os atores livres para as improvisações que permeiam o dia a dia de uma montagem teatral. A ideia era trazer os atores de um teatro colocando-os numa dimensão cinematográfica. O desafio do filme era fazer com que as pessoas acreditassem que aquele grupo estava junto há anos.
    Não estava escrito o que quinze pessoas faziam numa cena em que elas estavam. Tinha que existir um estado de prontidão, de intimidade para que toda vez que houvesse uma câmera rodando e para qualquer lado do cenário que ela apontasse, sempre tivesse vida.
    Para a construção da trupe “Chão de Estrelas” foi realizado um laboratório durante cinco semanas no qual os atores ficaram morando juntos. Essa vivência criou uma intimidade entre o grupo que está impressa no filme. Para estruturar esse trabalho, o ator principal de “Tatuagem”, Irandhir Santos, serviu como uma espécie de diretor de teatro durante o laboratório. “Tatuagem” buscou uma construção processual cujo o acaso foi tomado como método (Salles, 2006) o que permitiu com que a câmera se abrisse às descobertas e experiências que nasceram da troca com os atores.
    Como segundo vetor, o filme tem uma camada narrativa encenada de forma codificada, por meio de um investimento analítico na construção das personagens, ancorada nos protocolos de atuação do cinema clássico. “Tatuagem” é resultado de uma reflexão com uma questão muito contemporânea que tem como foco a leitura que se faz sobre os pudores do corpo e que começa a pautar um conjunto de práticas políticas conservadoras sobre a sexualidade. Para ancorar essa discursão, o diretor Hilton Lacerda escreveu um romance entre um jovem soldado raso, Fininha (Jesuitá Barbosa), e o diretor de uma trupe de teatro, Clécio (Irandhir Santos).
    Por fim, o filme também reencena curtas-metragens produzidos nos anos 1970, elaborando com isso, uma mise-en-scène experimental que busca no diálogo entre os atores e a câmera sensações vinculadas ao corpo.
    Para o entendimento dos processos de construção da atuação, buscarei como base teórica um diálogo estreito com as reflexões sobre o trabalho do ator no teatro sistematizadas por Grotowski (1989), Artaud (1984), Stanislavski (1979), assim como as leituras contemporâneas sobre o corpo elaboradas por Icle (2011), Quilici (2015) e Ferracini (2014).
    Para esse estudo também levamos em consideração as etapas da elaboração de um longa-metragem, com ênfase nas “mise-en-scènes”, clássica (Bordwell, 2008) e contemporânea (Bouquet, 2005).

Bibliografia

    ARTAUD, Antonin. O teatro e seu duplo. São Paulo. Martins Fontes. 2006.

    BAZIN. André. O que é o cinema?. São Paulo. Cosac Naify. 2014.

    BOUQUET, Stéphane. Plan contre flux. Cahiers du Cinema no 566.

    BONFITTO. Mateo. O ator compositor. São Paulo. Perspectiva. 2011.

    BORDWELL, David. Figuras traçadas na luz. A encenação no cinema. São Paulo: Editora Papirus, 2008.

    FERRACINI, Renato. Ensaios de atuação. São Paulo. Perspectiva. 2013.

    ICLE, Gilberto. O ator como xamã. São Paulo. Perspectiva. 2010.

    NACACHE, Jacqueline. O ator de cinema. Lisboa. Texto e Grafia. 2005.

    OLIVEIRA Jr., Luis Carlos. A mise-en-scène no cinema. Do clássico ao cinema de fluxo. Campinas. Papirus. 2013.

    QUILICI, Cassiano Sydow. O ator-performer e as poéticas de transformação de si. São Paulo. Annablume, 2015.

    SALLES, Cecília de Almeida. Redes de criação: construção da obra de arte. São Paulo: Horizonte. 2006.

    STANISLAVSKI, Constantin. A construção do personagem. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2009.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.