Ficha do Proponente

Proponente

    Tetê Mattos (Maria Teresa Mattos de Moraes) (UFF/UERJ)

Minicurrículo

    É doutoranda do Programa de Pós Graduação em Comunicação da UERJ, e professora do Departamento de Arte da Universidade Federal Fluminense desde 1997. É graduada em História, e mestre em Ciência da Arte pela UFF. Dirigiu os premiados documentários “Era Araribóia um Astronauta?”(1998), “A Maldita”(2007) e “Fantasias de Papel” (2015). Publica artigos em revistas e livros especializados em cinema. Atua como curadora de diversos festivais de cinema. Dirigiu o Araribóia Cine – Festival de Niterói.

Ficha do Trabalho

Título

    FESTIVAL DO RIO E O IMAGINÁRIO DA CIDADE

Resumo

    Buscaremos analisar o imaginário da cidade do Rio de Janeiro através dos discursos fílmicos e oficial do Festival do Rio, nos anos de 2014 e 2015. A visão de cidade produzida no discurso oficial se pauta na construção de um imaginário baseado no clichê da “cidade maravilhosa”. Porém, não podemos afirmar o mesmo em relação aos filmes exibidos no Festival. A nossa hipótese é a de que há uma eventual diferença na representação do Rio de Janeiro entre estes dois discursos.

Resumo expandido

    Nas últimas décadas, os festivais audiovisuais além de apresentarem um enorme crescimento no número de eventos, passam a ter uma forte importância na contemporaneidade devido à repercussão que estes exercem no imaginário das sociedades. Este fenômeno, de caráter internacional, atribui aos festivais além da função artística, uma função voltada ao marketing urbano.
    Para buscar entender este processo, centraremos a nossa análise no Festival do Rio, evento de grande repercussão na cidade do Rio de Janeiro, criado em 1999, a partir da fusão de dois eventos cinematográficos – o Rio Cine Festival e a Mostra Banco Nacional de Cinema. A junção destes dois festivais, atrelado ao forte patrocínio, fez com que o Festival do Rio, desde a sua primeira edição, se consolidasse como um evento de grande porte e com forte repercussão no país.
    Partindo do princípio de que os festivais são experiências de cidade, no caso do Festival do Rio, podemos afirmar que a cidade se faz presente como um personagem a ser investigado. Mais que isso: é a própria cidade, que ao lado da arte cinematográfica, se torna uma mercadoria. Para que este produto tenha eficácia de venda, é necessário a construção de uma imagem da cidade ideal, cosmopolita, global, moderna e tecnológica (ARANTES, 2012; SANCHEZ, 2010)
    Partimos da premissa de que os festivais são fenômenos de comunicação e constituem importantes espaços de sociabilidade e de trocas simbólicas. A experiência de assistir a um filme coletivamente, potencializam os festivais como possível ligação com o mundo imaginário. Através desta experiência estética existe uma produção de sentido sobre a própria realidade.
    Na nossa comunicação buscaremos analisar a representação da cidade do Rio de Janeiro através dos filmes e do discurso oficial do Festival do Rio. A visão de cidade que é produzida no discurso oficial do Festival se pauta na construção/manutenção de um imaginário que produz uma narrativa da cidade baseada no clichê da “cidade maravilhosa”, estetizada pela paisagem que apresenta um “simulacro” do real e reforça a imagem da cidade como espetáculo.
    Porém, se no discurso oficial do Festival do Rio (manifestado através do material gráfico, dos textos dos catálogos, das vinhetas e slogans) observamos uma pactuação com a cidade num jogo de poder que remete às representações hegemônicas da cidade, não podemos afirmar o mesmo em relação aos filmes exibidos na Première Brasil, sessão principal do Festival voltada para a produção nacional recente, com a maior visibilidade midiática. Acreditamos que existe uma confrontação na representação do Rio de Janeiro entre os discursos fílmicos e os discursos oficiais do Festival. Violência, desigualdades sociais, conflitos urbanos, uma outra geografia da cidade, representações das favelas, são alguns dos exemplos que podemos observar nos filmes que são exibidos no Festival, como por exemplo, as produções exibidas nas duas últimas edições de 2014 e 2015, que serão objeto de nossa análise. Alguns exemplos: CARIOCA ERA UM RIO, de Simplício Neto (2014), CASA GRANDE, de Fellipe Garamano Barbosa (2014), CRÔNICA DA DEMOLIÇÃO, de Eduardo Ades (2015), CAMPO GRANDE, de Sandra Kogut (2015) e MATE-ME POR FAVOR, de Anita Rocha da Silveira (2015).
    A nossa hipótese é de que há uma provável diferença entre a representação do Rio de Janeiro nos discursos fílmicos e no discurso oficial. Acreditamos que existe uma intencionalidade do discurso oficial do Festival que se mostra condizente com o discurso de cidade promovido pela Prefeitura, principal patrocinadora do evento. À nosso ver, esta discrepância nos discursos se dá pela necessidade de pactuação e articulação entre o Festival do Rio e os financiadores do evento. Por outro lado, no regime estético acreditamos que haja uma maior “liberdade” no discurso das obras exibidas.

Bibliografia

    AMANCIO, Tunico. O Brasil dos gringos: imagens no cinema. Niterói: Intertexto, 2000.
    ARANTES, Otília Beatriz Fiori. Berlim e Barcelona: duas imagens estratégicas. São Paulo: Annablume, 2012.
    BAUDRILLARD, Jean. Simulacro e Simulações. Lisboa: Relógio D´Água, 1991.
    DE VALCK, Marijke. Film Festivals: From European Geopolitics to Global Cinephilia. Amsterdam: Amsterdam Univ. Press. 2007.
    ELSAESSER, Thomas (2005). “Film Festival Networks: The New Topographies of Cinema in Europe.” European Cinema: Face to Face with Hollywood. Amsterdam: Amsterdam Univ. Press., 2005.
    IORDANOVA, Dina [org.]. The Flm Festival Reader. St Andrews, Escócia: St Andrews Film Studies, 2013.
    JAGUARIBE, Beatriz. Imaginando a “cidade maravilhosa”: modernidade, espetáculo e espaços urbanos. . Famecos. V. 18, n. 2 , 2011.
    SILVA, Jailson de S. e; BARBOSA, Jorge L. e FAUSTINI, Marcus V. O novo carioca. Rio de Janeiro: Mórula Editorial, 2012.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.