Ficha do Proponente

Proponente

    Cristiane Scheffer Reque (PUCRS)

Minicurrículo

    Mestranda em Comunicação Social do PPGCOM na PUCRS. Possui graduação em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela UFRGS (1999). Desde 2006 é sócia da Modus Produtora de Imagens, onde atua como produtora, roteirista e diretora em filmes de ficção, séries para TV e documentários. Realiza supervisão técnica de montagem em moviola no curso de graduação TECCINE, da PUC RS. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Cinema, e pesquisa a produção e circulação de filmes brasileiros.

Ficha do Trabalho

Título

    Relação entre diferentes formatos de produção no mercado exibidor

Resumo

    A proposta é analisar o lançamento nos cinemas dos filmes Flores Raras (2013) de Bruno Barreto, e Castanha (2014) de Davi Pretto. O estudo refere-se às questões extrínsecas que circundam as obras, sob a perspectiva do fato cinematográfico (Metz, 1980). Pretende-se observar o contexto do circuito exibidor nas estreias e as estratégias de comercialização. Quanto à recepção, serão considerados dados da ANCINE e do Instituto Datafolha sobre hábitos de consumo no mercado de entretenimento no Brasil.

Resumo expandido

    A proposta é realizar uma análise sobre fenômenos ligados ao lançamento de obras cinematográficas brasileiras recentes, considerando conceitos que Christian Metz traz em Linguagem e Cinema (1980), que diferencia o fato fílmico do fato cinematográfico. Nesse estudo interessa um olhar a partir do fato cinematográfico, englobando fatores adjacentes à obra, considerando o que vem antes, durante – mas fora – e depois do filme.
    Foi proposital a escolha por duas obras totalmente distintas sob o ponto de vista da produção. Flores Raras (2013) foi dirigido pelo cineasta Bruno Barreto, da LC Barreto – Filmes do Equador, produtora carioca na ativa há 55 anos, que realizou o filme com um dos mais altos orçamentos do mercado brasileiro atual. Foram R$ 13 milhões, a maior parte captada via Lei do Audiovisual e Lei Rouanet, e nem a presença do elenco famoso tornou fácil esta obtenção de recursos, segundo o próprio diretor.
    Na outra ponta temos o filme Castanha (2014), primeiro longa metragem de Davi Pretto e da produtora Tokyo filmes, fundada em 2009 por ele e mais três colegas, todos formados no Curso de Produção Audiovisual da PUCRS. Neste caso, o longa obteve R$ 60 mil do Fumproarte, Fundo de apoio da Secretaria de Cultura de Porto Alegre, e conseguiu ser realizado graças a apoios e parcerias, com equipe mínima em esquema de produção documental – apesar da obra fazer o hibridismo com o gênero ficção. Fato comum é a estreia mundial de ambos no Festival Internacional de Cinema de Berlim. Flores Raras foi mostrado em 2013 na mostra Panorama da 63a. Berlinale, enquanto Castanha estreou na seção Forum, da 64a. edição do evento.
    Como referência são utilizados os estudos de João Guilherme Barone, especialmente as ferramentas do método desenvolvido para observar as relações entre os agentes e as estruturas da indústria audiovisual, partindo da tríade de atividades do núcleo central: produção, distribuição e exibição. Da mesma forma, é estabelecido um diálogo com as análises do pesquisador Pedro Butcher, e ainda as bases de dados sobre bilheteria e comercialização nos cinemas brasileiros como o site Filme B, informações da ANCINE através do OCA, Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual, e dados do Instituto de Pesquisas Datafolha de 2012 sobre consumo de entretenimento no Brasil.
    A partir destas bases, proponho refletir sobre o contexto do lançamento de um longa metragem atualmente em cinemas do Brasil, comparando modos radicalmente diferentes de produção e seus resultados de bilheteria. A ideia não é fixar-se somente nos números de ingressos vendidos, mas indagar sobre o que podem nos revelar esses dados. O objetivo é relacionar as estratégias de promoção e comercialização das duas obras, as oportunidades de potencializar a divulgação através da estreia mundial na Berlinale, o contexto do mercado exibidor brasileiro no momento de cada lançamento e, por fim, contrapor estas informações com as possíveis preferências do público consumidor de entretenimento atualmente no Brasil.
    As radicais assimetrias de desempenho dos filmes brasileiros no mercado exibidor, onde a questão mais complexa refere-se à restrição de espaço e tempo das obras nacionais em cartaz, permitem projetar uma expectativa de ampliação do circuito exibidor alternativo, que contemple outro público além daquele que frequenta os multiplexes dos shopping centers, e que dê vazão aos 128 longas produzidos no Brasil em 2015, por exemplo.
    Acrescenta-se uma reflexão final sobre a questão tecnológica, com surgimento dos meios digitais para a veiculação de conteúdos e novos agentes de exibição pela internet e provedores de acesso condicionado, afetando de forma determinante o mercado exibidor tradicional. Além da transformação na produção, com maior diversidade nas maneiras de realizar filmes no formato digital, as formas de consumo do audiovisual também sofrem mudanças radicais, condicionando todo o mercado a repensar sua permanência e quais as estratégias para sobrevivência.

Bibliografia

    BARONE, João Guilherme. Comunicação e Indústria Audiovisual: Cenários Tecnológicos e institucionais do cinema brasileiro na década de 90. Porto Alegre: Editora Sulina, 2009.

    BRITZ, Iafa; BRAGA, Rodrigo Saturnino; DE LUCA, Luiz Gonzaga. Film Business – O Negócio do Cinema. In: DIAS, Adriana; SOUZA, Letícia (org.) Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

    BUTCHER, Pedro. Cinema brasileiro hoje. São Paulo: Publifolha, 2005.

    Filme B. Database mundo. Disponível em: .

    Hábitos de consumo no mercado de entretenimento. Instituto de pesquisas Datafolha. Realizada entre 12 e 19 de maio de 2012. Disponível em: Acesso em: 18 de outubro de 2015.

    Internet movie database. Disponível em:

    METZ, Christian. Linguagem e Cinema. São Paulo: Editora Perspectiva, 1980.

    Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual – OCA. Disponível em: .

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.