Ficha do Proponente

Proponente

    Fabiano Pereira de Souza (UAM)

Minicurrículo

    Mestrando em Comunicação, área de concentração Comunicação Audiovisual, linha de pesquisa Análises de Produtos Audiovisuais pela Universidade Anhembi Morumbi (2014-2016). Possui especialização em Cinema, Vídeo e Fotografia – Criação em Multimeios (2008), graduação em Comunicação Social – Jornalismo (2002) e graduação em Design Digital (1997), todos pela Universidade Anhembi Morumbi. Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Jornalismo.

Ficha do Trabalho

Título

    A música pop não original nos longas-metragens de David Lynch

Resumo

    A partir de Veludo azul (Blue Velvet, 1986), David Lynch passou a usar canções pop e de gêneros adjacentes dos anos 50 e 60 em gravações originais, regravações contemporâneas aos filmes ou interpretações filmadas dos atores na trilha musical de seus filmes. Isso reiterou o efeito de contraponto sonoro, que o sound design de Alan Splet já havia alcançado por meio de efeitos sonoros na filmografia de Lynch até Veludo azul, e ecoa aspectos das teorias do contemporâneo e da cultura pop.

Resumo expandido

    O objetivo desta análise é avaliar se e quanto o uso de canções pop e de gêneros adjacentes dos anos 50 e 60 em gravações originais, regravações contemporâneas aos filmes ou interpretações filmadas dos atores na trilha musical dos filmes de David Lynch funcionou num sentido de reiterar o efeito de contraponto sonoro, que o sound design de Alan Splet já havia alcançado por meio de efeitos sonoros na filmografia do cineasta até Veludo azul, e buscar reconhecer aspectos da teoria do contemporâneo e da cultura pop. Os filmes e músicas analisados são:

    – Veludo azul:
    Blue Velvet, por Bobby Vinton
    In Dreams, de Roy Orbison
    Love Letters, de Ketty Lester

    – Coração Selvagem (Wild at Heart, 1990)
    Be-Bop-A-Lu-La, por Gene Vincent and His Blue Caps
    Love Me, por Nicolas Cage
    Love Me Tender, por Nicolas Cage

    – A estrada perdida (Lost Highway, 1997)
    Insensatez, por Antonio Carlos Jobim
    I Put a Spell on You, por Marilyn Manson
    This Magic Moment, por Lou Reed

    – Cidade dos sonhos (Mulholland Dr., 2001)
    Crying (Llorando), por Rebekah Del Rio
    I’ve Told Every Little Star, por Linda Scott
    Sixteen Reasons , por Connie Stevens

    – Império dos sonhos (Inland Empire, 2006)
    At Last, por Etta James
    Sinner Man, por Nina Simone
    The Loco-Motion, de Little Eva

    O sound designer Alan Splet se destaca na história do som cinematográfico por elaborar em sua parceria com o cineasta David Lynch uma combinação de efeitos sonoros que não deixa clara a fonte destes, nem a própria informação sonora apresentada, pautando-se por mesclas sonoras sem sincronização obrigatória, como as dos sons ambiente inusitados de algumas locações em cena, a troca (The Grandmother, O homem elefante e Veludo azul) ou distorção (Duna) de vozes de personagens, amplificação de efeitos sonoros a ponto de criar sonoridades perturbadoras (Veludo azul), entre outros efeitos talhados para criar camadas adicionais do estranhamento tão caro a Lynch. A partir de Veludo azul também passa a ser usada música pop dos anos 50 e 60, muitas vezes com efeito análogo de estranhamento.

    Nesse filme, há momentos de sincronia bucólica ou melancólica (Blue Velvet) e outros de contraponto com efeito até de sarcasmo entre a trilha musical e a situação em cena (In Dreams e Love Letters). Coração selvagem lança mão de sincronia contextual entre música e cena, além de duas das três canções analisadas serem executadas diegeticamente pelo protagonista, num registro bastante empregado no cinema. O mesmo pode ser dito de A estrada perdida, num clima musical condizente com as cenas, sem efeito de contraponto. Cidade dos sonhos apresenta a forma mais artificial de sincronia musical, perfeitamente percebido como fiel sem de fato ser, conforme explicitado na cena de Llorando. E Império dos sonhos tem efeito onírico em todos os casos analisados, ainda que bastante coeso com o todo do filme, sem causar estranhamento isoladamente.

    Tal duplicidade – senão multiplicidade – de estratégias de presentificação do passado, segundo Gumbrecht, reflete como a contemporaneidade assimila simultaneamente tanto a sincronia, quando a diacronia, conforme Santana, fenômeno que guarda importantes pontos de semelhança com o conceito de dissenso de Rancière. Vale reiterar que Veludo azul serve como um divisor de águas entre o legado de Splet para a filmografia de Lynch e a tendência sonora seguinte em seus filmes, apoiada na trilha musical pop, com recorrentes elementos de época, num nível até agora único de variedade do repertório sonoro de Lynch. Os efeitos de estranhamento e o contraponto proporcionados pelo trabalho com efeitos sonoros do sound designer migrou em grande parte para o tipo de construção audiovisual aqui destacado. Perderam força os efeito sonoros de fonte irreconhecível em cena, que deram espaço a canções antigas, cuja nostalgia é passaporte para uma mistura que ainda inclui aspectos de realidade, sonho, o lógico, o sensível, o narrativo, o sensorial, sincronia, diacronia, diegese e extradiegese, bem ao estilo de Lynch.

Bibliografia

    EISENSTEIN, S. M.; PUDOVKIN, V. I.; ALEXANDROV, G. V.. Declaração sobre o Futuro do Cinema Sonoro. In: EISENSTEIN, S. M.. A forma do Filme. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.

    FERRARAZ, Rogério. O cinema limítrofe de David Lynch. 2003 (Tese de Doutorado/PUC-SP).

    GUMBRECHT, Hans Urich. A presença realizada na linguagem: com atenção especial para a presença do passado. In: História da Historiografia. UFOP n. 03, setembro, 2009

    MAFFESOLI, Michel. O tempo retorna. Rio de Janeiro: Forense, 2012.

    MENDES, Eduardo Santos. Alan Splet: Revisão Crítica da Obra. 2009. (Apresentação de Trabalho/Congresso Socine).

    RANCIÈRE, Jacques. O dissenso. In: NOVAES, Adauto (org.). A crise da razão. São Paulo/Brasília: Companhia das Letras/Funarte, 1996

    SANTANA, Gelson. Nota introdutória ao conceito de contemporâneo. In: Cinema, comunicação e audiovisual. São Paulo. Editora Alameda, 2009.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.