Ficha do Proponente

Proponente

    Cristina Alvares Beskow (ECA-USP)

Minicurrículo

    Cristina Alvares Beskow é doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais na ECA-USP, mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP e jornalista formada pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Desde 2006, trabalha com produção audiovisual, com experiência na produção de documentários. Atualmente, é integrante do grupo de estudos “Cinema Latino-Americano e Vanguardas Artísticas” e pesquisa o documentário no Nuevo Cine Latinoamericano das décadas de 1960 e 1970.

Ficha do Trabalho

Título

    O humor político nos filmes do Grupo Cine de la Base

Seminário

    Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais

Resumo

    O Grupo Cine de la Base surgiu com a proposta de utilizar o cinema como arma de contra-informação por meio da produção, exibição e distribuição de filmes militantes na Argentina. Um dos recursos utilizados em seus filmes era o humor político, que será analisado no longa-metragem de ficção “Los traidores” (1973) e no documentário em curta-metragem “Me matan si no trabajo y si trabajan me matan” (1974), que utilizam a sátira para explicitar contradições sociais e ridicularizar figuras do poder.

Resumo expandido

    A utilização do fator cômico para retratar as contradições sociais e ridicularizar figuras opressoras remonta o cinema silencioso, no início do século XX. Um de seus precursores é Charles Chaplin e seu famoso personagem Carlitos, que se consolidou como uma arquétipo cômico e crítico dos despossuídos, do lúmpen da sociedade capitalista. Os filmes do cinema soviético, como os de Sergei Eisenstein, também recorreram à figura satírica do burguês, como em “A greve” (1925), uma maneira eficiente de ressaltar os aspectos ridículos da aristocracia derrotada pela Revolução Russa. No entanto, apesar de termos alguns exemplos de humor político no cinema, pode-se dizer que o cinema militante, de maneira geral, pouco se apropriou desta ferramenta até os anos setenta. Na América Latina, em especial, temos alguns exemplos, como sátiras de figuras políticas em filmes de Glauber Rocha, como “Terra em transe” (1967), ou a crítica à burocratização do estado na comédia cubana “A morte de um burocrata”, de Tomás Gutierrez Alea. No entanto, a comédia política é escassa comparada às outras linguagens e gêneros mais utilizados pelo cinema militante, como o documentário e o drama.

    O Grupo Cine de la Base, que tinha como principais integrantes os cineasta Raymundo Gleyzer, Nerio Barberis, Jorge Denti e Alvaro Melián, reconhecia a potência do humor nos filmes políticos. Em entrevista realizada em setembro de 1974 , seus integrantes observam a carência de humor nos filmes políticos latino-americanos e apontam para a importância deste recurso. O grupo, braço cinematográfico do Partido Revolucionario de los Trabajadores – Ejército Revolucionario del Pueblo (PRT-ERP), de tendência marxista, surge em 1973 com a intenção de usar o cinema como arma política de contra-informação e ferramenta de mobilização da classe trabalhadora. Apesar de priorizarem a linguagem documental nos filmes, o grupo fez algumas experimentações mesclando denúncia e sátira social nos filmes “Los traidores” (1973) e no curta-metragem “Me matan si no trabajo y si trabajan me matan” (1974), recursos fílmicos de humor político que ridicularizam a figura do burguês. Nestes dois filmes, há trechos que utilizam alegorias da burguesia e/ou autoridades sindicais e governamentais, tornando risível sua atuação política. Em ambos os casos, os trechos estabelecem uma ruptura na estrutura narrativa do filme, causando distanciamento entre o espectador e o filme. No documentário “Me matan si no trabajo y si trabajo me matan (1974)”, a sátira se dá por meio de uma animação didática, que ilustra o conceito de mais-valia a partir de uma caricatura do burguês (dono da fábrica) e dos operários. Já, na ficção “Los traidores” (1973), há uma sequências onírica-satírica, em que um sonho do personagem principal traz à tona, de maneira burlesca, representações caricaturais do então presidente da Argentina e do dirigente sindical da Confederación General de los Trabajadores (CGT), expondo ao ridículo seus discursos, por meio da sátira e da paródia.

    Ambos os filmes abordam a luta da classe trabalhadora a partir de diferentes enfoques. “Los traidores” (1973) denuncia a burocratização sindical peronista e “Me matan si no trabajo y si trabajo me matan” (1974) aborda a luta direta dos operários da fábrica Insud por direitos e por melhores condições de trabalho. Os trechos que se utilizam de ferramentas cômicas são maneiras de expor o opressor ao ridículo e deslegitimá-lo socialmente, provocando o que Georges Minois (2003, p.471) chama de “riso de dessacralização”, este que desmistifica os poderes instituídos. Assim, podemos dizer que estas sequências que se utilizam do humor político também cumprem uma função pedagógica nos filmes militantes, pois encenam o absurdo das relações de poder no sistema capitalista e estimulam o riso de contestação, o “riso partidário” que “caçoa do adversário político e social” (MINOIS, p. 471) e estimula o riso de “coesão social”, estabelecendo solidariedade e identidade de classe.

Bibliografia

    BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 2012.

    BAKHTIN, Mikhail Mikhailovich. Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes, 2010.

    MESTMAN, Mariano. Mundo del trabajo, representación gremial e identidad obrera en Los traidores (1973). Nuevo Mundo, Mundos Nuevos. Paris, Dezembro de 2008.

    MINOIS, Georges. História do riso e do escárnio. Tradução Maria Elena O. Ortiz. Assumpção. São Paulo: Editora UNESP, 2003.

    PEÑA Fernando Martin e VALLINA, Carlos. El Cine Quema: Raymundo Gleyzer. Buenos Aires, Ediciones de la Flor, 2000.

    PIEDRAS, Pablo. Los traidores, de Raymundo Gleyzer. Estilos y estrategias de actuación en el cine político. En: Revista Afuera, n.4, mayo 2008.

    RUSSO, Pablo Mariano. Representaciones de los trabajadores y sus conflictos en el cine argentino: Los traidores de Raymundo Gleyzer, Revista electrónica Questión (UNLP), número 19, 2008.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.