Ficha do Proponente

Proponente

    Fabio Camarneiro (UFES)

Minicurrículo

    Fabio Camarneiro é doutor em Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP e mestre em Comunicação Impressa e Audiovisual pela mesma instituição. Roteirista, realizador e crítico de cinema, é atualmente professor no curso de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Espírito Santo – UFES. Tem artigos publicados em diversos livros, jornais e catálogos de mostras. Suas áreas de interesse contemplam o cinema brasileiro, a análise fílmica e as relações entre cinema, sociedade e outras artes.

Ficha do Trabalho

Título

    Corpo erótico e invenção: as ruínas da História em “Cinema inocente”

Resumo

    O média-metragem “Cinema inocente” (1980) apresenta o subúrbio do Rio de Janeiro e imagens de arquivo de Nova York; trechos de filmes de Thomas A. Edison e uma evocação a Marcel L’Herbier e à vanguarda francesa dos anos 1920. Radar (Leovigildo Cordeiro) aparece como a personificação do cinema de montagem de Júlio Bressane e sua reorganização das “ruínas” da história do cinema. O Rio surge como um “El Dorado” tropical, lugar privilegiado do erotismo e da invenção cinematográfica mais relevante.

Resumo expandido

    O média-metragem “Cinema inocente” (1980) está estruturado a partir do encontro entre o realizador Júlio Bressane e o montador Radar (Leovigildo Cordeiro), que até então havia trabalhado em três longas-metragens do diretor e que, posteriormente, montaria ainda “Tabu” (1982).
    Os primeiros momentos de “Cinema inocente” concentram-se na paisagem de um subúrbio do Rio de Janeiro, intercalada com um breve trecho com imagens de arquivo que retratam Nova York no início do século XX. Bressane justapõe o Rio – que representa um espaço afetivo a organizar grande parte de sua obra – e a cidade estadunidense, que aqui aparece como índice de certo modelo cinematográfico e de certo código moral implicado na apreciação das imagens em movimento, que reaparecerão em diversas citações, feitas no decorrer de “Cinema inocente”, aos filmes curtos de Thomas A. Edison. Um exemplo é “Fatima’s Cooche-Cooche Dance” (1896), de aproximadamente um minuto de duração. Espécie de marco na história da censura cinematográfica, já que, em 1907, o Comitê de Censura de Chicago decidiu adicionar duas faixas a esse filme de Edison, marcando-o como “impróprio”. (POLLARD, 2009, p. 199) O trecho visto em “Cinema inocente” apresenta duas tiras gradeadas a cortar horizontalmente o quadro: trata-se de um dos primeiros casos de censura na história do cinema, além de marcar um dos temas do filme de Bressane: o corpo erótico e sua relação com a imagem cinematográfica.
    Em outro momento, surgem trechos de pornochanchadas – montadas por Radar – e incorporados por Bressane. “Cinema inocente” radicaliza o procedimento de incorporação de materiais alheios (filmes, músicas etc.), uma das marcas centrais da obra do realizador. Nesse sentido, a escolha do montador se transforma em signo do próprio cinema de montagem de Bressane, em que se misturam as imagens de arquivo da cidade de Nova York, o jazz, a trilha musical de “Marnie”, de Alfred Hitchcock, os filmes curtos de Edison, entre outros. O espírito é o de um historiador, que recolhe estilhaços da história para reorganizá-los em uma narrativa fílmica. Segundo Walter Benjamin, tratar-se-iam de “ruínas”: “Onde nós vemos uma cadeira de acontecimentos, [o anjo da história] vê uma catástrofe única, que acumula incansavelmente ruína sobre ruína e as dispersa a nossos pés.” (BENJAMIN, 1985, p. 226)
    Na parte final de “Cinema inocente”, Bressane e Radar simulam uma entrevista com o cineasta francês Marcel L’Herbier, a paisagem carioca ao fundo. Após Edison, L’Herbier. Para Bressane, se os filmes do Primeiro Cinema (Edison) são vistos como “inocentes” – tanto no tratamento do corpo erótico como na invenção de formas cinematográficas –, a vanguarda francesa dos anos 1920 (aqui representada por L’Herbier) seria o ápice dessa “inocência” e dessa “invenção”. Em uma entrevista publicada na edição 202 da revista Cahiers du Cinéma (que aparece sendo folheada por Bressane no filme), o realizador francês fala do papel central da presença do mar em “L’Homme du large” (1920), quando ele teria tomado “um elemento natural como protagonista, e esse elemento é o mar, o mar bretão com suas tempestades, sua imensa superfície”. (FIESCHI, 1968, p. 30)
    O mar, elemento recorrente na obra do próprio Bressane. Os “elementos naturais” citados por L’Herbier são também protagonistas do realizador brasileiro, expressão de sua subjetividade e cenário no qual se reorganiza sua coleção de “ruínas”, tomadas de empréstimo da história do cinema. No espaço urbano do Rio de Janeiro, realiza-se também uma tentativa de retorno a certa “origem perdida” do cinema. Espécie de “El Dorado” em que invenção formal e liberalidade sexual podem mais uma vez se encontrar, como nos exemplos dos filmes “inocentes” de Edison. O trópico como lugar privilegiado do erotismo, mas também da invenção cinematográfica mais relevante.

Bibliografia

    BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e politica: ensaios sobre literatura e história da cultura. tradução: Sergio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1985. (Obras Escolhidas; vol. 1.)
    FIESCHI, Jean-André. “Autour du cinématographe: entretien avec Marcel L’Herbier”. Cahiers du Cinéma, nº 202. Paris, pp. 20-35, jun.-jul. 1968.
    GUNNING, Tom. “Editing: Temporal Relations”. In: ABEL Richard (ed.). Encyclopedia of Early Cinema. London: Routledge, pp. 211-214, 2005.
    LANGLOIS, Henri. “L’Avant-garde française”. In: Cahiers du Cinéma, nº 202. Paris, pp. 8-19, jun.-jul. 1968.
    POLLARD, Tom. Sex and Violence: The Hollywood Censorship Wars. New York: Routledge, 2009.
    STAM, Robert. Multiculturalismo tropical: uma história comparativa da raça na cultura e no cinema brasileiro. Tradução: Fernando S. Vugman. São Paulo: Edusp, 2008.
    XAVIER, Ismail. “O mal-estar na incivilização”. Cine Olho, n° 5-6. São Paulo, pp. 54-62, jun.-jul.-ago. 1979.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.