Ficha do Proponente

Proponente

    Saulo de Araujo Lemos (UECE)

Minicurrículo

    Saulo de Araújo Lemos é professor de Literatura de Língua Portuguesa na Universidade Estadual do Ceará e doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal do Ceará. Publicou o livro “Expectativas heroicas: mito, história e leitura em Parabélum, de Gilmar de Carvalho” (2011), além de artigos sobre literatura e filosofia em jornais, revistas acadêmicas e anais de eventos científicos.

Ficha do Trabalho

Título

    Cinemas entre o vivo e a morte

Resumo

    Este trabalho pretende confrontar imagens imóveis, ou quase, nos filmes 2001, uma odisseia no espaço, de Stanley Kubrick, e Cavalo dinheiro, de Pedro Costa, conforme o pensamento de Maurice Blanchot e outros pensadores; a lenta passagem de uma imagem a outra registra ritmos peculiares de tempo e movimento, entremeando ficção e realidade no limiar potencial que atrai e contamina mutuamente as diversas artes, abolindo a representação convencional e intensificando as complexidades da percepção.

Resumo expandido

    Dentre os muitos experimentos de cinema autoral em de mais de 100 anos, pode-se destacar o uso de imagens estáticas ou semiestáticas na composição de cenas de certos filmes, como se observa em autores díspares como Stanley Kubrick e Pedro Costa. Esse tipo de construção de imagem, imóvel ou de movimento quase imperceptível, pode ser lido como uma interferência contra o ritmo narrativo habitual do cinema no ocidente, sobretudo quanto ao setor mais comercial e apegado a métodos consagrados para a obtenção do maior público possível; uma ideia de cinema muito difundida, assim, é a de que o associa a um passo narrativo frenético, rocambolesco, como se esse fosse seu feitio natural. Entretanto, esse costume chama a atenção do espectador aos apelos miméticos do filme, mas invisibiliza a expressividade material em tela. Quando o diretor cria andamentos de cena em velocidades distintas das referidas, ele sensibiliza o público para seus recursos expressivos, o que costuma causar incômodo, ao espectador mais anestesiado, bem como surpresa e curiosidade, àquele que se interessa por afastamentos das perspectivas audiovisuais correntes. A imagem fixa, como se fosse o resultado de um problema técnico ou de um comando inesperado de câmera lentíssima, é uma maneira de retomar as demandas da pintura ou da fotografia tradicionais e pressionar quem vê para que veja com mais demora, mais atenção ou mais inquietação. No cult movie de ficção científica 2001, uma odisseia no espaço (1968), de Kubrick, e no documentário-ficção Cavalo dinheiro (2014), de Costa, o emprego das imagens lentas ou imóveis se associa a várias questões que podem relacionar as duas, apesar de parecerem muito distintas. No primeiro filme, as cenas pré-históricas ao ar livre e de viagens intergaláticas sugerem o pulsar de cotidianos longamente inalterados; no outro, a posição quase fixa dos atores comunica o situar do impasse, da impossibilidade de um gesto novo. Além do tipo de plano quase fotográfico e demorado em tela que aproxima ambas as produções, há nelas um campo de realidade extraviado, distinto daquilo que têm de comum as épocas em que foram feitas: voltam-se para um passado ou um futuro distantes, e a indefinição de tempos tange a indefinição entre vida e morte. Esse detalhe favorece a intervenção de leitura, para os dois filmes, pelo ensaio do francês Maurice Blanchot, intitulado “A literatura e o direito à morte”. Mesmo focado na arte literária, encontram-se nele proposições bastante oportunas para pensar a obra artística, dado o caráter aberto do texto: a arte defronta o humano com a fragilidade daquela e a finitude deste, ecoando um questionamento de si e do mundo que sobrevive às respostas e à transitoriedade da matéria. Nas duas realizações cinematográficas apontadas, há algo que vive como o que sobrevive à morte do corpo ou do sonho, mas que não é fantasma, falta, dívida com o passado (como apontado por Deleuze e Guattari na psicanálise), mas é reverberação de intensidade vibratória do corpo no caos/cosmos de imagens que tanto são o rastro da visão como o duplo não idêntico da percepção e da experiência. Este trabalho pretende, assim, confrontar os dois filmes escolhidos, partindo do gatilho da imagem (quase) imóvel que os caracteriza (principalmente na produção portuguesa), mediante o pensamento de Blanchot, interferido por algumas sugestões de Deleuze, Guattari e outros pensadores; a conclusão provisória disso é que a passagem de uma imagem semi-imóvel à outra, mesmo que não se verifique na totalidade da obra, registra um ritmo próprio de movimento de corpo e pensamento, pautando a vida, em seus espaços de ficção e realidade (essas duas modalidades da ficção), como a questão/dilema mais importante: inquietação engatilhada pelo limiar potencial que atrai as diversas artes e as contamina mutuamente, abolindo as facilidades da representação convencional e intensificando as complexidades da percepção e do imperceptível.

Bibliografia

    2001: uma odisseia no espaço. Dir.: Stanley Kubrick. [s.l.]: Metro-Goldwin-Mayer, 1968. DVD.
    BENJAMIN, Walter. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. In: ______. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Trad. Sérgio Paulo Rouanet. 7. ed. São Paulo: Brasiliense, 1994 (obras escolhidas, vol. I).
    BLANCHOT, Maurice. La littérature et le droit à la mort. In: La part du feu. Paris: Gallimard, 2013.
    CAVALO dinheiro. Dir. Pedro Costa. [s.l.]: OPTEC, 2014. Filme exibido em cinema.
    DIDI-HUBERMAN, Georges. Ce que nous voyons, ce que nous regarde. Paris: Minuit, 2014.
    DELEUZE, Gilles. Cinéma 1: L’image-mouvement. Paris: Minuit: 2012.
    ________. Cinéma 2: L’image-temps. Paris: Minuit: 2012.
    DELEUZE, Gilles; GUATTARI, Félix. Mille plateaux. Paris: Minuit, 2013.
    SALVETTI, Alfredo Roque. A história da luz. Campo Grande: UFMS, 2006.
    STAM, Robert. Introdução à teoria do cinema. Trad.: Fernando Mascarello. 5. ed. Campinas: Papirus, 2013.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.