Ficha do Proponente

Proponente

    Teresa Noll Trindade (UNICAMP)

Minicurrículo

    Doutoranda em Multimeios pela Unicamp. Possui mestrado em Multimeios (Unicamp/SP) e graduação em realização audiovisual (Unisinos/RS). Autora do livro “Documentário e Mercado no Brasil”. Estudou documentário na Escuela Internacional de Cine y TV em Cuba, e fez o curso Formação Executiva em Cinema e TV na FGV-RJ. Estuda Economia do Cinema e a relação Brasil-França, e atua no mercado audiovisual, tendo roteirizado e dirigido documentários, como o longa-metragem João Sem Terra (2010).

Ficha do Trabalho

Título

    ANCINE E CNC: AS POLÍTICAS DO SETOR CINEMATOGRÁFICO BRASIL-FRANÇA

Resumo

    Propomos uma análise crítica e reflexiva sobre as políticas dos mercados cinematográficos brasileiro e francês do ponto de vista de seus órgãos de regulação do setor: no caso francês o Centre National du Cinéma et de l’image Animée (CNC) e no caso brasileiro a Agência Nacional do Cinema (Ancine). Buscaremos dessa forma analisar como estes dois órgãos atuam no mercado audiovisual, suas diferenças e semelhanças, a fim de vislumbrar como esses dois países trabalham as suas políticas para o setor.

Resumo expandido

    Propomos realizar uma análise sobre o funcionamento de dois órgãos reguladores, fiscalizadores e fomentadores do setor: em primeiro lugar, propomos um estudo da Agência Nacional do Cinema (Ancine) no caso brasileiro, e na sequência, o Centre National du Cinéma et de l’image Animée (CNC) francês. Esta análise se propõe a descrever como esses dois países vêm lidando com suas políticas para o setor.
    Em um mercado cinematográfico que se reorganizava do desmantelamento da cultura dos anos 90, e com o retorno do discurso da importância do Estado através do III Congresso Brasileiro de Cinema, nasce pela Medida Provisória nº 2.228-1/01, no Brasil, a Agência Nacional do Cinema (Ancine). A agência surge com o objetivo de fomentar, regular e fiscalizar o mercado cinematográfico do país, a fim de proporcionar o desenvolvimento de uma indústria autossustentável para o setor.
    A principal fonte de recursos da Ancine é oriunda da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (CONDECINE), que incide sobre a veiculação, produção, distribuição, licenciamento de obras cinematográficas e videográficas que tenham objetivo comercial, assim como sobre rendimentos oriundos de exploração comercial, tais quais aquisições ou importações de obras videofonográficas e cinematográficas.
    Depois de alguns anos de existência, a Ancine passa a desenvolver uma plataforma onde disponibiliza dados estatísticos sobre o setor cinematográfico nacional, O Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA). Lá podemos encontrar, entre outras informações, dados que foram recolhidos das produtoras, distribuidoras e exibidores pelo país, além de relatórios referentes a captações realizadas pelos filmes via leis de incentivo.
    No caso francês, o Centre National du Cinéma et de l’image Animée (CNC) nasce em 1946 com a finalidade de proteger o cinema francês da produção norte-americana, que invadia o mercado europeu no pós-guerra.
    O CNC é regido pelo Ministério da Cultura e da Comunicação e tem por principais finalidades regulamentar as atividades do setor audiovisual;; zelar pelo funcionamento normal da concorrência no setor; contribuir para a promoção dos filmes franceses nos festivais nacionais e no exterior; proteger o patrimônio cinematográfico; assegurar auxílio financeiro ao setor; e sustentar as ações de formação das escolas profissionais.
    O órgão é mantido através de taxas cobradas que vão diretamente para ele, sem passar pelo governo. São elas taxas sobre o ingresso de cinema, sobre a televisão (principal fonte de renda), vídeo, vídeo por demanda e internet, que variam conforme o volume de negócios.
    É importante ressaltar que a produção de dados estatísticos francesa tem um alto nível de detalhamento sobre seu mercado cinematográfico. O CNC publica periodicamente relatórios oficiais, estudos aprofundados, mapas interativos sobre as salas de cinema, informações sobre produções francesas de sucesso internacional e até sobre os empregos gerados pelo setor.
    Esta comparação não visa a estabelecer juízo de valor quanto à eficiência entre os dois órgãos reguladores. Isso seria um equívoco primeiramente porque estamos tratando de dois países cultural e socialmente diferentes. Em segundo lugar, são órgãos com finalidades um pouco distintas, pois o CNC abarca o audiovisual de forma ampla e a Ancine se restringe ao cinema. Esta questão também será problematizada, uma vez que o projeto inicial da Ancine se propunha a abraçar o audiovisual. Finalmente, por se tratarem de realidades políticas e econômicas diferentes, lidamos com orçamentos distintos e de origens diversas.
    A escolha do exemplo francês se deve ao fato de ser este um dos modelos de regulação e fomento à atividade cinematográfica mais completos do mundo, sendo um dos primeiros países a criar um órgão governamental voltado para o setor. Esse estudo pode oferecer caminhos e soluções para futuro desenvolvimento das políticas para o setor cinematográfico brasileiro.

Bibliografia

    AUTRAN, A. O pensamento industrial cinematográfico brasileiro. São Paulo: Hucitec, 2013.
    COELHO, T.; GENTIL, G.; POIRRIER, P. Cultura e Estado. A política cultural na França 1955 – 2005. São Paulo: Iluminuras: Itaú Cultural, 2012.
    CRETON, L. Histoire économique du cinéma français. Production et financement 1940 – 1959. Paris: CNRS Éditions, 2004.
    FOREST, C. L’industrie du cinéma em France. De la pellicule ai pixel. Paris: La documentation Française, 2013
    GATTI, A. P. Agência Nacional do Cinema (ANCINE) – Notas para uma história (2001-2003) In: MACHADO, R. Jr.; SOARES, R. L.; ARAUJO, L. C. (orgs.). Estudos de cinema SOCINE. São Paulo: Annablume, Socine, 2007.
    IKEDA, M. Cinema Brasileiro a partir da Retomada. São Paulo: Summus, 2012.
    MARSON, M. I. Cinema e políticas de estado: da Embrafilme à Ancine. In: MARSON, M. I.; MELEIRO, A. (orgs.). São Paulo: Escritura editora, 2009.
    SIMIS, A. Estado e Cinema no Brasil. São Paulo: Annablume; FAPESP; Itaú Cultural, 2008.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.