Ficha do Proponente

Proponente

    João Lanari Bo (Unb)

Minicurrículo

    Professor da Faculdade de Comunicação da Unb desde meados dos anos 80.
    Ex-membro da SOCINE, em 1997-2000.
    Realizador de curtas em vídeo, 16 e 35mm.
    Crítico e pesquisador de cinema (publicações revistas “Devires” e “La Furia Umana”, jornal Correio Braziliense)
    Diplomata, defendeu tese de mestrado profissionalizante intitulada “Proteção do Patrimônio na UNESCO”

Ficha do Trabalho

Título

    “Blokada”: ruínas, imagens e espaço sonoro

Resumo

    A Segunda Guerra Mundial levou ao paroxismo situações de violência. O cinema e os demais suportes audiovisuais tem se encarregado de expor as possibilidades dramáticas desse grande trauma histórico. “Blokada” é um exercício de 52 minutos sobre o bloqueio de Leningrado durante a 2ª Guerra, feito exclusivamente com material de arquivo, sem narração e/ou entrevistas, com pista de ruídos construída de modo artificial, em estúdio. A relação som-imagem que se instaura produz uma inédita e inquietante familiaridade.

Resumo expandido

    A Segunda Guerra Mundial levou ao paroxismo situações de violência, como é sabido. O cinema e os demais suportes audiovisuais tem se encarregado de expor as possibilidades dramáticas e o repertório gráfico das imagens desse grande trauma histórico, que parecem não ter fim. Ficção, documentário, imagens de arquivo: um excesso de informação, que configura uma espécie de sintoma coletivo e compartilhado. As imagens dizem muito, mas o cerne da violência, o sofrimento de homens e mulheres, crianças e idosos, é incomensurável e inenarrável. O sintoma apenas exterioriza o problema emocional ou mental, já dizia Freud.
    Talvez um dos episódios mais patéticos da Segunda Guerra seja o bloqueio à cidade de Leningrado. De outubro de 1941 a janeiro de 1944, foram cerca 870 dias de cerco quase integral, que levou à morte mais de um milhão de pessoas, um terço da população. A maioria morreu de frio, fome e doenças, como tifo, escarlatina e icterícia; muitos pereceram nos bombardeios.
    Não faltam livros, filmes, documentários, enfim, registros dessa verdadeira epopeia. A exemplo do que ocorre em eventos igualmente comoventes, sua exteriorização por meio dos artefatos culturais é dolorosa e lenta, conformada a manipulações e chantagens. No caso em tela, em plena União Soviética stalinista, ao difícil processo do ponto de vista psicossocial agrega-se uma cruel distorção dos fatos. Após a “glasnot” implementada por Gorbachev e a queda do muro de Berlim, a revisitação histórica adquiriu novos horizontes, sujeita, não obstante, às vicissitudes do processo político da Rússia contemporânea, pós-guerra fria. O atual atrito entre a Rússia e a Ucrânia, a partir do estabelecimento da autodeclarada “República da Criméia” e a sua “absorção” pela Federação Russa, em 18 de março de 2014, dá uma medida da permanência de variáveis complexas nesse ambiente. É no cenário de fragmentação da antiga URSS que Sergei Loznitsa, nascido em 1964 na Bielorrússia e educado na Ucrânia, completou sua formação de diretor de cinema.
    O média-metragem “Blokada”, o foco dessa apresentação, surge inserido nesse cenário. À primeira vista, funciona como projeto de cicatrização histórica: o estranhamento da trilha sonora, entretanto, concorre para uma desestabilização do projeto.
    Loznitsa trilhou um percurso pouco usual, depois de graduar-se em engenharia e matemática e atuar como pesquisador de inteligência artificial em Moscou. Em 1991 – em plena “perestroyka” – inscreveu-se no Instituto Gerasimov de Cinema, em Moscou. Seu primeiro filme, “Today we are going to build a house”, foi realizado em 1996. “Blokada” (“Blokade” em inglês), finalizado em 2005, deu a Loznitsa o prêmio de melhor documentário russo do ano. A reputação internacional foi consolidada com os longas de ficção “My joy” (Minha felicidade, 2010) e “In the fog” (Na neblina, 2012). Sua obra conta ainda com vários curtas e média-metragens, além de participação em filme de episódios (“Ponts de Sarajevo”, de 2014).
    “Blokada” é um exercício de 52 minutos sobre o bloqueio de Leningrado, feito exclusivamente com material de arquivo, quase todo de “newsreel” (cinejornal), sem narração e/ou entrevistas, com pista de ruídos naturais construída de modo inteiramente artificial, em estúdio.
    A especificidade de “Blokada” no que tange à disponibilização de imagens de arquivo com a trilha de ruídos artificial, elaborada de uma forma absolutamente original, recriou um espaço-tempo cinematográfico lá onde não havia mais do que escombros, físicos e/ou impressos no celuloide. Ademais, cabe uma aproximação do “objeto documental” como uma “virtualização/atualização de determinadas indagações” (REZENDE, 2011). Ao fim, um diálogo com outros filmes de Loznitsa, como “Revue” (2008), construído também com imagens de cinejornal da antiga URSS, e, sobretudo, “Maidan” (2014), impressionante e rigoroso documento sobre a “Revolução Euromaidan”, ou, traduzindo do ucraniano, “Revolução da Dignidade”.

Bibliografia

    YOUNGBLOOD, Denise. A Chronicle of our time: Serguei Loznitsa “The Blokade” (2006). The Russian Review 66 (October 2007), pags. 693-98.
    REZENDE, Luiz Augusto. Microfísica do Documentário – ensaio sobre criação e ontologia do documentário. Rio de Janeiro, 2013, Azougue Editora e eventos
    MOYNAHAN, Brian. Leningrad – Siege and Symphony. Grã-Bretanha, 2013, Quercus Edtions.
    WILLIAMS, Paul. The status of Found Footage. Spectator volume 20 n. 1, Fall 1999/Winter 2000, pp. 57-69 (acesso em janeiro de 2015)
    NICHOLS, Bill: History, Myth, and Narrative in Documentary. Film Quarterly, Vol. 41, No. 1 (Autumn, 1987), pp. 9-20, University of California Press (acesso em janeiro de 2015)
    GUMBRECHT, Hans Ulrich. Depois de 1945: Latência como origem do presente. São Paulo, 2014, Editora UNESP
    LAURENT, Natacha. L’œil du Kremlin – Cinéma et censure en URSS sous Staline. Toulouse, 2000, Editions Privat.
    CHION, Michel. The voice in cinema. New York, 1999, Columbia University Press.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.