Ficha do Proponente

Proponente

    ANA LUCIA DE ALMEIDA SOUTTO MAYOR (EPSJV/FIUOCRUZ)

Minicurrículo

    Doutora em Literatura Comparada pela UFF (2006), atualmente é pesquisadora em saúde pública na EPSJV/FIOCRUZ, trabalhando com as relações entre iniciação científica e as linguagens de arte. Atua nos seguintes temas: literatura, cinema, narrativas poéticas e educação. Desde 2007, participa do grupo CINEAD (Cinema para aprender e desaprender) e, desde 2009, também do projeto “Currículo e Linguagem Cinematográfica na Educação Básica”, coordenado pela Profa. Dra. Adriana Fresquet (FE/UFRJ).

Coautor

    Maria Cristina Miranda da Silva (UFRJ)

Ficha do Trabalho

Título

    “ACABOU A PAZ: ISTO AQUI VAI VIRAR UM FILME!”

Seminário

    Cinema e educação

Resumo

    O objetivo central deste trabalho é o de pensar as relações entre cinema e educação, tomando o documentário “Acabou a paz: isto aqui vai virar o Chile” (2016), dirigido por Carlos Pronzato. Partindo das reflexões de Jean-Louis Comolli acerca do cinema documentário, pretende-se analisar a educação do olhar como gesto ético, estético e político, apontando algumas possibilidades exploratórias desta narrativa no contexto das salas de aula de educação básica

Resumo expandido

    A linguagem cinematográfica, em suas especificidades expressivas, singulariza-se, entre outros aspectos, por sua capacidade de “capturar” o espectador, na medida em que mobiliza seus sentidos, levando-o, potencialmente, a uma experiência de imersão na sala de cinema. Desde sua invenção, o cinema revelou uma potência intrínseca à sua própria linguagem: envolver o espectador de maneira intensa e totalizante, levando-o, por meio das imagens em movimento, a vivenciar realidades, muitas vezes, bastante distintas e distantes de seu próprio mundo.
    De modo mais específico, o documentário, pensado como um campo de tensões e compromissos particulares do cinema, assume – em que pesem inovações e desafios cada vez mais instigantes, notadamente àqueles afeitos às suas relações com o cinema de ficção – um lugar privilegiado de encontro com o real e com o tempo histórico, ainda que saibamos ser impossível escapar da subjetividade contingente ao olhar de quem se dispõe a registrar o mundo à sua volta.
    A advertência de Comolli (2001) acerca do “risco do real” aponta para sua natureza, de certa maneira, instável, uma vez que, dada sua aderência à superfície dos fatos, não se pode assegurar, com precisão, suas condições de execução, já que a dinâmica dos acontecimentos, muitas vezes, se sobrepõe à tentativa de mapear e registrar, pelas imagens em movimento, os objetos da própria realização documentária. Além disso, chama atenção para o fato de que, mais do que as condições de financiamento e difusão do filme, o que está em jogo no cinema documentário é o seu próprio objeto, isto é, que grupos, movimentos, indivíduos ou questões se pretendem abordar.
    Essas considerações iniciais a respeito do cinema documentário ancoram-se no desejo de analisar e discutir o documentário “Acabou a paz, isto aqui vai virar o Chile” (2016), dirigido por Carlos Pronzato – também diretor de “A rebelião dos pinguins” (2007), sobre o movimento dos secundaristas no Chile -, pensando em possibilidades exploratórias no contexto da educação básica.
    A narrativa cinematográfica dirigida por Carlos Pronzato aponta para as relações intrínsecas entre o cinema documentário e a memória, tomada tanto do ponto de vista histórico e coletivo, como no âmbito individual e particular. No caso do filme em questão, interessa-nos examinar, de maneira mais específica, o caráter coletivo do movimento dos secundaristas, ainda que, como veremos ao longo de nossa análise, haja uma valorização dos estudantes como sujeitos, em suas singularidades, porta-vozes de suas próprias narrativas sobre a realidade que habitam.
    Para Benjamin (1998, p.229), “a história é objeto de uma construção cujo lugar não é o tempo homogêneo e vazio, mas um tempo saturado de agoras.“ Podemos dizer, considerando o documentário de Pronzato e também suas relações com outras narrativas fílmicas – inscritas no próprio documentário – que o cinema pode ter o papel de atualização do presente, do agora, por meio do relatado, do que é revivido. Trata-se de dar a ver “acontecimentos lembrados” como “chaves” para aquilo que veio antes e pode vir depois.” (BENJAMIN, 1998:37). Nesse sentido, “Acabou a paz…” é como um lampejo na memória entre as diferentes gerações, justo nesse contexto em que a muralha ideológica pretende apagar a história, remetendo o trabalho ao início do século XIX, em que todas as relações eram com os indivíduos, inexistiam contratos de trabalho, associações e sindicatos, lutas coletivas, forjadas coletivamente.
    De certa forma, o filme de Pronzato nos apresenta também uma possibilidade de reflexão sobre o próprio cinema e sobre como os jovens vêm sendo sensibilizados (ou não) na escola na educação do seu olhar. Nesse sentido, a imagem cinematográfica revela-se como potência desdobrada do realidade, fazendo da educação do olhar um gesto ético, estético e político de dar a ver o mu

Bibliografia

    BENJAMIN, Walter. “Sobre o conceito da História”. In: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. 7. ed. – São Paulo: Brasiliense, 1994. – (Obras escolhidas; V. 1)
    BENVINDO, Antonio Carlos Silva. “O Rap brasileiro e o dilema da visibilidade midiática”. In: Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Recife, 2011.
    COMOLLI, Jean-Louis. “Sob o risco do real”. Publicado originalmente no site www.diplomatie.gouv.fr. Traduzido por Paulo Maia e Ruben Caixeta de Queiroz. Publicado no catálogo do fdorumdoc.bh.2001.
    SOUZA, Gustavo. “Uma jornada para o espectador: crer, não crer, crer apesar de tudo. In: MATRIZes. Ano 2 – No. 2 primeiro semestre de 2009.
    ZIBAS, Dagmar M. L. “A Revolta dos Pingüins” e o novo pacto educacional chileno”. In: Revista Brasileira de Educação. v. 13 n. 38 maio/ago. 2008. Pp. 199-220.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.