Ficha do Proponente

Proponente

    Fabiana Rodrigues (PUCPR)

Minicurrículo

    Graduada em Letras pela UFPR, especialista em língua portuguesa, mestre e doutoranda em Comunicação e Linguagens pela UTP. Atualmente é professora assistente do departamento de Educação e Humanidades da PUCPR. Também é integrante pesquisadora do GP – GRUDES – Desdobramentos Simbólicos do Espaço Urbano – na UTP.

Ficha do Trabalho

Título

    A ALEGORIA DO SAGRADO EM BERGMAN

Resumo

    O presente artigo tem como objetivo analisar como se articulam as relações entre o Sagrado e o Profano em três obras do cineasta sueco ““A fonte da donzela – 1960”; “Através do espelho – 1961”e “Luz de Inverno – 1962”. Pretende-se pensar o “sagrado”, em Bergman, como algo da ordem do alegórico/simbólico. Portanto, analisaremos o conceito de sagrado na obra de Bergman de forma ampla, vasta, não nos limitaremos a uma única definição, ou melhor, a definição mais marcada a qual aproxima o “sagrado” do contexto religioso, pois o sagrado será visto, aqui, como uma perturbação dos sentidos, ou, ainda, como algo que venha a dar sentido à construção cênica no cinema de Bergman. Como suporte teórico serão utilizados Mircea Elíade, Umberto Eco, Soren Kierkegaard e Peter Berger para a questão da angústia e do processo de secularização nas religiões, respectivamente; e para o contexto do cinematográfico e do fílmico trabalharemos com as análises de Jacques Aumont e Ismail Xavier

Resumo expandido

    Definir o conceito de “sagrado” é uma tarefa complexa porque não se pode pensar no nesse conceito apenas no sentido de algo estritamente ligado à religião. É muito comum o achismo de que o termo “sagrado” e “religião” são sinônimos, que se interligam não deixando espaço para outras definições. Também, não se pode pensar no sagrado sem pensar no a-sagrado, ou talvez, no próprio profano. Essa é a tônica que vem a nortear essa pesquisa: a representação alegórica do sagrado na obra do cineasta sueco Ingmar Bergman – o sagrado como um devaneio da alma, o sagrado como um pano de fundo ao profano.
    O termo “sagrado” , há muito, tem sido usado em sua forma derivada de algo que exprime o perfeitamente bom, ou seja, um atributo de moralidade, divindade, algo que faz bem. Em Kant, por exemplo, há chamada “vontade santa”, a vontade impelida pelo dever e que obedece à lei moral, à convenções do sagrado, do ser sagrado. O sagrado e o profano vem a formar uma parte dessa dialética em que se impõe e pressupõe o outro de forma que é extremamente difícil compreender o primeiro sem o segundo. Esta relação é tão extrema que, se contrapomos tais elementos de forma lógica, percebemos que, se todo o mundo fosse composto pelo viés do sagrado, este então, estaria de tal forma dissolvido no mundo que não poderia ser diferenciado e, perderia sua característica básica: ter valor e significado plenos e diferentes no mundo. Mas, de que ordem é esse “sagrado” que Bergman aborda em boa parte de suas obras? Julgo ser algo da ordem do alegórico. Portanto, analisaremos o conceito de sagrado na obra de Bergman de forma ampla, vasta, não nos limitaremos a uma única definição, ou melhor, a definição mais marcada a qual aproxima o “sagrado” do contexto religioso, pois o sagrado será visto, aqui, como uma perturbação dos sentidos, ou, ainda, como algo que venha a dar sentido à construção cênica no cinema de Bergman. Essa construção cênica pode ser pensada como uma alegoria, uma ideia que perpassa o sentido literal, voltando-se à questão do existencialismo. A palavra alegoria deriva do grego “allós” – outro – e de “agourein” – falar. A retórica antiga teorizou a alegoria como uma forma de expressão, em que se “diz b para significar a” ; consiste, portanto, na substituição de um pensamento por outro a que está ligado, mantendo uma relação de semelhança entre o referente e seu significado subjacente. Em Bergman, cada elemento, cada close, cada cena expressa outro significado que não o seu sentido manifesto, remetendo a outro nível de significação. Bergman não faz considerações a nomenclaturas religiosas ou exposições a religiões em si, o que o cineasta explora é o contexto do “sagrado”, ou, os espaços ditos “sagrados”. Muito provável que haja uma alegoria dos sentimentos e desejos mais recônditos da alma humana. Podemos pensar esse “sagrado” como uma alegoria definida como um tropo do pensamento do cineasta, uma metáfora continuada, capaz de exprimir ou representar de forma concreta suas ideias mais abstratas.
    Essa forma de abstração da realidade apresenta dois sentidos completos: um literal e outro intelectual, porém sua significação fundamental repousa no sentido conotado, simbólico que evoca e intensifica o significado que surge a partir do objeto denotado, da cena mensurada.
    Como objeto de pesquisa serão analisados os seguintes filmes do cineasta: “A fonte da donzela – 1960”; “Através do espelho – 1961”e “Luz de Inverno – 1962”. Com exceção de “A fonte da donzela”, os filmes “Através do Espelho (1961); “Luz de Inverno” (1962) e “O Silêncio” (1963), fazem parte da chamada “Trilogia do Silêncio”. Essas obras recebem esse nome por se constituírem na chamada crise da fé, ou como notoriamente conhecida “ausência de Deus”. Os três filmes apresentam algumas variações entre si, e ainda que a temática seja quase sempre revisitada, a abordagem e a construção narrativa são distintas, mantendo cada um dos filmes a sua singularidade.

Bibliografia

    AUMONT, Jacques; MARIE Michel. A análise do filme. Trad. Marcelo Felix – 3ª ed. Lisboa, Ed. Texto e Grafia, 2013.
    ________________. A imagem. Trad. Estela dos Santos Abreu e Claudio – 13ª ed. Campinas, SP: Papirus, 1993.
    BERGER, Peter. O dossel sagrado. São Paulo: Paulinas, 1985.
    BERGMAN, Ingmar. Imagens. Trad. Alexandre Pastor – 1ª ed. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
    ECO, Umberto. Semiótica e filosofia da linguagem. São Paulo: Ática, 1991.
    ELÍADE, Mircea. Mito e realidade. Trad. Pola Civelli – 6ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2013.
    ______________. O sagrado e o profano: a essência das religiões. Trad. Rogério Fernandes – 3ª ed. – São Paulo: Editora: WMF – Martins Fontes, 2000.
    KIERKEGAARD, Søren. O conceito de angústia: uma simples reflexão psicológica-demonstrativa direcionada ao problema dogmático do pecado hereditário. Trad. Álvaro Luiz Montenegro Valls – 3ª ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2005.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.