Ficha do Proponente

Proponente

    Marina Cavalcanti Tedesco (UFF)

Minicurrículo

    Bacharel em Cinema e doutora em Comunicação, atuou como diretora de fotografia em diversas produções audiovisuais. Foi co-organizadora dos seguintes livros: Brasil Mexico Aproximacoes Cinematograficas (2011) e Corpos em projeção: gênero e sexualidade no cinema latino-americano (2013). É professora do Departamento de Cinema e Vídeo e do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da UFF. Seus temas de interesse são: audiovisual, América Latina, cinematografia, política e gênero.

Ficha do Trabalho

Título

    Tangerine: os movimentos de câmera de um filme “brutalmente real”

Mesa

    Movimentos de câmera: teorias e análises sobre um recurso fotográfico

Resumo

    Tangerine é um filme que se diferencia das produções que estrearam recentemente por vários aspectos. Destacamos aqui: 1) a singularidade da história que é narrada; 2) as duas personagens mais importantes da obra serem mulheres trans interpretadas por mulheres trans; e 3) sua fotografia, desde a paleta de cores escolhida até os movimentos de câmera, passando pela exposição.
    Filmado com três iPhones 5Ss equipados com adaptadores anamórficos que permitiram que o resultado final fosse 2.40:1, e não o nativo 6:9, com o aplicativo Filmic Pro, fundamental para a fotometria, a colorimetria e o foco, e um Steadicam Smoothee o efeito obtido é uma visualidade “brutalmente real.
    A partir de uma análise fílmica, cujos resultados serão postos em diálogo com o material produzido sobre Tangerine por periódicos especializados em cinematografia, pretendemos contribuir para a compreensão da lógica de utilização de seus movimentos de câmera e dos sentidos que eles ajudaram a construir.

Resumo expandido

    Tangerine (Sean Baker, EUA, 2015) se passa em apenas um dia, o dia que a prostituta transexual Sin-Dee sai da cadeia. Ao se encontrar com sua melhor amiga, ela descobre que seu namorado está saindo com uma prostituta cisgênero. Indignada, Sin-Dee começa a rodar pela cidade até encontrar os dois e puni-los pela traição.
    Trata-se de um filme que se diferencia das produções que estrearam recentemente nas salas de cinema por vários aspectos. Destacamos aqui: 1) a singularidade da história que é narrada; 2) as duas personagens mais importantes da obra serem mulheres trans interpretadas por mulheres trans, Kitana Kiki Rodriguez e Mya Taylor (esta última ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no Independent Spirit Awards); e 3) sua fotografia, desde a paleta de cores escolhida até os movimentos de câmera, passando pela exposição.
    Filmado com três iPhones 5Ss equipados com adaptadores anamórficos da Moondog Labs de 160 dólares que permitiram que o resultado final fosse 2.40:1, e não o nativo 6:9, com o aplicativo Filmic Pro, fundamental para a fotometria, a colorimetria e o foco por permitir a setagem manual deste e de outros parâmetros, e um Steadicam Smoothee o efeito obtido é uma visualidade extremamente crua, brutal.

    Em um Q&A [Questions and Answers] na première de Sundance, [Mya] Talyor lembrou de dois princípios [de Baker e do corroteirisa]: o filme deveria ser “brutalmente real” mostrando o que elas enfrentam diariamente e deveria ser divertido “porque eu quero que seja um entretenimento, e as garotas querem se divertir e esse deve ser um filme para elas também” (THOMSON, 2016, online).

    A partir de uma análise fílmica, cujos resultados serão postos em diálogo com o material produzido sobre Tangerine por periódicos especializados em cinematografia, pretendemos contribuir para a compreensão da lógica de utilização de seus movimentos de câmera e dos sentidos que eles ajudaram a construir.
    Muitos dos movimentos de câmera da referida obra, executados por Sean Baker e Radium Cheung, foram possíveis, como já citado, graças a um Steadicam Smoothee. Devido à leveza do celular e de suas lentes seria impossível evitar uma grande trepidação nas situações de câmera na mão, o que poderia aproximar o longa dos milhares de vídeos amadores gravados diariamente com telefones portáteis – uma estética que não interessava à dupla de fotógrafos.
    O resultado são planos que acompanham as personagens boa parte do tempo, e que impressionam pelo seu vigor, pela intensificação do efeito de “brutalmente real”. Para chegar a ele, recorreu-se inclusive a algumas técnicas inusuais.

    Por sua vez, Baker dominou o uso do Smoothee bem o suficiente para operá-lo apenas com uma mão enquanto dirigia uma bicicleta. Um experiente ciclista c um antigo bike messenger, Baker transformou sua 10 marchas em um ágil dolly de duas rodas, fazendo 360 graus em torno de seus personagens ou cruzando por eles com a força de um skate (THOMSON, 2016, online).

    Apesar de se chamar Steadicam Smoothee, o aparato utilizado por Baker e Cheung consiste em uma estrutura muito menor e mais leve que a que vem em nossa mente quando ouvimos tal termo. No entanto, independente destas diferenças, as motivações para o seu emprego são muito semelhantes que os primeiros a se valerem da tecnologia, em 1976.
    Na American Cinematographer de abril e maio de 1983, o operador de Steadicam Ted Churchill escreve que “[o Steadicam] tem uma importante função não-técnica: ele encoraja a inovação” (CHURCHILL apud RAMAEKER, 2014, p.120). E complementa: “a capacidade do Steadicam para mudanças rápidas de perspectiva, para fazer movimentos de grande vigor, funciona maravilhosamente com cortes rápidos, criando forte excitação na audiência” (idem).
    Evidentemente nem todas as opiniões em relação ao Steadicam foram favoráveis (DUBOIS, 2004, p.192). Contudo, em Tangerine seu uso contribui para a imersão do espectador na história e aumenta a empatia com as protagonistas trans.

Bibliografia

    BERNSTEIN, Paula. “How the DP Behind Sundance Hit ‘Tangerine’ Created a Cinematic Look with an iPhone”. Disponível em:. http://www.indiewire.com/article/how-the-dp-behind-sundance-hit-tangerine-created-a-cinematic-look-with-an-iphone-20150709
    DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac Naify, 2004.
    PRÉDAL, René. La photo de cinéma: suivi d’un dictionnaire de cent chefs opérateurs. Les éditions du cerf: Paris, 1985.
    RAMAEKER, Paul. “The New Hollywood, 1981-1999”. In: Patrick Keating. Cinemarography. Londres: I.B. Tauris, 2014. p.106-131
    SALT, Barry. Film style and technology: history and analysis. Starword: Londres, 2009.
    TEDESCO, Marina Cavalcanti. Desnaturalizar a técnica: contribuições feministas para pensar a direção de fotografia cinematográfica. Significação, São Paulo, n. 41, p. 117-134, 2014.
    THOMSON, Patricia. “Tangerine”. American Cinematographer – Online Archives. Disponível em: https://www.theasc.com/ac_magazine/February2015/Sundance2015/page5.php

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.