Ficha do Proponente

Proponente

    KENIA CARDOSO VILACA DE FREITAS (UCB)

Minicurrículo

    Pós-doutoranda pelo Mestrado em Comunicação na UCB. Doutora pela Eco/UFRJ e mestre em Comunicação pela Unicamp. Graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Departamento de Comunicação Social da Ufes.

Ficha do Trabalho

Título

    Afrofuturismo e a diáspora negra: uma viagem temporal por imagens

Resumo

    O trabalho pretende analisar filmes que lidam com a experiência da diáspora negra explorando o universo da ficção especulativa e dos curto-circuitos temporais. As reflexões serão traçadas a partir dos filmes: “Space is the place” (John Coney, EUA, 1974), “Last angel of history” (John Akomfrah, Reino Unido, 1996) e “Branco sai, Preto Fica”, (Adirley Queirós, Brasil, 2014). Nesses filmes, os personagens negros vivenciam processos diaspóricos diversos (geográfica e culturalmente), porém em todos o amalgama entre passado, presente e futuro é um um elemento central da história e da sua potência estética e política. Assim, nós tentaremos entender que perspectiva é essa nesses filmes afrofuturistas: utópica ou distópica? Como eles imaginam e fabulam o passado? Como especulam e alucinam o futuro? Nosso objetivo será o de explorar as especulações e as interseções das temporalidades em cada uma dessas narrativas nas suas respectivas construções das viagens temporais dos seus personagens.

Resumo expandido

    Em “Space is the place” (John Coney, EUA, 1974), o jazzista Sun Ra retorna a Terra (após anos em exílio extraplanetário, acompanhado apenas por sua banda). Nessa volta, a missão do músico é a de libertar a população negra do planeta, levando-os para a nova colônia extreterrena. Para realizar o seu objetivo ele terá de duelar em jogo de cartas com o diabo. A disputa consiste em uma série de desafios (que se desenrolam em décadas diversas) entre Ra e o diabo pela alma dos negros americanos.
    Em “Last angel of history” (John Akomfrah, Reino Unido, 1996), o “ladrão de dados” deve viajar através do tempo e espaço em busca de uma encruzilhada onde ele fará escavações arqueológicas a procura de fragmentos da história e das tecnologias que revelarão o código que guarda a chave para o seu futuro. Nessa metanarrativa, o que a estrutura do filme revela é a própria construção do movimento afrofuturista – por imagens de arquivo diversas e por entrevistas com teóricos e artistas negros construtores do movimento.
    No filme “Branco sai, preto fica” (Adirley Queirós, Brasil, 2014), Dimas Cravalanças é um viajante no tempo, vindo diretamente de 2073. A sua missão é a de coletar evidências no passado sobre as ações repressivas da polícia no baile charme do Quarentão, na Ceilândia, DF, Brasil. O crime do Estado brasileiro aconteceu em 1986, mas Dimas foi mandado para cerca de 30 anos depois do acontecimento, caindo com a sua máquina do tempo nos dias atuais. Esses eventos traumáticos do passado são o ponto de referência da parte verídica da narrativa. E o presente é uma versão distópica da capital brasileira e dos seus entornos.
    Partindo das narrativas desses três filmes, este trabalho pretende analisar filmes que lidam com a experiência da diáspora negra explorando o universo da ficção especulativa e dos curto-circuitos temporais. Como os personagens reais, ficcionais e autofabulados desses filmes, podemos dizer que as populações negras em diáspora são os descendentes diretos de alienígenas, abduzidos de uma cultura para outra pela escravidão. A comparação do processo de diáspora da população africana com a construção de uma narrativa de ficção científica extraterrestre não deixa de ser brutal, potente e, ao mesmo tempo, curiosa – visto que tão poucos negros e negras protagonizam (como criadores e/ou personagens) o universo das fantasias futuríticas no cinema. Essa ideia é o ponto a partir do qual Mark Dery cunha o termo Afrofuturismo para tratar das criações artísticas que, por meio da ficção científica, inventam outros futuros para as populações negras atuais.
    Mais do que previsões ou premonições do futuro, as narrativas de ficção científica são formas especulativas de pensar o presente. Kudwo Eshun traduz essa ideia em uma concisa e certeira frase: “A existência negra e a ficção científica são uma e a mesma”. Para o escritor de ficção científica Samuel R. Delany, há uma ligação direta entre a privação da construção de um passado das populações negras em diáspora pós-escravidão e a escassa produção de imagens futuras para as populações negras.
    Iremos analisar então os filmes que tratam da experiência da diáspora negra, explorando o universo da ficção especulativa e dos curto-circuito temporais que esses filmes engatilham. Para isso, seguiremos os rastros incertos destes personagens viajantes no tempo que zigzagueiam entre passado, futuro e presente. Cada viajante vivencia processos diaspóricos diversos (geográfica e culturalmente), porém em todos o amalgama temporal é um um elemento central da história e da sua potência estética e política. Assim, nós tentaremos entender que perspectiva é essa das narrativas: utópica ou distópica? Como eles imaginam e fabulam o passado? Como especulam e alucinam o futuro? Nosso objetivo será o de explorar as especulações e as interseções das temporalidades em cada uma dessas narrativas cinematográficas, a partir das viagens temporais dos seus personagens.

Bibliografia

    DELANY, S. R. The necessity of tomorrows. In: Starboard Wine: more notes on the language of science fiction. New York: Dragon Press, 1983.
    DERY, M. “Black to the future: interviews with Samuel R. Delany, Greg Tate and Tricia Rose”. In: Flame Wars: the discourse of cyberculture. Durham, NC: Duke University Press, 1994.
    ESHUN, K. “Further considarations on Afrofuturism”. In: The New Centennial Review, Volume 3, Number 2, Summer 2003, pp. 287-302.
    __________. More Brilliant Than the Sun: Adventures in Sonic Fiction. London: Quartet Books, 1998.
    FREITAS, K. (org.). Afrofuturismo: cinema e música em uma diáspora intergaláctica. São Paulo, Festival Catalogue: November, 2015.
    HARAWAY, D. Sowing Worlds: a seedbag for terraforming with earth others. In: GROBOWICZ, M., MERRICK, H. (Orgs.). Beyond the cyborg: adventures with Donna Haraway. Nova Iorque: Columbia University Press, 2013.
    WOMACK, Y. Afrofuturism: The world of black sci-fi and fantasy culture. Chicago: Lawrence Hill Books, 2013.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.