Ficha do Proponente

Proponente

    KATE VIVIANNE ALCANTARA SARAIVA (UFPE)

Minicurrículo

    Arquiteta e Urbanista, formada pela Universidade Federal de Pernambuco (2002), com o trabalho intitulado “Cinemas do Recife – morfologia de edifícios e salas de exibição cinematográfica”, que recebeu Menção Honrosa no Concurso Nacional de Trabalhos Finais de Graduação – Ópera Prima 2003, realizado pelo IAB e Revista Projeto Design. Tem pós-graduação em Sustentabilidade Urbana – ESUDA (2012) e Mestrado (em andamento) no Programa de Pós-graduação em Desenvolvimento Urbano – MDU / UFPE.

Ficha do Trabalho

Título

    Cinemas do Recife – morfologia de edifícios e salas de exibição

Seminário

    Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil

Resumo

    O Recife tem uma importância na historiografia cinematográfica brasileira, tanto na atualidade como já teve em outros ciclos do cinema na cidade. A intensa produção e a aceitação do público contribuíram com o processo de multiplicação dos espaços para exibição na cidade, até as décadas de 60 e 70 do século XX. A partir da década de 80, entretanto, o número de cinemas no meio urbano sofre um decréscimo, edifícios de cinema são demolidos ou adaptados para novos usos e os cinemas ressurgem nos shoppings centers, seguindo o modelo de padronização do sistema multiplex. As transformações do tipo levaram ao interesse pela investigação, estudando cerca de 60 casos de cinemas, morfologicamente, estabelecendo tipos e construindo um panorama das transformações urbanas e arquitetônicas que giram em torno dos cinemas.

Resumo expandido

    A cidade do Recife já considerada a Hollywood do Brasil, na década de 20 do século XX, segundo Rezende (1992, p. 118). Esta condição iniciou um fenômeno de multiplicação dos espaços para exibição cinematográfica na cidade. Do início do século XX aos dias atuais, estes espaços passaram por transformações que vão desde a inserção em casas de diversões e teatros, às adaptações em sobrados coloniais, à construção do edifício específico para cinema e a inclusão dos cinemas em edifícios com outros usos. Houve um auge desse fenômeno entre as décadas de 20 e 60, um decréscimo do número de cinemas entre 70 e 90 (quase todos os edifícios foram demolidos ou adaptados para usos como igrejas evangélicas, bingos, galpões, supermercados ou bancos), e um renascimento no final da década de 90, com a expansão dos shopping centers e o sistema multiplex. Estes, entretanto, não foram acontecimentos ou tendências apenas locais. Em diversas cidades brasileiras e de países estrangeiros ocorreu movimento semelhante, com a demolição ou adaptação dos cinemas para novos usos, descaracterizando-os parcialmente ou integralmente. São poucos os exemplares de cinemas que foram preservados. Novos edifícios para cinema não foram construídos no meio urbano, a partir da década de 80 do século XX, na cidade do Recife, e o que predomina hoje é o sistema multiplex ou cinemas de shopping. Os únicos exemplares sobreviventes de cinemas de rua são o Cinema São Luiz, um cinema-palácio, que resistiu devido a mobilização da sociedade, da classe artística, e produtores locais, em prol da preservação do cinema, sendo tombado pelo Governo do Estado em 2009, o Cineteatro Apolo que funciona a duras penas e o Cineteatro do Parque, fechado para reforma há 5 anos. Esse decréscimo do número de cinemas nas cidades e as mudanças na concepção projetual das salas levaram ao interesse pela investigação do tipo. Foram analisados cerca de 60 cinemas, seguindo uma ordem cronológica e baseando-se em categorias como implantação, formas de planta, sistemas e materiais construtivos e fachadas. No final, foram identificados grupos ou tipos como: as primeiras adaptações em sobrados; os cinemas-jardim ou cineteatros-jardim; os edifícios-cinema; os cinemas em edifícios de uso misto, comerciais ou institucionais; e os cinemas com salas conjugadas. Nas primeiras adaptações, o formato retangular e alongado da planta indica que não havia boa visibilidade e inteligibilidade sonora, o que pode explicar a divisão das salas em 1a. e 2a. classe, também indicadores da segregação social. As tendências modernistas surgem a partir da década de 30, com a construção dos edifícios específicos para cinema, a introdução do ferro e do concreto nas estruturas, balcões e marquises, a simplificação e geometrização de elementos decorativos, escalonamentos das platibandas, indicando o estilo Art Deco, e o volume da cabine em destaque nas fachadas. Entretanto, é a partir da década de 40 que surgem soluções com maior liberdade plástica e estrutural, grandes vãos sem colunas no meio das salas, sistemas para aeração e condicionamento de ar, plantas assimétricas ou do tipo leque, parabólica ou trapezoidal, decorrentes dos estudos de visibilidade e acústica, além de disposição diferenciada das poltronas, isolamento das salas por meio de paredes duplas, utilização de materiais absorventes e maior valorização dos espaços de chegada e espera. No sistema multiplex, as salas voltam a ter formatos retangulares (desaparecem as formas em leque, parabólica ou trapezoidal), ocupando os espaços com o maior número de salas possível, e a preocupação é mais em enfatizar os filmes por meio de telas largas e boa sonorização, que valorizá-las esteticamente ou arquitetonicamente, seguindo um modelo de padronização. Por fim, a cidade perdeu a condição simbólica dos edifícios de cinema no seu meio urbano; e os cinemas, a forma de edifício, com aspectos plásticos e estéticos diferenciados.

Bibliografia

    ANELLI, Renato; GUERRA, Abílio. Rino Levi arquitetura e cidade. 1a. edição. São Paulo, 2001.
    CONDE, Luiz Paulo Fernandez; ALMADA, Mauro. Panorama do Art Déco na arquitetura e no Urbanismo. In: Guia da arquitetura Art Déco no Rio de Janeiro, 1997.
    DUARTE, Eduardo. Sob a luz de um projetor imaginário. Recife: Editora Universitária da UFPE, 2000.
    FIGUEIRÔA, Alexandre. Cinema Pernambucano: uma história em ciclos. Coleção Malungo, v. 2. Recife: Fundação de Cultura da Cidade do Recife, 2000.
    MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas e pós-cinemas. Campinas, SP: Papirus, 1997.
    MAENZ, P. Art deco: 1920-1940. Formas entre dos guerras. Barcelona: G. Gili, 1974.
    REZENDE, Antônio Paulo Moraes. (Des) encantos Modernos: Histórias da Cidade do Recife na Década de Vinte. São Paulo, 1992. Tese (Doutourado) Faculdade de Filosofia, Letras e de Ciências Humanas da Universidade de São Paulo.
    SIMÕES, Inimá Ferreira. Salas de cinema em São Paulo. São Paulo: Secretaria Municipal de Cultura, 1990.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.