Ficha do Proponente

Proponente

    Erika Savernini (UFJF)

Minicurrículo

    Profa. Adjunto II, colaboradora do PPGCOM-UFJF. Doutora e mestre em cinema (EBA-UFMG). Coord. Cineclube Lumière e cia (extensão) e da pesquisa “Cinema e a Língua escrita da realidade: diálogos contemporâneos com Pier Paolo Pasolini” (CNPq). Autora do livro Índices de um Cinema de Poesia, co-editora do livro Reflexões sobre a montagem cinematográfica, de Eduardo Leone (ambos da Ed. UFMG). Líder do grupo de pesquisa Estética e pensamento cinematográfico.

Ficha do Trabalho

Título

    Subjetividade no modelo teórico cinematográfico de Pier Paolo Pasolini

Mesa

    Cinema e subjetividade

Resumo

    As reflexões teóricas de Pasolini sobre o cinema continuam instigantes e polêmicas. Nessa comunicação, abordamos os fundamentos de seu modelo teórico cinematográfico que permite que Pasolini afirme que o cinema é uma “língua de poesia”. subjetiva. Para tal, discutimos sua definição do que é cinema em relação a “certo realismo”, ao plano-sequência e ao filme. Essa discussão integra a pesquisa “Cinema e a língua escrita da realidade: diálogos contemporâneos com Pier Paolo Pasolini” (CNPq).

Resumo expandido

    Pier Paolo Pasolini é mais conhecido, no Brasil e no mundo, como cineasta, apesar de ser um pensador da linguagem, da cultura e da sociedade; foi poeta, crítico, roteirista, cineasta, teórico, dentre outras atividades. Muito menos exploradas são suas propostas de teoria do cinema; que ele pretendia que fundasse um modelo teórico que fugisse à estilística – como critica que, até os anos 1960-1970, ocorrera em toda teoria do cinema. Pela falta de rigor em sua teorização, com a apropriação de conceitos de diversas áreas e o não receio de se contradizer, muitos o descartavam (e ainda o fazem) como teórico. No entanto, passados 40 anos de sua morte, as ideias, os filmes e os textos de Pasolini, além da sua figura pessoal e pública, continuam instigantes e polêmicos. Viano (1993) propõe-se justamente a discutir a atualidade do pensamento e da proposta teórica e fílmica de Pasolini; principalmente no que concerne à definição de “certo realismo”. Luzzi (2014) apresenta uma leitura do texto “Cinema de poesia”, sistematizando os argumentos e a construção do modelo teórico pasoliniano ao mesmo tempo que apresenta as críticas de autores como Umberto Eco e Christian Metz, e discute a validade de algumas críticas e a superação de outras objeções. Didi-Huberman (2011) aborda “a morte dos vaga-lumes”, a imagem lírica evocada por Pasolini para dizer de um processo de aculturação, de fim da inocência, mas também da persistência. Esses autores releem a teoria cinematográfica e o pensamento geral de Pasolini sobre linguagem, cultura e sociedade, apresentando seus fundamentos, seus pontos fracos e, por fim, a superação de parte dessa crítica. Nessa comunicação, abordamos os fundamentos desse modelo teórico cinematográfico que permite que Pasolini afirme que o cinema é uma “língua de poesia”, uma língua essencialmente metafórica, eivada de subjetividade. Para tal, discutimos sua definição do que é cinema em relação à “realidade”, ao plano-sequência e ao filme. Essa discussão faz parte da pesquisa “Cinema e a língua escrita da realidade: diálogos contemporâneos com Pier Paolo Pasolini” (CNPq).
    A subjetividade nesse modelo teórico encontra lugar na própria definição de Cinema, como “língua de poesia”, e no modo de narração do filme, a “subjectiva indirecta livre”. Dessa forma, precisamos tratar de uma distinção fundamental para o entendimento de sua teoria: o Cinema está para o filme como a Poesia para o poema. Ou seja, sua teoria funda-se na construção conceitual da noção de Cinema como uma abstração e no entendimento do filme como sua face concreta – só lidamos com filmes, nunca com “o Cinema” (por isso, ao estudar os filmes, as teorias anteriores seriam estilísticas, poéticas do cinema, não teoria). No pensamento teórico de Pasolini, o essencialmente realista do Cinema (segundo uma concepção da realidade como rede sígnica, como linguagem primeira, da qual o Cinema é sua língua) ganha um tratamento estético para se tornar filme. Assim, se o Cinema seria um plano sequência infinito subjetivo, similar à experiência da vida, o cineasta para exercer sua função, fazer filmes, deve proceder a uma operação dupla, que nos leva diretamente do Cinema para o filme. Do caos onde se encontram (na vida), o realizador constitui “seu vocabulário de im-signos”, realizando primeiramente uma operação de caráter linguístico; nesse momento já se inscreve a subjetividade do realizador (que vê o mundo, seleciona e o escreve em imagens e sons a partir de uma “visão ideológica e poética”). No segundo momento, imprime a “qualidade expressiva individual”, uma operação estilística, que pode seguir a tendência hegemônica de uma narrativa em prosa, a qual Pasolini afirma não ser a forma cinematográfica, mas herdeira da literatura e do teatro, ou seguir a “tendência de configuração” que ele detectava fortemente nos anos 1960 de um “cinema de poesia” – filmes que, dentre outras características, eram marcados pela subjetivação da narração.

Bibliografia

    DIDI-HUBERMAN, Georges. Sobrevivência dos vaga-lumes. Tradução de Vera Casa Nova e Márcia Arbex. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2011.
    LUZZI, Joseph. A cinema of poetry; aesthetics of the italian art film. Baltimore, Maryland: Johns Hopkins University Press, 2014. Poesis in Pasolini: Theory and Pratice. 211 p. p. 70-85.
    PASOLINI, Pier Paolo. Empirismo hereje. Tradução de Miguel Serras Pereira. Lisboa: Assírio e Alvim, 1982. p. 135-250.
    SAVERNINI, Erika. Índices de um cinema de poesia: Pier Paolo Pasolini, Luis Buñuel e Krzysztof Kieslowski. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2004. (midia@rte, 3).
    SAVERNINI, Erika. A vida escrita em O cavalo de Turim: aplicando ao cinema contemporâneo os conceitos de Pier Paolo Pasolini sobre cinema e plano-sequência. In: AVANCA | CINEMA 2015, Avanca, 2015. Avanca: Edições Cine-clube Avanca, 2015.
    VIANO, Maurizio. A certain realism; making use of Pasolini’s film theory and practice. Berkeley and Los Angeles: University of California Press, 1993.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.