Ficha do Proponente

Proponente

    Tiago José Lemos Monteiro (IFRJ)

Minicurrículo

    TIAGO MONTEIRO é professor efetivo do curso de Produção Cultural do Instituto Federal do Rio de Janeiro – Campus Nilópolis, onde coordena o Núcleo de Criação Audiovisual. Doutor em Comunicação pela UFF, Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ e Graduado em Rádio e TV pela mesma instituição. Desde 2013, desenvolve pesquisa sobre o cinema de horror no eixo Brasil-Portugal e demais estéticas de bordas. Tamb+em atua como roteirista e realizador audiovisual independente.

Ficha do Trabalho

Título

    Terror de autor: cinema de gênero e metalinguagem no longa “O Barão”

Seminário

    Cinemas em português: aproximações – relações

Resumo

    Este artigo se insere no contexto de uma investigação sobre as condições de ocorrência de um cinema de horror em Portugal, e que tem por pressuposto a inexistência, no país, de uma tradição expressiva em termos de narrativas cinematográficas de gênero. Aqui, procuro discutir tais questões a partir do longa-metragem O Barão (2011), de Edgar Pêra, que ocupa um lugar fronteiriço entre a evocação de um imaginário de gênero associado ao universo dos filmes B e o questionamento destes mesmos códigos.

Resumo expandido

    Este artigo insere-se no contexto de uma investigação, iniciada em 2013, acerca das condições de ocorrência de um cinema de horror em Portugal. O pano de fundo de tais questionamentos é o discurso, algo corrente na imprensa lusa e também nos circuitos acadêmicos voltados aos estudos fílmicos, segundo o qual Portugal seria um país sem uma tradição expressiva em termos de narrativas cinematográficas de horror – o que não deixa de causar alguma surpresa, sobretudo se levarmos em consideração a diversidade de potências horroríficas (Espanha, Inglaterra, Itália, França) que o circundam, e o fato de Portugal sediar dois importantes festivais no âmbito do cinema de terror/fantástico: o bissexto Fantasporto e o ascendente MOTELx.
    Neste paper, debruço-me sobre um exemplar sui generis no panorama da produção lusa contemporânea, posto que ocupa uma espécie de lugar intermediário entre o desejo de evocar um imaginário associado ao cinema B/de gênero, tradicionalmente pouco exercitado em Portugal, e a ruptura e o tensionamento sistemáticos destes mesmos códigos, que o aproximariam daquilo que a historiografia mais ortodoxa e mesmo o senso comum tendem a entender por cinema português de autor. Trata-se do longa-metragem O Barão, dirigido por Edgar Pêra em 2011, a partir do conto homônimo de António José Branquinho da Fonseca (1905-1974), expoente do Modernismo Luso, sobre um aristocrata vampiresco que tiraniza uma aldeia do interior.
    Ativo desde a segunda metade dos anos 1980, e portanto profundamente consciente das fases atravessadas pelo cinema luso no decurso das últimas décadas, os primeiros trabalhos de Edgar Pêra, que incluem videoclipes, instalações, performances e curtas-metragens, revelam-se profundamente influenciados pela estética fragmentária de colagem punk. Em função deste “currículo”, os modos pelos quais Edgar Pêra se apropria de alguns códigos do cinema de gênero, mais especificamente do horror série B, em seu filme O Barão tendem mais à desconstrução crítica do que à subserviência. Interessa ao cineasta menos realizar um filme de terror convencional e mais dialogar com o imaginário deste tipo de narrativa, sob a chave da alegoria política e da farsa metalinguística. A despeito da presença inconteste de elementos cênicos e narrativos que nos remetem à gramática tradicional do filme de horror – o vilão de aspecto vampiresco, a criada enigmática, o castelo soturno, a aldeia de vielas estreitas e enevoadas – Edgar Pêra não se apropria deste imaginário com a finalidade de provocar medo ou aversão no espectador, mas sim uma espécie de desconforto cognitivo, acentuado pela profusão de fusões, jump cuts e oscilações de ritmo. Momentos tipicamente horroríficos – a sequência de abertura, as aparições do homem-javali em meio à floresta, avançando de forma ameaçadora em direção à câmera, os rompantes de fúria do Barão – são a todo momento fraturados pela irrupção de sequências concebidas para arremessar o espectador para fora do filme, quando não pelo seu caráter insólito.
    Embora inúmeras marcas estilísticas e narrativas associadas ao universo do cinema de autor estejam indiscutivelmente presentes em O Barão, é possível identificar, nos modos como o filme foi lançado e circulou comercialmente em Portugal, um desejo em reconhecê-lo e vinculá-lo ao universo do cinema de gênero, talvez como forma de atribuir-lhe alguma transversalidade em termos de endereçamento. Tentativas análogas de transbordamento no âmbito do terror ora registrarão o desprezo da crítica e a indiferença do público (caso de Eclipse em Portugal, de 2014); ora terão a recepção favorável da crítica e do público condicionadas ao deslocamento do filme para além do horror (caso de Coisa ruim, de 2006); ora, por fim, partirão de um reconhecimento da obra enquanto filme de autor para que seu diálogo com o imaginário de gênero seja validado, caso do objeto da reflexão que aqui se encerra.

Bibliografia

    CARROLL, Nöel. A filosofia do horror ou paradoxos do coração. Campinas: Papirus, 1999. 317 p.

    MONTEIRO, João. História do breve cinema de terror português. Revista Bang!, n. 10, Lisboa, 2011, pp. 24-28.

    MONTEIRO, Tiago José Lemos. O medo que vem do interior: confrontos entre o tradicional e o moderno no longa de terror português ‘Coisa ruim’. In: AVANCA | CINEMA 2014. Avanca (Portugal): Edições Cine-clube de Avanca, 2014. v. 5. p. 847-854.

    ______. Horror à portuguesa: radiografia analítica da Competição de Curtas do MOTELx 2014 – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa. Trabalho apresentado no XX Congresso de Ciências da Comunicação da Região Sudeste. Uberlândia, 2015.

    OLNEY, Ian. Euro horror: classic european horror cinema in contemporary american culture. Bloomington: Indiana University Press, 2013.

    PISCO, Cinara Paralta. O Cinema de Terror em Portugal. In: AVANCA | CINEMA 2014. Avanca (Portugal): Edições Cine-clube de Avanca, 2014. v. 5. p. 807-815.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.