Ficha do Proponente

Proponente

    Marina Soler Jorge (UNIFESP)

Minicurrículo

    Professora Adjunta III do Departamento de História da Arte da Unifesp. Doutora em Sociologia pela USP. É autora do livro “Cultura Popular no Cinema Brasileiro dos Anos 90” (2010) e “Lula no Documentário Brasileiro” (2011), além de artigos sobre cinema, recepção e sociologia da arte. Atualmente tem trabalhado com figurino no cinema latino-americano, séries de TV latino-americanas e o fenômeno fandom no Brasil.

Ficha do Trabalho

Título

    Magnífica 70, a censura e o cinema da Boca do Lixo

Seminário

    Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais

Resumo

    Passados 30 anos do final da Ditadura Militar instalada no Brasil em 1985, surge um produto audiovisual que tem como objetivo explorar temática e esteticamente dois elementos da cultura brasileira que tiveram seu apogeu na década de 1970: a produção cinematográfica da Boca do Lixo e o Departamento de Censura do regime militar, responsável por zelar pela adequação moral, mas sobretudo política, dos produtos culturais nacionais ou estrangeiros. Trata-se de Magnífica 70, série televisiva brasileira que mergulha no universo do cinema comercial paulistano conhecido, na falta de termo mais preciso, como pornochanchada, bem como em suas relações com os censores responsáveis por vetos e cortes nas obras. O objetivo desta apresentação é discutir Magnífica 70 a partir dos seguintes elementos: 1) a organização narrativa da série; 2) a apropriação temática do cinema da Boca do Lixo e da censura militar; 3) as opções estéticas utilizadas para se representar estes dois universos.

Resumo expandido

    Com consultoria de Alfredo Sternheim, cineasta com uma longa carreira no cinema erótico brasileiro, Magnífica 70 procura representar de maneira bastante fiel o sistema de produção que vigorava na Rua do Triunfo, apresentando, por vezes de maneira didática, as práticas que lá regiam a fatura das obras. Da mesma forma, a série se esforça para colocar em cena o que sabemos sobre o funcionamento da censura na vigência da Ditadura Militar. O espectador encontrará na série um rol de procedimentos, do lado da produção e do lado da censura, bastante representativo das práticas e mecanismos do período. Muitas dessas práticas e mecanismos estão descritos em dois livros fundamentais para a compreensão dos temas em questão: do lado da censura o livro de Inimá Simões, Roteiro da intolerância – a censura cinematográfica no Brasil; da parte da Rua do Triunfo, o livro de Nuno César Pereira de Abreu, Boca do lixo: cinema e classes populares. Estes dois universos, a princípio separados, se imbricarão quando, em Magnífica 70, um censor decide cruzar as barreiras que os separam e se tornar cineasta, sem no entanto efetuar a metamorfose completa, ou seja, mantendo uma vida dupla não apenas por medo do sogro general mas também porque, enquanto censor, ele tem muita utilidade para a Boca do Lixo.
    Tendo como showrunner o cineasta Cláudio Torres, filho de Fernanda Montenegro e Fernando Torres, e dirigida por ele mesmo juntamente com Carolina Jabor, Magnífica 70 estreou em 24 de maio de 2015 na HBO, sendo exibida em 13 episódios no domingo a noite em horário nobre, 21h, antes da popular série neo-medievalesca Game of Thrones.
    A produção de Magnífica 70 se insere no contexto de consolidação global da ficção seriada como produto artístico, bem feito, com direção de arte e figurinos impecáveis, cujo tema adulto permite que sejam mostrados belos corpos femininos de maneira mais ou menos inserida na estória e algumas cenas de sexo. É interessante analisar de que modo, passadas mais de quatro décadas do Golpe Militar, os temas da censura e da pornochanchada ganham uma embalagem brilhante, glamourosa e bem produzida, misturada a uma trama policial-folhetinesca. Estrelada por Simone Spoladore, Marcos Winter, Adriano Garib, Maria Luisa Mendonça (esposa de Cláudio Torres), Stepan Nercessian, Joanna Fomm e Paulo César Pereio, a série narra o envolvimento do censor Vicente, interpretado por Marcos Winter, genro de um General, com a Boca do Lixo, onde ele encontra sua vocação como diretor de cinema. Sua motivação inicial, no entanto, é erótica: Vicente apaixona-se pela atriz do filme que acabou de censurar, que por sua vez se parece muito com sua falecida cunhada de 17 anos, por quem ele nutriu um intenso desejo sexual. A ironia na escalação do elenco se dá na escolha de Paulo César Pereio, ator conhecido pelo deboche, pela crítica social, pelo ateísmo e comunismo declarados, para interpretar o General Souto, personagem autoritário, misógino e pervertido.
    Na série, a influência rodrigueana retira o peso da discussão política e a redefine no âmbito da moral, transformando em grande medida as opções políticas levadas a cabo por aqueles que detinham o poder no regime militar em falhas de caráter e perversões. A figura do General Souto, qualificado como um importante militar, de grande influência política, é emblemática nesse sentido, tendo em vista sua caracterização como um pervertido de primeira ordem, capaz de estuprar sua enteada ainda criança, bem como torturar seu genro e a própria filha com choques elétricos. Nesse sentido, a imagem do autoritarismo e da violência política afasta-se de uma abordagem audiovisual contemporânea que tenta conferir normalidade a ocupantes de funções de poder. Em Magnífica 70 a violência praticada pelas duas figuras de autoridade, o General Souto e o produtor George Larsen, está contida em cada gesto ou fala dos personagens, bem como em sua caracterização física asquerosa.

Bibliografia

    ABREU, Nuno César Pereira de. Boca do lixo: cinema e classes populares. Campinas: Editora da Unicamp, 2006.
    COLONNA, Vincent. L’Art des Séries Télé: Ou Comment Surpasser Les Américains. Paris: Payot & Rivages, 2010.
    GOMES, Maya Rodrigues e Lamas, Caio. “Um censor em fábula: análise a partir da série televisiva Magnífica 70, do Arquivo Miroel Silveira e da Boca do Lixo”. Anais, Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Rio de Janeiro, 2015. 15 p.
    LEITE, Caroline Gomes. Ditadura em Imagem e Som. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
    LIPOVETSKY, Gilles e Serroy, Jean. A estetização do mundo – Viver na era do capitalismo artista. São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
    REIS JUNIOR, Antonio e Lamas, Caio Túlio Padula. “A censura ao cinema no Brasil e os percalços de Os Garotos Virgens de Ipanema”. Revista Comunicação Midiática, v. 8, n. 1, pp. 154-175, jan/abr. 2013.
    SIMÕES, Inimá, Roteiro da Intolerância – a censura cinematográfica no Brasil. São Paulo: Editora Senac, 1999.

O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.