O XX Encontro SOCINE acontecerá na UTP, em Curitiba, de 18 a 21 de outubro de 2016.

A lista dos trabalhos aprovados pode ser acessada aqui. Os associados também podem checar a avaliação final de seus trabalhos pela sua área de associado.

Todos os aprovados precisam realizar o pagamento dentro do prazo para que sua participação seja confirmada. Os valores, após o primeiro prazo, terão acréscimos.

  • PRIMEIRO PRAZO: 25 de julho a 10 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 150,00 – Discentes: R$ 75,00
  • SEGUNDO PRAZO: 11 a 21 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 170,00 – Discentes: R$ 85,00
  • TERCEIRO PRAZO: 22 a 29 de agosto de 2016 – Docentes e profissionais: R$ 200,00 – Discentes: R$ 100,00

Tendo qualquer dúvida ou dificuldade, favor contatar a secretaria no e-mail socine@socine.org.br.

Prezados membros da Socine,

 

Na semana passada foi divulgado o prêmio Compós para teses e dissertações na área de Comunicação.

Gostaríamos aqui de felicitar os vencedores.

Para nossa alegria, os nove premiados – orientandos e orientadores – são membros de nossa Sociedade de Estudos.

Parabéns Clarisse Maria Castro de Alvarenga, André Brasil, Claudia Mesquita, Luis Carlos de Oliveira Jr, Ismail Xavier, Dieison Marconi Pereira, Cássio Tomaim, Erica Ramos Sarmet dos Santos e Mariana Baltar Freire!

 

O resultado

Melhor Tese 2016:  Da cena do contato ao inacabamento da história: Os últimos isolados (1967-1999); Corumbiara (1986-2009); Os Arara (1980-)”

Autora: Clarisse Maria Castro de Alvarenga

Orientador: André Brasil (UFMG)

Co-orientadora: Claudia Mesquita (UFMG)

Menção Honrosa/Tese 2016 : Vertigo, a teoria artística de Alfred Hitchcock e seus desdobramentos no cinema moderno

Autor: Luis Carlos de Oliveira Jr

Orientador: Ismail Xavier (USP)

 Melhor Dissertação 2016:

Documentário queer no Sul do Brasil (2000-2014): narrativas contrassexuais e contradisciplinares nas representações das personagens LGBT

Aluno: Dieison Marconi Pereira (UFSM)

Orientador: Cássio Tomaim  (UFSM)

Menção Honrosa/Dissertação 2016 : Sin porno no hay posporno: corpo, excesso e ambivalência na América Latina

Autora : Erica Ramos Sarmet dos Santos

Orientador : Mariana Baltar Freire (UFF)

Temos a satisfação de informar que os Anais do XIX Encontro da Socine, ocorrido em 2015,  na Unicamp, estão publicados e podem ser acessados pela nossa página.
Mais uma vez, temos duas publicações:

1 – Anais digitais: publicação dos resumos expandidos de todos os trabalhos apresentados no Encontro.

2 – Anais de textos completos: publicação dos textos completos recebidos na chamada de trabalhos.

Agradecemos a participação de todos e esperamos reencontrá-los em Curitiba para o encontro deste ano.

Atenciosamente,

A Diretoria

São 12 os Seminários Temáticos aprovados para o biênio 2015-2017 da SOCINE:

  1. Cinema e América Latina: debates estético-historiográficos e culturais;
  2. Cinema e Ciências Sociais: diálogos e aportes metodológicos;
  3. Cinema e educação;
  4. Cinema e literatura, palavra e imagem;
  5. Cinema Queer e Feminista;
  6. Cinemas em português: aproximações – relações;
  7. Corpo, gesto, performance e mise en scène;
  8. Exibição cinematográfica, espectatorialidade e artes da projeção no Brasil;
  9. Interseções Cinema e Arte;
  10. O comum e o cinema;
  11. Teoria dos Cineastas;
  12. Teoria e Estética do Som no Audiovisual.

A lista detalhada com ementa e coordenadores de cada seminário está disponível aqui.

Cinemas em português: aproximações – relações

Resumo

    O seminário temático Cinemas em português: aproximações – relações pretende dar espaço à apresentação e discussão de trabalhos científicos desenvolvidos em diversas universidades brasileiras e europeias que relacionem, numa análise comparativa, prácticas e acções das cinematográficas e dos audiovisuais produzidos em países e comunidades de língua portuguesa.
    São seus objectivos construir novas perspetivas que possam expandir campos de trabalho que contemplem possíveis aproximações e relações, assim como criar novas interseções com cinematografias africanas pouco estudadas e, com isso, possibilitar um debate aprofundado do espaço cinematográfico e audiovisual comumente rotulado como ‘lusófono’.
    Este seminário pretende ainda oferecer uma plataforma para o encontro de investigadores do Brasil e de Portugal, bem como de outros países europeus, que fortaleça uma rede de pesquisadores que se tem vindo a consolidar nos últimos anos nos Encontro da SOCINE e da congénere portuguesa AIM.

Resumo expandido

    A consolidação deste seminário, Cinemas em português: aproximações – relações, poderia exercer o papel de núcleo para o qual convergissem trabalhos e pesquisas que tivessem como objeto de estudo os cinemas e a produção audiovisual de língua portuguesa e que privilegiassem, sobretudo, as relações e aproximações criadas a partir daí.
    É importante ressaltar que o seminário pretende estruturar-se sob duas vertentes de pesquisas: uma, sedimentada em estudos da cinematografia portuguesa que reúne pesquisadores do Brasil e de Portugal e que tem como objetivo central traçar ligações, sobretudo, em relação aos cinemas desses países; outra, com forte interesse na discussão crítica do conceito “lusófono” dentro dos estudos de cinema, avaliando inter-relações e cruzamentos entre cinemas falados em português, pensando não só no Brasil e em Portugal, como nos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP) e mesmo nos realizadores que experimentam a diáspora, mas também no contexto mais alargado do espaço ibero-americano.
    Devemos lembrar neste contexto a proliferação de produções transnacionais entre Portugal, os PALOP (Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Princípe) e o Brasil, devido ao aumento de protocolos entre as instituições de cinema destas nações que deram frutos a partir dos anos 90, bem como os recentes incentivos financeiros para a produção cinematográfica da Comunidade dos Países Língua Portuguesa (CPLP).
    Este seminário exerce já um papel importante na criação paulatina de uma cidadela científica no interior da SOCINE e, se possível, no Brasil, em que o debate em torno de tais cinemas adquirisse maior visibilidade, tanto em termos de publicização do debate quanto na concentração de produção acadêmica e crítica.
    Além disso, o grupo reunido nos encontros poderia servir como chamariz para que novos pesquisadores ou pesquisas pudessem ser articulados em torno do tema, cumprindo assim uma tripla tarefa: atrair as investigações já realizadas; de reunir pesquisadores e interessados durante todos os dias do congresso; criar visibilidade para temáticas que poderão ser cada vez mais requisitadas como objeto de estudos do cinema e do audiovisual.
    Os encontros anuais da SOCINE tem se mostrado como um excelente espaço para que o assunto seja aprofundado e, sobretudo, para que se expanda, trazendo pesquisadores de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Principe, e Timor Lorosae até ao Brasil.
    Nas suas edições anteriores, este seminário tem sido um espaço privilegiado para se debater a obra de autores como Manoel de Oliveira, Flora Gomes, Glauber Rocha, Susana de Sousa Dias, Licínio de Azevedo, Pedro Costa, Isabel Noronha, Ruy Guerra, Sana Na N’Hada, Sol de Carvalho, Margarida Cardoso e Ruy Duarte de Carvalho, entre muitos outros.
    Além da obra desses autores, também tem sido debatidas outras questões importantes e de interesse comum como: o cinema como processo de redefinção da memória e da história dos países que viveram experiências ditatoriais; as relações entre os movimentos de renovação como o cinema novo brasileiro, o novo cinema português ou os cinema de libertação de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau; os modos de produção e os arranjos institucionais que envolvem os sectores da produção, distribuição e exibição de cinema nos países de língua portuguesa; estudos sobre as interseções entre cinema e arte contemporânea que se tem desenvolvido no diálogo entre artistas e cineastas de diversos países sobre um conjunto de questões relacionadas com o passado comum dos países de língua oficial portuguesa, como Filipa César, Kiluanje Kia Henda, Ângela Ferreira, Délio Jasse ou Daniel Barroca.

Bibliografia

    Catani, Afrânio Mendes (2004). História do cinema brasileiro: 4 ensaios. São Paulo: Panorama.
    Cruz, Jorge & Mendonça, Leandro (ed.) (2013). Os cinemas dos países lusófonos. Rio de Janeiro: Edições LCV.
    Cruz, Jorge & Mendonça, Leandro (ed.) (no prelo). Cinemas em português. Rio de Janeiro: Edições LCV.
    Cruz, Jorge; Mendonça, Leandro; Monteiro, Paulo Filipe & Queiroz, André (ed.) (2010). Aspectos do Cinema Português. Rio de Janeiro: Edições LCV.
    Cunha, Paulo & Sales, Michelle (ed.) (2013). Cinema Português: Um Guia Essencial. São Paulo: SESI-SP.
    Cunha, Paulo; Lopes, Frederico & Penafria, Manuela (2015). Cinema em Português. VII Jornadas. Covilhã: Labcom.
    Dennison, Stephanie (ed.) (2013). World cinema: As novas cartografias do cinema mundial. Campinas: Papirus Editora.
    Piçarra, Maria do Carmo & António, Jorge (ed.) (2013-2015). Angola, o nascimento de uma nação. 3 Volumes. Lisboa: Guerra & Paz.

Coordenadores

    Paulo Cunha
    Afrânio Mendes Catani
    Jorge Luiz Cruz

 

Manifestamos aqui nossa preocupação e atenção em relação aos recentes acontecimentos políticos no país.

Na área que nos é mais próxima, temos visto duríssimos ataques ao jornalismo que se pauta pela democracia, ética e princípios republicanos. Com objetivos políticos não mais velados, jornalistas que atuam nos grandes meios perderam o respeito não apenas pelas suas profissões, mas pela própria importância de uma mídia equilibrada, democrática e justa.

O que vimos nos últimos dias, sobretudo com as Organizações Globo, atenta contra o grande esforço que nas últimas décadas tantos atores sociais têm feito para que a justiça e uma imprensa livre sejam parte constituinte da república. Não há como defender o fim da corrupção e corromper todos os meios para destruir este ou aquele ator político.

Afirmamos assim que:

– Qualquer atuação dos grandes órgãos de imprensa que atente contra a ordem democrática através de difamações e incitações à instabilidade é inaceitável.

Sobre os recentes acontecimentos, afirmamos ainda que:

– Nenhuma atuação do jurídico ou da polícia federal deve ser feita com fins partidários e com arbitrariedades e abusos de poder.

– Qualquer abuso de poder do poder judiciário deve ser coibido e a igualdade entre indivíduos respeitada.

A crise do país e as importantes investigações sobre corrupção não justificam que certos atores sociais, no poder jurídico ou na grande imprensa, atentem contra a democracia e a ordem republicana.
SOCINE – Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual
diretoria do FORCINE – Fórum Brasileiro de Ensino de Cinema e Audiovisual

  1. Prazo de pagamento da anuidade: de 1 a 24 de março; 
  2. Prazo de submissão de propostas de trabalhos para apresentação [XXI Encontro]: de 5 a 31 de março;
  3. Divulgação de propostas aprovadas para apresentação [XXI SOCINE]: 9 de junho;
  4. Período de pagamento das inscrições [XXI SOCINE]:
      • PRIMEIRO PRAZO: 3 a 13 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 180,00 – Discentes: R$ 90,00
      • SEGUNDO PRAZO: 14 a 24 de julho de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 210,00 – Discentes: R$ 105,00
      • TERCEIRO PRAZO: 25 de julho a 1 de agosto de 2017 – Docentes e profissionais: R$ 250,00 – Discentes: R$ 125,00
  5. Chamada de candidaturas [Eleições da SOCINE]: 21 de agosto a 22 de setembro;
  6. Inscrição de ouvintes [XXI SOCINE]: a partir de 11 de setembro;
  7. Divulgação da programação [XXI SOCINE]: 19 de setembro;
  8. Divulgação das candidaturas homologadas [Eleições da SOCINE]: 29 de setembro;
  9. XXI Encontro SOCINE, na UFPB, em João Pessoa: de 17 a 20 de outubro;
  10. Eleições da SOCINE: 18 e 19 de outubro;
  11. Assembleia e posse da nova diretoria: 20 de outubro;
  12. Prazo de envio de trabalhos para os Anais de Textos Completos [XXI SOCINE]: a definir.

APENAS TRABALHOS ENVIADOS PARA O E-MAIL ANAIS@SOCINE.ORG.BR SERÃO ACEITOS.

CADA ASSOCIADO PODERÁ ENVIAR APENAS UM ARQUIVO. NO CASO DE ENVIO DE MAIS DE UM ARQUIVO APENAS O ÚLTIMO SERÁ CONSIDERADO.

OS TEXTOS NÃO SERÃO REVISADOS, SENDO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES OBSERVAREM NORMAS DE CITAÇÃO, REFERÊNCIAS, DIREITOS AUTORAIS, CORREÇÃO ORTOGRÁFICA E GRAMATICAL.

OS TEXTOS DEVEM APRESENTAR TÍTULO EM PORTUGUÊS E EM INGLÊS, RESUMO E ABSTRACT COM NO MÁXIMO 500 CARACTERES COM ESPAÇO CADA E PALAVRAS-CHAVE E KEYWORDS (MÁXIMO DE 5, SEPARADAS POR VÍRGULAS E COM PONTO FINAL).

OS TEXTOS NÃO PODEM ULTRAPASSAR O VOLUME DE 17.000 CARACTERES CONTANDO OS ESPAÇOS, INCLUÍDOS NESSE TOTAL TODOS OS ELEMENTOS TEXTUAIS COMO TÍTULO, TITLE, RESUMO, ABSTRACT, PALAVRAS-CHAVE, KEYWORDS, REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, NOTAS, LEGENDAS E CITAÇÕES.

TEXTOS FORA DAS NORMAS NÃO SERÃO PUBLICADOS E NÃO HAVERÁ NOVA CHAMADA PARA CORREÇÃO OU ADEQUAÇÃO ÀS NORMAS.

OS TEXTOS DEVEM SER ENTREGUES DE ACORDO COM A ORDEM DE ELEMENTOS E O PADRÃO APRESENTADOS NO ARQUIVO MODELO. A FALTA DE QUALQUER ELEMENTO TEXTUAL, OU DESACORDO COM O VOLUME TEXTUAL APONTADO, IMPLICARÁ NA NÃO PUBLICAÇÃO DO TEXTO, SEM AVISO PRÉVIO.

PADRONIZAÇÃO:

Os textos deverão ser padronizados da seguinte forma (conforme arquivo modelo):

  1. Arquivo em formato .doc ou .docx;
  2. Arquivo nomeado da seguinte forma: NOME_SOBRENOME_DATADEENVIO.doc
  3. Espaçamento entre linhas 2, formato A4, fonte Arial, tamanho 10;
  4. Título e title destacados em negrito, em fonte Arial ,tamanho 14;
  5. Autor destacado em negrito, fonte Arial, tamanho 10;
  6. Subtítulos destacados em negrito (com espaço entre linhas adicional antes), fonte Arial tamanho 10;
  7. Destaques ao longo do texto devem ser feitos em itálico;
  8. Notas de rodapé em fonte Arial, tamanho 9, e numeradas em sequência.
  9. As citações referenciais não vão em nota de rodapé, devendo ser identificadas (entre parênteses) no texto, logo após o trecho citado, colocando o sobrenome do autor (com todas as letras em maiúsculo), o ano e, quando necessário, a página.Exemplos:
    • Um autor: (WENTH, 1998, p. 12);
    • Dois autores: (LAMARE; SOARES, 1990, p. 134-135);
    • Três ou mais autores: (HARRIS et al, 1998, p. 26).
  10. Citações com mais de quatro linhas deverão vir em parágrafo específico, com recuo de 4 cm, em espaçamento 1, tamanho de fonte 10 e espaço simples antes e depois das citações. Não usar Idem ou Ibidem.
  11. A lista de referências bibliográficas deve estar em ordem alfabética, de acordo com as normas ABNT (6023 e 10520).Exemplos:
    • Formato para livros:
      CALDWELL, J. T. Televisuality: style, crisis, and authority in American television. New Jersey: Rutgers, 1995. (Subtítulo em minúscula e depois de dois pontos, sem itálico.
      – Prenomes dos autores abreviados; maiúscula apenas na primeira letra do título; não utilizar prenomes em editoras, desde que isso não comprometa a identificação).
    • Formato para teses e dissertações:
      MUANIS, F. As metaimagens na televisão contemporânea: as vinhetas da Rede Globo e MTV. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2010.
    • Formato para artigos:
      PAIVA, S. “A propósito do gênero road movie no Brasil: um romance, uma série de TV e um filme de estrada”. Rumores:, São Paulo, v. 1, n. 6, set.-dez. 2009.
    • Formato para trabalhos apresentados em eventos:
      REGUILLO, R. “El lenguaje e los narcos”. In: SEMINARIO NARCOTRÁFICO Y VIOLENCIA EN CIUDADES DE AMÉRICA LATINA: retos para un nuevo periodismo, 2009, México. Anais eletrônicos:… México: FNPI, 2009. Disponível em: . Acesso em: 15 ago. 2011.
  12. Caso o trabalho contenha imagens, quadros ou tabelas, é necessário incluí-los ao longo do texto, de modo compatível com o arquivo. As legendas devem estar imediatamente abaixo das figuras e dos gráficos e os títulos imediatamente acima dos quadros e das tabelas. Todos deverão estar numerados consecutivamente, em arábico. De acordo com a lei de direitos autorais, as fotos e os desenhos devem vir acompanhados dos nomes de seus autores.