22/09 – Terça-feira – 19h

Por uma curadoria educativa em tempos de distanciamento social: pesquisa, cinema e diversidade

Cíntia Langie / Fernanda Omelczuk / Ana Paula Nunes de Abreu

Realização de uma roda de conversa online com a participação de três mulheres professoras de universidades públicas, de três regiões periféricas do Brasil: Pelotas/Sul; São João del Rei/Sudeste e Cachoeira/Nordeste. O objetivo é que cada uma apresente brevemente as pesquisas e projetos em desenvolvimento, no que se refere a realização de uma curadoria educativa no audiovisual, da infância à idade adulta. Além de abordar desdobramentos pedagógicos e sociais do campo da curadoria, o debate também busca compartilhar conteúdos e plataformas para acesso a filmes não hegemônicos, com o objetivo de descentralizar o olhar e de afirmar a importância das singularidades, da diferença e da diversidade no que se refere ao consumo – hipertrofiado – de imagens em tempos de pandemia.

Link da Live – https://youtu.be/e6TEaW0j2IY

 

23/09 – Quarta-feira – 21h

Os Estatutos do Samba em Rio, Zona Norte (1957)

Guilherme Maia / Leonardo Vidigal / Marcos Pierry

Em alinhamento com a emergência de um giro cancionista nos estudos fílmicos, notável principalmente nos EUA e na Inglaterra, mas que vem se manifestando com vigor crescente na pesquisa de outros países europeus e da América Latina, esta mesa reúne três investigadores que há algum tempo têm se dedicado ao estudo desse fenômeno, com o objetivo de analisar as dinâmicas expressivas do samba em Rio, Zona Norte (1957) – segundo longa-metragem Nelson Pereira dos Santos (1928-2018). A proposta reconhece a canção popular enquanto elemento ativador de memórias, afetos e processos identitários no ato de fruição, e analisa o design de canções da obra em suas dimensões intratextuais e contextuais, sob uma perspectiva interdisciplinar interessada tanto nos aspectos estéticos e poéticos quanto em questões históricas, culturais, sociais e políticas. Ao eleger como objeto a canção popular, esperamos que essa abordagem contribua para novas audiovisões na fatura estética da cinematografia brasileira.

Link da Live – https://youtu.be/8MFFWOr1JKw

 

24/09 – Quinta-feira – 17h

Cinemas Pós-Coloniais e Periféricos – Uma Conversa  com Margarida Cardoso e Diana Andringa

Cid Vasconcelos / Paulo Cunha / Teresa Cristina Furtado Matos

O campo cinematográfico proporcionou um importante diálogo com todos os momentos da acidentada história recente dos países africanos colonizados por Portugal, assim como fomentador da própria autonomia nacional, já ocorrendo um relevante número de títulos ficcionais e documentais. Pretende-se efetivar uma conversa com as realizadoras Margarida Cardoso e Diana Andringa, duas das mais relevantes cineastas a se debruçar sobre o passado recente (e também presente) dos países africanos que foram colonizados por Portugal, notadamente em filmes como Kuxa Kanema e Yvone Kane, no caso de Cardoso e As Duas Faces da Guerra e Tarrafal: Memórias do Campo da Morte Lenta, de Andringa. Dentro do escopo da entrevista aspectos da elaboração e abordagem dos temas pelos filmes em questão, a memória, o uso de imagens de arquivo, a guerra colonial, a experiência socialista e o momento contemporâneo.

Link da Live –  https://youtu.be/6ksYAUe_Gcs

 

25/09 – Sexta-feira – 19h

Partida do Metrô da estação: caminhos do cinema universitário brasileiro         

Wellington Gilmar Sari / Milena Szafir / Eduardo Novelli Valente

Mediação: Alexandre Rafael Garcia

A mesa “Partida do Metrô da estação” tem como proposta discutir caminhos e tendências do cinema universitário observadas no Metrô – Festival do Cinema Universitário Brasileiro, realizado na cidade de Curitiba desde 2017. A mesa será composta por Eduardo Valente, Milena Szfair e Wellington Sari, com mediação de Alexandre Rafael Garcia. O objetivo é debater o cinema em pleno movimento, tratando o presente de forma crítica e projetando possibilidades futuras. Os curtas programados no festival servem como ponto de partida para um debate que concerne o audiovisual como um todo. Dentre as questões evidenciadas nas edições do Metrô, destacam-se nos filmes: a autoficção; o interesse pelo dispositivo de câmera de segurança como possibilidade de ficção; a ressignificação crítica de imagens tidas como “vulgares” (publicidade, propaganda eleitoral) ou “caseiras”. O Metrô terá a quarta edição, em formato online, transmitida de 22 a 27 de setembro de 2020.

Link da Live – https://youtu.be/dWMdaxeempE

 

Programação da semana (22/09-25/09)

Category: Notícias
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